Fui corno, e dei para meu cunhado, I gave it to my brother-in-law.
Eu sou o Havis, trinta anos, um metro e setenta e três, setenta quilos, cabelo enrolado na altura dos ombros e um corpo que ainda está aprendendo a se adaptar à academia. Morava com o Miguel há três anos. Ele, trinta e três, um metro e setenta, pele morena caramelo, corpo definido de quem treina de verdade. Técnico de enfermagem e cursando faculdade. Eu, corretor de imóveis. Naquele dia eu tinha seis casas para mostrar. Duas visitas cancelaram de última hora. Fiquei puto pra caralho. Precisava vender. Peguei a chave do carro e fui pra casa mais cedo do que o normal. Estacionei, passei na portaria. O porteiro ficou nervoso pra caralho quando me viu, ficou me enrolando, disse que tinha uma encomenda mas que não estava encontrando, ao mesmo tempo tentando falar no interfone. Falei que pegava a encomenda depois e subi. Abri a porta. Ninguém na sala. Fui em direção ao quarto. Ouvi um gemido baixo, abafado. Avancei devagar. A porta estava entreaberta. Miguel estava fodendo um rapaz que parecia ter uns vinte anos. Na nossa cama. O moleque de quatro, mordendo meu travesseiro, gemendo e pedindo: — Mais rápido… porra, mete mais rápido… Miguel segurava a cintura dele com as duas mãos e enfiava com força. O som molhado de pele batendo em pele ecoava no quarto. Eu fiquei ali, parado, olhando. O filho da puta. O moleque gemia, mordia o travesseiro e pedia mais. Miguel metia sem dó, o corpo suado brilhando na luz que entrava pela fresta da cortina. Voltei em silêncio, sentei no sofá e esperei a putaria acabar. Quando acabou, quem saiu primeiro foi o rapaz. Ainda colocando a blusa, o cabelo bagunçado, o cheiro de sexo grudado na pele. Deu de cara comigo sentado no sofá. Travou no meio do corredor. Olhei pra ele e falei bem calmo: — Eu espero não ser necessário te pôr pra fora da minha casa. Ele saiu na hora. Antes deixou uma chave em cima da mesa. Logo depois veio o Miguel. Quando me viu, a cor sumiu do rosto. Já veio soltando desculpas, a voz embaraçada, as mãos tremendo. Eu só falei: — Pega tudo que é seu e some. Ele tentou falar. Eu cortei: — Meia hora é o que você tem para sumir da minha frente. Depois disso você não entra mais aqui. Levantei e fui para a cozinha passar um café calmo e sereno. Ele arrumou as coisas em silêncio. Antes de sair ainda tentou falar de novo. Cortei. Ele falou que ia me dar esse tempo para eu pensar e saiu. Chamei um chaveiro, mandei trocar a fechadura e proibi a entrada dele no prédio. Três dias depois a Marta, mãe dele, me ligou. Ela é um amor. Conversamos. Falou que ele tava arrependido e muito triste. Miguel também me ligava e mandava mensagem. Eu não atendia e não respondia. Passaram umas três semanas. Eu tava num bar bebendo com alguns amigos quando encontrei o Diego, irmão do Miguel. Vinte e sete anos. Veio na minha direção, me deu um abraço apertado e falou que tava muito triste com a separação. Perguntou o motivo, porque o Miguel não tinha falado nada. Pedi desculpa e falei que não queria falar. Ele entendeu. Sentamos numa mesa e ficamos conversando e bebendo. Diego foi se soltando aos poucos. Puxou a cadeira pra mais perto. De vez em quando a mão dele pousava na minha coxa, quente, e ficava ali um segundo a mais do que o necessário. O clima foi esquentando. Ele não parava de beber e foi ficando cada vez mais bêbado, a ponto de quase não conseguir ficar em pé. Perguntei como ele ia pra casa. Respondeu que tinha ido de carro, mas que ia chamar um Uber. Como o bar era perto de casa, perguntou se podia dormir na minha casa. Deixei. Fomos. Chegando, ele ficou no sofá. Fui buscar roupa de cama. Quando voltei, falei pra ele ligar pra mãe e dizer que não voltaria pra casa, mas que não falasse que tava na minha casa pra não gerar conversa. Ele ligou e falou que ia dormir na casa de um amigo. Ficamos conversando sentados no sofá. A luz da sala era baixa. Ele pôs a mão de novo na minha coxa, alisando devagar com a ponta dos dedos. Eu percebi o pau dele endurecendo por baixo da calça. Ele falou umas putarias baixas, a voz já rouca. Do nada ele fala que tinha muita inveja do Miguel. Eu perguntei o porquê e ele não quis dizer. Isso com a mão ainda na minha coxa, mas agora apertando. Ele fala: — Sei lá… mas toda vez que eu via você e ele juntos me batia um maior tesão. O pau endurecia na hora. Confesso que fiquei sem jeito. O coração acelerou. — Eu não sabia que você gostasse de homens — eu disse. Ele se virou de frente pra mim, olhos nos olhos, foi se aproximando e me deu um beijo quente, gostoso, bem demorado. A boca dele tinha gosto de cerveja e desejo. Eu ainda tentei lutar um pouco contra o que tava acontecendo — a culpa, o absurdo da situação —, mas o tesão falou mais alto. A mão dele desceu e apertou meu pau por cima da calça. Depois pegou a minha mão e pôs no dele. Estava duro, grosso, latejando. Ele se levantou, tirou a calça e a cueca de uma vez só. O pau saltou pra fora. Lindo. Uns vinte centímetros, bem grosso, a cabeça já brilhando de pré-porra. Segurou na minha cabeça com as duas mãos e me pôs pra mamar. Enfiava com força na minha garganta até as lágrimas descerem pelos cantos dos olhos. Enquanto eu mamava, ele olhava pra baixo, ofegante, a voz baixa e embargada: — Porra… eu já sonhei com isso tantas vezes… toda vez que te via eu ficava de pau duro… Eu chupava, engasgava, babava. A saliva escorria pelo queixo e pingava na minha camisa. Ele segurava meu cabelo enrolado com força e metia mais fundo, o pau pulsando na minha língua. Depois tentou no sofá. Eu fiquei de joelhos no chão, chupando o pau dele até as bolas, lambendo o saco quente e pesado. Ele se levantou de novo, tirou minha roupa com pressa, me pôs deitado no sofá e a gente se encaixou num 69. Eu tava louco. Meu pau babava, escorria pré-porra quente. A gente chupava um ao outro com vontade, gemendo, lambendo, chupando as bolas, o cheiro de pele e tesão enchendo o ar. Depois ele me pôs de joelhos no sofá, mandou eu empinar a bunda e caiu de boca no meu cu. Parecia que tava saboreando algo que esperava há muito tempo. A língua quente e úmida passeava, ele arreganhava meu cu com as mãos, abrindo as bandas da bunda e enfiava a língua fundo, lambendo, chupando, gemendo contra a pele. Eu gemia feito uma cadela, a testa apoiada no encosto do sofá, o corpo inteiro tremendo. Ele deu uma cuspida direta no meu cu, depois outra na mão, passou no pau grosso e encostou a cabeça. Foi enfiando bem devagar, centímetro por centímetro, até entrar tudo. Eu empinado, ele dentro do meu cu, o calor dele se espalhando por dentro. Me agarrou pela cintura e começou com força. O som molhado de pele batendo em pele voltou, mais alto agora. Eu gemia alto, pedindo mais. Enquanto fodia meu cu ele começou a punhetar meu pau com a mão livre e me beijava ao mesmo tempo, a língua invadindo minha boca. — Porra… que cu gostoso… aperta… aperta mais… Depois ele tirou o pau, deitou no sofá de lado. Eu deitei também de lado. Ele levantou minha perna e enfiou de uma vez. As estocadas eram profundas, gostosas, o pau grosso abrindo caminho. Ele gemia junto comigo, falando o quanto meu cu era apertado e quente. Me beijava e continuava fodendo, a mão apertando minha coxa. Até ele falar, a voz falhando: — Vou gozar… Eu tava me segurando há minutos. Ele encheu meu cu. O pau pulsava forte e jorrava leite quente enquanto ele ainda me beijava, o corpo travando contra o meu. Eu gozei sem colocar a mão no pau, a porra escorrendo no sofá, o corpo inteiro se contraindo ao redor dele. Ele ainda gemia ofegante, tirou o pau do meu cu. O leite escorreu imediatamente, quente e viscoso pelo meu cu. Ele passou a mão no meu cu, enfiou dois dedos e depois enfiou na minha boca. O gosto salgado e amargo da porra dele. Depois me levantou, me pôs na posição de frango assado e caiu de boca no meu cu de novo, agora pra lamber a própria porra, olhando direto nos meus olhos e dizendo, a voz rouca: — Eu quero mais… Ficamos ali um tempo, suados, respirando pesado. O sofá tava uma bagunça de saliva e porra. Eu sentia o leite escorrendo devagar pela coxa interna. Diego passou a mão nas minhas costas, devagar, sem pressa, como se ainda não acreditasse no que tinha acabado de fazer. Beijou meu ombro, depois meu pescoço, o hálito quente contra a pele. — Porra… — murmurou, voz rouca. — Eu não sei o que deu em mim. Eu não respondi logo. Só virei o rosto e beijei a boca dele de novo, mais lento dessa vez. O beijo saiu bagunçado, com gosto de porra e saliva. A mão dele desceu e segurou meu pau ainda semi-duro, apertando de leve. — Tá doendo? — perguntou, tocando meu cu com os dedos, suaves. — Um pouco — respondi. — Mas tá bom. Ele riu baixo, sem graça, e se levantou. Estendeu a mão. Eu peguei. Fomos pro banheiro sem falar quase nada. O chuveiro quente caiu em cima dos dois. Ele me ensoabou as costas, passou a mão na minha bunda com cuidado, lavou o resto da porra que ainda escorria. Eu fiz o mesmo nele. O pau dele ainda tava meio inchado, pesado. Em algum momento a gente se beijou de novo debaixo da água, sem pressa, só se tocando, a pele escorregadia de sabão. Quando saímos, peguei duas toalhas. Ele vestiu só a cueca, eu também. Fui na cozinha, esquentei o que tinha na geladeira — arroz e um pedaço de frango que sobrou. Comemos em silêncio no balcão, ainda meio zonzo, as pernas se tocando de vez em quando. — Você vai me odiar amanhã? — ele perguntou de repente, sem olhar pra mim. — Não sei — respondi honestamente. — Mas agora eu não quero que você vá embora. Quando terminamos de comer, eu apaguei as luzes da sala e fomos pro quarto. A cama era a mesma que o Miguel tinha usado com o outro. Diego deitou primeiro. Eu deitei do lado. Por um tempo só ficamos ali, de lado, um olhando pro outro no escuro. Depois a mão dele veio pro meu peito, desceu devagar até o pau. Eu fiz o mesmo. Sem pressa. Sem aquela urgência de antes. Ele me beijou no pescoço, mordeu de leve, e eu abri a perna. Ele se encaixou entre elas, esfregou o pau no meu, depois desceu a mão e guiou até o meu cu ainda meio aberto e sensível. Enfiou devagar. Dessa vez não teve cuspe, não teve força. Só o corpo quente dele entrando, o gemido baixo no meu ouvido, a mão dele segurando a minha. — Assim… — eu falei. — Devagar. Ele obedeceu. Metia curto, fundo, sem pressa. Me beijava o ombro, o pescoço, a boca quando conseguia alcançar. Eu sentia o pau dele latejando dentro, mas ele não acelerava. Só ficava ali, se movendo, me tocando, me chupando a orelha. Quando ele gozou de novo, foi quieto. Só um gemido longo, o corpo travando em cima do meu, o pau pulsando fundo. Eu gozei logo depois, com a mão dele me punhetando devagar. A porra escorreu entre os dois, quente. Ele não tirou o pau na hora. Ficou dentro, respirando pesado contra meu pescoço. Eu passei a mão nas costas dele, suadas. Depois de um tempo ele saiu. A gente se ajeitou de lado, ele atrás de mim, o braço por cima do meu peito. O pau ainda semi-duro encostado na minha bunda. — Eu não vou falar nada pra ninguém — ele murmurou. Ficamos quietos. O cansaço bateu. Eu sentia o corpo doendo de um jeito bom, o cu ainda sensível, o cheiro de sexo no quarto. Diego beijou minha nuca uma última vez e em poucos minutos o respirar dele ficou pesado. Dormiu. Eu fiquei acordado mais um pouco, olhando pro escuro, a mão dele ainda em cima do meu peito. Não sabia o que ia acontecer amanhã. Mas naquela hora, com o irmão do meu ex dormindo colado nas minhas costas e a porra dele ainda escorrendo devagar, eu não quis pensar em nada. Só fechei o olho e deixei o cansaço me levar.
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