Nessa viagem — que foi a nossa primeira juntos —, ela estava bem arrumada, sempre de decote e biquíni. Estávamos na pousada, eu escutando música e bebendo umas cervejas com meu amigo, quando ela chegou com minha esposa para se bronzear. Assim que chegou, deitou-se bem de frente para mim, com seu biquíni minúsculo e aquela bunda para cima. Eu estava de óculos escuros, olhei um pouco e minha imaginação foi a mil. Que safada gostosa. Continuei bebendo e disfarcei. Quando fui olhar de novo, foi bem na hora em que ela levantou a cabeça e me pegou no flagra. Ela apenas deu um sorriso para mim e continuou se exibindo. Uma verdadeira safada.
Saímos dali e fomos para a praia. Lá, ela fazia questão de ficar empinando a bunda para eu olhar, e sempre que percebia, abria aquele sorriso safado. Eu já não estava aguentando.
Quando cheguei ao quarto, minha esposa disparou:
— Pensa que eu não vi você olhando pra ela?
Gelei na hora. Pensei que ela ia me dar uma bronca, mas ela continuou:
— Ela é gostosa mesmo. Você teria coragem de fuder ela na minha frente?
Respondi na lata:
— E você teria coragem de ver, ou melhor, de participar?
Ela balançou a cabeça positivamente. Meu pau ficou duro na hora. Minha esposa começou a me chupar e pediu para eu imaginar a outra ali. Eu fiquei louco. Minha esposa falou:
— Me come pensando nela.
Assim eu fiz. Minha esposa me fazia imaginar aquela situação, até que ela sussurrou no meu ouvido:
— Soca no meu rabinho e imagina que seja o dela, vai!
Coloquei ela de quatro e comecei a chupar o rabinho da minha esposa, imaginando ser a amiga. Depois de tudo bem lambuzado,meti meu pau nela bem devagar até ela dar gemidos de quem estava gozando. Eu gozei junto, imaginando aquela loucura.
Depois da viagem, voltamos para casa. Meu amigo trabalhava viajando, então ela passou a sair mais com a gente para jantar, ir a bares e afins. Um dia, saímos para um barzinho e, depois de beber muito, ela começou a contar abertamente como gostava de ser comida. Eu e minha esposa ficamos apenas ouvindo, e depois fomos deixá-la em casa, pois já estava no limite.
No dia seguinte, fomos à praia só nós três. Percebi que ela havia colocado um biquíni do jeito que mais gostava. Ela fez questão de ficar completamente aberta na minha frente. Vendo aquela buceta toda abertinha para mim, fiquei louco, com vontade de descobrir o que havia debaixo daquele tecido. Minha esposa só ria da situação. Passamos o dia assim: ela se amostrando e eu apenas admirando.
Saindo da praia, fomos para a casa dela e ficamos conversando um pouco. Pedi para ir ao banheiro. Até aí, tudo bem; na primeira vez que fui, não havia nada de diferente. Mas, na segunda vez, ela pediu para ir primeiro e eu deixei. Quando cheguei ao banheiro depois dela, havia uma calcinha usada em cima da pia. Acho que era um teste. Era uma peça bem pequena, fio dental mesmo, e claramente usada. Pensei comigo: *"Ela está me testando"*
Voltei para a sala, continuamos bebendo, e logo disse que precisava ir ao banheiro de novo. Desta vez, não havia só uma calcinha; ela tinha colocado outra, um pouco maior. Pensei: *"Que puta safada, quer mesmo que eu veja isso"*. Quando voltei, ela perguntou se tinha dado tudo certo, e eu disse que sim. Continuamos lá até o anoitecer.
Quando chegou a noite, ela avisou que ia tomar banho, tirar o biquíni e vestir um vestido frouxo. Notei que ela fez questão de deixar a porta do quarto e do banheiro abertas, pedindo apenas para eu não ir lá. Fiquei sentado de frente para a entrada. De longe, vi ela se vestindo, se tocando e olhando para onde eu estava com um sorriso malicioso. Eu fiquei com um tesão incontrolável.
Teve uma hora em que ela foi vestir a calcinha e colocou a bunda virada exatamente para a porta. Ela ainda abriu um pouquinho para eu ver o buraco — aquele cu bem cuidado e rosinha. Fiquei louco, com vontade de invadir o banheiro. Quando ela terminou, eu já estava de pau duro. Fui ao banheiro, e ela fez questão de deixar o biquíni e as calcinhas lá. Peguei e cheirei todas. O biquíni que ela havia passado o dia todo usando estava impregnado com o cheiro dela. Foi um tesão absurdo, minha imaginação voando longe para ver aquela buceta, já que a bunda ela já tinha escancarado para mim. Ela apenas me olhou com um sorriso safado.
A partir daí, virou costume: toda vez que íamos à casa dela, ela deixava uma calcinha de bobeira para mim.
Eu nunca entendi direito o porquê de tudo isso acontecer. Sempre fui muito respeitoso com as mulheres, mas minha esposa diz que eu tenho uma beleza diferente que atrai. Não sou muito bonito — tenho 1,70m e meu corpo não é atlético —, mas sinto que mulheres mais velhas e casadas frequentemente sentem atração por mim. Dizem que sou educado, e desde novo vivo situações em que alguém se exibe ou quer dar para mim. O pior é que nunca é uma coisa só; tenho várias histórias parecidas com ela e com outras mulheres comprometidas do nosso círculo de amizades, cujos maridos nem sonham do que elas são capazes quando estão comigo.
Minha esposa sabe de tudo e, pelo visto, sente tesão nisso. Mas eu também sou super liberal com ela: se ela sentir atração por outro homem, me avisa e fica tudo certo. O importante é não esconder e abrir o jogo depois sobre o que aconteceu.
Vou gravar a Parte II, que aconteceu em uma casa de praia onde fomos com ela.