Recentemente mudou-se para o apartamento em frente ao meu, uma moça de seus vinte e poucos anos. Cabelos compridos, escuros, sempre sugestivamente amarrados em um rabo de cavalo, olhos pequenos, estatura baixa, com uma bunda e seios grandes, mas firmes, como permite a tenra idade.
Seu sorriso doce, mas com uma pitada de malícia, ao me cumprimentar nos corredores do prédio, sempre me deixaram intrigado, mas um quarentão como eu não pode arriscar o equívoco dos sinais, então a vida foi passando dentro do cotidiano do nosso prédio.
As janelas de vidro de seu apartamento são de frente às do meu, o que me permite ser um esporádico espectador, daquela moça enquanto ela realiza suas tarefas cotidianas. Ela trabalha em um atacadista e sempre chega tarde… O que me permite de vez em quando espiá-la no silêncio da noite. Achava que ela nunca havia percebido meu olhar, e eu também nunca havia flagrado nada demais.
Certa vez, voltando tarde de um trabalho, a encontrei andando em direção ao nosso prédio, mas ainda era uma boa distância a pé. Arrisquei oferecer-lhe uma carona, ela aceitou e me agradeceu muito, me dizendo sobre a dificuldade do transporte na região e que não havia conseguido pedir um carro pelo aplicativo. Ao parar no estacionamento, desembarcamos, subimos juntos para o andar de nossos apartamentos conversando amenidades e nos despedimos. Achei que seria um episódio esquecido.
Dias depois, já tarde da noite, vi as luzes do apartamento dela acesas, e com pretexto de tomar um ar fui para minha janela…
Qual não foi minha grata surpresa, ela estava desfilando apenas com uma calcinha pequena, cor-de-rosa pela sua cozinha.. calcinha essa que me permitia ver aquela bunda grande, redonda, perfeita… Meu pau já estava duro que nem pedra diante daquela cena, mais excitado ainda fiquei quando ela distraidamente virou-se de frente, ignorando o seu ávido espectador, deixando me ter a visão de todo seu corpo de frente, aqueles seios grandes, firmes de mamilos marrons pontudos. Abaixo do umbigo, o monte de vênus volumoso que parecia não caber e dividir a pequena peça íntima. Não sei quanto tempo durou aquela cena, mas ficou a madrugada e o dia todo na minha cabeça, cada vez que fechava os olhos, parecia ver aquela bunda gostosa e aquela generosa buceta, mastigando a minúscula calcinha… E claro,meu pau ficava sem caber nas calças.
Na noite seguinte, como se tivesse um encontro marcado, fui para minha janela tentando flagrar outro “descuido” da vizinha, ali disfarçando como quem precisa “tomar um ar”, e não é que ela estava saindo do banho, com seus longos cabelos molhados, enrolada em uma toalha que cobria minimamente seu torso. passou para lavanderia que eu também consegui enxergar pela minha janela… escolheu uma das minúsculas calcinhas de seu varal, e sem desenrolar-se vestiu-a, mas para minha alegria, desenrolou-se para estender a toalha e deixou seu corpo a mostra para meu deleite mais uma vez, mas percebi que hoje o desfile estava mais duradouro, ela mexia o corpo e dançava despreocupadamente como se ninguém assistisse, ou como ela quisesse muito que alguém assistisse. Nem preciso dizer que a essa altura do campeonato eu não só estava com o membro latejando de excitação como o tocava em homenagem aquele espetáculo.
Até que de repente, ela se aproximou da janela olhando para mim com um sorriso, de canto de lábios… Pensei “Ah safada… sabia que eu estava aqui o tempo todo… “ Olhando para mim, ela começou tocar os seios, e como que de forma coreografada, desceu a mão até dentro de sua calcinha… olhando pra mim, torcendo os lábios e passando a língua entre eles… mostrou-me a ponta dos dedos, mesmo a alguns metros de distância, conseguia perceber líquido viscoso na ponta de seus dedos… os mesmos dedos que ela usou para sinalizar um chamado. Nessa hora eu estava entre estático e muito excitado, sentia cada veia do meu cacete pulsando enquanto ele escapava pra fora da cueca.
Sem pensar em nada apenas acenei com a cabeça, abri a porta do meu apartamento e atravessei o corredor, nem tinha reparado que estava apenas de cueca e camiseta.
A espera para que ela abrisse sua porta foi de poucos segundos, mas parecia uma eternidade, para quem estava de cueca e de pau duro no corredor do prédio.
Ela abriu a porta, estava ainda só com sua calcinha preta minúscula. Agora podia apreciar aquele espetáculo mais de perto, combinado com o cheiro de sua pele recém saída do banho. Me puxou pelo braço, e quando meu viu apenas de cueca e o volume dentro dela, soltou um gemido e falou no meu ouvido “Já veio pronto, né safado?”, enquanto beijava-lhe o pescoço e acariciava aqueles seios maravilhosos, ela me direcionava com seu corpo em direção ao seu sofá. Até que sentei e enquanto beijava minha boca ela falou entre um misto de gemido e sussurro: “tá na hora de agradecer aquela carona”... ela foi descendo com sua língua pelo meu peito e abdômen até chegar na minha cueca. Ela começou a morder de levinho e acariciar com a boca meu membro duro e latejante por cima do tecido fino… até que senti suas delicadas e pequenas mãos tirando minha cueca devagar, libertando meu pau que naquele momento já estava até “babando”. Ela sem nenhuma pressa, mas com ares de quem sabia o que estava fazendo, começou a passar a lingua da base até a cabeça… fazendo movimentos circulares, colocando só a glande pulsante e inchada na boca enquanto acariciava meu saco e por fim o engoliu inteiro, fazendo aquele vai e vem com seus lábios carnudos. Ao sentir ele estremecer forte em sua boca, parou imediatamente, balançando negativamente a cabeça, disse: “Agora não”... Tentando dominar a situação e a mim mesmo, olhei para ela e disse: “Minha vez”.
Invertemos a posição e enquanto a sentava naquele sofá, abria suas pernas, sem que ela oferecesse nenhuma resistência… A visão era excitante demais para que eu quisesse eliminar qualquer elemento por mínimo que fosse. Então apenas afastei para o lado a minúscula, e agora encharcada, calcinha e aproximei meus lábios “daqueles” lábios, sentindo todo calor e umidade viscosa que saíam deles… Então comecei a acariciar com a língua o seu protuberante e rosado clitóris, sentia ele “pulando” na ponta da minha língua, enquanto sentia as pernas ora estremecerem, ora me apertarem os ombros.. então introduzi dois dedos naquela caverna escorregadia fazendo movimentos circulares enquanto sugava aquele grelo, sentindo escorrer cada vez mais, minha barba já estava toda melada, quando ela já aos gritos e gemidos: “vou gozaaaaarrrr”, não parei até sentir o fôlego falhar e o gemido surdo, gutural saír de seus lábios… Ela tremia inteira enquanto me chamava de “filho da puta, cachorro…,”
Aproveitei para secar minha barba enquanto ela recuperava o fôlego, o que foi muito rápido, pois logo ela me puxou para o quarto e falou: “Vem quero que você me coma de quatro” lá estava ela com aquele rabão, buceta aberta e escorrendo.. os joelhos dela apoiados na ponta da cama me davam uma bela visão e um encaixe perfeito de pé… apoiei um dos pés na cama e fui penetrando devagar… abrindo calmamente aquele caminho molhado e quente… não resisti e dei um tapa naquela bunda deliciosa, ao que ela só reagiu com um gemido abafado. deixando ela sentir cada veia do meu membro grosso e rígido pulsar dentro dela. Ela gemia com impaciência: “Vai, mete! me come seu puto!”. Eu pra provocar enfiava meu pau ora devagar, ora estocando com força e rápido..Mas depois ela já empurrava buceta na direção da minha piroca e o ritmo se intensificou, e já estava metendo puxando-a pelos longos cabelos que já estavam em seu habitual rabo de cavalo…. Senti suas pernas tremerem e ela pausar o movimento e gritar…. “To gozando de novo, seu gostoso do caralho!!” e eu não pude deixar de retribuir a gentileza e disse “Gostosa é você minha putinha”
Ela deitou amolecendo, mas ao contrario dela, meu mastro estava erguido e em posição de combate… Ela me olhou com seu sorriso maroto e disse: “sua vez de gozar, safado”. Ela bateu no colchão me convidando a deitar, obedeci prontamente… Ela sussurrou no meu ouvido: “Agora quero leitinho” subiu em cima de mim… me beijando da boca, pescoço, peito até colocar meu pau inteiro na boca… depois de algumas vigorosas sugadas, ela colocou meu membro entre seus peitos e os usou para me masturbar… ela babava nele para deslizar melhor entre seus deliciosos seios… até que eu já no limite da minha resistência soltei um sussurro rouco: “Vou goz…” antes que eu terminasse ela o colocou inteiro em sua boca.senti meu gozo jateando forte no fundo de sua garganta…. Ela não desperdiçou uma gota, sugando meu cacete com força até não restar nada. Ela deitou por cima de mim com o queixo no meu peito, me olhando com cara de levada, e me perguntou: “gostou do meu agradecimento?” Respondi: “Sempre que precisar, estou a seu dispor, vizinha”.
Autor: Sabino Magnus