Inicio _ Parte 3 ( A confirmacao do chifre)


Após a noite do reveillon acordei com uma ressaca moral da forma como tudo ocorreu.

Mais do que me sentir corno, não me sentia homem e se era pra me sentir assim porque não agir de outra forma?

É a resposta era clara...

É porque resolvi acreditar que não era corno, resolvi acreditar em mim mesmo

E esqueci que outros também tem seus méritos,  e que as vezes, para ser corno nem precisa tanto de mérito... Basta a oportunidade certa e o tempo necessário

Quando sair de casa com Luana era 22:30 , e toda a situação da dança até os fogos não tinham passados nem sequer 30minutos direito

Acreditar que minha namorada, sempre tão apaixonada , discreta e exigente , se deixaria envolver por um cara de 18 anos em pouco minutos,  a ponto de dilacerar a  calcinha dela não fazia sentido

Luana ainda estava ao meu lado dormindo quando resolvi levantar. Semi coberta,  sem o vestido, só de calcinha.

Deitada de bruços e com o bumbum pra cima. Uma delícia.

Estranhamente lembro que caminhei até o guarda roupa, procurei n fazer barulho,  e ao abrir a gaveta das calcinha delas tentei rasgar uma delas

Rasgar para saber se conseguiria, e mesmo sendo uma tanguinha,  não rasgava.  Aoenas alargava

Me senti miserável por não conseguir rasgar uma calcinha.

Sair do quarto, resolvi acordar e viver a vida

Era janeiro, nem eu e ela, teríamos aula, não existia nada que nos obrigasse a sair de casa.

É assim, os 3 primeiros dias do ano se passaram.

Luana, apesar daquela conversa tão ácida e provocativa, agia amorosamente, sem despertar nenhuma suspeita

A única coisa que mudou é que estávamos fazendo menos sexo, deixamos de agir como coelhos , após aquele incidente. Mas a verdade é que era o 4 dia do ano, e nem essa minha percepção sobre isso, era nada relevante . Talvez fosse apenas imaginação

Em casa, durante aqueles dias, fizemos o que sempre fazíamos. Series , filmes , e apesar de não ser fanáticos por jogos também joguei counter strike

E foi durante uma destas partidas de conter strike que teríamos a nossa primeira reviravolta.

Não sei quanto tempo estive envolvido com o jogo, mas a verdade é que quando dei por mim, já havia passado o dia, e tinha interagido pouco com ela

Quando levantei   , fui atrás dela e não a encontrei de imediato . Foi quando escutei o bater de portas na cozinha. Foi até o local ,ela não estava lá,  mas vi que o saco de lixo não estava no cesto

Jogar o lixo fora, era uma das poucas coisa da casa que eram de fato minha obrigação . As outras nos dividiamos, mas ainda assim, não era incomum

Pensei o óbvio,  Luana pegou o lixo e foi colocar para recolhimento,  vou esperar retornar.

É quando me dirigia para o interior da casa, do segundo andar, escutei risinhos. E quando olhei pela fresta da cortina vi Luana com o saco de lixo

Mas nao apenas isso, ela estava conversando com o Robson com um certa intimidade, seja pelo riso fácil e até meio alto para o tom dela, e ela estava meio arrumadinha para quem estava jogando o lixo fora.

Na verdade não arrumadinha, mas shortinho agarradinho pra ir na rua, ela jamais usaria, mas desta vez estava usando um braqlnquino de lycra

Em determinado momento, ambos sacaram o celular rapidamente,  como se estivessem trocando contatos. Tudo muito rápido

Não tinha como escutar nada de onde estava, mas o cara pegou o saco da mão dela, e juntamente com ela caminharam até o lugar onde era o descarte.


Todo o trajeto se faz rápido, 3 minutos pra ir e voltar. Ela voltou em 10

Resolvi que ficaria sentado no sofá da sala sentado aguardando ela retornar. E perguntaria o que ela estava fazendo na rua de shortinho

Quando ela retornou , ela resmungou um " cansou de jogar"

Ela veio sorridente e saltitante pro meu lado, mas antes que ela desse inicio aos seus carinhos, perguntei o que fazia na rua de shortinho

E Luana respondeu o óbvio  " jogar o lixo"

Era claro que não diria nada além do necessário. Mas antes que desse por encerrado o assunto perguntei porque estava rindo com o Robson na porta de casa.

Ela não demorou pra responder,  disse que o cumprimentou educadamente e que ele se ofereceu a levar o lixo com ela

Trocou contato com ele no celular?

Luana sabia que não me contentaria com qualquer resposta simples, fosse sim ou não, e fez o que estava habituada, entregou o celular na minha mão

E complementou " enquanto faz esse papel de corno desconfiado que resolveu assumir desde o reveillon por causa de um vizinho gatinho, que tal também agir como homem"

É o que seria agir como homem pra ti agora?

Luana ... ",olhe o celular,  mas enquanto isso,  come meu cu com sua piroquinha"

Luana só baixou o shortinho branco de lycra dela, e revelou aquelas calcinhas que amo ver nela.

Virou de costas para mim, e o ritual de chupar o cuzinho e depois meter nem foi necessário. Ela só sentou, Estava molhadinha, e o mel que sais dela, serviu para lubrificar atrás .


Idiotamente perguntei porque está molhada assim?

É escutei uma resposta semelhante a do reveillon.

"Porque aquele gatinho da frente me deixa inspirada

É isso q vc quer escutar?

A 4 dias, vc n me come e sua namorada, tá querendo dar o cu pro macho dela, e ainda tá com essas perguntas?"

É antes que respondesse, com calcinha de lado ela sentou no meu pau. E o cuzinho dela tava quente.
E assim cavalgou e rebolou, com intensidade e vontade. 

Luana sempre foi intensa no sexo, mas está diferente,  ela sempre foi muito mais de gemer do que de falar. E quando falava era para dizer coisas como "gostoso", ",continua", mas desta vez ela dizia apertando os próprios seios...

"Tou querendo e mete com força "

Mas o "mete mais" devido à minha cisma com o tamanho do meu penis ela não dizia, é adicionou ao vocabulário   o "tou querendo pau"

Ela estava descontrolada, sentava com força, querendo macho, pedindo macho, e eu com medo que com essas quicadas ,escapulisse e quebrasse minha "piroquinha"

Tive de segurar ela pela cintura, e não conseguir mecher no celular

Se foi uma tática para me impedir de olhar o celular,  ela foi um genio ,e eu um corno

Independe disso, a forma como ela transou, pedindo mais, dizendo que queria pau, era obvio que ela não estava dando pra mim

Talvez, pela segunda vez, ela transava  comigo pensando em Robson.

E de novo em poucos minutos, seja os 30 minutos do reveillon ou até mesmos esses míseros 12 minutos para deixar o lixo fazem com que me sinta um corno

Transando daquela forma, no sofá,  calcinha de lado e com Luana pedindo para meter mais aguentei 10 minutos. Claro que não foi o suficiente para ela,  e fomos terminar isso no chuveiro

Enquanto a água caia sobre nos, estava ajoelhado ,chupando minha patricinha é para dar tempo de dar mais algumas bombadas

E mesmo enquanto a chupava, ela estava diferente, pois ao invés da tradicional curtida. Ela segurava minha cabeça e esfregava minha cara e dizia "chupa cachorro , coloca o dedo no meu bumbum"


É assim se transcorreu toda essa transa.

Resultado?  Ela me deixou cansado,  me fez esquecer o celular, saiu primeiro do banheiro.

É teve tempo de apagar qualquer prova que ali existisse, se fez... Somente saberia no futuro

Quando sair do chuveiro, o celular continuava no mesmo lugar, canto e posição

Se Luana queria mentir, ela caprichava nos detalhes, e de fato , tava merecendo ser corno

Olhei o celular e nada....

Mas eu sei o que vi

A verdade é que estava na hora de decidir esse jogo de vez.  Estava passando da hora de ser tão complacente e usar a cabeça não somente pra criar fantasias de corno é descobrir a verdade.


É como já havia dito na parte 1 e 2, desta longa história, falei sobre o fato de tanto eu como ela, mesmo jovens, sermos estabelecidos financeiramente.  E o que nos permite, apenas estudar e outras particularidades de nossa idade.

É morar neste condomínio fechado, muito mais do que escolha, foi uma opção pela segurança

É todo condomínio fechado tem seu sistema de câmera geral e o próprio da casa. Mas cabe ao morador cuidar das câmeras externas da casa

É a verdade é que fui relapso, mas naquela noite de 5 de janeiro de 2026, ao menos a parte externa da casa estava  pronta pra ser monitorada

Já as câmeras internas da casa, resolvi que usaria os 3 desktops que tinham na casa , um no nosso quarto, outro na sala e talvez o mais inútil no escritório

Todos agora pareceriam estar desligados, mas estavam transmitindo som e imagem .

E algumas câmeras pequenas, sem a qualidade das externa ou dos desktop, cuidariam da saída da cozinha,  interior da garagem e alguns outros locais menos frequentados da casa

Se estava sendo corno, precisava ter a certeza, e não ficar sendo só sujeito passivo dessa história


Fiz toda essa aparelhagem funcionar em 2 dias. Luana não desconfiou de nada e também sempre foi alheia a essas tecnologias

Se estava sendo corno por confiar demais, ela seria descoberta também por cometer o mesmo erro do excesso de confiança

Poderia ter até colocado App espião no celular, mas não quis. Achei muito coisa de corno

Enfim, estava tudo armado para um grande flagra ou não

É assim seguimos a vida...

Nunca mais Luana descartou  o lixo ou saiu de shortinho pra rua. Nenhuma anormalidsde, e já tinha me habituado com o sexo do "mete mais e quero pau "

Assim passou janeiro e fevereiro   , em breve chegaria Marco. Luana retornaria a faculdade e eu já na epoca de iniciar TCC

Não queria esperar até o início das aulas para ver se algo ocorria, por isso planejei, uma ausência de 2 dias na reta final de fevereiro, sob a desculpa de fazer um favor para meus pais no sítio

Luana se ofereceu a me acompanhar, dizendo que não queria ficar só, mas mudei sua forma de pensar

E quando estive fora de casa, durante estes 2 dias  , a observar tudo....

Nada, nem o lixo foi jogado fora


E assim, pouco a pouco, fui me convencido que não era corno e tudo era apenas fantasias da minha cabeça

E meu namoro com Luana estava voando novamente, mas isso mudaria em abril, na Páscoa

Outra data de festa, mas desta vez, sem grandes alardes. Eu e ela estávamos nos arrumando para ir para casa dos pais dela, e resolvi fazer isso depois dela

Resultado, ela estava pronta primeiro, mas como não sou de demorar fui tomar meu banho.  A Roupa estava escolhida.

30 ou 40 minutos? N sei, mas quando chamei por Luana para avisar  que estava pronto, não obtive resposta.

Neste tempo, uma notificação chata no cel tocava, era de uma das câmeras, as quais nunca desliguei, indicava movimento no quarto da vazio da empregada.

Olhei, e ao ver, ali estava a priva definitiva do meu corno

Luana ajoelhada, mamando o Robson, que de pé curtia a acariava o cabelo dela

Era ao vivo, era uma questão de descer, e dar o flagra. Fiquei com frio na barriga e de pau duro

E ele era de fato pauzudo, com as duas mãos no pau dele ainda sobrava a cabeça da rola pra ela engolir

Diferente do meu que cabe em uma mão dela

Durante uns segundos, coloquei a mão no meu pau e me punhetei, menos de um minuto.  Foi o suficiente para me acalmar,  chamei o nome dela para ecoar pela casa.

É sem medo algum, pelo que via pelo comportamento de Luana pelo celular, ela tirou o pau da boca e respondeu: "já vou ,amor"

Ela olhou para Robson, e riram. Ela deu uma punhetinha mais acelerada nele e o dispensou pela porta da cozinha

Ainda com tempo de dizer: "Depois quero meus ovos de Páscoa "

Ela subiu e veio ao meu encontro. Ao me ver me beijou, não selinho.. um beijo, ela fez comigo o que fiz com muitos homens no passado

Ela me fez sentir o gosto da rola de um macho misturado com o gloss de morango dela

E foi bom

No tempo deste beijo, com a minha mão na sua cintura, depois bunda, por cima do tecido fino da roupa percebi que tava sem calcinha

Ela olhou pra mim e respondeu: "observador vc está hoje, é pra gente brincar depois"

Era mentira, ela estava de calcinha, como tudo que vi no vídeo foi ao vivo, vi apenas um pequeno trecho.

Ela perguntou psra mim se já estava pronto, disse que sim, que usaria o banheiro rapidamente, mas que já poderia ir pro carro

Me beijou de novo , sorriu e saiu

E no banheiro, trêmulo de nervosismo e tesão,  vi o que tinha se desenrolado naqueles minutos que tomava banho.

É em 20 minutos,  vi ela entrar no quarto dos empregados, pegar um celular que não sabia existência do alto de um móvel e mandar uma mensagem

Não demorou 5 minutos, ela abriu a porta da cozinha para Robson e ele foi direto para o quarto . Já demonstrando muita afinidade com o pouco tempo que tinha e o tinha de fazer

Quando ela chegou no quarto, somente disse "Se apressa, e coloca pra fora"

Ele obedeceu e assim que desceu a calça junto com a cueca, o pau dele pulou como mola.

Com requintes de crueldade, a calcinha que usava, ela tirou... Estava de vestido, e pendurou no pau dele. Uma calcinha pequena , floral...

"É a calcinha do campeão, o prêmio "

E assim o chupou até o momento que vi, e interrompi tudo

Sair do banheiro e fui a garagem, a encontrei já no interior do veículo retocando o batom.  Ao abrir a porta da garagem para sair, do outro lado estava Robson com a mesma roupa que usava quando Luana o chupou

Sem camisa, suado e apenas olhou pra mim e acenou com a cabeça


Era corno , e ainda cumprimentava o macho que minha mulher mamava


Na próximo parte , o final ou o início de como ser corno se tornaria habitual . E como a confrontei com a verdade

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Ficha do conto

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Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
16/09/2026

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