O silêncio mortal da sala de aula universitária só era quebrado pelo som arrastado dos passos da professora Dra. Dilneia Coutinho, uma gordona BBW gaúcha de pele leitosa, que ama desfilar a sua imponência acadêmica entre as carteiras.
A imponente professora de Ética, do curso de filosofia, vestida com um tailleur cinza apertado que lutava para conter a carne farta, discursava com aquela seriedade arrogante sobre os grandes dilemas da ética e da moral, sem imaginar que estava sendo esfolada viva pelos meus olhos tarados.
Foda-se a filosofia, foda-se Focault, foda-se Kant, a cada vez que ela se virava para escrever no quadro, a minha respiração pesava e a goela secava de um jeito criminoso, totalmente hipnotizado pelo volume monumental daquele cuzão pesadão e marcado por uma calcinha tarada.
Aquela raba colossal de égua, comprimida pela saia social, balançava de um jeito obsceno a cada passada, transformando a cátedra de ética em um verdadeiro desfile de perversão e devassidão mental. A vara babava.
Pela frente do tecido formal, eu conseguia visualizar perfeitamente o formato daquela buceta gigantesca e suada, uma verdadeira carne de fêmea gaúcha pronta para ser arrombada sem nenhum pingo de piedade.
E o que dizer daquele par de tetas titânicas? Brancas como leite e cheias de veias saltadas, que estufavam a blusa a ponto de quase rasgar os botões toda vez que a mestra gesticulava com veemência.
Eu acompanhava cada passo da jamanta PhD pela sala, atento e pervertido, o foco absoluto da observação clandestina era o decote escandaloso; isso sim um verdadeiro atentato ético contra os bons costumes; duas tetas de vaca gigantes, que mal conseguiam conter a explosão de carne daquela monstruosa intelectual.
Sentado na última fileira, com a mão trêmula dentro do bolso da calça apertando o pau latejante, eu deixava a mente voar para fora da aula e criava o cenário mais imundo possível para destruir a pose dessa professora metida.
A minha maior fixação era imaginar o momento exato de calar aquela boca cheia de lições de moral enfiando a minha pica fedorenta direto na garganta dela, enquanto as mãos grandes apertavam as dobras daquela gordura macia.
A fantasia evoluía para o descaramento total no piso frio da sala dos professores, onde eu jogaria a gaúcha de bruços sobre a mesa de reuniões para devorar aquele cuzão fedorento com a língua.
Meus amigos, eu passaria horas lambendo e sugando o rego suado da mestra, fazendo a senhora doutora em ética gemer baixinho, totalmente possuída pelo tesão e reduzida à condição de puta particular do aluno rebelde.
A estocada final seria uma verdadeira sessão de humilhação intelectual e física, com a pica batendo fundo nas entranhas da buceta de égua enquanto eu gozava litros de porra quente bem no fundo daquela barriga farta.
De volta à realidade da aula, com a voz monótona da professora ecoando na sala, eu apenas sorria de canto de boca, pois aquela gordona tetuda mais suspeitaria das minhas fantasias mais doentias.
Segue abaixo uns flagras da senhora professora de Ética Dra. Prof. Dilneia Coutinho. Acho que vocês vão me perdoar a taradice.
Eu, o Rei dos Flagras, posicionei a câmera pra mais uma sessão. A cada close, a minha boca babava de vontade de chupar esse cuzão branco e fedorento.
Confira a Parte 02 dessa saga.





rei-dos-flagras-