Quase todos os dias no final da tarde uma turma de rapazes da minha rua brincavam desse jogo. Com o tempo observei que João e Bernardo eram sempre os últimos a serem encontrados, e sempre iam se esconder juntos. Pensei, eles tem bons esconderijos. Em uma das partidas segui os dois. João que era mais velho que eu 3 anos me tocou. Falou bravo: — sai fora moleque, procura outro lugar. Fui embora frustrado.
Certo dia Bernardo não apareceu, então perguntei ao João se podia esconder com ele. Respondeu que sim, mas não sem antes me fazer prometer que eu guardaria segredo dos esconderijos. Jurei que sim.
Logo que fomos esconder, João me chamou para uma casa em construção e me levou para um canto onde disse que ninguém nos encontraria. E era verdade. Os outros entravam, procuravam e não achavam ninguém. O local que João escondia, lembro até hoje, era uma fenda entre duas paredes. Era um lugar muito apertado, e eu sentia João ficar atrás de mim. Na primeira vez não estranhei, mas da segunda em diante notei que João ficava se esfregando forte em mim, e que seu pau duro ficava forçando meu shorts. A princípio tentei ignorar.
Quando escureceu fomos para a mesma fenda, mas dessa vez João ficou mais ousado, não ficou só esfregando em mim. Suas mãos começarem a baixar meu shorts. Aí eu me assustei e falei:
— João, o que você tá fazendo? Ele calmante respondeu.
— E pra brincadeira ficar melhor.
Assystado eu disse:
— Faz isso não.
Ele retrucou: — mais cedo você não reclamou. Se quiser esconder comigo tem que ser assim.
Fiquei em silêncio, pois eu de fato estava gostando do esfrega esfrega, mesmo sabendo que aquilo era coisa de viado. Que quem se deixava pegar por trás era bixinha. O tesão era enorme. Eu não queria ser o viado, por isso ainda tentei resistir e falei:
— Melhor não João, alguém pode ver.
Ele foi direto e disse:
— Pedro, pra esconder comigo tem de deixar eu baixar seu shorts.
Inocente perguntei:
— Mas o Bernardo deixa?
Ele riu edisse: — Claro que sim, por isso ele sempre se esconde comigo.
E completou:
— Mas você não pode falar pra ninguém, entendeu?
Respondi que sim. Eu não queria que ninguém soubesse mesmo que eu estava sendo viado pro João.
João de novo voltou a baixar meu shorts e em seguida minha cueca. Eu nada falava. De repente senti uma mão pegando na minha bunda e senti seu pinto sendo encaixado na saída do meu cuzinho. Falei, "João, o que você está fazendo?" Eu realmente não sabia direito o que ele estava fazendo, ainda era virgem de tudo, nunca tinha feito nada com ninguém. m
Mas meu corpo entendia. Meu pau estava duro igual rocha querendo fugir do meu shorts.
João respondeu: — brincando com seu cuzinho".
— Está ruim? Quer que eu pare?
Pegunta boba, pois ele como macho já sabia a resposta.
Mesmo sem entender direito comecei a gostar daquilo. João repetia, "não pode falar pra ninguém hein, senão não faço mais". Eu balancei a cabeça concordando.
Senti quando ele forçou o pinto no meu cu. Mandou eu fechar as pernas em volta do seu pau, que não entrou, ficou só na portinha. Estava gostoso e fechei os olhos e prazer e sem querer dei um gemido manhoso. João ouviu e falou:
— Hummm, você também vai ser minha menininha.
E continuou se esfregando em mim. Forçava cada vez mais. De repente senti suas mãos apertarem minha cintura, senti João forçar ainda mais o pinto na entrada do meu cu, o que doeu um pouco, mas ainda assim era gostoso. João falou, "toma viado, você queria esconder comigo? Agora vai esconder minha rola". Ele mordeu minha nuca, o que me deu um choque elétrico, e em seguida algo melou e escorreu pela minha bunda descendo por minhas pernas. João tinha gozado em mim. Eu perguntei inocente se ele mijou, ele riu e disse, "não cara, gozei gostoso em você".
Depois de gozar João ficou esfregando seu pau na minha bunda e estava tão bom que falei:
— Não para João, está tão gostoso.
Ele vitorioso falou: — sabia que você ia ser meu viadinho também. Resmunguei que não era viado. Ele apertou minha bunda e falou, "é sim, é meu viadinho."
João saiu detrás de mim e falou que tinha de sair ou os outros iam desconfiar. Ele desencostou, subiu seu short e saiu correndo para bater no poste. Eu ainda estava ali, de pau duro, cu, cueca e pernas meladas de porra e short baixado até no joelho. Subi minha roupa com calma ainda sem entender direito o que eu tinha feito, mas eu tinha gostado muito. Corri para o poste e naquele dia João se esfregou em mim várias vezes até o pique esconde terminar.
Nos dias seguintes não escondi com João, pois Bernardo escondida com ele. Eu queria ficar com junto, mas tinha medo dele brigar comigo. No fundo eu estava com inveja do Bernardo pois sabia o que eles estavam fazendo.
Era um final de semana. Eu estava com muita vontade de fazer aquilo de novo e fui na casa do João, que morava na mesma rua que eu. Bati na porta, sua mãe me atendeu - ela já me conhecia - e mandou eu entrar. Quando Joao me viu deu um sorriso safado e falou com a mãe que a gente ia sair. Já do lado de fora ele me disse sem cerimônias:
— Quer ser minha mulher de novo, Pedro?
Minha primeira reação foi dizer que não era mulher, mas João contra atacou:
— Se não vai ser meu viadinho vou voltar para casa.
Humilhado, submisso e cheio de tesão, baixei a cabeça, voltei atrás e respondi sim ao João, disse que queria ser mulher dele.
Segui meu amigo e perguntei porque ele só brincava com o Bernardo. Daí João falou, é porque ele deixa eu enfiar no cuzinho dele. E voltou pra mim:
— Você vai deixar eu enfiar em você? Sem entender direito o que aquilo queria dizer falei que sim. Meu pau já estava duro e o do João também, os volumes eram enormes em nossos shorts.
João me chamou pra casa da avó dele em outra rua. Lá tinha um terreno enorme onde havia um barracão no fundo que segundo ele ninguém usava. Ninguém viu a gente entrar, nem sua vó. Perguntei se Bernardo ia ali também, ele disse que sim.
João trancou a porta do barracão e mandou eu tirar a roupa. Fiquei com vergonha e falei: — isso não João. Ele falou que o Bernardo ficava pelado sem reclamar. Me senti desafiado e tirei tudo. Meu pau estava dando pinote. Ele chegou perto, pegou no meu pinto e falou. Que piruzão Pedro. Eu gemi com sua mão e João começou a tocar uma punheta pra mim. Que delícia. Aquilo estava bom demais. Meu corpo começou a tremer, ele parou e falou, ainda não. Eu reclamei, continua, por favor. Ele falou, agora é minha vez, pega no meu pau viado. João gostava de me chamar de viado. Era estranho, pois ao mesmo tempo que me incomodava, também me dava tesão. Perguntei se meu pau era maior que do Bernardo, ele disse sim. E completou, é muito maior. Você é um cavalo. Fiquei orgulhoso.
João ficou pelado, sentou numa cama velha que tinha no lugar e mandou eu pegar no pau dele. Peguei e senti a grossura, o calor, as veias saltadas.. Era branco, cabeça rosa que brilhava e saia um líquido. Ele pediu para eu ser mais rápido e assim fiz. Ele começou a gemer e falar de novo que eu seria sua fêmea, sua menina, que eu era dele a partir de agora. Seu corpo ficou todo tenso, ele deu um berro que fiquei com medo de alguém escutar e vários jatos de porra voaram longe e melou muito minha mão.
João gozou, mas seu pau não baixou e ele pegou no meu pau, se inclinou e começou a me chupar. Eu de início assustei e falei. O que você está fazendo? Ele não respondeu, continuou chupando e eu comecei a gemer. Avisei que ia gozar e João parou, falou que ainda não e mandou eu ficar de quatro na cama velha. Eu perguntei o porque. João disse, vou enfiar em você. Eu comecei a entender que ele ia enfiar seu pau no meu cu e fiquei com medo.
— João, eu não aguento seu piru, não vai entrar. É maior que meu buraco.
Ele riu e disse-
— Calma, entra assim, seu cu vai abrir. Bernardo aguenta e pede mais.
De novo odesafio. Fui pra posição de quatro na cama. João pegou na mesa cheia de ferramentas um pote escrito vaselina, fiquei olhando. Ele passou no pau, depois veio e passou no meu cu, era algo muito oleoso.
João encostou seu pau no meu cu, deu uma forçada, doeu, fui pra frente tentando escapar, ele me segurou pela cintura e falou, você não pode trancar o cu ou dói mais. Ele tentou de novo, meus olhos tinham lágrimas. Falei que queria parar, ele não ouviu e continuou a enfiar. A cabeça pulou pra dentro, doeu muito, tente sair novamente, ele me segurou mais forte e falou já sem paciência pra eu ficar quieto.
— Mas tá doendo João.
— Bernardo não reclama. Aguenta tudo.
Eu engoli o choro, reclinei e comecei a morder um travesseiro velho sem fronha que tinha ali. Meu cu pegava fogo, doía, estava em brasa e seu pau parecia não ter fim. Depois de muito dolorido senti suas bolas encostarem na minha bunda. Fui com a mão por baixo e não acreditei, estava tudo dentro.
O pau do João tinha fácil uns 18 cm ou mais, mas era a grossura que fazia ele ser tão dolorido. Era muito grosso. Arregaçou meu cu.
Ele com tesão começou a enfiar e tirar do meu cu. No início estava doendo, eu queria parar, mas pensava, se o Bernardo aguenta, eu também tenho que aguentar. Meu pau murchou. João elogiava que meu cuzinho estava apertadinho. Se vangloriava que tirou meu cabaço eque eu não era mais mocinha, mas agora uma mulherzinha. As estocadas começaram a ficar mais fortes, mais intensas, mais profundas. Meu pau começou a ficar duro de novo e algo começou a ficar muito bom. Eu ainda não sabia o que era, mas a dor começou a sumir e comecei a sentir algo gostoso. Sem perceber comecei empurrar a bunda para trás e João satisfeito dizia, sempre me tratando no feminino.
— Olha ela, procurando mais pau. Vadia gulosa.
Além de empurrar minha bunda contra o pau de João comecei a gemer, com vergonha de início, mas não conseguia me segurar. Ele me incentivava, "vai, geme, mostra que você agora é viado, que gosta de pau no cu." Eu gemia mole, e implorava, "não para João, está gostoso, faz mais forte." Eu não o que acontecia, mas eu estava adorando ser dele.
Senti o pau de João inchar, ele ficou muito ofegante, berrou de novo e meteu muito forte, quase me furando. Apertou tanto minhas ancas que marcou minhas carnes e gozou de novo, dessa vez dentro de mim. Eu por baixo sentia um prazer indescritível e pedia pra ele não parar.
Meu amigo não desengatou de mim, foi com sua mão por baixo, pegou no meu pau e falou:
— Agora sim, minha menina pode gozar.
Com quatro ou cinco movimentos da mão dele no meu pau eu gozei muito naquele colchão velho. Eu nunca tinha gozado tanto. Meu corpo arrepiou. Eu tremia. Minha bunda eu empurrava contra o pau de João que insistia em ficar dentro de mim. Meu cu gozado cheio de porra mastigava com força o pau dele, que gemia junto dizendo que era uma delícia né cu e pedia para eu morder mais seu pau com meu cu.
Eu tremia, as vistas ficaram embaçadas e desabei na cama com João vindo por cima de mim e com seu pau meia engorda ainda dentro.
Não sei quanto tempo João ficou em cima de mim, mas eu não queria que ele saísse. Seu pau amoleceu e pulou pra fora do meu cu involuntário. Quando ele ameaçou levantar, ainda com vergonha e cheio de tesão eu pedi: — fica mais, vamos de novo.
João riu, mordeu minha nuca e falou para eu dizer que eu era sua mulher. Fiquei em silêncio um tempo, mas o tesão era tanto e eu queria mais daquilo e disse: — sou sua mulher João. E ele continuou em cima de mim e me comeu mais duas vezes naquele dia naquela velha cama.
Quando escureceu fui pra casa, cu cheio de porra, inchado, todo melado e cansado. De forma irreversível eu tinha me tornado viado do João.
No dia seguinte fui a casa de João. Orgulhoso ao me ver provocou. — você é mais guloso que o Bernardo.
Metemos a manhã toda no velho barracão de sua vó. Quando estávamos voltando pra casa eu falei com João que também queria esconder com ele, pois agora eu deixava ele enfiar. Ele pensou e falou: — tudo bem, você vai ser minha mulher no barracão e no pique esconde com o Bernardo. Fiquei feliz, mas sem saber estava começando a me apaixonar por João e a ficar viciado em dar o cu.
A partir daí João me comeu regularmente por anos naquele barracão. A gente metia, gozava e ia brincar na rua. O tesão voltava e gente ia pro barracão onde ele metia de novo e de novo. Com o tempo, João começou a levar eu e Bernardo pra darmos pra ele junto. Fazia eu meter meu pinto no Bernardo enquanto ele me comia. Ou fazia o Bernardo me enrabar enquanto metia nele. Viramos brinquedo João que nos usava quando e como queria. Eu e Bernardo, sem reclamar estávamos sempre prontos pra servir João. E assim fui viadinho até a gente todos nós casarmos, mudarmos de bairro e não se ver mais. Mas eu continuei dando o cu, pois depois de aberto não fecha mais. Que saudades de João...





Delícia adorei?!
libre