Como virei Cdzinha com um vizinho

Oi pessoal, meu pseudo Amanda, e já faz um tempo que penso em escrever aqui pra vocês, sempre li muitos contos e hoje estou vontade de contar a minha história de como comecei nesse mundo de Crossdresser.
Minha vida sempre foi muito tranquila, pra falar a verdade, tranquila até demais, nasci em sp, tenho duas primas, as que já falei aqui, quando eu usava as calcinhas delas. Nasci numa família conservadora e sempre em casa a gente ouvia que ser gay era pecado, que homem tinha que ser homem e tudo mais, e claro nunca passou pela minha cabeça eu questionar isso, como se diz: sempre tive uma vida bem correta.
Quando já adolescente, algo que estava me incomodando era a dificuldade que eu tinha pra ficar com garotas, mesmo sendo um rapaz muito atraente, sou moreno, estatura mediana, olhos castanhos claros meio amendoados, corpo magro bem definido, a minha habilidade em conquistar mulheres nunca foi das melhores, sempre tive vergonha e alguns amigos até mais feios que eu sempre tiveram muito mais facilidade de perder a virgindade, mesmo já tendo ficado com algumas meninas nunca passou de beijos e eu estava começando a ficar meio desesperado com isso, tinha acabado de entrar no segundo ano do ensino médio e nada de perder a virgindade com nenhuma garota.
Nessa mesma época que conheci um vizinho, de nome Aroldo, e ele tinha os mesmos problemas que eu com as meninas, nunca tinha transado e estava já começando a ficar desesperado por não ter coragem de chegar em nenhuma, era realmente uma situação difícil, eu e o Aroldo sempre falávamos sobre isso, e as coisas pareciam não melhorar pra gente. Começamos a ficar muito amigos, a gente morava perto, ele dormia direto lá em casa, e eu na casa dele, a gente varava a noite assistindo tv até a madrugada… Aroldo tinha muito tesão em uma das minhas primas, a Angela do meio que tinha 17 anos na época, uma loira linda, mas também nunca nem chegou perto de conseguir ficar com ela.
Em uma dessas noites na minha casa depois de todo mundo dormir, ficamos falando sobre o assunto de iniciar a nossa vida sexual, que só ficar na punheta não estava dando mais, já que o pessoal da escola quase todos namoravam, e a gente nada, e foi aí que o Aroldo, depois de ter um dia me flagrado usando uma calcinha – embora nunca revelou este acontecido - fez uma proposta bem estranha…
– Cara somente entre a gente, no segredo absoluto, vou te contar algo, sei que você gosta de usar calcinhas, pois eu até já vi uma vez, porque a gente não se inicia um com o outro?
Na hora eu falei, tá louco cara? A gente não é viado mano, para com isso, que papo esquisito.
– Não tem nada a ver com viadagem, eu já li que muitos garotos da mesma idade que tem vergonha começam a vida sexual um com o outro, e não tem nada de gay nisso, é somente sobre sexo , e de como podemos obter prazer e ganhar confiança pra depois ficar com mulher de verdade sem ter risco de broxar. Aí a gente pode trocar, tirar na sorte quem vai penetrar a primeira vez e outro dia a gente inverte – alguns aqui se recordam do famoso troca-troca - sem boiolagem e sem frescuras, já que não conseguimos comer nenhuma amiga lá da escola a gente mata a vontade, o que acha?
Essas palavras eu lembro como se fossem hoje, na hora me subiu um misto de desespero e empolgação por dentro, sei lá eu nunca tinha pensado nisso, até que poderia ser uma boa ideia, mas quem seria o primeiro passivo?
Depois que alguns momentos discutindo os termos do nosso troca-troca, a gente decidiu tirar no par ou ímpar e pra minha infelicidade naquele momento eu fui escolhido o passivo e o Aroldo o ativo; Nossa ele comemorou como se fosse uma final de copa do mundo, e eu nem falava nada o tamanho da vergonha e medo que eu estava. Mas trato era trato, e já tinha começado então a gente tinha que ir até o fim.
Ali nenhum de nós tinha mais nada a perder, a ideia era o sigilo absoluto, ainda mais a confiança, e o que nos protegia era o nosso segredo, porém, uma coisa seria certa, qualquer um que abrisse a boca, o outro seria entregue no mesmo momento, então isso, foi a garantia selada pros dois que aquilo nunca sairia daquele quarto. O Aroldo já era mais fortinho que eu, ele moreno, um pouco mais alto, eu com cerca de 1,75…
Tiramos então a nossa roupa e ficamos de frente um pro outro meio sem saber o que fazer, eu nunca tinha visto um pau de verdade de outro cara na minha frente e o dele era até que grande um pouco maior que o meu, com uns 13 centímetros. Estando ambos pelados, eu evitei um certo contato visual, e também não toquei no pau dele, até por que eu não queria parecer viadinho, e não demonstrar um certo interesse de forma alguma.
O Aroldo, já com muito tesão, pediu pra eu ficar de quatro em cima da cama, e eu atendi, subi de joelhos em cima da cama, fiquei e comecei rezar pra não ser ruim, mas com adrenalina a mil… Já na posição de 4, coloquei a cabeça na almofada e esperei, e nada… nada… Nada dele encostar na minha bunda, ou penetrar com seu pau no meu cuzinho, porém, quando viro pra trás, vejo ele batendo punheta com o pau mole na mão, e dizia que não conseguiu ficar pau duro, porque que não tinha tesão em homem, que era muito estranho a ideia de comer outro cara. Sentamos na cama, eu um pouco aliviado que não tinha dado certo no começo, fiquei frustrado, apesar do meu tesão e a vontade de transar logo de uma vez por todas mesmo que com outro cara.
Foi quando veio dele uma ideia um tanto quanto maluca…
– Cara, sua prima é uma gata né, a Angela, pois só de ver ela eu fico de pau duro, desculpa mas é a verdade.
Eu ri, pois eu sabia que ela era linda mesma, era uma tesuda iniciando o cio sexual, mas era uma versão feminina muito linda.
– E se você pegasse umas roupinhas dela e vestisse só pra eu pensar nela?
– Tá maluco cara? e se alguém descobre? e como eu vou me vestir de mulher? Tá maluco?
Aroldo já intencionado disse:
– Cara pensa só, se eu te comer, e você estiver vestido de mulher, eu não vou ser gay por isso, e se você der pra mim vestido de mulher, também não vai ser gay, por que você não deu de homem, entendeu? É bom pra todo mundo isso.
Apenas respondi:
– Filho da puta até que faz sentido isso…
E fomos vasculhar no quarto, no quarda-roupas dela em busca de roupinhas pra eu vestir, por sorte essa noite ela estava na casa de alguma amiga, e o quarto dela totalmente vazio, foi um convite pra nossa safadeza absoluta… Apesar de achar aquilo muito errado, por algum motivo, eu não queria parar, só de pensar em vestir alguma roupinha da Angela. sinceramente, eu comecei a me excitar e isso foi muito estranho. Aroldo, naquele momento o tempo todo passava a mão no pau como se estimulasse e com medo de broxar de novo…
Já fuçando no guarda-roupas, falei pra ele, cara o que você quer eu uso? Escolhe alguma roupinha dela, só não bagunça pra não dar na cara, e depois a gente volta e devolve tudo. A primeira coisa que ele pegou foi uma calcinha branca, de renda, fio dental (eu nem sabia que minha prima usava esse tipo de calcinha), com babadinhos na lateral.. Na hora eu já arrepiei dos pés até a cabeça, só de pensar em colocar aquela peça, ocorreu-me uma mistura de medo com prazer, muito estranho, talvez medo de gostar, medo de querer fazer de novo...
Peguei aquela calcinha, depois ele pegou um vestidinho bem justo, de alcinha rosa, bem curtinho rodado e soltinho embaixo, e por fim um par de sapatos de salto alto fino, acho que de uns 12 centímetros….
Eu meio que quase se arrependendo disse:
– Cara você quer que eu me vista inteiro de mulher? Será que só uma peça não estava bom? Até vestido? Quando ele responde:
– É que quanto mais parecido com a sua prima, você ficará menos gay, e ai a gente vai ver, e mais tesão vai me dar, vai por mim, vai dar certo.
Eu já estava perdido naquela hora, mesmo assim as coisas foram evoluindo e eu perdi o controle, pegamos aquelas roupas feminina, voltamos pro meu quarto, trancamos a porta com chave e comecei a me vestir.
O Aroldo, antes de eu me vestir, pegou primeira a calcinha, e cheirou, depois foi o vestido dela e falou:
_Nossa tá com o cheirinho dela… Vou me sentir como se eu tivesse comendo ela…
E eu ali naquela situação. Mas o combinado era esse, e passei a me vestir, como eu já era todo lisinho, sem muitos pelos quase no corpo todo, então foi bem fácil ficar mais parecido com uma moça, pernas lisinhas e tudo mais. Primeira peça que coloquei foi o vestido, pedi até ajuda pro Aroldo para amarrar atrás, depois vesti a calcinha, fui subindo a calcinha minhas pernas acima, vou dizer uma coisa, enquanto o tecido da calcinha passava pelas minhas pernas, eu já estava quase gozando, que sensação gostosa, aquela calcinha, apertadinha e ao mesmo tempo tão confortável, quando puxei pra cima e o fiozinho entrou na minha bunda, acho que ali já era, eu virei a Amanda, até soltei gemido safado. Eu, já de vestido e calcinha, subi no salto dela e o meu tesão foi a milhão, ainda mais quando me olhei no espelho... Eu estava igual minha prima, Angela, literalmente, pois se eu colocasse uma peruca poderia facilmente me passar por ela na rua, e isso por algum motivo estranho me deu um tesão incontrolável, eu não sabia que eu ficaria tão linda assim vestida de mulherzinha, aliás nunca nem tinha passado pela minha cabeça.
O meu vizinho então, nem se fala, estava agora sentado na cama, e o mais gostoso, de boca aberta dessa vez com o pau duro estralando, apontado para o céu... Foi quando ele levantou, e encostou pertinho de mim e me deu uma mordida nos meus lábios... Meu coração estava batendo a mil por ora... Pensei em mandar ele parar, porque aquele beijo não era o combinado, mas não resisti, e o beijei também, ficamos um passando a língua no outro. Ficamos assim... Se beijando por um bom tempo, se curtindo aquela sensação, eu ali, agora, toda montadinha na pontinha dos pés, e ele pelado, consegui arte sentir o pau dele apertando contra a minha barriga.
Ele começou a passar a mão por baixo do meu vestidinho, e apertou a minha bunda, nessa hora eu estava entregue já o que ele pedisse com toda certeza eu ia fazer, nunca tinha pirado num tesão tão gostoso, não sabia o quanto era tão bom se vestir de mulher... Na verdade eu nem imaginava que isso ia ser gatilho pra querer ficar com um macho, agora eu estava me descobrindo, e apesar do medo estava gostando do que do que eu estava sentindo, numa loucura então agachei-me, e comecei a chupar o pau dele, digno de filme pornô, onde comecei lambendo a cabecinha, e depois devagarzinho fui punhetando e chupando… Como uma fêmea no cio, eu sentia as veias do pau dele pulsando na minha boca e isso me enchia de prazer, ficava cada vez mais puta só de pensar que ele estava de pau duro só pra mim.
Depois de uma boa chupeta e quase gozar, ele se deitou na cama… Eu ajoelhei por cima da barriga dele, puxei a calcinha só um pouquinho de ladinho, direcionei o pau dele no meu cuzinho comecei sentar - eu estava literalmente cavalgando no pau dele - no começo um pequeno incômodo, uma dorzinha, mas logo passou... Fui rebolando bem devagarzinho, e gemendo baixinho, sentindo o pau dele me penetrando, entrando a saindo, que sensação maravilhosa, nessa hora a gente se sente fêmea demais, e vagabunda também... Confesso, nada dá mais tesão que isso!!!. O Aroldo também estava gemendo, falando putarias, me dizendo:
_Vai sua safada, isso... Vai Angela, minha gostosa, cavalga e rebola gostoso vai, linda… Eu, ouvindo estas palavras, isso aumentava ainda mais meu tesão, ele me chamando pelo nome da minha prima que tanto ele sonhara em comer.
Enquanto eu ainda sentava nele com vontade, ele ergueu meu vestidinho, e viu que meu pauzinho, todo molinho e babado, já pro lado pra fora da calcinha, quando mais eu sentava mais meu grelinho ficava meladinho… Ele perguntou se eu queria que ele pegasse no meu grelinho e batesse punheta pra eu gozar, eu disse que daquele jeito não precisava, que eu ia gozar de qualquer jeito, ainda mais pelo o meu cuzinho (agora parecendo uma cucetinha... Falei só pra ele segurar com suas mãos em minha cintura que eu ia pular forte no pau dele. E foi nesse ritmo que fiquei pulando em cima dele, com o meu vestidinho balançando, roçando e esfregando o meu grelinho na barriga dele, gemendo feito uma putinha... Quando do nada ele falo:
-Angela, vou gozar... Vou gozar gostosa... Não paraaaaa... Ahhhhhh!!!!! Foi neste momento quando senti vir jatos de porras quente dentro de mim, sendo expelidos bem lá no fundo do meu íntimo, nas paredes internas do meu cuzinho, com seu sêmen pronto a fecundar-me. Não aguentei, parei de cavalgar, sentei e fui sentindo o leitinho escorrendo, nossa foi muito leite, mas muito leite mesmo...
Após Aroldo ter gozado dentro de mim, desci de cima dele, com minhas pernas bambas, tamanho o nosso tesão, completamente destruída e cansada, a calcinha toda melada de porra, o forte cheiro de sexo no quarto, na cama, tudo muito bom, perfeito, acabamos de fazer sexo bem gostoso, olha que eu já tinha tido outras relações sexuais com outros amiguinhos, mas nada parecido com este dia, pois tinha acabado de ser feito de mulher pelo meu vizinho amigo, meu homem com as roupas da minha prima… O que mais me impediria de ser feliz agora? Deitar-me na cama com um macho, abrir as pernas e dar como mulher...
Esse relato realmente aconteceu há alguns anos... Eu ainda recordo com muito carinho deste meu dia de mulher com o meu Aroldo. Pois ele me comeu muito durante uns 3 anos...
Hoje sou uma Cdzinha em sigilo, quem quiser me add.

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Ficha do conto

Foto Perfil momentosaventura
momentosaventura

Nome do conto:
Como virei Cdzinha com um vizinho

Codigo do conto:
272068

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
12/09/2026

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