Olá pessoal
Vou parafrasear Freud, no seus escritos sobre: “Análise fragmentária de uma histeria” ‘Caso Dora’, ele diz que o sujeito humano é incapaz de esconder os seus mais íntimos segredos, e aquele que “escuta” percebe tais segredos saindo pelos poros. Um outro autor, a saber Lacan, faz um retorno a Freud e escreve no Seminário 5 dizendo: que o inconsciente é estruturado na linguagem.
Nesse sentido os segredos mais íntimos, aparecem, segundo esses autores no discurso, ou nos discursos do sujeito, não somente aí, mas, o seu corpo fala, desde que quem escuta, esteja “disposto” a ouvir… Dito isso, quando minha esposa diz: “Você chegou de mansinho”, tem um segredo falado, no que foi dito.
Logo quando ela também diz: “Vou entrar lá para mostrar a minha bolsa”, de igual modo, diz de um “segredo”. Para quem leu o outro conto já situou o que eu estou analisando, vejam não estou analisando os “óbvios” pois bem, eu frustrei o seu encontro naquele dia, mas, ela me deixou pistas.
Não demorou muitos dias após esses eventos que ocorreram, era num sábado, é nosso costume dizer, “amor cheguei”, “amor, estou indo”, nesse dia ela demorou para dizer “estou indo”, e claro, eu mandei uma mensagem em áudio, perguntando se estava tudo bem.
Para minha alegria, e não para minha surpresa, tendo em vista que ela já havia sinalizado que aconteceria, ela me responde também em áudio, “estava ofegante”, e dizia: “ai amor, daqui a pouco eu vou, dando uma risadinha meio sapeca”, e no áudio sai aquele barulho de tapa na bunda…
Hum… aquelas estocadas, bem forte, aquele gemido disfarçado de… uma fala: ai hoje foi difícil, sabe, muito serviço… dava para ouvir os ecos pelo salão, cadeiras sendo arrastada, e sua tentativa em disfarçar batendo as bandejas na mesa, como quem está secando louças..
Eu ouvindo aquilo de pau duro igual uma pedra, louco para ouvir mais, mas… ela diz: “amor vou desligar e já estou indo tá”… despedi dela, e falei ta bom amor vem logo, voltei a ouvir aquele áudio, por mais algumas vezes, e contava os minutos para ela chegar em casa.
Quando ela chegou, peguei ela, joguei no sofá, tirei sua roupa, cai de boca na sua buceta, e estava muito quente, inchada, cheirei, senti cheiro de macho, chupei ela todinha, só revivendo as cenas dela dando para o porteiro no salão daquela cozinha, coloquei ela de quatro, e soquei muito naquela buceta, larga, pegando fogo… até não aguentar mais segurar… Ufa… que sábado foi aquele…