Na casa de swing

Somos um casal na faixa dos 60 anos, meu nome é Paulo e minha esposa é Beth, apesar da idade estamos bem de visual e saúde, minha esposa chama sempre muita atenção pela beleza e sensualidade, principalmente com as roupas que frequentamos as casas de swing. Sim somos liberais e o que vou contar aconteceu na última sexta-feira.
A temática da noite era a nudez e quase todas as mulheres estavam em roupas sumárias ou sem roupa alguma. Beth usava uma calcinha preta super sensual e por cima um microvestido tipo uma rede com brilhos, ou seja, estava praticamente só de calcinha, pois todos viam todo seu corpo. Loira, bonita, simpática e seminua, obviamente chamava muita atenção. Eu estava de cueca, como a maioria dos homens e de camiseta leve por cima. Chegamos cedo, já conhecemos o pessoal da casa e encontramos vários casais conhecidos, trocamos beijos, abraços, elogios e rimos muito, o clima era de alegria e descontração.
Nisso vimos passar perto de nós uma jovem bonita, esguia, rosto perfeito e uma bunda, que bunda! Ela estava só de calcinha, seios fartos à mostra e aparentava estar só. Tine, uma de nossas amigas comentou da beleza da menina e que ela devia estar ali de singela (como o pessoal do swing costuma chamar o single/solteiro mulher), foi atrás e minutos depois voltou com a menina, chamava-se Taís, tem 23 anos, realmente estava sozinha e era a primeira vez em uma casa de swing. Todos do nosso grupo, pessoas 40++ kkk, tentaram esclarecer detalhes de como funcionava, e como as coisas aconteciam ali, ela estava bem calma, explicou que sempre teve curiosidade, mas que preferiu ir sozinha.
Tine é bissexual e joga sempre bem aberto, conduziu a conversa para o sexo e as preferências da Taís, ela também curtia homens e mulheres e nisso já ganhou um beijo gostoso da Tine na boca, uma delícia ver as duas se beijando, todos se entreolhavam com admiração, Débora, outra amiga do grupo chega nesse momento, sempre muito alegre e barulhenta e cumprimenta a todos com beijinhos na boca, quando depara com Taís e comenta a sua beleza e aí o beijo é mais demorado, outra delícia de assistir.
A noite transcorria gostosa, pessoas sensuais, paqueras, amassos e nisso eu e Beth resolvemos ir para a parte de interação, onde há as cabines e as camas coletivas. Ficamos no quarto principal, ela sentou na cama e começou a chupar o meu pau que já estava bem duro, ela então deitou e eu comecei a penetrá-la, nisso um outro casal do lado oposto da cama também transava gostoso e a proximidade colocou meu rosto próximo ao daquela bela morena que estava de quatro e seu parceiro em pé, o beijo veio de forma natural e gostosa, Beth entrou por baixo dela e começou a chupar seus seios, ela começou a ficar agitada, seu parceiro começou a estocá-la cada vez mais forte enquanto eu beijava sua boca e minha esposa mamava seus seios, seu gozo veio intenso, com gemidos fortes e gritos e seu corpo desabou sobre a Beth, ao nos ajeitarmos o rapaz perguntou se fazíamos troca de casal e confirmamos, ele veio para Beth e começou a beijá-la bem gostoso, eu estava sentado ao lado assistindo, ele colocou Beth para mamar seu pau que era bem grande e estava bem duro, ela chupou aquela rola com paixão e então pediu pra ser comida. Ficou de quatro e ele começou a empurrar aquele caralho pra dentro daquela bucetinha loira, Beth delirava com cada centímetro de rola que entrava nela, então ele começou um movimento cadenciado de entra e sai com vários tapas naquela bunda branca (ela adora tapa na bunda), o corpo da minha mulher balançava a cada estocado daquele jovem de uns 30 anos naquela coroa de 58, a morena começa a se recobrar do forte orgasmo que teve e depara com meu pau próximo de seu rosto, começa então um delicioso boquete no sessentão aqui, a morena tinha um corpo lindo, jovem, também uns 30 anos. Logo já estava com ela de quatro e meu pau se perdendo naquele paraíso de boceta quente. Uma loira coroa e uma morena jovem de quatro com seus corpos balançando a cada metida que recebiam. O jovem fez Beth gozar várias vezes gritando “-Delícia!!!”, pouco depois também acelerou os movimentos e encheu a camisinha de porra, logo foi a minha vez de gozar bem gostoso na buceta da morena. Nos despedimos, fomos ao banheiro e retornamos para a parte da boate, não trocamos nomes, contatos, nada, apenas momentos de intenso tesão e prazer, isso é muito comum no swing.
Houve o show de strip-tease, tanto feminino quanto masculino, a galera vibrava e aplaudia, muito legal a dupla da última sexta. Nisso ressurge Taís, ela já havia transado, tinha subido com um casal e transou com os dois, estava mais à vontade e seu semblante mais feliz. Ela retornou ao nosso grupo e a Débora investiu nela, beijando sua boca ardentemente, eu a olhava constantemente pois estava encantado com sua beleza, ela percebia meus olhares, mas a diferença de idade tão gritante e sua beleza me deixavam meio tímido, nisso ela me olhou e perguntou se eu queria também, respondi que sim e me aproximei beijando-a de forma deliciosa, aquela boca quente me enlouqueceu, senti então que Débora chupava os seios de Taís, passei para o lado dela e fiquei acariciando seu corpo e beijando seu pescoço. Ela entre duas pessoas cheias de tesão e doidos para possuí-la, fui passando para suas costas e desci beijando-a até chegar à sua bunda, ela empinou a bunda e comecei, agachado, a beijar seu cú, ela arqueou mais ainda as costas e pude também, por trás e agachado, chupar sua boceta e seu grelo gostoso. Ela rebolava em minha cara, eu não via nada com meu rosto enfiado na sua bunda, mas sabia que Débora a pegava pela frente. Taís me pegou pelo cabelo e me puxou pra sua frente, trazendo-me para uma posição melhor pra chupar sua boceta, minha língua percorria cada detalhe daquela delícia e meus dedos tocavam seu cuzinho, tentado entrar naquele paraíso, ela gemia e se contorcia, sentia as pernas de Débora tocando em mim, ela continuava na parte de cima, senti então sua mão procurando a boceta que eu chupava com tanta vontade, me levantei e Débora tomou meu lugar, Taís se curvou para a frente e começou a chupar meu pau, uma delícia. Me dei conta que tudo estava acontecendo na pista de dança, junto ao palco, várias pessoas nos observavam atentamente, procurei por Beth e a safada mamava a rola de Sid, esposo de Débora e Felipe, um amigo, sarrava despudoradamente a bunda da Beth enquanto apertava seus seios. Momentaneamente Beth me olhou e sorrimos um para o outro, estávamos nos divertindo muito, Sid então a puxou pelo cabelo e enfiou novamente a rola em sua boca, peguei uma camisinha, afastei a cabeça de Taís e mostrei a camisinha pra ela, ela concordou com a cabeça e se virou empinando a bunda, pau duro e vestido comecei a penetrá-la por trás, nesse momento Débora se afastou e eu passei, cadenciadamente a comer aquela boceta deliciosa, ela rebolava na minha rola, olhava para trás fazendo caras e bocas e comecei a dar uns tapas naquela bunda maravilhosa, a cada tapa ela fazia uma expressão de quero mais. Passei a alisar a sua bunda e meu dedo procurou seu cuzinho novamente, pau na boceta e dedo no cú, bombando deliciosamente e sendo observados por dezenas de pessoas. Não sei quanto tempo demorou, mas pareceu ser uma deliciosa eternidade, a novinha rebolava cada vez mais, senti seu corpo estremecer e ela gozou agitada, gemendo e xingando, me xingou de tudo e finalmente gritou um CARAAAALHOOOO bem alto e seu corpo amoleceu. Por estarmos transando em pé não tinha gozado, saí de dentro dela que sentou próximo se recuperando. Olhei pra Débora e Beth ainda mamava Sid que gozava em sua boca, disse então que ficara com inveja do Sid e que ela teria que me mamar também, Débora não pensou duas vezes, se agachou e começou a chupar meu pau deliciosamente, em pouco tempo, com os apertos que ela dava em meu saco (ela sabe que adoro isso) gozei fartamente na sua boca, ela abriu a boca me mostrando aquele monte de porra na boca, levantou e me beijou gostosamente, nossas línguas brigavam disputando o meu sêmen, um sabor delicioso.
Enquanto me recobrava, Beth, Felipe e a esposa me avisavam que iam transar na área reservada e me chamaram, mas disse que depois iria. Precisava me recuperar, 62 pesa kkkk. Após algum tempo subi e Felipe cravava a rola sem dó na boceta de Beth que mais uma vez delirava na pica de um novinho, dessa vez de barriga pra cima tendo os seios chupados pela esposa de Felipe, que estava com a bunda pra cima, a cena era linda, uma verdadeira pintura. Me aproximei e fiquei acariciando aquela bunda maravilhosa, nisso os movimentos se agitaram e Felipe e Beth gozaram gemendo alto e descontroladamente, foi lindo ver minha mulher levando pica e gozando como uma puta. Foi momento de relaxarem e logo depois descemos, já estava tarde e resolvemos ir embora. A noite foi divina.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico velhodopix

Nome do conto:
Na casa de swing

Codigo do conto:
272270

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
14/09/2026

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