Me chamo Leandro, tenho 1,75 de altura, moreno, tatuado. Numa sexta-feira à noite, meu tio ligou pra minha mãe, convidando pra festa junina que ele iria fazer. Minha mãe, por estar um pouco doente, não conseguiu ir; pediu para que eu fosse representar ela. Já era 3 horas, todos já tinham ido embora. Ficou apenas um amigo dele, casado, que se chamava Luan, que devia ter uns 40 anos, um negro alto, com pinta de PM. Meu tio falou pro amigo assim: — Você sabia que meu filho já comeu o cu dele? O Leandro ficou espantado e riu. Meu tio falou assim: — Fica aí bebendo que vou ali colocar ele pra mamar. O cara não levou a sério, pensou que fosse brincando. Meu tio me levou pra sala, sentou no sofá, colocou o pau pra fora, pau que devia ter uns 17 cm, cabeça vermelha, mandou eu chupar. Eu comecei passar a língua na cabeça, depois ir lambendo até as bolas. Depois voltei pra cabeça e comecei engolir a piroca dele toda. Ele começou fuder minha boca, enfia tudo, eu babando muito. Voltei chupar as bolas dele. Nisso, ele se abriu todo. Não perdi tempo e enfiei a língua no cu dele. Ele deu um gemida e ficou todo mole. Eu comecei enfiar a língua no cu dele e bater um punheta pra ele. Quando o amigo dele abriu a porta, viu ele todo aberto no sofá, tomando várias linguadas no cu. O cara já chegou colocando a piroca preta pra fora, uma piroca pesada, uns 20 cm, grossa, cabeça roxa, bater com ela na minha cara. Eu comecei chupar. Ele fez meu tio chupar também. Ficou nos dois mamando a piroca do Leandro. O Leandro dominou a foda, colocou nos dois de 4, ficou chupando nosso cu, dava tapa na nossa bunda, dizendo que iria fuder nos dois. Eu já estava com tesão a mil só de imaginar ver meu tio tomando no cu também. Quando ele pegou o pouco de creme, passou no meu cu, começou tentar penetrar. Eu tentei fugir, mas já era tarde. A cabeça entrou me partindo no meio. Eu dei um grito, perdi as forças na hora, só pedia pelo amor de Deus pra ele não meter o resto. Parecia um tronco de árvore entrando no meu cu. Ele foi enfiando cm por cm. Eu, sem força, só querendo que acabasse logo. Quando ele começou bomba, eu chorava de dor. Meu cu estava pegando fogo, eu sentindo minha pregas arrebentar, doido pra acabar. Quando ele saiu de cima de mim, veio meu tio. Nossa, que alívio! A piroca dele, bem menor, estava entrando e não estava me machucando. Troquei a posição e comecei a sentar com vontade, e o Leandro começou colocar eu pra mamar. Eu com pau no cu, que me dava tesão, e um na boca, me sentindo realizado. Foi quando o Leandro mandou eu sentar nele. Mesmo eu já arrombado, eu estava com dificuldade. Comecei a sentar pra ver se ele gozava. Nada dele jogar o leite no meu cu. Eu quicando, rebolando, sentindo meu cu todo esfolado, e o cara não gozava de jeito nenhum. Ele me colocou de frango assado e começou: dá só porradão com a piroca no meu cu. Além de arrombado, eu estava assado, sangrando, não aguentava mais. Foi quando ele gozou dentro de mim. Sentir aquela piroca inchada dentro do meu cu foi doloroso, mas me senti com sensação de missão cumprida. Só que o pau dele não ficou mole. Foi quando ele olhou pro meu tio e falou: — Agora é sua vez. Deixa pro próximo conto...
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