Viagem com a esposa e a troca de casais inesperada (ou bem esperada...) Dia 1
Quem leu os relatos anteriores já conhece a Pam e o que rolou. Vou pular o restante. OBSERVAÇÃO: existem partes bissexuais leves neste conto, se você não curte, não vá adiante. Passaram-se meses. Quando ela falou de um seminário, pensei na hora: longe de casa, talvez a gente pudesse ir além. Threesome, voyeur, swing… falei que queria ir junto e que, quem sabe, a gente inventasse alguma coisa. Ela sorriu e disse que gostou da ideia, mas não prometia nada. No avião, já fui provocando. Mão na coxa, subindo por cima da lycra, esfregando. Ela mordia o lábio. Tirei a blusa da mochila, cobri as pernas e enfiei a mão por dentro. Estava lisinha e quente. Quase a fiz gozar ali, no meio do serviço de bordo e do passageiro do corredor lendo o livro. O risco me deixou louco de tesão. No hotel ainda não tinha liberado o check-in. Fiquei conversando com o pessoal do evento enquanto ela circulava. Fui comprar cerveja e ICE. Quando voltei, ela não estava. A Patrícia apareceu, me abraçou como se fôssemos íntimos, eu perguntei da Pam e ela soltou: — Você sabe como a Pam é… bem dada. Deve estar falando com alguém. Pouco depois a Pam chegou vinda das salas de reunião. Falei da Patrícia. Ela pediu a ICE que comprei e, depois de um silêncio, soltou: — O Fabiano está aqui. E talvez o Luciano também. Só pra você saber… pra não ficar clima estranho. Fiquei com a boca amarga, mas forcei a naturalidade: — Somos adultos. Ninguém vai ficar falando merda. No quarto ela já estava alta. Beijos mais quentes, hálito de álcool. Virei ela de costas, mordei a nuca, tirei a blusa e o sutiã. Cai de boca nos peitos, desci, tirei calça e calcinha de uma vez. Estava encharcada. Chupei com vontade, ela gemia alto. Levantei, passei a cabeça do pau na entrada e, quando ia enfiar, bateram na porta. Gelamos os dois. Abri só o suficiente. Era a Patrícia. — Me falaram que a Pam subiu… ela tá aí? Tentei ligar e não atende. Tive um problema com a reserva e queria saber se tem cama de solteiro no quarto de vocês. Menti. Disse que ela tinha saído. Fechei a porta. Pam, ainda molhada na cama, perguntou: — Era a Patrícia? Ela perguntou se tinha espaço pra ela? — Perguntou. — E o que você disse? — O que eu deveria dizer? Ela me olhou com aquela cara de safada e respondeu só: — Não sei… você que sabe. Mal meti nela e gozei ali mesmo, forte, pensando no que poderia vir. Mais tarde, no lobby, a Patrícia apareceu de legging justa parecia um tipo de couro e blusa decotada. Alta, peitos e bunda grandes, cabelo preto longo. Abraçou a Pam e sumiu ela no decote. Meu pau pulou de novo. Quando ela citou o Fabiano, senti aquele gosto amargo de novo. No auditório o sono bateu rápido. Levantei pra pegar café. No fundo, quase na escuridão perto da saída, num canto mais pra dentro ouvi um barulho, mas passei direto, peguei o café e na volta fui chegar mais perto e ouvi uns gemidos abafados, de longe vi um casal se pegando. Cheguei de canto, sem fazer barulho. Era a Patrícia. Alta, decotada, legging de couro colada. O cara tinha a camisa social aberta até o meio do peito. Ela mordia e lambia a pele dele enquanto a mão direita trabalhava o pau já pra fora da calça, subindo e descendo devagar. Ele gemia baixo, uma mão enfiada no cabelo preto dela. Fiquei parado alguns segundos, pau duro pra caralho dentro da jeans, vontade de chegar perto e entrar no meio. Mas voltei. Pam sentiu na hora que voltei que tinha algo errado. Mão na minha coxa, subindo até sentir o volume: — Que você tava fazendo no banheiro que tá assim? Contei, sem falar nomes. Ela só sorriu de canto, levantou e disse que já voltava. Demorou. A agonia subiu rápido. Larguei as coisas e fui atrás dela. No cantinho escuro a cena tinha mudado de nível. O cara agora estava de camisa totalmente aberta, peito exposto e brilhando de saliva. A Patrícia ajoelhada, chupando o pau com vontade, uma mão na base apertando, a outra enfiada entre as próprias pernas por cima da legging. E a Pam… a Pam estava de pé, colada nele. Beijava e mordia o pescoço, descia pro peito, passava a língua molhada nos mamilos enquanto uma mão segurava o cabelo preto da amiga, empurrando a boca dela mais fundo contra o pau. A outra mão da Pam descia pelas costas da Patrícia e apertava a nuca dela, controlando o ritmo da chupada como se estivesse treinando a amiga. Eles se moviam sem pressa, como se o auditório inteiro não existisse. O barulho molhado da boca da Patrícia misturava com os gemidos baixos dela e com o suspiro da Pam no ouvido do cara. Ele respondia com um sorriso torto, a mão livre apertando a cintura da minha mulher por cima do vestido e depois descendo até a bunda, apertando com força. Fiquei parado no escuro, respiração presa, pau latejando dentro da calça. O tesão batia forte, mas vinha junto um gosto amargo e quente na boca. Aquele sorriso dele, a forma como a mão dele afundava na bunda da Pam, o jeito que ela se esfregava nele… era o Fabiano. O mesmo que ela tinha me avisado no lobby. O “comedor de casadas”. E agora ele tinha as duas. Pensei: que filho da puta… aliás, que filhas da puta. A Patrícia também era casada. Voltei pro lugar sem fazer barulho. Liguei duas vezes. Nada. Ela apareceu minutos depois, corada, batom borrado, respiração ainda acelerada. Sentou e passou a mão na minha coxa de novo, como se nada tivesse acontecido. — É a Patrícia. Com o Fabiano. — Você demorou esse tempo todo só pra ver? Ela me olhou de lado, ainda ofegante: — Fui dar um oi… e acabei entrando no clima. A Patrícia já estava ajoelhada quando cheguei. Ele me puxou e eu deixei, não resisti. Combinei de a gente ir num barzinho depois. Pensei que você ia curtir… já que queria se aventurar. Antes de eu conseguir responder, a Patrícia chegou. Cabelo bagunçado, maquiagem borrada, batom espalhado, sorriso largo fingindo que nada tinha rolado. Propôs o bar como se a gente fosse só um grupo de colegas. Logo em seguida chegou o Fabiano. Camisa ainda meio aberta, cheiro de sexo e perfume barato. Apertou minha mão com firmeza e soltou, sorrindo de lado: — Prazer. Você é o famoso marido da Pam, então? As duas foram na frente, cochichando e rindo baixo. Eu e o Fabiano ficamos atrás. Ele tentava puxar assunto: trabalho, viagem, o evento... Como se eu não tivesse acabado de ver ele com a mão na bunda da minha mulher e o pau na boca da amiga dela. Cada palavra dele me irritava e, ao mesmo tempo, me deixava mais pensativo sobre o que eu vi e o que ouvi dos relatos da Pamela. O desconforto e o tesão andavam juntos, pesados. Já no barzinho... A conversa esquentou rápido. Depois da segunda rodada, Patrícia se levantou e puxou a Pam pelo braço. — Vamos no banheiro. As duas sumiram. Ficamos só eu e o Fabiano. Ele não enrolou. Se inclinou pra frente, apoiou os cotovelos na mesa e falou baixo: — Sua mulher é incrível! E ela claramente curte uma diversão. E você curte assistir ou prefere participar? Eu olhei pra ele. Aquele cara que eu odiava algumas horas atrás agora estava me perguntando isso com a maior naturalidade. Respondi a verdade: — Ainda tô decidindo. Ele sorriu de canto. — Então decide rápido. Porque elas já decidiram. As duas voltaram. A Pam vinha com o olhar diferente, aquele de quando ela já tão alta de bebida que o tesão fica estampado em sua cara. Patrícia se sentou bem perto do Fabiano e a mão dele sumiu sob a calça justa dela. Eu vi. A Pam se virou pra mim e falou só pra eu ouvir: E aí, qual vai ser? Antes que eu respondesse, Fabiano se inclinou de novo: — Tem um drive-in abandonado a uns quinze minutos daqui. Escuro, silencioso… e ninguém aparece. Que tal a gente continuar a noite lá? A Pam me olhou. Eu senti o coração acelerar. Parte de mim queria recusar. Outra parte já estava com o pau latejando. Olhei ao redor, a Patrícia e o Fabiano me olhavam, parece que todos já haviam decidido, não seria eu que diria algo diferente então só acenei confirmando com a cabeça. Saímos. No carro do Fabiano eu estava na dúvida do que iria rolar, por isso decidi sentar na frente direto, as meninas sentaram no banco de trás sem reclamar. Pelo espelho do carona eu consegui ver as duas se beijando, mãos subindo pelas coxas. Patrícia já tinha a mão por dentro do vestido da Pam. Fabiano dirigia calado, mas de vez em quando olhava no espelho e sorria. O lugar era realmente isolado. Um estacionamento velho, sem iluminação, só o farol do carro cortando a escuridão. Ele estacionou de ré pra qualquer possível passagem e apagou as luzes. Assim que o motor parou, Fabiano se virou pra mim e falou: — E aí, vamos fazer a troca? Não tive muito tempo de pensar, a Patrícia já estava passando a mão no meu pescoço, inclinada ela mordia minha orelha... Não tinha como negar, eu queria comer aquela mulher, e naquele momento, me parecia “lucro”, Fabiano já tinha comido minha mulher e eu não tinha comido a “dele” (naquela noite ela era dele...) Então eu disse: — Sim, ok! Abri a porta do carro e o Fabiano sem perder tempo: — Pam, deita no banco de trás. Eu fico do lado de fora. Ela obedeceu sem hesitar. Levantou o vestido, deitou de lado e abriu as pernas. Fabiano saiu do carro, abriu a porta traseira, baixou a calça só o suficiente e se posicionou entre as coxas dela. Em um movimento só, empurrou pra dentro. A Pam soltou um gemido alto que ecoou no silêncio do lugar. Eu já estava fora do carro junto com a Patrícia. Ela já estava ofegante. Me puxou pela camisa e me beijou com força, a língua quente, a mão descendo direto pro meu pau. Apertou por cima da calça jeans e sussurrou contra minha boca: — Tá duro… que delícia… Empurrei ela contra a lateral do carro, do lado oposto ao que o Fabiano estava comendo a Pam. Pela janela aberta eu escutava claro o barulho molhado e os gemidos da minha mulher. Patrícia ajoelhou na grama, abriu meu zíper com pressa e engoliu meu pau de uma vez. A garganta dela apertou em volta da cabeça. Chupava com vontade, molhada, babando, olhando pra cima de vez em quando só pra ver minha reação enquanto eu escutava a Pam gemer o nome do Fabiano. Agarrei o cabelo dela e fodi a boca com raiva, sentindo a garganta abrir e fechar. Do outro lado do carro eu via a Pam agora de pernas bem abertas, vestido já no pescoço, seios pra fora. Fabiano segurava os tornozelos dela e metia forte, o barulho da pele batendo ecoando no estacionamento vazio. Depois de um tempo puxei a Patrícia de pé. Queria meter nela. Passei a mão pela calça justa, senti o calor úmido entre as pernas e puxei o tecido pra baixo junto com a calcinha. Ela ajudou. Virei ela de costas sobre o capo ainda quente do motor e me posicionei por trás. Quando encostei a cabeça do pau na entrada molhada, ela colocou a mão na minha coxa: — Camisinha. Congelei. — Não tenho. Ela se virou o suficiente pra me olhar por cima do ombro, ainda ofegante, e soltou com um sorrisinho ácido: — Como você sai sem camisinha? Ah, claro… você é casado, né… A frase me bateu igual um tapa. Olhei pra ela e depois pro carro, onde o Fabiano continuava metendo na Pam sem nenhuma proteção, gemendo baixo, as mãos nos peitos dela. A ironia me queimou por dentro. Fiquei alguns segundos parado, pau latejando, orgulho ferido. Depois respirei fundo e falei mais baixo do que pretendia: — Então chupa de novo que eu gozo na tua boca. Mas eu não vou parar agora. Patrícia me olhou nos olhos. Por um segundo achei que ia recusar. Em vez disso virou de costas de novo, apoiou as mãos no capo e abriu as pernas o máximo que a calça puxada até as coxas permitia. — Então mete. Mas tira antes de gozar. Não precisei de mais convite. Enfiei de uma vez. Ela era quente, apertada, e soltou um gemido longo quando eu enterrei até o fim. Enquanto metia nela com força, do outro lado do carro eu via o Fabiano segurando uma perna da Pam no ar, fodendo fundo, o vestido amassado na cintura. A Pam me olhava de vez em quando, boca aberta, olhos vidrados, gemendo cada vez que ele batia fundo. Gozei primeiro. Tirei no último segundo e jatei quente no chão gramado, mas a vontade era encher aquela vadia de porra, escorrendo pela legging puxada. Segundos depois ouvi o gemido grave do Fabiano e o grito abafado da Pam. Ele tinha gozado dentro dela, aquele cínico filho da puta. O silêncio que se seguiu foi pesado. Só a respiração de todo mundo e o som distante de algum grilo. Patrícia puxou a calça de volta, se ajeitou e deu uma risadinha curta. — Vocês dois são um casal… interessante! Não sabia que curtiam essas festinhas. Fabiano se afastou do carro, fechando o zíper, e olhou pra mim por cima do teto. — Vamos lá? Eu levo vocês pro hotel! (falou como se tivesse acabado de fazer algo banal...) A Pam saiu do banco de trás com o vestido desalinhado, o cabelo bagunçado e um fio branco escorrendo pela coxa interna. Ela veio até mim, me beijou na boca e sussurrou: — Agora a gente volta pro hotel. Eu quero você de novo… só nós dois, ou se quiser chamar a Pati... Eu passei o braço na cintura dela e não respondi. Ainda estava processando tudo: o gosto da boca da Patrícia, o barulho da minha mulher sendo comida no banco de trás e aquela frase ecoando na cabeça — “você é casado, né”. Subimos no carro. Fabiano ligou o motor. Ninguém falou quase nada no caminho de volta. Chegando no hotel, a Patrícia perguntou se podia ficar no nosso quarto conosco, pois não tinha conseguido um... Olhei pra Pam que me olhou de volta, pensei que seria oportunidade de um sexo a três (estava louco por isso). Fabiano pegou as bagagens da Patrícia no carro e ela pediu pra ele levar até o quarto. No elevador ninguém falava muito. A Pam estava colada em mim, a mão discreta na minha virilha. Patrícia e Fabiano iam na frente, trocando olhares. Assim que entramos no quarto, Fabiano entrou junto, fechou a porta e se virou pra gente com aquele sorriso calmo: — Já que a noite começou assim… que tal a gente continuar aqui? Os quatro. Sem pressa. A Pam hesitou e me olhou meio contrariada. Eu dei de ombros. Foi o suficiente. Ela tirou o vestido na minha frente e ficou só de salto. Patrícia riu baixo e puxou a blusa pela cabeça. Em poucos minutos estávamos todos nus. A cama era grande o suficiente para três. A Pam deitou no meio e puxou os dois ao mesmo tempo: eu de um lado, Fabiano do outro. Ela revezava a boca entre os nossos paus com fome, chupando um fundo enquanto a mão trabalhava o outro, saliva escorrendo pelo queixo. Patrícia se ajoelhou atrás dela e enterrou o rosto entre as pernas da Pam, lambendo a buceta que ainda escorria o porra do Fabiano do carro. O barulho molhado da língua dela misturava com os gemidos abafados da Pam em volta do meu pau. Eu tive que segurar a cabeça dela com força pra não gozar ali mesmo. Não esperava que fosse ser tão rápido e tão tesudo. Foi uma loucura. Me levantei só pra pegar água e a Patrícia veio atrás de mim, olhos vidrados. Virei ela de quatro ali mesmo, perto da mesa, e enfiei de uma vez naquela buceta quente e escorregadia. Ela era mais apertada que a Pam e gemia alto cada vez que eu batia fundo, a bunda grande tremendo. Não sei quanto tempo se passou, mas enquanto eu metia nela, olhei pro lado: a Pam tinha se levantado dizendo que precisava se limpar e tomar um banho, e o Fabiano já tinha deitado na cama. Assim que ela saiu, a Patrícia engatinhou até ele e engoliu o pau dele inteiro, chupando com a mesma vontade enquanto eu continuava comendo ela por trás. O quarto inteiro cheirava a sexo. Eu metia olhando a cabeça dela sobe e desce no pau do Fabiano, a saliva escorrendo, os gemidos dela vibrando em volta dele. Bombei forte, segurando os quadris largos dela, até sentir que ela gozava apertando meu pau. Continuei. Ela gozou de novo, as pernas tremendo, antes de simplesmente desistir. Patrícia se arrastou até a poltrona, jogou o corpo ofegante, pernas abertas, buceta vermelha e brilhante, e falou rindo, ainda sem fôlego: — Vocês três continuam… eu só vou assistir agora. Ficamos só eu e o Fabiano na cama, os dois ainda de pau semi-duro, o cheiro de sexo impregnado no quarto. A porta do banheiro se abriu e a Pam saiu só de roupão entreaberto. Parou um segundo olhando a cena, depois deixou o roupão cair no chão, veio até a cama, deitou de costas entre a gente, abriu as pernas bem devagar e soltou com aquele sorriso safado: — Agora eu quero vocês dois. Um de cada vez. Sem pressa. Fabiano foi o primeiro. Se posicionou entre as coxas dela e entrou devagar, fundo, até o fim. A Pam gemeu alto e segurou minhas mãos. Eu fiquei ajoelhado ao lado da cabeça dela, o pau duro, enquanto assistia o pau dele sumir e aparecer dentro da minha mulher. Ele metia com força, o barulho molhado enchendo o quarto. Em um embalo mais forte, o pau dele escorregou pra fora. A cabeça grossa, brilhante de porra e do mel dela, bateu na coxa interna da Pam. Sem pensar direito, só com o tesão do momento, eu estiquei a mão e segurei o pau dele. Quente, pesado, latejando na minha palma. Passei o polegar pela glande, sentindo a pele lisa e molhada, apertei de leve a base e alinhei de novo na entrada da buceta da Pam. Empurrei devagar, guiando ele pra dentro enquanto ele empurrava o quadril. Fabiano olhou pra mim. Eu segurei o pau dele por mais alguns segundos, sentindo cada veia, cada pulsação, a textura quente escorregando sob os dedos enquanto ele entrava e saía. Só depois soltei. A Pam estava de olhos abertos, ofegante: — Caralho… você pegou no pau dele… Eu não respondi. Só empurrei meu pau na boca dela enquanto o Fabiano voltava a meter forte. Ele gozou primeiro. Enterrou fundo e rapidamente tirou e jorrou na barriga dela, gemendo baixo. A porra ficou espalhada na pele suada. Eu não esperei. Me posicionei no lugar dele, segurei as coxas dela e enfiei de uma vez. Meti com vontade, olhando pra ela, sentindo o corpo tremer a cada estocada. Continuei até gozar fundo, gemendo junto com ela. Quando saí, a Pam ainda estava ofegante, as pernas abertas. Patrícia, da poltrona, bateu palmas devagar e soltou uma risada rouca: — Vocês são um espetáculo, sério. A Pam me puxou pra beijar e falou baixo no meu ouvido: — Depois você me conta direitinho… o que sentiu quando pegou no pau dele. Eu não respondi. Só deitei ao lado dela, a mão nos peitos quentes. Só restava a certeza de que aquela viagem tinha virado outra coisa completamente diferente do esperado.
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