Era grosso, pesado e feito para ser agarrado. Meus peitos ficavam cheios e pesados no peito. E a minha bunda — essa era a parte que todo mundo notava primeiro. Minha bunda é grande, redonda e gorda do jeito que fazia a calça jeans esticar e o vestido subir.
Os homens gostavam porque parecia que aguentava um aperto forte e uma foda pesada. Ela tremia quando eu andava. Ficava alta o bastante para parecer orgulhosa e baixa o bastante para parecer disponível.
Toda calcinha que eu tinha acabava enfiada no meio das minhas nádegas. Eu amava ver pornô pelo mesmo motivo que eu via quando o Julio não estava e a casa ficava quieta.
Eu via porque isso deixava a minha buceta molhada antes de alguém sequer me tocar. Eu via porque eu queria ser usada do jeito que aquelas mulheres eram usadas.
Meu marido Julio tem quarenta e cinco. Ele tinha levado nosso filho numa viagem. A casa parecia maior sem eles. Eu estava sozinha com o calor, o silêncio e a certeza de que ninguém ia entrar.
Meu amante Duarte morava ao lado. Ele tem 50 anos, grosso no peito e nos braços, aquele tipo de força que vem do trabalho e não da academia. A gente se conhecia há anos do jeito comum que vizinhos se conhecem.
Naquela noite ele bateu na minha porta. Ele sabia que meu marido tinha saído e que eu estava sozinha. Abri a porta e fiquei ali de shortinho de seda fino, sem ter certeza se deveria deixá-lo entrar e já sabendo que ia deixar. Ele disse que só queria passar um tempo. Eu deixei ele entrar mesmo assim.
A gente conversou mais. Depois de um tempo, eu fui para a cozinha. Ele veio por trás. A mão dele fechou na minha bunda gorda como se ele já fosse dono dela. Eu dei um pulo.
O susto foi real — o coração bateu forte, a respiração travou — porque eu tinha marido, filho e uma vida que era para ficar de um lado da cerca.
O susto também era mentira. Minha buceta se apertou no segundo em que os dedos dele afundaram na carne da minha bunda.
— Duarte… o que você está fazendo?
— Você sabe o que eu estou fazendo.
— Você não pode simplesmente me agarrar assim. O Julio—
— O Julio não está aqui.
— Isso não quer dizer—
— Sua calcinha já está enfiada no meio dessa bunda gorda. Dá para ver a linha.
Engoli em seco.
— Para de olhar.
— Você vem me mostrando isso há meses.
Ele se inclinou. A boca dele ficou perto da minha orelha.
— Você gosta quando suja no meio das nádegas. Você gosta de saber disso.
— Não fala isso.
— Você assiste pornô quando está sozinha. Mulheres gordas sendo fodidas. Você acha que eu não sei o que você olha?
— Como você saberia isso?
— Porque você deixa a janela aberta às vezes. Porque você me olha como se quisesse que eu fizesse isso.
Tentei manter a voz firme.
— Eu tenho marido.
— E mesmo assim você deixou eu colocar a mão na sua bunda.
A outra mão dele veio pela minha cintura. Ele me virou. Eu deixei. A boca dele bateu na minha e não foi gentil. A gente se beijou.
— A gente não pode — eu disse contra a boca dele.
— Você fica repetindo isso.
— Eu estou falando sério.
— Não está. Você vem me seduzindo. O jeito que você passa pela minha cerca. O jeito que você se curva quando eu estou lá fora. Você quer ser fodida e escolheu eu para fazer isso.
— Isso não é—
— É. Fala que você não quer o meu pau e eu vou embora.
Eu não falei.
Ele me pegou no colo. Eu não era leve. Mesmo assim ele fez. Eu coloquei os braços no pescoço dele e, sem vergonha, falei qual quarto. O nosso quarto. O meu e do Julio. A cama que eu e meu marido dividíamos.
Mal chegamos no colchão. As roupas saíram rápido porque esperar parecia burro depois que a gente passou da porta. A camisa dele, o meu vestido, a calcinha que já era uma faixa molhada no meio das minhas nádegas.
Fui para os joelhos porque eu queria o pau dele na boca antes de pensar demais em de quem era aquela cama.
Era enorme. Grosso o bastante para a minha mandíbula doer assim que eu tentei engolir a cabeça. Engasguei quando empurrei mais. Baba escorreu pelo meu queixo.
— É grande demais — eu disse, saindo.
— Continua.
— Não cabe.
— Cabe. Você queria isso.
— Estou tentando—
— Então tenta mais. Abre.
Enrolei as duas mãos na base e engoli o que deu. Ele segurou a nuca e fodeu a minha boca mesmo assim, estocadas curtas que me fizeram babar e engasgar. Olhei para ele com os olhos molhados e a boca esticada e não o interrompi.
— Isso — ele disse. — Era isso que você queria.
— Duarte—
— A cama do seu marido. A mulher do seu marido de joelhos.
Eu fiz um som em volta dele. Ele empurrou mais fundo.
— Olha para você — ele disse. — No chão do seu marido com baba nos peitos. Você parece uma puta.
A palavra atravessou o meu corpo. Nos meus pensamentos eu fiquei feliz dele me chamar daquilo, porque era isso que eu era. Não a mulher que fazia lanche e trancava a porta à noite. Não a esposa do Julio nas fotos da cômoda.
Eu era a mulher que deixou o vizinho entrar, que o guiou até essa cama, que foi para os joelhos porque um pau grosso numa casa quieta parecia mais honesto do que mais uma noite de pornô e dos meus próprios dedos.
Ser nomeada por isso fez a vergonha sentar no mesmo lugar que o tesão. Deixou as duas piores. Deixou as duas melhores.
— Fala de novo — eu sussurrei, o que já era uma confissão.
— Você é uma puta — ele disse, mais devagar. — Uma puta casada com bunda gorda e uma boca que nem cabe o que ela pediu. É isso que você é. Foi por isso que você abriu a porta.
Eu o coloquei de volta na boca. Engasguei, recuperei e fiquei ali até ele decidir que queria outra coisa.
Ele me virou de bruços antes de eu recuperar o fôlego. As palmas dele abriram a minha bunda gorda, os polegares afundando nas nádegas macias até a fenda se abrir e o ar bater na pele que normalmente ficava presa. Depois a língua dele foi para o meu cu enquanto ele enfiava o dedo na minha buceta.
Eu nunca tinha sido lambida no cu. O Julio nunca pediu e eu nunca ofereci. O buraco era só um lugar privado e suado onde a calcinha se enfiava, que eu limpava depois do banho e esquecia.
— Eu não aguento esperar — eu disse, e era verdade. A lambida tinha levado o último resto da minha paciência.
Empurrei o ombro dele, fiz ele deitar e subi em cima. Eu queria ele dentro da minha buceta antes que a minha cabeça começasse de novo a listar motivos.
Encaixar foi difícil por causa do tamanho. Segurei o pau dele em pé e sentei só na cabeça, e só a cabeça já me esticou o bastante para eu ter que parar e respirar.
Minha buceta estava molhada. Quando finalmente entrou o suficiente para eu começar a me mexer, eu cavalguei forte porque a suavidade teria dado espaço para a culpa falar. Minha bunda batia na barriga dele. Meus peitos pulavam.
A cama reclamava. Eu usei ele do jeito que eu usava os vídeos, só que dessa vez o pau era real e o homem embaixo não era meu marido.
Foi aí que ele passou a mão por trás e começou a enfiar um dedo no meu cu.
— Duarte, não. Não enquanto eu estou em cima de você. Isso é demais.
— É um dedo só. Seu cu já está molhado da minha boca.
— Eu disse que não. Eu sinto e não consigo pensar.
— Você não precisa pensar. Continua cavalgando.
— Eu tenho marido. Isso já é mais do que eu consigo explicar.
— Então não explica. Aguenta o dedo.
Eu falei para ele parar. Continuei falando. Também não desci de cima dele, e o meu buraco abriu em volta da junta querendo ou não a honestidade disso.
Eu não conseguia pará-lo de um jeito que importasse. Meu corpo já tinha votado.
Ele tirou o dedo que estava no meu cu, olhou para ele e colocou na boca. Eu fiquei olhando.
Depois eu me inclinei e lambi também, porque se eu ia ser esse tipo de mulher eu não ia fazer pela metade.
Tinha gosto de pele, saliva e o cheiro fraco do meu próprio cu. O ato deixou o meu rosto quente. Também fez a minha buceta apertar em volta dele.
Ele me virou de costas de novo, ficou em cima de mim, ainda dentro, e continuou fodendo enquanto olhava o meu rosto.
— Você sabe qual é o gosto do seu cu? — ele perguntou.
— Não me conta.
— Eu vou te contar. Tem gosto de usado mesmo sem ser. Quente. Um pouco salgado. Como se você tivesse andado o dia inteiro com essa bunda gorda fechada em cima dele.
— Isso é nojento.
— Você lambeu do meu dedo. Não vem querer limpa agora.
— Eu só fiz porque você fez primeiro.
— Não. Você fez porque queria saber o que ele estava provando.
Eu estava tão no clima que parei de discutir a verdade disso. O pau dele ainda tinha gosto da minha boca e da minha baba quando eu pensava nisso. Eu queria ele de volta entre os lábios, queria ele onde estava e queria a próxima coisa que ele já tinha decidido.
Ele me virou de bruços, saiu da minha buceta e começou a enfiar o dedo no meu ânus de novo, mais devagar dessa vez, mais fundo, me abrindo de propósito.
— Você já foi fodida no cu? — ele perguntou.
— Não. Eu não posso. Nunca fiz. O Julio nunca nem tentou.
— Isso não é a mesma coisa que “não posso”.
— Parece apertado demais. Não é para isso.
— Uma bunda como a sua é exatamente para isso. Você anda por aí com toda essa carne tremendo e acha que homem só quer a frente?
— Eu acho que homem deveria ficar onde deve ficar.
— E mesmo assim você está de cara no colchão com o meu dedo dentro.
Nos meus pensamentos eu me perguntava como o pênis dele ia entrar no meu ânus. O dedo já parecia um aviso.
O pau dele tinha doído na minha mandíbula e esticado a minha buceta. A ideia da mesma grossura contra um buraco que nunca tinha levado nada deixou o meu estômago apertado de medo e de alguma coisa mais gulosa que o medo.
Ele foi até a calça que tinha chutado e voltou com vaselina. Foi nesse momento que eu entendi que ele já tinha planejado foder o meu ânus. Ele não tinha vindo para conversar.
Ele tinha vindo com a vaselina no bolso para tornar a última linha mais fácil de cruzar.
Eu só fiquei de bruços com a bunda grande para cima. Não me cobri. Deixei ele ver o meu cu, o jeito que as nádegas subiam e desciam com a minha respiração.
Ele passou a vaselina no meu cu com o dedo e falava enquanto fazia.
— Olha esse buraco. Pequeno. Rosa. Escondido no meio dessa gordura como se achasse que ninguém ia achar.
— Para de falar assim.
— Eu falo do jeito que eu quiser. Essa é a parte suja mais bonita de você. Um cuzinho apertado numa mulher que finge que só fode do jeito respeitável.
— Você está me fazendo parecer—
— O que você é. Uma puta com um cu virgem que está prestes a aprender para que serve. Isso te dá tesão quando eu falo. Suas costas te entregam.
Dava tesão. Quanto mais sujo ele falava, mais o meu quadril empurrava para trás nos dedos dele.
Ser descrita como um corpo com função, e não como esposa com rotina, tirou de mim alguma coisa que eu tinha segurado o dia inteiro.
Ele subiu em cima de mim, peito nas minhas costas, boca na minha orelha.
— Se segura aberta.
Eu abri as pernas bem e levei as duas mãos para trás, abrindo as nádegas. A posição me deixou exposta de um jeito que a cavalgada não tinha deixado. Eu estava apresentando o buraco. Eu sabia.
— Não vai entrar — eu disse. — Olha para você e olha para mim. Usa a minha buceta, por favor. Já está molhada. Já te recebeu.
— Uma mulher como você, com uma bunda dessas, tem que ser fodida no cu. É esse o ponto. É por isso que ela fica do jeito que fica.
— A diferença é absurda. Meu ânus é como um punho fechado que nunca aprendeu a abrir. Você está tentando enfiar um pulso grosso num anel feito para um dedo.
— Então o anel aprende.
— Duarte, eu estou falando sério. Não vai. Você vai me rasgar.
— Eu vou devagar. Você pediu isso quando me trouxe para este quarto.
Ele começou a empurrar. A cabeça pressionou, escorregou, pressionou de novo. Não entrou.
A resistência foi imediata e seca. Eu sentia o meu corpo recusando ele de um jeito que a minha boca só tinha recusado pela metade.
— Viu? Eu avisei. Tira. Coloca de volta na minha buceta, por favor, meu amor.
— Para de apertar as nádegas.
— Não estou fazendo de propósito.
— Está sim. Sua bunda está brigando porque você ainda quer continuar sendo a esposa na sua cabeça.
— Então me guia. Não enfia de qualquer jeito.
Ele guiou. O jeito que ele falou naquele momento mostrou que ele era um homem de cu, não um homem tentando anal porque a noite tinha escapado.
— Empurra para fora — ele disse. — Não para dentro. Para fora. Como se você estivesse tentando deixar alguma coisa sair. Isso abre. Não puxa para dentro. Não levanta o quadril. Peito no colchão, bunda para cima, e empurra contra mim, não para longe de mim.
— Isso parece errado.
— É o único jeito de um buraco tão apertado aguentar um pau tão grosso. Empurra para fora. Agora.
Eu fiz o que ele mandou. Gritei quando a cabeça finalmente entrou. O som era prazer e choque torcidos juntos.
— Não empurra o meu pau para fora — ele gritou. — Não faz isso, porra. Aguenta.
— Dói—
— Claro que dói. Seu ânus está tão apertado que está tentando estrangular a cabeça. Fica quieta.
— Eu não aguento. É demais.
— Aguenta sim. Não fecha. Não balança para frente. Solta o ar e mantém esse buraco aberto do jeito que eu falei.
Eu obedi como uma puta boa. Odiei o quanto a obediência foi fácil. Eu
me senti bem sendo tratada como objeto, porque objeto não precisava narrar um casamento para si mesmo. Objeto só precisava abrir.
Ele empurrou mais e o pau entrou inteiro. O que eu senti foi ser rasgada por dentro, não como poesia, como pressão. Parecia que as minhas entranhas tinham sido obrigadas a abrir um espaço que não existia. Cheia. Cheia demais.
Ele passou as mãos por baixo dos meus peitos e deitou nas minhas costas, o pau mais fundo no meu ânus e no reto porque o ângulo pegou o resto de mim. O peso dele me prendeu. A boca dele estava na raiz do meu cabelo.
Outra coisa aconteceu então: eu sentia o meu pulso no estiramento, e cada vez que ele respirava eu sentia isso dentro do buraco, como se até o pulmão dele estivesse me usando.
— Esse cu é a melhor coisa em você — ele disse. — Eu queria isso. Eu queria te foder no cu desde a primeira vez que você se curvou naquela cerca.
— Você entrou inteiro, Duarte, meu amor, aaahhhhh ooohhhhh.
— Eu sei. É por isso que você está tremendo.
— Fala comigo ou eu vou entrar em pânico.
— Você não vai entrar em pânico. Você vai aguentar. Puta casada de bunda gorda não tem o direito de entrar em pânico depois que o pau já entrou.
Ele começou a me foder forte. Minha bunda tremia toda vez que o quadril dele batia nela. A minha bunda gorda balançava. O som era molhado e pesado. A vaselina e o meu corpo faziam um ritmo sujo.
Ele saiu de cima das minhas costas e me puxou para um de quatro direito, eu curvada, rosto para a cabeceira, e enfiou no meu cu por trás como se tivesse achado a posição que realmente queria.
Num momento ele tirou. Eu peidei na hora. Não foi um som pequeno e educado. Foi um escape baixo, aberto e involuntário de ar de um buraco que tinha sido esticado em volta de alguma coisa grande demais e de repente esvaziado.
Eu peidei porque o músculo do meu cu tinha sido forçado a abrir e ainda não sabia fechar no comando. O ar tinha ficado preso atrás do pau dele. Quando ele saiu, o ar saiu.
Havia uma quantidade pequena da minha merda marrom-clara no pau dele. Não muita. O bastante para ver. O bastante para cheirar de leve por baixo da vaselina e do sexo.
Eu fiquei envergonhada. O rosto esquentou de um jeito diferente do tesão. Eu também sorri, porque a noite já tinha passado do ponto em que dignidade ainda servia para alguma coisa.
— É isso que você vai ganhar se continuar fodendo o meu cu — eu falei para ele. — Eu não planejei isso. Você abriu. É isso que vem junto.
— Você acha que isso vai me parar?
— Eu acho que você deveria olhar para o seu pau antes de decidir.
— Estou olhando. Continua sendo meu. Continua voltando para o seu cu gostoso.
Ele pegou a camisa do meu marido na cadeira e limpou o pau nela. A camisa que o Julio usava para jantar agora tinha vaselina e um rastro da minha merda. Depois o Duarte enfiou de novo aquele pau enorme no meu ânus.
Naquele segundo exato eu me senti uma vadia de verdade — não como um xingamento que eu estava experimentando, como um fato.
Eu estava na cama do meu casamento, bunda para cima, vendo o vizinho usar a roupa do meu marido para limpar um pau que acabara de sair do meu cu para enfiar de novo.
Ele puxou o meu cabelo, me fodeu e usou palavrão do jeito que alguns homens usam um apoio.
— Aguenta. Puta de cu apertado. Esse buraco é meu hoje. Não fecha. Nem pensa em fechar.
Eu gritei de prazer porque a dor tinha mudado de forma. Ainda estava lá.
Só tinha ganhado um pulso. Depois de quarenta e cinco minutos ele gozou no meu cu.
Eu senti o calor pousar fundo, mais grosso do que eu esperava, e caí de bruços de novo com ele nas minhas costas e o pau ainda fundo no meu ânus, latejando enquanto ele despejava o resto.
Ficamos assim, grudados, o meu cu enterrando o pau dele, segurando querendo ou não.
— Está sentindo? — ele sussurrou, ofegando no meu ouvido. — É tudo. Eu coloquei onde eu queria. Esperma pertence ao ânus de uma mulher, não à buceta.
— Eu estou sentindo. Não se mexe ainda.
— Seu cu ainda está ordenhando.
— Eu fiz você gozar aí dentro. Eu sei que fui eu.
Ele saiu de mim com um som molhado e pesado e rolou de lado. Eu continuei de bruços porque o meu buraco não se comportava mais como um buraco. Parecia aberto, mole, usado.
Quando ele deu um tapa nas minhas nádegas grandes com a palma, elas balançaram do jeito de sempre, lento e grosso, e o tapa em si arrancou outro peido de mim. Não foi fofo. Foi um escape longo e baixo de ar que eu não consegui prender. Peidei de novo, mais longo.
Virei a cabeça o bastante para olhar o pau dele. Estava pior do que da primeira vez que ele tinha tirado.
O pau dele estava riscado com a minha merda amarela, fina em alguns pontos, mais grossa em outros, e havia pedaços marrom-escuros grudados perto da base e debaixo da cabeça.
Parecia imundo na luz do abajur. Cheirava a cu, vaselina e o dentro do meu ânus.
Eu ri. Não deu para evitar. A risada saiu envergonhada e maldosa ao mesmo tempo.
— Olha o seu pau — eu disse. — Isso é o meu cocô. Amarelo e marrom-escuro. Isso é o que estava dentro de mim. Você queria tanto o cu que enfiou vaselina na calça, e agora está deitado na cama do meu marido com a minha merda em você.
— Você acha que eu não sabia que isso podia acontecer?
— Saber e estar usando são coisas diferentes. Eu avisei. Heheheheh.
— E mesmo assim você gozou nisso — ele disse. — Não reescreve a noite.
— Não estou reescrevendo. Estou te dizendo o que você está vendo. Aquele amarelo é meu. Aquele marrom mais escuro é meu. Você fodeu a merda para fora do meu cu no sentido mais literal e agora está em você.
Ele olhou para si mesmo e depois de volta para a minha bunda, que ainda estava um pouco aberta, ainda latejando, ainda soltando explosõezinhas de ar que eu não conseguia parar.
Ele estendeu a mão e eu segurei o pulso dele.
— Espera. Não põe essa mão de volta em mim até a gente resolver isso.
Peguei de novo a camisa do Julio. A mesma que ele já tinha usado uma vez.
O algodão já estava manchado. Enrolei em volta do pau do Duarte e limpei a minha merda dele devagar, com cuidado, do jeito que uma pessoa limpa alguma coisa que ela mesma fez e não quer muito assumir.
O amarelo saiu em manchas. O marrom mais escuro grudou e precisou de uma segunda passada.
— Isso é nojento, hahahahah — eu falei rindo, ainda limpando. — Isso é o meu cocô na camisa do meu marido no pau do meu vizinho. Essa frase deveria encerrar a noite.
— Eu amo isso — ele disse. — Até assim. Principalmente assim. Sua bunda gorda, seu buraco apertado, o jeito que você fala depois de já ter feito uma bagunça.
Quando eu terminei, a camisa estava arruinada de um jeito que lavanderia não ia explicar direito. Eu joguei a camisa fora.
A gente ficou deitado e se beijou. O beijo foi mais lento do que o primeiro na cozinha. Tinha tudo o que a gente tinha feito sentado atrás dele.
Depois daquela noite não foi só uma vez. Sempre que o Julio viajava, o Duarte vinha. Ele sempre fodia o meu cu.
Ele amava isso. Amava o tamanho da minha bunda em volta dele, o jeito que eu ainda falava que a gente não deveria, o jeito que eu ainda abria mesmo assim, e o jeito que a casa ficava quieta depois, só com o som de eu tentando fazer o meu corpo voltar a pertencer ao meu casamento de novo antes de amanhecer.





Puta gorda gostosa e casada quero t coner
Esse Duarte tem maís sorte que o Júlio,uma bunda grande assim tem que ser comida com força! Votado e aguardando maís
😊
Mal chegamos no colchão. As roupas saíram rápido porque esperar parecia burro depois que a gente passou da porta. A camisa dele, o meu vestido, a calcinha que já era uma faixa molhada no meio das minhas nádegas Votado Tem rabão gostoso que vizinho sortudo Deixa eu ser seu vizinho também