Cinturinha fina de menina travessa, bumbum durinho, empinado e com marquinha de biquini, coxas grossas de tanto quicar, cabelos lisos, longos e loiros, os quais são ótimos para puxar para trás, olhos grandes e verdes iguais. Decidi usar a minha habilidade de escrita para revelar as minhas aventuras sexuais. Serão sempre pequenos textos, pois espero que gozem logo, serei bastante curta e grossa, igual a pica de vocês. A primeira história que quero contar aconteceu quando comecei a ter curiosidade sobre os pênis dos meninos. Era um final de semana, a minha mãe tinha ido passar a tarde na casa da irmã dela e me levou para que eu pudesse brincar com os meus primos, Além deles, a minha tia tinha outros dois filhos de outro casamento. Estávamos brincando, quando o Jonas avisou que iria mijar atrás das bananeiras. Muito curiosa que sou, o segui para ver como ele fazia. O José decidiu nos acompanhar e fomos os três para um cantinho bem reservado. Enquanto o Jonas mijava, eu ficava olhando admirada, pois ele conseguia fazer em pé e a minha mãe só tinha me ensinado a fazer sentada. - “E você faz em pé?” Perguntei. - “Sim. E você faz como?” Disse o Jonas. - “Eu só faço sentada”. Respondi admirada. - “Eu também faço em pé”. Falou o José colocando o pinto dele perto de mim e começando a mijar também. - “Posso pegar, José?” Perguntei morta de curiosidade. - “Deixa-me terminar que você pega!”, respondeu. Mal ele terminou de mijar, eu já coloquei a mão e fiquei segurando, sentindo pela primeira vez um pinto e analisando como era. - “Deixa-me pegar nos dois!”. Chamei o Jonas para perto. Fiquei alisando aqueles pintos, olhando bem de perto, mexendo nos ovinhos e sem querer acabei puxando forte. Então o Jonas gritou, o José reclamou e saíram correndo. Eu queria ver mais e ainda muito curiosa, sai correndo atrás deles. De repente, o Ricardo chega no quintal, vê aquela gritaria e briga com a gente: - “Calem a boca, seus pivetes dos infernos! Que gritaria é essa?”. Nos calamos, mas inocentemente o Jonas abriu o bico: - “Ela quer pegar nos nossos pintos?”. Percebi que as feições do Ricardo mudaram. Ele veio até a mim e perguntou: - “Quer ver um cacete de verdade?”. - “Sim! Quero! Você me mostra o seu?”. Respondi já curiosa para ver como era. Então a gente voltou para detrás das bananeiras e ele já foi logo baixando o calção. - “Olha! É isso que você quer ver, piranha?” Não sei o porquê, mas tinha adorado ter sido chamada de piranha. - “Nossa, Ricardo! Como é grande e cabeludo!” - “Vem pegar para você sentir como é!” Nem precisava pedir duas vezes. Coloquei as duas mãos e senti que estava quente. - “Porque o seu é tão quente, Ricardo?”. - “Porque você me deixou excitado.” - “O que é excitado, Ricardo?” - “Eu vou te explicar. Mas nem você, nem os dois pirralhos podem contar o que aconteceu aqui, estão ouvindo? Se contarem, vou quebrar um pau nas costas de cada um. Será o nosso segredinho para sempre. Concordam?”. Todos concordamos balançando a cabeça afirmativamente. O Ricardo pegou as minhas duas mãos e me ensinou a bater a primeira punheta da minha vida. Ao meu lado, Jonas e José ficaram só olhando e aprendendo, sem dizer uma palavra. A cabeça do pau ficava entrando e saindo do couro, cada vez mais vermelha e quente. Eu estava gostando de pegar no cacete do Ricardo, mas já estava me cansando. - “Dá uma cuspidinha na cabeça!”. Mandou. - “Pra quê?” - “Quando a cabeça fica seca, você tem que fazer isso para lubrificar e ficar lisinho novamente”. Cuspi na cabeça do pau dele e continuamos a punhetinha. Depois daquele aprendizado, cuspi mais umas três vezes. Era bem divertido estar fazendo aquilo porque o Ricardo ficava gemendo, olhando para mim, olhando para cima, as pernas se tremiam, a respiração ofegante, e eu me achava o máximo já que era a responsável por tudo aquilo. Então sem avisar, ele segurou forte as minhas mãos e jorrou três jatos de uma gosma grudenta em cima de mim, me melando muito, caindo no rosto, cabelos, barriga e pernas. - “O que é isso?”. Perguntei muito assustada e tentando me limpar. Mas quanto mais eu tentava tirar, mais me melecava. Principalmente, porque as minhas mãos estavam todas molhadas com aquilo. - “Isso é o presente que toda piranha ganha”. - “E isso sempre sai do seu pinto?”. - “Só quando a piranha é muito gostosa”. - “Então você gostou de mim?”. - “Se você prometer não contar para ninguém, posso lhe ensinar muitas coisas”. Ele tirou a blusa, pediu para o Jonas e o José molhar e começou a me limpar com ela. Era uma sensação tão gostosa de ter ele bem pertinho e cuidando de mim. Estava um verdadeiro anjo, bem diferente daquele leão que rugia cheio de tesão.
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