Eu visitava uma cliente no bairro Santa Rita. Vizinha dessa loja, sempre tinha umas meninas que ficavam na frente de casa conversando. Toda vez que eu ia lá, via que essas meninas estavam no local.
Um certo dia, quando saí da loja e fui entrar no meu carro, tinha um bilhete na porta: "Camila e [número do telefone]". Curioso para saber do que se tratava, é claro que chamei no WhatsApp e começamos a conversar. Ela falou que era a menina ali do lado e que se chamava Marcela (e não Camila). Disse que sempre me via na loja, que minha cara de sério e meu cabelo chamavam sua atenção e faziam sentir um tesão enorme por mim. Agradeci pelo elogio, mas falei que não saía com meninas menores de idade. Ela retrucou dizendo que não era menor e que tinha 18 anos. Mesmo assim, agradeci e descartei a possibilidade de sairmos.
Mas sempre que eu ia lá nessa loja, ela ficava me encarando. Um certo dia, a caminho do local, já fui planejando que, se ela estivesse lá, não escaparia, pois eu tinha acordado com a maldade ??. Chegando na loja, não tinha ninguém. Fiquei chateado, mas atendi a cliente e saí. Quando virei a rua, lá vinha ela andando sozinha. Já veio me olhando; nessa hora, parei o carro e começamos a conversar. Perguntei o que fazia perdida por ali e ela me disse que estava voltando da casa de uma amiga. Falei que estava tranquilo e que, se ela quisesse conversar melhor, aquele era o momento. Ela topou na hora e entrou no carro.
Perguntei se não haveria problema, se a mãe dela não iria ficar preocupada e tal. Ela disse que não, que a gente poderia sair de boa e que só teria que chegar antes das 17h30. Segui rumo a um drive que tem no Distrito Industrial, que era próximo dali. No caminho, perguntei se realmente tinha 18 anos e ela confirmou que sim.
Chegamos lá, fui tomar um banho e a chamei para me acompanhar. Senti que era uma menina bem safadinha, porém sem muita experiência; percebi uma certa timidez. Mas ela tirou toda a roupa e veio até o chuveiro me fazer companhia. Que delícia de menina: magrinha, bucetinha lisinha e peitinho pequeno que cabia inteirinho na minha boca.
Comecei a beijá-la. Senti seu nervosismo e ficamos ali no beijinho até ela se acalmar. Brincava um pouco com seus peitinhos durinhos: ora chupava, ora dava leves mordidinhas. Desci a mão e senti sua bucetinha toda molhadinha. Enfiei um dedinho e vi que era bem apertada ??. Percebi que ela não tirava os olhos do meu pau, que tem um tamanho bom e é grosso.
Perguntei se ela tinha gostado da minha pica. Ela falou que nunca tinha visto uma grande daquele jeito ??. Perguntei se ela ia aguentar ele inteirinho dentro da bucetinha dela, e ela falou que sim. Perguntei se queria continuar ou se preferia ir embora de boa. Ela disse que não queria ir embora, que estava realizando o desejo de ter um homem de verdade metendo nela, pois a molecada do bairro era muito infantil.
Ouvindo aquilo, me enxuguei e me deitei na cama esperando ela se enxugar. Quando ela veio, comecei a beijá-la de novo, desci chupando seu peitinho, passei lambendo a barriga e cheguei na sua bucetinha. Chupei gostoso e, rapidinho, ela gozou gemendo muito e se contorcendo. Perguntei se estava tudo bem e ela me disse que ninguém tinha chupado ela antes, e que aquilo era gostoso demais ??.
Coloquei-a para mamar minha pica, que latejava de tesão. Ela tentava engolir tudo, mas sua boquinha era pequena e a falta de experiência não ajudava. Fiquei ali vendo ela se esforçar para mamar gostoso. Coloquei-a de papai e mamãe e fiquei roçando meu pau na sua bucetinha. Coloquei a cabeça e entrou apertado; ela gemia muito rsss. Fui empurrando e sentindo entrar tudo até o fundo. Que buceta apertada! Comecei a bombar devagar e essa menina gemia demais. Quando vi que ela se acostumou, comecei a bombar forte. Que tesão do caralho comer aquela bucetinha.
Não demorou muito para eu perceber que iria gozar. Tirei o pau de dentro dela, tirei a camisinha, mandei ela mamar de novo e enchi a boca dela de leite. Era tanto que começou a escorrer pela boca. Ela foi cuspir e voltou; mandei mamar de novo. Meu pau ficou duro rapidinho. Coloquei ela de quatro e comecei a meter por trás. Que delícia meter naquela menina vendo o cuzinho dela... Dava para ver que nunca ninguém tinha metido ali. Claro que eu não poderia perder a oportunidade de comer um cu virgem, né?
Perguntei se ela já tinha dado o cuzinho antes. Ela disse que não, que tinha vontade, mas tinha medo, pois algumas amigas já tinham dado e falaram que doeu muito. Eu falei que sabia comer um cuzinho bem gostoso e que, se ela quisesse tentar, eu iria fazer com muito carinho. Ela falou que podíamos tentar.
Pedi um gel lubrificante na portaria e outro preservativo. Chupei bem gostoso a bucetinha dela e lambi seu cuzinho deixando bem lubrificado. Depois, passei bastante lubrificante, continuei chupando a buceta e enfiei o dedo no cu dela para ir acostumando. Quando vi que ela estava um pouco relaxada, coloquei-a deitada de lado e comecei a forçar a cabeça rsss ??.
Ela gemia e se contorcia; eu parava um pouco e continuava empurrando. Passou a cabeça do meu pau e eu coloquei tudo no cu dela. Nessa hora ela chorava e gemia. Fiquei parado e, quando ela se acalmou, comecei a bombar. Meti gostoso até encher o cu dela de leite. Ela chorava, gemia, tremia...
Tomamos outro banho e meti de novo na bucetinha dela até gozar novamente. Fomos embora, deixei-a na rua da casa dela e fui embora feliz, lembrando da cara de sofrimento dela para aguentar meu pau inteiro atolado no cu virgem dela!
Conversando com o filho da dona da loja descobri que ela tinha 17 anos. É que era bem safadinha. Tinha fama de fogueteira ali no bairro sempre provocando os meninos.
E depois daquele dia, nunca mais a vi na frente da casa dela ?? e nunca mais ela me mandou mensagens.