Morei com a minha mãe desde que eu nasci até quase meus 16 anos. Minha mãe teve um caso com o meu pai, que era casado e continuo com a família dele.
A casa que eu morava com minha mãe era muito pequena, nos fundos da casa da irmã dela (minha tia), compartilhando o mesmo quintal. Era uma casa com cozinha, 1 banheiro, e 1 quarto onde tinha uma cama de casal e a minha cama. E demorou muito tempo até ela finalizar o novo comodo, que seria o meu quarto no futuro.
Minha mãe teve muitos namorados. Muitos! Alguns dormiam em casa, outros ficavam meses lá e não iam embora, e confesso que vi muitos homens diferentes em casa. Na época eu não entendia o que estava acontecendo, mas era comum eu abrir os olhos no meio da noite e ver minha mãe e outro homem pelados se agarrando (hoje sei que estavam transando). Lembro de várias vezes de eu ficar com medo por achar que minha mãe estava apanhando, muitas vezes eu até chorava, pois minha mãe gritava. Até que um dia, perto dos meus 6 anos perguntado pra ela:
-Mãe, O Robson estava te machucando a noite?
Ela me deu um tapa na cara e disse que não era problema meu, que era coisa de adulto.
Fiquei com medo e nunca mais perguntei nada.
Anos se passaram, ela seguia transando com vários. até que ela se afirmou com um dos namorados, o Renato. Ele foi aparecendo aos poucos e foi ficando. Eu não era tão pequena quando ele começou a morar em casa.
Diferente dos outros, ele era legal. Me dava atenção, fazia umas coisas diferentes pra eu comer, tipo pão na chapa, fritava ovo, comprava sorvete. E meio que ele me viu crescer e entrar na adolescência.
Ele me dava mais atenção que minha própria mãe.
Ele era motorista de aplicativo, dirigia no pico da manha, voltava pra casa, descansava e depois ia trabalhar no pico da noite. Minha mãe trabalhava em um guichê no shopping e vivia quase sempre fora de casa.
Era comum eu sair do chuveiro sem roupa por ter esquecido a toalha, tomar banho de porta aberta. Minha mãe também fazia isso. Então sempre me senti a vontade perto deles. Ele também, já vi ele andando pelo pela casa várias vezes, alias, sempre vi homem pelado em casa.
Era comum assistirmos TV, ele sentado no sofá e eu deitada com a cabeça no colo dele, ele me fazendo carinho, mesmo depois que cresci, ele sempre foi carinhoso.
Não sei dizer bem quando começou. Não sei dizer se eu que comecei a perceber depois, mas o carinho dele começou a ficar cada vez mais gostoso, e eu meio que era viciada nisso. Sentia um arrepio gostoso da mão dele, uma cosquinha, principalmente quando ele passava a mão na poupinha da minha bunda, no meio das minhas coxas, ainda mais quando eu estava de pijama. Bom, meu pijama era uma camiseta velha comprida e calcinha.
As vezes ele tocava minha calcinha e ficava acariciando. Era gostoso, me dava um arrepio desesperador e gostoso, era muito bom, e esse carinho era o que mais me deixou viciada.
Quantas vezes eu chegava da escola e ele estava dormindo. Eu tirava a calça do uniforme e deitava com ele de conchinha. Pegava a mão dele e colocava na minha calcinha pra ele fazer carinho. Era aconchegante, ele me abraçava forte. Na época eu não entendia, mas ele ficava me encoxando, apertando o pau duro dele na minha bunda.
O tempo passando, eu ficando mais velha, e algumas coisas começaram a mudar. Minha mãe começou a brigar comigo quando eu andava pelada ou de calcinha pela casa, e ai se eu perguntasse "-mas o que que tem?”.
Um dia o Renato me pediu para nunca contar pra ninguém sobre os carinhos que ele fazia em mim. Não entendi, mas eu nunca contei.
Minha ppk já estava com bastante cabelinhos, e era comum o Renato fazer carinho dentro da minha calcinha esfregando eles, passando a mão na minha rachinha, enfiando o dedo dentro e mexendo gostoso. Era muito gostoso, eu ficava doida, com a respiração forte. Ele enfiava o dedo um pouco mais fundo fazendo carinho e de repente eu sintia uma coisa gostosa, um formigamento, um alivio.
Eu pedia pra ele quase todo dia: "-me faz coceguinha na perereca?”
Eu nem sabia o que estava acontecendo, mas era gostoso.




caralho, que tesãozinha!