A primeira punheta ninguém esquece



Olá a todos. Sendo este o primeiro relato que faço, quero dizer que tudo, mas mesmo tudo é verídico e aconteceu mesmo. Tanto neste relato, como em qualquer outro que aqui escreva. À excepção dos nomes para preservar o anonimato. Este vai ser curto, rápido e provavelmente pouco excitante.
Chamo-me João ( nome fictício), tenho 0 tabus, mente aberta, sou português e vivo numa cidade do distrito de Santarém, tenho 44 anos, casado à quase 20, tenho dois filhos, um com 17 e outro com 15. Era novo, muito novo e naquela altura era normal deixar os mais novos sozinhos em casa enquanto se ia às compras ao mercado. Os meus pais eram separados e eu e a minha mãe vivíamos em casa dos meus avós maternos. Quando eu nasci, a minha mãe ainda tinha 17 anos. Num desses domingos em que todos saíram para ir ao mercado, eu tinha ficado a dormir. Quando acordei, fui comer qualquer coisa, liguei a TV que na altura só existia 1 canal a tempo inteiro e outro que trabalhava só umas horas. Como jovem e inquieto, não me apetecia ficar a olhar para a TV e decidi ir explorar um dos quartos que tínhamos em casa onde só se guardava tralha. E lá fui eu mexendo em caixas e gavetas, até que encontrei umas revistas que o meu avô tinha trazido da Alemanha quando lá esteve a trabalhar. Eram revistas pornográficas. Na altura nunca tinha visto uma mulher nua nem sabia o que era bater uma punheta. Agora só posso imaginar a quantidade de punhetas que o meu avô bateu à conta daquelas revistas. Mas continuando.
Aquilo era fotos sem qualquer tipo de pudores, claro que naquele tempo não era muito comum as mulheres terem a cona rapada, mas cona é cona e é bom de qualquer maneira. Aquilo tinha fotos simples de mulheres só a mostrar as tetas ou a fazer poses mais sensuais a mostrar a cona, claro que comecei a ter sensações estranhas e completamente desconhecidas para mim naquela altura e o caralhito duro como ferro, mas como eu não sabia o que aquilo significava, nunca toquei na picha. Mas fiquei fascinado pela forma do corpo das mulheres e tive que continuar a procurar mais revistas ou qualquer outra coisa. Eu só queria continuar a sentir o que estava a sentir.
Logo logo, encontrei outra revista. Era diferente, a capa era mais explícita. Assim que comecei a desfolhar a revista, havia fotos de mulheres de pernas abertas a abrir os lábios da cona, noutra página eram duas mulheres a fazerem isso uma à outra. Achei lindo, a sensualidade de duas mulheres juntas. Continuei sem tocar no caralho mas estava completamente em êxtase e a adorar aquilo tudo. Noutras páginas começam a aparecer umas fotos diferentes. Uma mulher lindíssima com um corpo de fazer inveja apesar da cona cabeluda, a jogar bilhar. Tinha várias fotos dela em várias posições incluindo de 4 em cima da mesa a abrir os lábios da cona. A página central da revista era uma foto dela de pernas abertas a enfiar o taco de bilhar na cona. Quando vi isso, apenas e só por instinto, toquei no caralho. Nesse preciso momento senti um arrepio e um calafrio maravilhoso pela espinha a cima de fazer revirar os olhos, fiquei ofegante e maravilhado com aquela sensação. Tirei os calções e as cuecas e fiquei a olhar para o pirulito aos pulos. Mas não saiu nada, ainda não havia nada para sair. A partir daí, foi um vício constante que cresceu em mim, em buscar aquele prazer. E foi assim que aprendi a bater as minhas punhetas diárias e sem dó. Desculpem se o relato não está grande coisa, vou tentar melhorar, mas tenham ciente que é tudo verídico. Se quiserem pormenores de alguma coisa, podem enviar mensagem privada. Beijos e abraços para todos.

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Comentários


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ari36152109 Comentou em 12/10/2026

gostei muito do seu conto

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marcelo-gotardo- Comentou em 23/09/2026

Muito bom.

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paulorobero Comentou em 18/09/2026

Maravilhosa história

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arthurhomemtrans Comentou em 14/09/2026

Tô adorando seus relatos. Eu ainda me lembro da minha primeira masturbação, foi gostoso demais.

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ruiana Comentou em 12/09/2026

adorei o relato realmente as primeiras punhetas são sempre memoráveis. Bati as minhas promeiras punetas vendo e observando as empregas domésticas que os meus Pais contratavam...tinha cerca de 12 a 13 anos.

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mentevoadora Comentou em 11/09/2026

Realmente nada demais o conto, mas eu gostei rs... votei




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Ficha do conto

Foto Perfil joaopedro69
joaopedro69

Nome do conto:
A primeira punheta ninguém esquece

Codigo do conto:
272017

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
11/09/2026

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
0