Fui convidado pelo meu amigo Eduardo para ir a uma grande festa na cidade dele, onde moram cerca de 15 mil pessoas. Ele me disse que haveria vários shows, muita bebida e mulheres do interior (que são bem fogosas). Viajei na sexta com meu carro, 50 km até lá, e fui para a casa do meu amigo, que mora com a namorada, Patrícia. Revê-los foi incrível; Patrícia sempre fez bem ao Edu e eu admiro o relacionamento deles. Conversamos sobre tudo, colocamos as histórias em dia e falamos sobre a festa que seria no sábado. Todos estavam animados para dançar, beber e se divertir. Após a nossa conversa, ajeitamos o jantar e fomos dormir.
Acordei de manhã excitado com a expectativa de encontrar uma mulher e ter uma noite de putaria. Festas no interior são ótimas, principalmente quando não se é da cidade. Parece que as garotas ficam mais soltas quando sabem que você é de fora, talvez porque podem colocar para fora muitas vontades que, se fizessem com alguém da região, poderiam manchar sua reputação numa cidade pequena.
A casa do Edu tem apenas um banheiro, então fomos tomar banho um de cada vez. Patrícia foi a primeira, já que levaria mais tempo para se arrumar, depois foi o Edu e, por último, eu. Logo que saí do banho precisei passar pela porta do quarto dos meus amigos, que estava com uma fresta aberta. Minha intenção não era espiar, mas quando olhei pela porta vi Patrícia. Ali congelei, ela usava apenas uma lingerie branca e meio transparente, um conjunto completo que realçava as curvas do lindo corpo. Fiquei excitado na hora, admirando como era sexy. Patrícia colocou as mãos na cintura e perguntou para o Edu, sentado na cama: “Amor, como ficou?” Ele respondeu dando um baita beijo no pescoço e tocando sua buceta por cima da calcinha. Ela gemeu manhosa e acabou olhando de relance para a porta, me vendo. Mas não demonstrou nada. Meu coração acelerou e eu saí para o meu quarto, culpado e aliviado por ela não ter se assustado, já que um susto chamaria a atenção do Edu e seria difícil arrumar uma desculpa sem levantar suspeitas.
Me arrumei sentindo culpa e excitação pela situação. Não poderia trair a confiança do Edu e resolvi que esquecer o que vi seria melhor. Saí do quarto e fui para a sala, agindo como se nada tivesse acontecido, os dois saíram do quarto e não demonstraram uma reação anormal. Fiquei aliviado e isso fez meu coração ficar mais leve. Fomos em carros separados, já que eu poderia ter a chance de ficar com alguém. Estacionamos a uns 300m da Praça Central da cidade, onde montaram o palco. Era por volta das 21h, os shows haviam começado às 18h. Estava lotado não só pelas pessoas da cidade como também por moradores de cidades vizinhas, todos com copão na mão, dançando, rindo e casais indo para lugares mais reservados.
Peguei meu copo de energético com vodka e fui procurar uma moça para dançar e curtir o show. Lá pela meia-noite já havia bebido bastante, meus pés começaram a ficar doloridos e meu corpo estava com cheiro de outras mulheres. Não existe coisa melhor que dançar com a virilha roçando na de uma mulher e ela falando coisas no seu ouvido. Encontrei meus amigos e eles estavam conversando com conhecidos da cidade. Nesse grupinho de cinco pessoas, uma garota chamou minha atenção: Amanda. Era linda, tinha um ar feminino e um sotaque gostoso de interior que me deixou com mais tesão. Edu me apresentou a todos e fui o mais simpático possível. Cumprimentei Amanda com um beijo na bochecha e rocei os dedos na cintura dela, como se estivesse segurando e soltando. Ela me deu um sorrisinho de canto de boca e um olhar que me atiçou. Ali tive o sinal de que minha noite seria incrível. Continuamos conversando por um tempo e a chamei para dançar.
Ela me fez várias perguntas para o rapaz da capital(assim que ela me chamava) e eu respondia com um sorriso fácil na boca, dançamos colados um no outro, eu a elogiava e ela um pouco envergonhada. Fui ganhando espaço, um beijo no pescoço, um sorriso, um comentário atrevido e ela respondia abrindo mais o sorriso. Suas mãos passavam no meu abdômen, uma mão foi para região da minha virilha e voltava para me provocar, então agarrei seu corpo e dei um beijo demorado em sua boca, ela me olhava com desejo e se esfregava em meu pau e gemia só pra mim. Eu queria estar sozinho com ela e pedi para sairmos do fervo.
Amanda e eu fomos para um local afastado da muvuca. Encostei-me em um muro, puxei-a pela cintura e nos beijamos com fome. Suas mãos passeavam pelos meus braços e pelo meu cabelo. Eu a beijava, parava e olhava nos olhos dela, voltava a beijar. Minha boca percorreu seu pescoço e seu perfume me excitava ainda mais. Minha mão desceu da cintura até a bunda, onde dei uma pegada forte, a ponto de ela soltar um gemido de dor e prazer. A outra mão foi para dentro da calcinha, senti sua buceta pegando fogo, mas ela puxou minha mão e disse: “No meio da rua não, mesmo aqui tem pessoas por perto”. Respondi: “Então vamos para um lugar mais privado”. Ela topou e fomos para o meu carro.
Sentei no banco do motorista, ela entrou pelo passageiro e voltamos a nos beijar. Não havia ninguém por perto e as janelas do meu carro são todas escuras, ninguém podia nos ver do lado de fora. O tempo foi passando e a cada beijo meu desejo aumentava, queria sentir ela toda nua contra meu corpo. Tirei minha camisa, ela mordeu meus mamilos e os chupou. Tirei meus tênis e abaixei a calça, ficando apenas de cueca. Inclinei o banco e pedi para ela me chupar. Sua boca veio com fome, mordeu meu pau por cima da cueca e ficou babando até o tecido ficar molhado. Eu gemia e passava a mão em sua bunda, levantando o vestido. Molhei os dedos e levei-os até sua buceta, brincando com o clitóris. Ela gemia com meu pau na boca, estava encharcada, meus dedos deslizavam facilmente e eu provava seu melzinho. Enquanto a masturbava, ela engolia tudo e gemia mais a cada xingamento que eu dizia.
Tirei seu vestido e fomos para o banco de trás. Ela estava apenas de calcinha. Deitei sobre ela, roçando meu pau na sua buceta num vai e vem gostoso. Ela pedia “vai, mete”, e eu disse não, levantando o tronco, tirando sua calcinha e a chupei. Ela gemia alto, seu corpo tremia, suas mãos seguravam minha cabeça enquanto rebolava. Depois de alguns minutos, ela gozou na minha boca. Aproveitei e voltei a beijá-la, mordi seus seios. Ela pediu para que eu metesse e, fui colocando devagar, aproveitando cada sensação da sua buceta pegando fogo.
Nossos gemidos ficaram mais altos. Ela me agarrava, cravava as unhas em mim e prendia as pernas na minha cintura. Coloquei ela de quatro e comi puxando seu cabelo, batendo em sua bunda e provoquei dizendo que comeria o cuzinho dela, fomos ao delírio. Coloquei ela pra sentar, descia e subia no meu pau melado, gozou novamente, mordendo meu pescoço e chegou minha vez. Falei que iria gozar e pedi para que saísse de cima, ela disse que não, queria sentir tudo dentro dela e isso me deixou louco de tesão. Meu gozo foi intenso, ela me mordia e movimentava a cintura com força, tirando cada gota de mim enquanto meus dedos estavam cravados na sua bunda. Ficamos suados, cansados, mas ainda trocamos carícias e risadas. Depois, nos vestimos e eu a levei até sua casa. Nos despedimos e trocamos números de WhatsApp.
Olhando o celular vejo a mensagem do Edu dizendo que foram pra casa e que o portão e a porta estariam destrancados. Chegando à casa do Edu, deixei o carro para fora, já que a cidade era tranquila. Entrei com os tênis na mão para não fazer barulho, pois achei que estavam dormindo. Ao passar pelo quarto deles, percebi a porta levemente aberta e ouvi sons. Espiei e vi Patrícia cavalgando em Eduardo. Não podia ver seus rostos, apenas a parte inferior dos corpos. Assistir eles me excitou e comecei a me masturbar em silêncio para não ser percebido. Ver Patrícia cavalgar e rebolar daquele jeito me deixou duro como pedra. A situação proibida aumentava meu tesão e acabei gozando colocando uma mão na frente do pau para não sujar nada. Depois, fui para meu quarto, ainda com a imagem deles na minha mente, e dormi.

