Mas num dia, nossa avó disse para irmos banhar logo juntos pois a agua estava acabando.
Sem problema algum fomos, e nesse dia algo me deixou admirado, o pau dele havia crescido comparação com o meu.
Não conseguia parar de olhar e ele percebia e sentia minha curiosidade.
Primo: Gostou primo? Ficou grandao.
Eu: Ha, é ficou mesmo.
Primo: Quer sentir? Pega nele, tá pesadão.
Resisti mas ele me puxou, estávamos nus, meu pauzinho denunciava a excitação.
Toquei e aquilo cresceu ainda mais. Macio quente, sentia minha boca seca, sentia vontade de botar ele na boca.
Meu primo disse: beija a cabecinha.
Me ajoelhei e beijei, escuto seu gemido, vai priminho chupa.
Chupei, era delicioso, sentia o pulsar daquele tronco duro.
Bateram na porta e nos espantamos.
- terminem logo o banho!
Falamos junto que já iamos.
Nesse momento meu primo disse: Vai volta a chupar.
Aquilo tava gostoso e logo ele segura minha cabeça e soca mais fundo e goza muita gala, engulo e sinto o seu gosto delicioso.
Engoli tudo, meu primo sorria extasiado.
Pedi pra ele não contar pra ninguém, não devia ter feito isso.
Primo: Sem grilo, mas vou querer ser mamado todo dia nas férias.
E assim foi, fiquei viciado naquela piroca, bebia leite todo dia, como dormíamos no mesmo quarto, mamava ele cedinho e a noite.
Tomava leite direto de sua piroca dura, com o passar das outras férias, ele avançava, queria me comer, ainda sentia medo, era um pau grande.
O irmão dele (outro primo mais velho) não sabia que eu chupava ele todo dia, as vezes quase nos pega.
Comecei a observar ele pelado também, tinha o pau ainda maior que o do irmão.
Mas eu tinha menos afinidade com ele (Só que um dia, entrei no seu quarto sem avisar e ele estava pelado com o pau duro e cheio de veias)
Meus olhos ficaram arregalados e ele nem se preocupou, apenas continuou se punhetando e eu louco pra ajudar e provar seu leitinho também.
