Sexo no mirante

Oi, gente. Voltei pra mais um conto. Estava aqui lembrando das minhas transas e me deliciando com cada memória até que lembrei da segunda vez que transei na vida. Ali eu já senti minha veia piranha pulsando rs
Eu tinha 19 anos e acabado de perder a virgindade. Sim, transei pela primeira vez aos 19 e foi uma única vez. Tinha um namoradinho em outra cidade, que só via quando viajava de férias e no dia anterior a minha volta fomos no motel e perdi a virgindade, mas enfim... o conto de hj é sobre a segunda transa e que não foi com esse namoradinho.

De volta pra minha cidade, 6 meses se passaram e eu não transfiro com ngm. Não tinha nenhum namorico e morria de medo de engravidar ou pegar doença, então nada de sexo. Eu sempre fui de sair com minhas amigas aos finais de semana e naquela época curtia muito pagode e baile funk.

Meu irmão tinha vários amigos gatinhos que eu perdia a linha e minhas amigas tbm. A gente torcia pra que uma de nós conseguisse pegar um dos caras, todos 4 ou 5 anos mais velhos que nós. Todo mundo frequentava quase que os mesmos lugares, entao a gente sempre via os caraa e dava em cima deles. Um desses amigos do meu irmão, que aqui vou chamar Fábio, começou a me ver com outros olhos e eu claro não perdi tempo. Sempre que vi ele em alguma resenha, dava mole e minha amigas botavam pilha rs Mas eu era virgem e não queria ainda chegar nesse nível. Mas depois da minha primeira transa, o fogo mudou.

Numa noite, depois de 6 meses de ter perdido o cabaço de forma super sem graça, fui pra um baile funk com minhas amigas. Na época eu era bem magrinha, vestia roupa 36 e os peixinhos nem precisavam de sutiã, cabiam na palma da mão. Cinturinha fina e barriguinha chapada. Uma típica novinha de 19 anos, com corpinho de 15. No dia desse baile eu estava de mini saia e calcinha bem pequena de renda (sempre gostei). Enquanto tava lá rebolando, uma amiga chamou minha atenção dizendo que Fábio estava próximo de nós, me olhando. Aí mesmo que comecei a sensualisar, dançando e cantando aqueles funks de putaria olhando pra ele (como se eu soubesse fazer metade das putarias que cantava kkkk).

Ele chegou até mim e minhas amigas e perguntou se estávamos sozinhas. Dissemos que sim e ele logo se ofereceu para ficar por ali conosco. Na hora de ir embora ele me perguntou por onde eu iria e uma das minhas amigas, muito rápida, respondeu antes de mim que eu iria pelo mesmo caminho que ele. Fábio ficou animado e disse pras minhas amigas não se preocuparem que ele iria cuidar de mim. No caminho que fizemos fomos conversando bobagens da vida e entrando em assuntos do tipo "seu namorado não liga de vc vir pro baile sem ele?" E eu de risinho bobi dizendo "vc sabe que eu não tenho namorado, se tivesse ao invés de vir pro baile estaria fazendo outra coisa"
Fomos caminhando e passamos por um mirante com uma vista linda da cidade a noite e Fábio me chamou pra ir ver a vista mas de perto da mureta e, claro, mais distante da rua onde passavam carros e motos do pessoal saindo do baile.

Eu cheguei perto da mureta e Fábio veio por trás de mim, me agarrando pela cintura e perguntando no meu ouvido se eh já tinha feito aquilo. Meu corpo se arrepiou na hora. Imagine, praticamente zero experiência sexual e vem aquele gostoso dos meus desejos falando baixinho no meu ouvido... meu corpo já começou a reagir.
Eu nem sabia exatamente do que ele tava falando, se era de já ter ido pra lá ver a vista, se era ter ido pra lá com alguém, se era sexo em público... eu só respondi que não, que nunca tinha feito aquilo e ele disse que tudo tem sua primeira vez.

Fábio, ainda atrás de mim, colocou suas mãos nos meus peitos, como uma concha. Foi apertando devagar, massageando, até que colocou as mãos por dentro da minha blusa e agarrou os bicos dos meus peitos enquanto beijava meu pescoço e orelha. Eu já me contorcia pq aquilo pra mim já despertava muito tesão. Depois de apertar um pouco meus peitos, ele me virou de frente pra ele e me colocou sentada na mureta e começou a chupar meu peitos. Tive medo de cair, claro, mas o tesão falou mais alto. Eu conseguia sentir minha buceta ficando molhada e me lembro desse sensação até hoje, de adrenalina gostosa. Eu já estava gemendo e ele seguiu com o que queria, enfiou uma das mãos embaixo da minha saia e sentiu que minha calcinha era de renda. Foi naquele momento que fui chamada de safada pela primeira vez em uma situação como essa e eu amei! Ele passava os dedos pela minha buceta por cima da calcinha e as vezes colocava um dedo pra dentro da calcinha mas não dava pra meter na minha buceta por conta do jeito que eu estava sentada. Fábio me tirou de cima da mureta e foi a vez dele ficar um pouco encostado nela. A gente se beijava loucamente, aquele beijo gostoso de língua que a gente se chapa e se morde. Ele me colou de costas pra ele e levantou minha saia dizendo que queria ver minha bunda. A calcinha de renda pequena, toda socada na minha bunda, aparecendo só aquele triângulo de cima perto da cintura. Ele ficou louco. Deu um tapa na minha bunda, abaixou, puxou minha calcinha pro lado e começou a me chupar. Eu não sabia o que fazer, só aceitava e obedecia o que Fábio falava. Impina essa bundinha pra mim, vai safada, levanta um pouco perna...

Depois de me chupar, Fábio me colocou novamente contra a mureta, mandou eu me inclinar pra frente meio que deitada na mureta e me mandou abrir bem a bundinha que ele ia fazer obque estava querendo há tempos, fuder minha buceta. Eu só consegui dizer "devagar, por favor" e ele disse pra eu não me preocupar que ia botar com carinho. Mas na verdade a primeira socada foi com tudo, ele meteu lá no fundo, sem pena. Eu gritei de dor, uma dor misturada com prazer e ele percebeu o quanto minha buceta era apertada, nem apertadinha mesmo. Quase virgem né, só tinha dado uma vez e 6 meses atrás rs

Depois disso ele foi metendo devagar, tirando e botando só a cabecinha, eu gemia de tesão e minha buceta ficava cada vez mais enxarcada, de pingar. Ele foi aumentando o ritmo até que eu só sentia prazer e pedia por mais. Nesse mirante tinham umas mesas de concreto com 4 banquinhos tbm de concreto, que as pessoas deviam usar pra jogar dama durante o dia. Fábio disse que queria gozar, mas antes queria me ver sentando de frente pra ele. Ele tirou o pau da minha bucetinha, que já tava inchada de tanto trabalhar, foi andando e me levando até uma dessas mesas e sentou em um dos bancos. Eu inexperiente só obedecia. Ele me colocou no colo dele e me ajudou a sentar naquele pau gostoso. Eu fui sentando devagar, mas quando percebi já tava rebolando. Fábio ficava dizendo que queria me ver rebolando no pau dele igual eu rebolava no baile. Ali eu gozem pela primeira vez, sentada no pau do amigo do meu irmão, numa praça com carros e motos passando não muito longe. Ainda era madrugada, estava um pouco escuro então eu não liguei por estar na rua, só queria aproveitar o momento. Fábio depois gozou tbm. Ajeitei minha calcinha e minha saia e fui pra casa daquele jeito mesmo, melada do meu gozo e do gozo dele. Como minha buceta era muito apertada, eu ainda conseguia sentir ele dentro de mim mesmo depois de chegar em casa e tomar banho.

Foi uma transação deliciosa, que me ensinou muito e que eu considero como sendo na verdade a primeira transa é não a segunda. Homens, quando pegarem uma virgem ou uma menina que perdeu o cabaço a pouco tempo ensinem, deem prazer pra ela, botem ela nas nuvens que elas nunca vão esquecer, assim como eu nunca esqueci o Fábio. Molhada aqui só de lembrar e já fazem quase 20 anos.

Depois coloco no meu álbum de fotos uma foto minha daquela época. Bjoo


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Ficha do conto

Foto Perfil biarodrigo
biarodrigo

Nome do conto:
Sexo no mirante

Codigo do conto:
271785

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
08/09/2026

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