Durante a noite, recebi inesperadamente na minha casa, a visita do meu amante, o Moiyses e seu tio Jonas. Que me me comeram juntos, fazendo comigo, coisas que antes nunca imaginava que faria com ninguém.
Mesmo com todo tesão que sinto pelo Moiyses, desde de que a nossa história começou, na van de transporte para o meu trabalho, que ele dirige.
E por último, o desejo que comecei a sentir pelo Jonas, desde que o conhecemos eu e meu marido, na festa de aniversário do Moiyses na chácara dele.
Eu me sentia confusa, pois, se por um lado havia paixão de desejo, do outro, me sentia violentada por eles.
Eu havia com educação mandado eles embora, mas eles se negaram a sair.
Me seduziram e usaram meu corpo para se satisfazerem como quiseram. Estando a minha filha dentro de casa.
Eu me sentia culpada, mas também, usada por aqueles machos.
Mas como havia relatado, fui acordada pela minha pequena naquela manhã. No meu corpo, as marcas eram visíveis e sensíveis.
No quarto de casal, nossa cama estava com cheiro de homens, e esses cheiros, eram muitos diferentes do cheiro da meu marido.
Minha calcinha estava desaparecida, haviam marcas de gozos e secreções por toda a cama e quarto.
As lembranças, me traziam visões das cenas que protagonizei, das posições em que fui colocada por eles, para que me comecem.
Me levantei e decidi não ir trabalhar. Inventei uma desculpa e tentei cuidar do meu corpo. Eu estava com muitos arranhões e chupões por todo corpo. Também não faltavam, marcas de mordida. Eu me sentia exausta.
Preparei e levei a minha filha na creche. Quando sentei no carro, saindo de lá, tive uma crise de choro.
E quando estava me recuperando, eis que recebo uma mensagem no celular.
Quando vi era uma mensagem enviada pelo Jonas. Que dizia: " para não esquecer"...
Quando vi, eis que chega algumas fotos. Abri e vi que haviam tirado uma minha nua, deitada na minha cama, ao lado deles. Também nus.
Em outra eu estava chupando o membro dele.
E na terceira eu estava transando na minha cama com o Moyses. Com ele estando por cima de mim.
Ao final chegou um video, meu gemendo enquanto, o Moyses metia na minha vagina.
Fiquei desesperada com aquelas imagens. E liguei para ele, que me atendeu com sua voz dominadora e mandou eu me acalmar. Pois, tinha me mandado aquilo, para eu saber como havia sido bom, para todos.
E me lembrar, que seria a primeira de muitas.
Confesso, que fiquei muda e desliguei. Minha cor mudou, e eu tive uma queda de pressão.
Esperei passar, e como estava quase em frente a uma clínica médica, decidi pedir ajuda. Fui bem atendida e a médica que me atendeu, sem nem me conhecer, pediu que fizesse alguns exames.
Eu estava bem melhor, e os resultados, não mostraram nada.
Mas ela conversou comigo e me orientou a investigar melhor o que havia tido. Agradeci e fui para casa.
No caminho, recebi a ligação do consultório da minha ginecologista, querendo marcar minha consulta de revisão. Pensei na hora, estava toda machucada e ardida. Talvez devesse ir logo.
Perguntei se não teria um horário para aquele dia e havia tido uma desistência. Corri para lá e ela me atendeu.
Quando ela me examinou, percebi que ela se deteve um pouco mais do que o normal.
Quando ela pediu para eu me vestir, me chamou para conversar.
Ela era minha médica desde nova. Então ela me disse:
- então querida, o que aconteceu com você?
Eu tomei um susto com a pergunta e retruquei:
-aconteceu ? Não entendi.
Com todo carinho ela me disse:
- querida pode se abrir comigo. Você está com sua vagina toda machucada e distendida.
-quem fez isso com você? Porque seu marido não foi.
Fiquei cheia de vergonha e comecei a chorar...
- precisava colocar aquilo para fora e contei tudo para ela.
Ela me deu um abraço e disse, minha querida vamos cuidar de você, minha flor.
Ela me passou exames de sangue e urina e colheu material para análise e fui embora.
O tempo passou e o Alessandro, meu marido voltou para casa cheio de novidades. Me contou dos negócios que fechou, ficamos conversando os três, eu ele e minha filha até tarde.
Tudo que havia passado eu tinha conseguido maquiar, para que ele não percebesse nada.
Quando fomos para o nosso quarto, as lembranças daquela noite, que sempre me vinham a mente quando eu entrava lá, retornaram.
Alessandro me beijou apaixonado e quis fazer amor comigo, porém, ainda estava dolorida e lhe dei uma desculpa que não estava me sentindo muito bem.
Ele me respondeu que cuidaria de mim, e colocou minha cabeça protegida do seu peito.
Me sentia muito bem ali, me sentia protegida de mim mesma.
No outro dia pela manhã ele me disse que não iria trabalhar, pois, precisava comprar uma coisas. Perguntei o que era, e ele me falou que eram equipamentos que precisaríamos usar no passeio de moto que faríamos.
Respondi sem pensar :
-Quê???
E ele me respondeu:
-ué, esqueceu do passeio que combinamos na aniversário do Moyses com ele e o Jonas ?
-eles já vão me emprestar a moto, mas a jaqueta e tudo mais, vou comprar. Porque eles queriam me dar tudo.
Fiquei muda na hora. Eu havia sido estuprada por aqueles homens. E meu marido iria me levar para passear com eles. Não estava pronta para aquilo.
Tentei inventar uma desculpa, mas Alessandro insistiu comigo, que eu já havia concordado e iria ficar chato.
Então concordei, mas com meu coração na boca.
No outro dia pela manhã seguimos para a casa do Jonas. Havíamos deixado nossa filha com a avó
Chegando lá, fomos recebidos pelos membros do motoclube e suas respectivas esposas e namoradas. O que me deu um pouco mais de segurança. Até que veio por trás de mim, o Jonas que me cumprimentou com um abraço apertado e beijo no rosto, dizendo discretamente em meu ouvido:
-saudades da minha putinha casada!
Gelei...mas meu corpo se arrepiou todo. Tentei controlar meus instintos, mas era mais forte que eu.
Logo depois, chegou o Moyses na moto dele. Esse já foi logo cumprimentando o meu marido me deixando por último. Confesso que dei na pinta quando o cumprimentei a distância.
Isso chamou a atenção do meu marido que me perguntou, se tinha acontecido alguma coisa.
Respondi que não e logo chamei o Moyses e fiz festa com ele. Tudo para aparentar normalidade.
Pegamos a estrada e tudo começou bem. Meu marido estava se divertindo bastante e eu também.
Nosso destino seria uma cachoeira a uns 40 km de distância. Ao chegarmos no local, havia uma estrutura com restaurante e quem quisesse podia tomar banho na cachoeira.
Meu marido e outros homens e suas companheiras foram. Eu fiquei no restaurante.
Depois fizemos uma trilha. E voltamos.
Tudo tinha sido perfeito, e quando chegamos o Jonas nos convida para o churrasco da chegada.
Meu marido de pronto, falou:
-bora!
Isso para o meu desespero.
Chegamos na casa do Jonas e o Moyses começou os trabalhos.
Em dado momento, os homens ficavam comendo e conversando e as mulheres do mesmo modo separadas.Até que quis ir no banheiro. A Mirthes, mãe do Moyses, me disse que poderia usar as suites superiores. E até tomar banho lá.
Na mesma hora me lembrei que havia transado com o Moyses em uma deles. E isso me deixou excitada.
Fui até a mesma suíte que havíamos usado e me aliviei no banheiro, e depois, fiquei observando aquela cama. Que semanas antes tinha sido usada por mim e meu amante.
Quando ainda estava viajando nas minhas lembranças, eis que a porta é destrancada por fora e se abre. Era o Jonas.
Tomei um susto e já saí dizendo :
-pelo amor de Deus, meu marido está aqui, sai daqui, por favor!
Ele tranquilamente respondeu :
-calma seu marido tá muito ocupado fazendo churrasco pra turma, nem tá lembrando da mulherzinha dele !
-mas pode deixar, que eu vou cuidar de você Natascha...
Fiquei paralisada. E aquele homem, sabendo que não teria muito tempo, já foi logo me agarrando. E como um macho alpha foi me dominando.
Como eu estava de camiseta e calça jeans, tirou minha camiseta e meu sutiã numa destreza invejável, e apos apertar meus peitos começou a chupa-los como se não houvesse amanhã.
Apesar do medo de alguém nos pegar, minha buceta começava a pulsar. Como que me dizendo que queria receber o pauzão daquele homem.
Com autoridade, o Jonas desabotoou a minha calça a folgando e me empurrou para a cama, me fazendo cair de costas nela.
Eu estava calçada com botas e ele já me me descalçou, já puxando minhas calças pelas pernas. Me deixando só de calcinha.
Mas logo em seguida já retirou minha calcinha, abrindo as minhas pernas, e começando a chupar minha ppk. Imediatamente comecei a gemer, pois ela estava me levando a loucura. Gozei na lingua dele, assim.
Quando percebeu que havia gozado, ele se levantou, abriu seu zíper, retirando seu grande mastro já o apontando para seu objetivo.
Ele se posicionou e começou a pincelar seu pau na porta da minha bucetinha. Fazendo movimentos circulares, rapidamente minha vagina pulsava por aquilo novamente.
Ele começou a me penetrar com sua glande, desproporcional, que entrou bem mais fácil do que da última vez.
Fui sentindo aquele monstro preencher cada pedaço da minha xaninha e já sentindo, meu cólon e útero sendo precionando fortemente. Isso fez meu corpo, retorcer de dor.
Ele começou a a bombar na minha buceta com tanta força que me fazia gritar de dor e prazer.
Realmente estava claro que a minha vagina havia sido alargada por aqueles machos.
Eu comecei a me movimentar buscando, proteger meu cólon, mas era inútil.
Mesmo assim, o prazer de sentir aquele homem me comendo daquele jeito e com meu marido por perto, era algo inimaginável.
Enquanto, gritava nos movimentos frenéticos e fortes daquele homem em mim, ele me pega e me levanta. Ainda estando dentro de mim.
E posicionando meu corpo com minhas costas na parede, continua a meter sem dó, quase me arrebatando os sentidos.
Acabei gozando novamente, para ele. Nesse momento, ele me coloca de quatro na cama e se posiciona, para me penetrar por trás a minha buceta.
Não demorou, ele gozou fartamente dentro da minha vagina. O fazendo sem nenhuma cerimonia.
Em seguida, me disse :
- vou fazer um filho em você sua puta!
Fiquei muda.
Ele se vestiu e saiu me deixando toda suja naquela suíte.
Me levantei, me lavei, e voltei para o meu marido que me recebeu, sem desconfiar de nada. Confesso que fiquei com aquela sensação de controle.
Fiquei com outro macho, um dos que havia me estuprado em minha casa, dias antes e gozei para ele.
Ficamos mais um pouco lá e na hora de ir embora, o Jonas nos convidou para passar a noite lá.
Meu marido, me perguntou se eu topava, e confesso que de pronto concordei.
Alguma coisa me falava que aquela noite prometia novas surpresas.
Realmente eu havia sido transformada numa puta daqueles homens e meu marido não desconfiava de nada.
A noite foi avançando e por volta das meia noite, estávamos, em quatro casais. Todos, decidimos pernoitar na chácara do Jonas.
Mirthes (minha sogra postiça) foi preparando as suites. A casa era muito grande, e havia três suites no primeiro piso e seis no segundo.
Eu e meu marido, fomos acomodados na mesma suite que horas antes eu havia dado para o Jonas. Com isso, meu tesão só aumentava.
Meu marido estava morto de cansado, tomou um banho e pegou em um sono pesado.
Eu com o coração a mil e a mente cheia de pensamentos pecaminosos, decidi acompanhar o povo se ajeitando. Alguns já haviam se recolhido.
Foi quando dei de cara com o Moyses. Ele estava se agarrando com uma morena e confesso que o ciúmes subiu a minha mente.
Dei uma de boba e passei por eles, sendo acompanhada pelos olhares maliciosos daquele que foi meu primeiro homem, depois do meu marido.
Moyses, me comia com os olhos ao mesmo tempo que beijava aquele mulher com o mesmo desejo que sempre me beijou.
Confesso que me senti traída e fui até o quintal tomar um ar.
Lá comecei a ouvir vários gemidos. Aquilo era alguns dos casais transando, em suas respectivas suites, e me permiti ficar ali ouvindo.
Meu tesão só aumentava, se misturando ao sentimento de ter sido usada pelo Moyses. E pensando em como aquela mulher seria comida por aquele macho como eu havia sido, dias atrás.
Quando olhei para trás vi um homem me observando, era o Moyses. Meu coração acelerou ainda mais.
Ele se aproximou e me pegou pela mão, me levando como que em transe para a uma suíte do piso inferior.
Quando entramos, aquele moreno forte me pegou nos braços já me demonstrando que ele me dominava por completo. Sem pensar, dei um tapa no rosto dele o chamando de safado.
Ele me retribuiu com um beijo intenso e molhado e um aperto na bunda, que me fez gemer para ele. E me disse:
-isso hoje te quero bem vadia ! Sua gostosa.
-hoje você vai ter o precisa e aquele corno broxa, não te dá...
Ele arrancou minha roupa com rapidez e violência e sem paciência, já foi logo me posicionando e metendo seu pauzão na minha bucetinha.
Eu gritava de dor e tesão. Só pensava naquele momento. Ele foi alternando comigo várias posições e eu o acompanhava, com desejo.
Logo acabei gozando para ele. E confesso que não sei se pelo cansaço. Eu acabei quase perdendo os sentidos.
Ele me colocou de pernas abertas na cama, segurando as minhas mãos. E gozou sobre mim na posição papai mamãe.
Na hora eu estava mais pra lá do que pra cá. Ele veio com um copo de bebida e me deu. Não se que bebida era aquela.
Tomei um pouco, achando muito ruim o sabor, mas ele me incentivava a tomar tudo. Tomei o que deu e me senti relaxada, leve.
Minha cabeça entrou em um estado contemplativo. Era maravilhoso.
Aquele homem começou a me beijar, e a beijar todo meu corpo. Em seguida senti como se fosse beijada em mais lugares ao mesmo tempo.
Vi que era o Jonas, que de alguma forma havia entrado ali, e junto com Moyses, trabalhava no meu corpo. Minha mente enlouquecia ao mesmo tempo que estava passiva a tudo aquilo.
Me sentia bem, e confortável. A pedido dele, comecei a chupar o pau do Moyses, enquando o Jonas, me penetrava, naquela posição original em que já estava.
Ouvia que eles conversavam e riam...
Naquele momento, eu estava tão fora de mim, que não me lembro, como, mas estava de joelhos na cama chupando meus dois homens.
Em seguida, vi que entrou mais gente no quarto, na hora estava muito cansada para ver quem era.
Tentei me segurar no Jonas, mas logo fui colocada deitada novamente e me senti penetrada na minha vagina. Minhas pernas estavam bem abertas e movimento era rápido. Me lembro de ter gozado. E depois ser colocada de barriga para baixo, e receber uma penetracão anal. A dor era intensa e me lembro de reclamar...
Como num sonho, acordei al lado do meu marido, estava só de camiseta e minhas roupas estavam sobre uma cadeira junto as dele.
Pensei:
-como cheguei aqui ? O que aconteceu ? Me perguntava, sem pensar direito.
Minha cabeça estava doendo muito. Parecia que ia explodir. Me levantei e meu corpo parecia que havia levado uma surra. Doía, tudo.
Meu cuzinho e minha vagina ardiam muito. Incomodada me fui ao banheiro. Meu marido estava começando a despertar também.
Então me tranquei no banheiro e tirei a blusa. Senti meu corpo todo sujo, com muita secreção seca, no meu rosto, barriga e seios. Tomei um banho e voltei para o quarto, ainda sem me lembrar de como havia chegado ali, mas com lembranças fragmentadas de após eu beber, que havia transado com Moyses e Jonas. Mas com flashs de outros. Que devido a minha condição não faziam muito sentido.
Descemos e tomamos um café reforçado com os outros membros do motoclube que haviam dormido ali.
Enquanto tomávamos o café, minha cabeça me matava de dor e tomei remédio. Mesmo assim, percebi os olhares do Moyses e do Jonas, bem como de outros homens bem maliciosos e com toque sarcastico, em relação a mim.
Nos despedimos e fomos para a nossa casa. No caminho, cada vez os flashs, ficavam mais constantes.
Não havia dúvida, eu não havia sido comida somente pelo Moyses e o Jonas. Eu estava tendi a certeza de que havia sido drogada e violentada por outros machos que estavam naquela casa.
Mas quem ? Como? E o pior, com meu marido presente na casa e dormindo, enquanto sua esposa era dominada e usada por outros homens.
Minha pressão caiu e quase desmaiei no carro. Disse que estava melhorando para o meu marido, que ao ver a cena ficou preocupado.
Disse que já havia passado e fiquei com minhas cobranças internas.
Meu corpo estava destruído, minha honra não existia mais. Eu que antes era uma esposa exemplar, uma senhora de respeito na sociedade e uma mãe dedicada, havia me tornado um objeto sexual, nas mãos daqueles homens.
Eu havia me tornado uma puta e isso talvez não tivesse mais volta.
Pedi ferias do trabalho, e me isolei com a minha família nas montanhas. Estava tentando recuperar o que havia perdido, minha autoestima. Meu respeito próprio.
Estava indo tudo bem, até que meu telefone que ficava a essa altura mais desligado do que funcionando, foi ligado por mim e para minha surpresa havia uma mensagem estranha no WhatsApp.
Eu havia recebido de um número desconhecido, fotos intimas minhas nua, que reconheci como sendo daquela noite. E algumas onde eu aparecia transando, mas sem mostrar direito os meus parceiros. Perdi meu chão .
Havia uma mensagem dizendo: " Gangbang com a nova puta casada do motoclube"...
Corri e apaguei aquelas imagens. Tudo estava confirmado.
Eu havia sido usada por aqueles machos de todas as formas. E isso explicava os minhas dores e marcas.
Tentei superar aquilo, com intuito de buscar uma solução para o que estava vivendo.
Mas, nos dias que viriam, meu corpo me entregaria a conta pelas minhas escolhas.
Comecei a me sentir muito enjoada e a vomitar sem parar. Me sentia fraca e resolvi ir no posto de saúde da cidade. Mas fui escondida.
Lá descobri, que estava grávida. E sabia que não poderia ser do meu marido pelo tempo. Nem tampouco poderia ter certeza de quem seria o pai.
Totalmente desesperada voltei para casa e sem não contar nada, abracei meu marido. Que com amor me deu um beijo apaixonado.
O que eu faria agora, eu não fazia ideia. Mas a vergonha e o medo do meu futuro, me atormentavam, a todo instante.
Estava grávida de outro homem que não tinha ideia que seria. O que havia me tornado !
Continua...





Que delícia de relato
Safada está gosta de de ser puta heim Qualquer come ?