Ela deu um passo. Depois outro. Quando seus corpos quase se tocaram, inclinou-se e o beijou com uma fome que não pediu permissão. Não havia hesitação, nem doçura inicial. Os lábios dela se abriram sobre os dele com urgência, e Theo sentiu o corpo reagir antes mesmo de conseguir pensar. Suas mãos desceram pelo contorno dos quadris dela, puxando-a contra si. Os dedos deslizaram sob o tecido fino da calcinha e encontraram o calor molhado que ela já não tentava esconder.
Marina soltou um suspiro baixo contra a boca dele e se entregou ainda mais ao beijo, arqueando o corpo. As mãos de Theo subiram devagar, explorando a curva da cintura, a maciez da pele, até chegar aos seios. Os polegares roçaram os mamilos já endurecidos e ela estremeceu, soltando um gemido curto, diferente a cada novo toque.
Então foi a vez dela. Marina afastou-se só o suficiente para olhar nos olhos dele enquanto a mão descia. Envolveu-o com firmeza, sentindo o peso e o calor, e o beijo que se seguiu ficou mais urgente, quase desesperado. Theo soltou um som grave na garganta e apertou os quadris dela com mais força.
Não precisavam de palavras. Tudo havia começado daquele primeiro beijo sem cerimônia, e agora cada gesto parecia inevitável. Marina já não esperava. Theo já não controlava. Os dois só se deixavam levar, corpos colados, respirações misturadas, enquanto a noite finalmente acontecia.
araga467