Amigo hétero do cursinho me deu leite

Olá! Leio contos aqui há muitos anos, e finalmente criei coragem de escrever um. Espero que gostem!
Todos os nomes são fictícios.

Vou contar algumas experiências, começando por uma de quando eu estava no cursinho, ralando na esperança de estudar em uma universidade pública.
Conheci esse meu amigo, que vou chamar de Moisés, um ano antes, no último ano de Ensino Médio. Ambos tínhamos 19 anos quando esse relato aconteceu.
Eu tinha 1,80m, cabelos castanhos, olhos verdes, os vários anos de judô tinham deixado meu corpo magro, porém um pouco atlético. Moisés era uns 5cm mais baixo, cabelos pretos, olhos castanhos, um pouco mais musculoso que eu. Ele sempre demonstrou ser hétero, sempre falando de mulher, fissurado por futebol, enfim... vocês conhecem o tipo.

Não me lembro como começou, mas um dia, quando estávamos conversando pelo MSN (entregando a idade rs), ele começou a mandar uns trocadilhos e fazer umas piadas mais sexuais. Eu não era assumido na época, estava me descobrindo ainda, e morávamos em uma cidade pequena no interior de SP, então havia um receio. Enfim, voltando ao que interessa: no começo, eu ignorei um pouco essas piadas, mas com o passar dos dias comecei a entrar na brincadeira também, respondendo meio que dando em cima dele. E isso continuou por um tempo, nenhum dos dois avançando além dessas conversas no MSN que me deixavam duraço na frente do PC.

Até que um dia à noite, depois das aulas, ele me mandou algo mais ou menos assim:
"Pô cara, tô estressadão, foda essa pressão de passar no vestibular."
Eu respondi "nem me fale, tanta coisa pra estudar em tão pouco tempo".
"Pois é, bem que você podia me ajudar a dar uma relaxada..."
"Ui, que delícia! Como posso te ajudar a relaxar?"
Ele demorou um tempo para responder, e eu já estava distraído com outra coisa quando veio o barulhinho de nova mensagem.
"Ah, to faz tempo sem pegar uma mina, então eu sento aqui na cama, abaixo as calças, relaxo e deixo você se esbaldar na mamada..."

Eu congelei por uns segundos, com o coração a mil. A conversa sempre parava nas piadinhas, nunca tinha ido pra algo mais explícito assim.
Antes de eu decidir o que respondeu, ele mudou de assunto perguntando se eu tinha um jogo de vídeo game (que ele sabia que eu tinha). Eu disse que sim, e ele falou que passava em casa amanhã à tarde para jogar, falou que ia dormir e saiu. Demorei pra dormir aquele dia, parte tesão e parte dúvida, repassando a conversa na minha cabeça. E se eu falasse que sim e fosse só uma piada? Eventualmente, o sono venceu.

No dia seguinte, ele faltou do cursinho. Chegando em casa, mandei uma mensagem perguntando se ele estava bem e não recebi nenhuma resposta. A tarde se arrastou. Até que umas 16:00, a campainha tocou. Fui atender e ele estava lá, com uma regata e um short que deixava o volume bem evidente.
"E aí Moisés, beleza? O que aconteceu que você faltou na aula?"
"Ah cara, perdi a hora... por que, ficou com saudade?"
"Opa claro, entra aí."
Fomos pro meu quarto, ele sentou na cadeira do computador e eu fui procurar o jogo na caixinha de CDs. Liguei o videogame e a hora que virei pra entregar o controle pra ele, ele estava sentado com as mãos atrás da cabeça, as pernas abertas, olhando pra mim. Respirei fundo, eu precisava saber se ele tinha falado sério no dia anterior. Era agora ou nunca.
"E aquela relaxada que você estava querendo?", perguntei, entregando o controle, tentando manter um tom de piada. Ele deu uma apertada no volume e em vez de pegar o controle, segurou meu braço, me forçando pra baixo, pra ajoelhar na frente da cadeira.
"Achei que você nunca ia pedir", ele disse, o volume já visivelmente maior, começando a tirar a bermuda.
"Digo o mesmo", eu falei, observando atentamente.
"Você é a putinha querendo rola aqui, você é quem pede", ele com as mãos para baixar a cueca, mas parou. "Vai, pede."
Claramente, não era uma piada. "Posso chupar?", perguntei olhando pra cima.
"Viu só? Não foi tão difícil assim. Claro que pode, safada."
Ele terminou de baixar a cueca, voltou a sentar na cadeira com as mãos atrás da cabeça. "Vamos ver o que você sabe fazer."

Um pau duraço e moreno, 17cm, a cabeça rosinha. Uma pulsada, duas. Fui pegar, mas ouvi acima de mim "não... sem as mãos. Quero sentir só essa boca no meu pau."
Abocanhei a cabeça e fui descendo, devagar, até onde eu aguentei. O gemido de alívio que eu ouvi dele me deu um tesão indescritível. "Ahhh... isso, bezerra. Agora mama, vai. Mata a sua vontade."
Na minha boca, sentia aquele pau pulsando cada vez que eu engolia. Não pude conter um gemido. Senti uma mão na cabeça, não forçando nada, apenas me mantendo ali. "Gostou do pau do seu macho?"
Fiz com a cabeça que sim, ainda chupando devagar e lambendo a cabecinha. "Ele também gostou da sua boquinha. Mama mais."
Intensifiquei a mamada, indo mais rápido, massageando o pau com a língua. "Mmh... caralho, que delícia. Se eu soubesse que você mamava bem assim, tava te dando leite desde o ano passado."
Olhei pra cima e ele estava de olhos fechados, a boca aberta, perdido no momento. Gemendo cada vez mais alto. Ele devia estar um tempo sem gozar, porque já estava sentindo os sinais do orgasmo chegando. Então, eu parei e lambi o pau dele de ponta a ponta, olhando pra ele com um sorriso safado. Ele sorriu de volta, a mão dele que estava na minha cabeça dando dois tapinhas leves na minha bochecha. "Isso mesmo, aproveita mais o pau, porra. Não tira o leite agora não. Dá uma chupada nas minhas bolas."
Obviamente, obedeci, colocando uma de cada vez na boca, com cuidado. "Isso... que safada você... ah caralho... quero você aí resto do dia... agora volta pra minha rola".
Ser chamado repetidamente no feminino não me deu mais tesão. Nunca tive dúvidas quanto à minha identidade de gênero, mas também não me incomodava ouvir isso dele. Talvez ele precisasse de alguma maneira, manter uma ilusão durante toda essa experiência. Assim continuamos por mais uns 15 minutos. Quando ele estava prestes a gozar, eu desacelerava e passava mais um tempo nas bolas. Até que ele segurou a minha cabeça com as duas mãos de uma maneira mais forte.
"Ahhhh, não dá mais, preciso gozar, agora aguenta, tá?"
Pelo próximo minuto, ele levantou e começou a foder minha boca com vontade. Enquanto eu lutava com o reflexo de vômito e não engasgar, ele tentava falar mais sacanagem mas não conseguia terminar as frases, interrompidas por gemidas.
"Porra Gui, assim eu vou gozar..."
Ouvir meu nome me deixou excitadíssimo e eu comecei a movimentar minha cabeça também com a mesma ferocidade e velocidade das estocadas dele.
"Isso... continua assim.. AAAAHHHHH!"
O primeiro jato bateu forte no fundo da minha garganta.
"Tô leitando, porra! AHHHH... toma... o leite... do teu macho."
Senti uns 5 jatos bem fortes e mais uns dois mais fracos. E gamei no gosto daquela porra. Ele continuou me segurando ali, sentindo o orgasmo em seu corpo. Quando ele começou a soltar minha cabeça, voltei a dar umas chupadas suaves, que fazia ele rir e mexer o quadril por conta da sensibilidade. Olhei pra cima e vi a expressão de alívio e satisfação dele, e me senti realizado. Ameacei levantar, mas Moisés me segurou, com um sorriso malicioso.
"Falei que eu quero você aí o resto do dia. Coloca a rola na boca de novo que daqui uns 5 minutos vou querer relaxar de novo."

Foi um longo e delicioso fim de tarde.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico hcnp

Nome do conto:
Amigo hétero do cursinho me deu leite

Codigo do conto:
271900

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/09/2026

Quant.de Votos:
4

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