Olá a todos. Meu nome é lauro, sou casado, branco, tenho 60 anos, 1,90 m, 110 kg, corpo normal, cabelos e olhos castanhos, calvo, grisalho, bunda de média pra grande, com pelos, boca gulosa e cu hospitaleiro. Hoje eu vou contar como foi a primeira vez que meu vizinho Elton me comeu. Ele mora a três casas da minha, é negro, magro, tem cerca de 1,75m de altura, e na ocasião tinha 33 anos e eu tinha 50. Ou seja, ELE JÁ ME COME A 10 ANOS! Olhando para trás hoje (não para a minha bunda, mas para o tempo ...Kkkkk) eu penso que era muito improvável eu ter dado para o Elton e mais improvável ainda eu continuar dando pra ele esse tempo todo. Isso não porque a aparência dele era (e ainda é) um ponto negativo a seu favor, porque eu, sinceramente, não me preocupo com essa questão. Pra mim não importa se o macho é bonito ou feio, magro ou gordo, alto ou baixo, branco ou negro, etc. O que importa pra mim é piroca dura e a pessoa ser 100% ativa. Eu até deixaria passar a sua aparência física e o seu jeito desleixado de vestir, mas o fato dele ser um desocupado que passava a maior parte do tempo nos bares do bairro e ficar pedindo dinheiro para as pessoas me fazia querer me afastar dele completamente. Lembro que no mesmo dia em que vim morar no bairro ele me abordou e me pediu R$ 2,00 para inteirar uma suposta passagem que ele precisava pagar. Na época eu caí na besteira de dar e, depois desse dia, ele volta e meia me parava pedindo dinheiro. Como eu nunca gostei de dar dinheiro a desocupados depois desse dia procurei evitá-lo o máximo possível. Pois bem, eu tinha pegado uma semana de férias no meu trabalho e aproveitei esse período pra botar o meu desejo de dar a bunda em dia. Como minha família ficava o dia e a tarde toda fora, seja trabalhando ou estudando, eu usei meu tempo livre pra procurar machos ativões na internet dispostos a me passar a pica. No entanto, nos dois primeiros dias de férias eu tive muita dificuldade de encontrar alguém com local ou carro, o que me deixou bastante frustrado e com muito tesão acumulado. No terceiro dia eu estava em “ponto de bala”, tanto que informava nas salas de bate papo que eu tinha local para encontro, disponibilizando assim a minha casa para receber homens que quisessem me comer. Ainda assim, naquele período, estava uma escassez tão grande de machos ativos que eu cheguei até mesmo a pensar que não ia conseguir satisfazer o meu desejo por piroca. E foi nessa condição que na manhã do quarto dia eu comecei a teclar na sala com um macho que dizia morar no mesmo bairro que eu e a conversa dele me agradou bastante, porém o fato de morarmos no mesmo bairro era um grande problema pra mim... Sim, para mim era complicado me imaginar passando de vez em quando na rua por alguém que não só sabia que eu era (e ainda sou... kkkkk...) viado, mas que também havia me comido. No entanto, nesse dia eu estava tão cheio de tesão que decidi deixar de lado todo o constrangimento e medo em troca de um bom momento de prazer. Sendo assim, quando ele sugeriu abrirmos a câmera para nos vermos eu aceitei... Nos poucos segundos que levaram as nossas câmeras se abrir eu fiquei num misto de expectativa, medo e até mesmo vergonha, tentando imaginar quem poderia ser a pessoa do outro lado da tela, torcendo para que fosse alguém que não morasse perto da minha casa ou que eu conhecesse, mesmo de vista, já que o bairro não era pequeno. E foi um verdadeiro “balde de água fria” quando eu vi na câmera aquele rosto magro, negro, desdentado, sorrindo pra mim, me dizendo: – Putz, eu nunca ia adivinhar que era o senhor! – É, eu também não imaginava que era você! – Respondi, constrangido. Dali pra frente meu tesão deu lugar a uma sensação bastante incômoda e até mesmo desagradável. Já Elton pareceu ficar bastante satisfeito em saber que o viado com quem ele estava conversando era eu. Ele se mostrou bastante animado com a sua descoberta e ficou o tempo todo insistindo para vir imediatamente na minha casa me comer. Como era tarde para voltar atrás, mesmo desanimado, atendi os seus pedidos e o deixei vir... Por morar a poucos metros de minha casa rapidamente meu vizinho já estava passando pelo portão do meu quintal e me mostrando um grande sorriso desdentado de satisfação. Assim que entramos em casa eu pedi pra ele se sentar em uma das poltronas de 3 lugares e me sentei do lado direito dele. Dali pra frente passei a explicar pra ele a importância de mantermos a nossa relação no maior sigilo possível. – É muito importante pra mim que você não fale sobre isso com ninguém, entendeu? – Claro, o senhor pode ficar tranquilo que eu não vou falar nada pra ninguém não! – Respondeu ele. – É sério, Elton, isso seria um problema muito grande pra mim! – Eu sei, pode ficar tranquilo que ninguém vai ficar sabendo de nada. Pra mim também não é bom as pessoas saberem que eu como viado. Vai ficar só entre nós! Enquanto insistia com ele sobre a gravidade de nossa situação pude notar o volume se formando debaixo de sua bermuda. Elton estava vestindo camiseta preta, bermuda jeans e sandálias tipo rider azul. Já eu estava vestindo camiseta branca, short preto e sandálias havaianas pretas. Depois de um tempo de conversa, vendo que não ia dar pra adiar mais a situação, disse para ele: – Tá, então vamos começar! – Posso tirar toda a roupa? – Perguntou ele. – Pode. Fica à vontade! – Respondi. Ele então, sem se levantar, tirou a camiseta, a bermuda e a cueca, ficando peladão ali no meu sofá. Quando vi sua piroca preta, toda babada, de seus 18-, falei, cheio de tesão: – Caralho, que pirocão! – Gostou? – Perguntou ele. – Gostei sim! – Respondi, ao mesmo tempo que segurava sua rola com minha mão direita e começava uma punheta de leve nela. – Aaaah, “seu” lauro, que mão macia o senhor tem! – Gemeu ele. O pau de Elton era (e ainda é) bem babão, tanto que minha mão ficou toda molhada com sua baba. Em determinado momento eu parei a punheta e levei a mão até a minha boca, lambendo todo o creme de pica que estava lá. – Não quer beber direto da fonte? – Me perguntou, apontando para a sua piroca. – Sim, com certeza! – Respondi, sorrindo, ao mesmo tempo que me posicionava de joelhos no chão, entre suas pernas. Já na posição, abaixei meu corpo, fui de encontro a sua rola e dei uma lambida nela, do saco até em cima. Quando cheguei na cabecinha abocanhei ela com vontade e fui descendo com meus lábios pela sua piroca até quase ao meio, que foi até onde eu consegui engolir. Tudo isso olhando para ele. A partir daí passei a subir e descer com meus lábios pela rola do macho, num boquete molhado e gostoso, ao mesmo tempo que sugava a baba que ali havia. – Aaaaaah, “seu” lauro, que gostoso. Que boca gostosa o senhor tem! – Ele ficava gemendo enquanto minha boca subia e descia pelo seu piru preto. Não demorou muito e ele avisou que estava quase gozando. – Aaaaah, “seu” lauro, tô quase gozando. Posso gozar na sua boca? Nessa hora o tesão já havia assumido o controla da situação e eu, sem interromper o boquete, acenei positivamente com minhas mãos, passando a chupar a piroca preta com mais intensidade, olhando sempre para o rosto do macho e esperando para sentir os primeiros jatos de porra dentro da minha boca. Poucos segundo depois Elton gozou enchendo a minha boca com seu leite. – AAAAAH, CARALHO, EU TÔ GOZANDO… AAAAAAAAAAAAH… PUTA QUE PARIU… CARALHO, QUE GOZADA GOSTOSA! – Gemeu. Assim que terminou seu pau amoleceu e escapuliu de entre meus lábios. Eu, ainda com o rosto na altura da piroca dele, abri minha boca e deixei ele ver todo o seu leite lá dentro. Depois disso eu fechei a boca, engoli a sua esporra e mostrei novamente a minha boca aberta. - Caralho, o senhor bebeu tudo! – Exclamou, admirado. - Sim. Você imaginou que eu fazer o que? - Que ia cuspir! – Respondeu. - Não, eu não gosto de desperdício de porra. Eu bebo tudo, sempre! Ficamos então sentados ali no sofá conversando, esperando o pau dele dar sinal de vida novamente, já que ele queria também comer o meu cu e eu queria receber a rola preta dele toda dentro do meu bundão branco. Durante toda a conversa eu fiquei alisando o pau do meu vizinho com minha mão esquerda. – O senhor tem camisinha aí em casa? – Ele me perguntou depois que sua vara começou a crescer novamente em minha mão. – Pior que eu não tenho. Pensei que você tivesse! – Respondi. – Tenho não. Não tenho grana pra ficar comprando essas coisas! Isso devia ser verdade, já que ele geralmente não tinha dinheiro pra nada, vivendo às custas da família e de trocados que recebia das pessoas. Além disso, por que ele iria comprar camisinha se não comia ninguém (além de mim, é claro... Kkkkk)? – Poxa, eu queria muito comer o seu cu. Como faremos? – Perguntou ele. Como resposta eu simplesmente fiquei de e em cima do sofá, arrebitei o burrão e fiz o convite: - Vem, então! - Caralho. Sério? – Ele me perguntou, sem acreditar. - Vem rápido, antes que eu mude de ideia! – Respondi, mesmo sem intensão nenhuma de voltar atrás... Kkkkkkk... Sem dizer mais nada Elton se levantou num pulo, se posicionou atrás de mim entre minhas pernas, salivou a pica e o meu cu, encostou a cabecinha descamisada da sua rola na minha entrada e começou a forçar passagem. Com duas carcadas a cabecinha pulou pra dentro de mim e logo depois toda a rola do meu vizinho estava alojada dentro do meu ALOJAMENTO-DE-ROLAS. Daí pra frente foi só pirocada. Me segurando forte pela cintura Elton socava forte dentro do meu burrão me fazendo gemer de prazer a cada estocada. – Ai, fode, fode meu cu, fode… Isso, fode gostoso, fode… Assim… Mete piroca no meu cu, mete… Isso… Fode mais, fode… Ai, que delícia … Come meu cu, come… Come o cu do lauro, come… Isso… Me dá piroca… Me dá piroca… Me dá piroca… Assim… Ai, caralho, que delícia, que piru gostoso… Ai…! – Eu gemia na pica do meu vizinho. Elton também gemia de prazer, talvez não acreditando que estava passando a rola no seu vizinho acima de qualquer suspeita. Em determinado momento ele me fez uma pergunta que me soou bem engraçada: – Aí, eu posso abraçar o senhor? – Cara, você está com a piroca toda enfiada dentro do meu cu e quer saber se pode me abraçar… Claro que pode, caralho, e para de me chamar de senhor! – Respondi, rindo. Elton então, todo feliz, me abraçou forte por trás e começou a carcar forte e profundamente a pica dentro do meu furico. Não demorou muito para que ele anunciasse que estava quase gozando. – Aaah, tô quase gozando. O senhor, digo, você quer que eu goze aqui ou na sua boca? – Onde você gostaria de gozar em mim? – Perguntei. – Ah, eu queria mesmo era gozar dentro do seu cu. Você deixa? – Você quer muito ou quer pouco? – Perguntei, bem safado, ao mesmo tempo que rebolava de leve meu burrão na sua rola. – Quero muito. Você deixa? – Nunca pergunte a um viado se pode gozar dentro do cu dele…! – Ah, tá, me desculpe, eu não sabia…! – Começou ele a se desculpar. – …Se já está com o pau dentro, goze sem pedir, entendeu? – Completei o raciocínio, interrompendo as desculpas dele, rindo. – Ah, tá, entendi! – Falou ele, sorrindo também. A partir daí meu vizinho me segurou forte pela cintura e socou forte piroca pra dentro do meu rabo. Poucos segundos depois ele não se aguentou, me abraçou forte por trás, se enfiou todo dentro de mim e gozou, enchendo meu cu de leite. – AAAAAAAAH, CARALHO, EU TÔ GOZANDO… AAAAAAAAH… PUTA-QUE-PARIU… AAAAAAAAAH! – Gemeu ele. Depois de gozar Robson ainda ficou um tempinho atracado atrás de mim até que sua rola amoleceu e escapuliu de dentro do meu DEPÓSITO-DE-ROLAS-E-PORRA. Nisso ele se sentou no sofá e eu, me ajoelhando entre suas pernas, abocanhei a sua piroca mole a fim de sugar o restinho de porra que ainda escorria dali e para limpar o seu piru com a minha boca (particularmente, eu acho que é obrigação de todo o bom viado limpar a pica do macho depois dele terminar de gozar... Kkkkkkk...). Após isso ficamos conversando mais um pouco e, para que ninguém desconfiasse de suas futuras vindas até a minha casa, acertamos que eu iria contratar os serviços dele para fazer a manutenção do meu quintal e jardim. E foi assim que Elton passou a vir quase toda a semana na minha casa, nos meus dias de folga, capinar e varrer o meu quintal, cuidar do jardim e, princiPAUmente, encher a minha boca e o meu cu com sua rola e seu leite grosso e farto. Nesses 10 anos eu já dei pra ele em tudo quanto é lugar da casa: Na sala, no banheiro, na cozinha, no meu quarto, no quintal e até na piscina. Tudo com sigilo e segurança. Hoje Elton está casado e tem até filhos, mas ainda vem de vez em quando aqui em casa fazer uma “manutenção”... Kkkkkkk... Durante todo esse tempo eu calculo que devo ter bebido mais de 2 litros de porra dele e recebido mais 2 litros dentro do meu cu. De tanto beber o leite de Elton eu, sem medo de errar, diria que consigo reconhecer a sua porra pelo seu gosto. Mas não só a dele... Kkkkkkk... Um abraço a todos!
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