— Puta merda, Mariana... você não mudou nada. Continua uma gostosa — disse Lucas, puxando-a para dentro pelo quadril sem dar espaço para cumprimentos formais.
— Estava com saudade de você, seu coroa safado — provocou ela, jogando a bolsa no sofá enquanto a mão dele já descia com força na bunda dela, estalando um tapa seco que ecoou pela sala. Mariana soltou um gemido abafado, levando a mão ao local atingido enquanto Lucas puxava seu cabelo por trás, forçando a cabeça dela para trás até que os olhos dos dois se cruzassem.
— Veio até aqui para ser minha piranha de novo? O corno do Fábio sabe que você é uma vadia que foge de casa para dar para o ex? — rosnou ele, encarando-a bem de perto.
— Ele nem sonha... — mentiu ela, arfando, sustentando o olhar e sentindo o volume volumoso dele já pressionando contra sua coxa através do jeans.
Lucas não perdeu tempo. Com uma mão ainda firme nos cabelos dela e a outra no pescoço, pressionando na medida certa para tirar o fôlego, ele levantou o vestido leve de Mariana de uma vez. Ela apenas puxou a calcinha de renda para o lado, deixando a buceta totalmente exposta e já ensopada de tesão. Quando Lucas sentiu a umidade que tomava conta dela, soltou um riso grave. Ele a virou de costas, empurrando-a contra a borda da mesa da sala. Mariana apoiou os cotovelos, empinando o rabo, inteiramente entregue ao ritmo que ele impunha.
Ele abriu a calça, tirando para fora um pau visivelmente mais longo e pesado. Sem delongas, ele alinhou a cabeça grossa na entrada molhada, guiou Mariana pela cintura e ela subiu na rola grossa dele de uma vez só, sentindo aquele caralho enfiando tudo até encostar no fundo.
— Ahhh, caralho! — gritou Mariana, curvando as costas enquanto a extensão daquele caralho a preenchia por inteiro.
— Gostou, sua safada? Olha o tamanho desse pau dentro de você — ele dizia, desferindo tapas firmes nas nádegas dela a cada estocada, deixando a pele vermelha enquanto o som do impacto dos corpos preenchia o ambiente.
A pegada de Lucas era bruta, do jeito que Mariana sempre gostou e raramente explorava no dia a dia. Ele segurava o pescoço dela com força, guiando o ritmo, socando fundo e forte, fazendo Mariana gozar logo nos primeiros minutos, tremendo inteira enquanto descarregava a primeira onda de prazer.
Mas Lucas não estava satisfeito. Ele a puxou pelo cabelo, fazendo-a ficar de joelhos na sua frente para que ela chupasse aquele caralho babado e coberto com os próprios fluídos dela. Mariana envolveu o pau grosso com a boca, olhando para cima com olhar submisso, engolindo até a base enquanto ele ditava a velocidade, segurando sua cabeça com firmeza.
— Agora você vai dar o que é meu por direito — disse ele, levantando-a e jogando-a de bruços na cama do quarto.
Ele lambeu o dedo, passou na entrada do rabinho dela e começou a pressionar a cabeça do pau na fenda apertada. O cuzinho de Mariana, um território sagrado e raramente concedido, cedeu sob a pressão e a grossura do caralho de Lucas. Ela soltou um grito abafado no travesseiro quando a cabeça entrou, sentindo aquela invasão intensa e dolorosamente prazerosa.
— Isso... abre esse cuzinho para mim, sua piranha — sussurrou Lucas no ouvido dela, puxando seu cabelo para trás e começar a socar devagar, aumentando o ritmo à medida que a resistência cedia.
O encaixe era perfeito e extremamente justo. Lucas a comeu de quatro, acelerando as estocadas até que o impacto fizesse o quarto inteiro tremer. Mariana, completamente tomada pelo domínio daquele coroa e pelo pau que a arrombava com força, começou a gozar novamente, um gozo intenso e descontrolado que a fez gemer alto, sem se importar com mais nada.
Sentindo o aperto justo dela no limite, Lucas acelerou até o máximo, dando as últimas socadas profundas antes de gozar farto, preenchendo o fundo dela com uma descarga quente enquanto segurava seu pescoço com força final. Mariana desabou na cama, completamente exausta, entregue e satisfeita, sabendo exatamente a história detalhada que levaria para casa.