O elevador "dingiu" suavemente. O número quinze acendeu em vermelho. As portas começaram a se abrir. Eles se separaram num movimento brusco, mas o ar entre eles estava carregado de promessas não cumpridas. Cláudia saiu primeiro, caminhando pelo corredor com uma confiança tremenda. Lucas seguiu, com a respiração ofegante e as mãos suando de frio.
Ela parou na porta 1508, passou o cartão magnético. A luz verde acendeu. Cláudia abriu a porta e segurou-a, olhando para ele por cima do ombro.
— Entre.
Lucas entrou no apartamento. Era uma suíte luxuosa, com uma vista panorâmica da cidade ao entardecer, mas ele não viu nada disso. Assim que a porta se fechou com um clique seco, o ambiente mudou. Não eram mais dois profissionais em uma viagem de negócios. Eram dois animais encurralados na mesma toca.
Cláudia deixou cair a bolsa no chão. Ela virou-se para ele e começou a desabotoar o vestido pelas costas, sem cerimônia. O zíper desceu com um zumbido áspero. O vestido escorregou pelo corpo dela e caiu numa poça preta aos pés. Ela ficou apenas em um conjunto de lingerie preta de renda, que mal cobria a pele morena e firme. Os seios estavam à mostra, os mamilos escuros e eretos contra o tecido fino.
Continua no próximo...
