Mina cadelinha (1)

Meu nome é Sandra Mara, tenho 66 anos e sou uma cadela. Moro sozinha numa casa pequena que era do meu marido, sou viúva há mais de dez anos. Como não posso viver sem pica, me entreguei a todos aqueles que me quiseram comer, mulheres inclusive (eu descobri o sexo com uma amiga da escola, muito antes de conhecer uma pica). Como sou velha preciso ser mais ousada e oferecida para conseguir alguém que queira me foder, especialmente entre os homens que sempre querem putinhas novinhas, já entre as mulheres é mais fácil pois existem muitas mulheres que não fodem há muito tempo e aprendem que é possível gozar muito com outra buceta. Na realidade, de acordo com a minha experiência, existem muito mais lésbicas que você possam imaginar e, a maioria delas são bissexuais, aprenderam que o mais importante é gozar, não importando com quem.
Muito bem, agora que você me conhecem quero contar para vocês a história da Mina, uma garota que eu trouxe de uma cidadezinha para ser minha empregadinha. Eu conhecia os pais dela que me pediram para a levar para “a capital” onde ela estaria livre dos homens que a estavam assediando (e comendo), a garota ficara “falada" e eles pensaram que se ela fosse embora e se ocupasse, tudo isso ficaria para trás e ela teria uma chance de “fazer a vida” numa cidade grande. Eles confiaram em mim sem saber que eu já estava planejando comer a Guilhermina todinha. Ela era uma garota linda, magrinha e loura, tinha acabado de fazer 18 anos e tinha aquela carinha de “me coma”. Tomamos o ônibus e quase não conversamos durante a viagem pois durou a noite inteira e dormimos.
No taxi, até em casa ela evitou falar comigo, desviava o olhar e olhava para o chão, ela sabia que eu sabia da putaria em que ela estava envolvida mas não sabia que eu iria ensina-la a ser uma perfeita cadela. Foder com dois ou três homens e nunca com mais de uma ao mesmo tempo não a transformava numa puta depravada como os pais dela pensavam, isso muitas de nós fazíamos desde a adolescência com nossos namorados.
Chegamos na minha casa e mostrei para ela o quarto dela que era contíguo ao meu, parede com parede. Aparentemente ela gostou e me pediu para tomar banho, mostrei o banheiro e deixei ela à vontade. Minha casa era velha e ainda tinha aquelas fechaduras grandes e eu não aguentei a curiosidade de espiar pelo buraco da fechadura (isso parece coisa de filme mas aconteceu mesmo). Pude ver bem o corpo dela, era magra com a bunda redondinha e peitinhos bem pequenos, coxas finas, pouco quadril. Minha buceta melou imaginando como seria lamber ela inteirinha. Levei-a para conhecer a cidade e almoçamos num shopping. Ela estava mais à vontade quando percebeu que eu não falava nada para a condenar.
À noite, já em casa, sentamos no sofá para conversar e ver TV. Disse para ela:
“Olha Mina, eu sei de tudo o que aconteceu com você e acho que não tem nada demais, quando eu era da tua idade e até mais jovem eu fiz tudo isso que você fez e não me arrependo, faria tudo de novo”.
Ela sorriu e me disse:
“Ai que bom dona Sandra, fico aliviada em saber que a senhora me compreende”.
“Não precisa me chamar de senhora, sei que tenho idade de ser tua mãe mas ainda sou jovem o suficiente para aproveitar a vida como você a aproveita”, respondi.
Ela se admirou com isso e disse:
“Então a senhora … desculpe-me você ainda faz …”
“Naturalmente minha menina, minha buceta está sempre em fogo e é uma delícia apagar esse fogo …”, respondi.
Ea se remexeu no sofá e se chegou para mais perto de mim:
“Ah Sandra, assim fico mais à vontade ainda morando aqui”.
“Eu disse para teus pais que você seria minha empregadinha, você vai me ajudar como se fosse a tua própria casa, só isso, podemos dividir as tarefas e ainda teremos muito tempo para nos divertir”, disse para ela.
Assistimos um filme romântico e ela deitou a cabeça no meu ombro enquanto segurava a minha mão.
Fomos dormir e de madrugada levantei para fazer xixi e, ao passar pelo quarto dela, ouvi ela gemer. À princípio achei que ela estava chorando por estar longe de casa mas logo percebi que aqueles gemidos eram de prazer. Colei meu ouvido na porta e confirmei minhas suspeitas, a vaquinha estava mugindo, provavelmente batendo uma siririca. Levei minha mão para dentro de minha calcinha e minha buceta já estava melando. Tomei coragem e entrei no quarto dela. Ela estava deitada de pernas abertas, totalmente nua com uma mão acariciando os mamilos e a outra com os dedos enfiados na buceta. A minha entrada a pegou de surpresa e ela se cobriu imediatamente e se encolheu na cama virada para a parede, me dando as costas. Me aproximei e sentei na cama, comecei a acariciar os cabelos dela, ela não dizia nada. Ela começou a chorar baixinho, deitei ao lado dela e a abracei.
“Porque você está chorando meu, bem?”, perguntei.
“Minha mãe tem razão, eu não presto mesmo”.
“Mas porque?”, perguntei.
“Você acabou de me ver, eu não aguento ficar nenhum dia sem gozar …”
Quase dei uma gargalhada mas me segurei pois ela estava mesmo triste.
“Mas isso é totalmente normal querida, eu também não passo um dia sem gozar, todas as minhas amigas também são assim …”, disse para ela na tentativa de a consolar.
“Mas foi por isso que eu dei minha buceta para dois homens!”
“Você dava para eles todos os dias?”
“Eu dei pro Zezinho no ano passado uma vez e no começo desse anos para outro rapaz”.
Fiquei horrorizada com isso, essa menina foi praticamente expulsa de casa porque deu a buceta duas vezes??? Virei ela para mim e perguntei:
“Você está sofrendo desse jeito porque deu a buceta duas vezes?”
Ela fez que sim com a cabeça.
A abracei e comecei a beijá-la no rosto e disse:
“Ah minha querida, enquanto você estiver morando comigo você pode dar a buceta todos os dias!”
Senti que ela relaxou e me abraçou e retribuiu meus beijos no rosto mas, de repente, sem querer, nos beijamos na boca, de leve, um selinho. Nesse momento nós duas paramos e nos olhamos nos olhos.
“Me desculpe, eu não queria …”, me disse.
Segurei a cabeça dela e a beijei. Olhei nos seus olhos novamente e nos beijamos apaixonadamente. Ela estava sedenta eu pensei que iria comê-la mas estava sendo devorada. Instintivamente comecei a acariciar os peitos dela (ela jé estava nua quando entrei no quarto) ela reagiu afastando a minha mão e saiu correndo do quarto e se trancou no banheiro.
Voltando para o meu quarto lembrei que não tinha mijado e fui para o quintal e mijei na grama. Voltei para o meu quarto e, para minha surpresa, a Mina estava na minha cama, sob as cobertas e pediu:
“Me come?”

Continua …


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Ficha do conto

Foto Perfil sandra60
sandra60

Nome do conto:
Mina cadelinha (1)

Codigo do conto:
272574

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
18/09/2026

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