O que escreverei aqui é apenas um relato curto ,mas atual de minha vida.
Como toda garota de família asiática a minha família possui um círculo muito fechado de contato, geralmente nós relacionamos com pessoas com raízes semelhantes
E quando utilizo a palavra relacionar, me refiro a namoro e amizades, mas especificamente só ao primeiro. Porém isso não é uma regra rígida, e assim sempre tive chance de escolher meus contatos
Morando em SP, sempre me misturei com uma grande maioria da minha etnia, é normal encontrar jsponeses , coreanos ou chineses. E isso me possibilitou ter uma vida bem normal e tranquila
Tenho 1,68 e peso 49 kg, sou magrinha, bem definida, mas é tudo natural, e nao resultado de academia.
Em resumo , sempre me acharam gatinha, e sempre os homens tentam flertar comigo ou me chamar atenção
Mas sempre fui criteriosa, nao por preconceito, mas porque meu padrão de beleza é alto. Não queria me relacionar com nenhum homem apenas por ser legal. Também queria sentir aquela excitação
Meu primeiro beijo aos 15, mas aquelas safadezas de ser encoxada, deixarem tocar meu bumbum num beijo ou mesmo tocar em um pênis por cima da calça somente aos 17
E quando comecei a brincar mais ousadamente gostei, mas tudo tinha sido dentro dessa comunidade asiática
Ainda nao tinha experiências com brasileiros, seja porque nao atendiam as minhas preferências ou porque eram muito apressados, ou ambos
E somente com 18 anos começaria a namorar sério com o Lucas, nome fictício, pois ele é coreano, tal como eu
O conheci na igreja, e está dentro daquela normalidade da minha vida.
Sempre respeitador e nao avançava os sinais, era assim que gostava ate conhecer outro tipo de homem
Após 1 ano tranquilo de namoro com o Lucas, pela primeira tive de me separar dele por motivos de estudos da faculdade e ir até a Fortaleza para estudo de campo de biodiversidade marinha
E foi lá que conheci Abraão, homem de nome tao exótico para um brasileiro.
Negro , másculo e que me despertou um interesse que nao sabia que possuía. Esse interesse por algo tao rústico e diferente de mim e da minha realidade
Na primeira vez que o vi tive a impressão que ele era capaz de ler a minha mente devido so olhar fixo que ele voltou para mim
Apesar de usar um vestido adequado para a região e o clima, me senti nua, com aquela forma de olhar
Mas depois do choque da primeira impressão voltei ao estado normal de pensar e me comportar. O cumprimentei, e descobrir que a função dele seria de guia da região
Nessa rápida apresentação descobrir que possuia 32 anos, e trabalhava com o setor de biodiversidade marinha
E também detalhes do itinerário de como seriam aquelas duas semanas
Feito as primeiras apresentações me dirigir ao meu quarto. Fiquei hospedada em uma das pousadas a beira mar da região
E claro, organizei minhas roupas e fui falar com meu amor e namorado. Lhe contei tudo sobre a viagem e as primeiras impressões do local, e também lhe falei do guia
Como todo namorado zeloso e ciumento, ele perguntou como o cara era,e nao mentir. Quando disse que era alto, forte , a cara dele meio que se fechou. Mas quando mencionei que era negro, ele abriu um sorriso
E creio que foi de alívio, afinal para ele, me conhecendo tão bem, nao consideraria um negao como rival por todo o meu histórico de preferência
Não podia julgar lo por pensar assim. E claro porque também nunca lhe dei motivos para desconfiar de minha postura
Um pouco mais a noite , quase próximo do que seria hora do jantar, Abraão bateu a porta
Ao abrir a porta. , aquele monumento de homem, trajando uma camisa básica e bermuda, perguntou se estava pronta para comer
Foi quando percebi que ainda nao havia ainda me alimentado e o passar do dia, pedi para que ele entrasse, que iria trocar de roupa e o seguiria
Eu, sempre tão decidida, estava no banheiro pensando se roupa x ou y era boa, pior... Estava pensando se chamaria a atenção de outro homem
Acabei optando por um short jeans, e uma blusinha de estampa. Quando sair do banheiro, ele olhou pra mim, e soltou um linda
Agradeci , e disse que podíamos ir
No trajeto pelo corredor perguntei para onde me levaria, e ele com aquela manha de homem que tá querendo : " Pra onde vc quiser"
Eu rir e falei, sério, o restaurante da pousada é onde?
E antes que pudesse responder, chegamos ao local . Ele puxou a cadeira para sentar e comemos tranquilamente
A conversa tava muito boa e agradável, mas a verdade é que estava ficando tarde.
Ainda assim, ele perguntou se queria finalizar a noite bebendo algo.
Disse para ele que podia pedir, seria uma saidera. Foi quando explicou que a bebida nao era ali, e sim num barzinho próximo e mais local
Argumentou que seria uma experiência interessante para um menina asiática.
Eu apenas conseguir balbuciar um "nao sei se devo, sou fraca pra bebida"
Abraão parece que ficou decepcionado com a minha resposta, e parecia que estava disposto a aceita-la
Não sei o que tava ocorrendo comigo, sentia meu rosto vermelho e arder, antes mesmo de beber, e nao queria decepcionar aquele homem
E fui com ele
No local, a nossa mesa chamava a atenção, afinal era o negao com a japinha
Beber ,eu n bebi muito, mas fiquei alegrinha rápido. E conversa pra lá e pra cá, acabamos tocando em sexo e preferências
Nada profissional, nem da minha parte, nem da dele, mas era tarde pra voltar
Mas independente do que ele quisesse saber, a minha experiência era mínima e normal ate aquele presente momento da vida
E eu so tinha uma dúvida
Não sei porque, nem porque tão direto, ele quis saber se eu já tinha sido chupada
E a resposta para isso era não.
A poucas experiência que tive na vida e até o meu atual namoro sempre foi dentro da normalidade. Mas esse normal nao envolvia meu namorado me chupar, apenas eu o chupava
E nunca pensei no porquê sempre ter sido assim ou porque nunca toquei nesse assunto
Em todo caso, respondi com a verdade, ele somente sorriu e disse um "eu já imaginava "
Os garotos da sua idade nao sabem como apreciar uma mulher com sua beleza ou como dar prazer
Fiquei em silêncio e pensativa
Foi quando ele perguntou qual era a minha dúvida.
E fiz a unica que pensei naquele momento
"O tamanho do seu pau faz jus a cor da sua raça?"
Ele respondeu que sim
Era o momento de me levantar e retornar pra pousada para nao levar aquilo adiante
Foi quando ele pediu para mostrar
Mostrar o quê?
"Mostrar como se chupa uma japinha"
Na pousada nao , respondi.
Ele segurou minha mão e depois de pagar a conta no bar, deu uns passos comigo, em direção a uma estradinha
Em determinado momento entramos no Mato e ali tinha uma casinha aos pedaços
Ele me beu um beijo lento com sabor de aguardente que tínhamos experimentando. E retribuir ao beijo.
TUdo nele era diferente de qualquer homem que tinha tido
Não somente a cor, mas a barba que espinhava, a cabelo ruim de negro, tão diferente dos lisos asiáticos
Ele praticamente estourou o botão do meu shortinho, e com um delicadeza que constratava com a atitude rude do primeiro momento, tirou minha calcinha devagar
Ele A cheirou e colocou no bolso DETRÁS da calça, um verdadeiro animal e macho
E ali, se ajoelhou, apois me apoiar numa mesinha velha. E começou a me chupar
E meu Deus, era muito bom!
E quando sentir aquela barba roçando nas minhas coxas, era tão diferente
E o dedo indicador, na minha bunda, era tão Grosso que talvez fosse maior que o pau do meu namorado
Pensei que sabia o que era prazer, mas aquele negao tava me dando outra perspectiva
Depois conto como foram os demais dias

Agor fiquei muito curioso pela continuação.....😈😈🔥🔥🔥
lais181