Chuva na Obra



A chuva apertou de repente e eu precisei procurar um lugar para me abrigar. Parei a moto diante de uma casa em obras e, depois de conversar rapidamente com o vigilante, ele autorizou minha entrada.

Eu estava completamente encharcado. A camiseta e a bermuda estavam grudadas no corpo e, enquanto tirava o capacete, percebi que ele me observava de um jeito diferente. Deu um sorrisinho de canto, ficou olhando para minha roupa molhada por alguns segundos e depois desviou o olhar.

— Entra aí, senão vai acabar pegando um resfriado — disse ele.

Agradeci e empurrei a moto para uma área coberta.

Ele sorriu de canto.

— Essa chuva pegou você de jeito.

— Nem me fala.

A chuva continuava forte e a água começava a subir na rua. Eu só pensava em quanto tempo ainda teria que ficar ali.

— Fica tranquilo — ele falou. — Pode aguardar aqui. Pelo menos tenho companhia.

Sorri, mas confesso que comecei a achar o jeito dele um pouco estranho. De vez em quando, ele me olhava como se estivesse me avaliando.

— Está tudo bem? — perguntei.

— Está. Só estava pensando que você escolheu um lugar interessante para se esconder.

Ele apontou para dentro da obra.

— Vamos procurar alguma roupa seca para você. Essa chuva não vai passar tão cedo.

Não sabia se era impressão minha, mas parecia que ele estava prestando atenção demais em mim.

Fui atrás dele. No fundo da obra havia uma luz acesa, um pequeno refeitório improvisado e, ao lado, um vestiário com alguns armários e roupas penduradas.

— Escolhe alguma coisa aí. Depois eu faço um café.

Achei meio estranho vestir roupa de alguém que eu nem conhecia, mas estava com frio e não tinha muita escolha. Encontrei uma calça larga, dessas de uniforme de obra.

Quando comecei a me trocar, ele voltou.

— Caramba, você está bem molhado.

Fiquei sem graça com ele ali, mas continuei. Ele permaneceu por perto e, por alguns segundos, ficou aquele silêncio estranho. Percebi o olhar insistente dele no meu corpo e achei estranho que ele não tivesse saído dali, já que poderia simplesmente ter ido terminar o café.

— Essa calça vai ficar enorme em você — comentou.

— Pois é. Vou ter que ficar segurando para não cair.

Ele sorriu.

— O que é bonito é para ser apreciado.

Naquele momento pensei comigo mesmo: escolhi o lugar errado.

Para quebrar o clima, perguntei:

— Você já terminou o café? Com esse frio vai cair bem.

Ele riu.

— Vou terminar.

Fomos para o refeitório. Havia três mesas simples e alguns bancos de madeira. Sentei enquanto ele terminava de preparar o café.

Quando passou atrás de mim, percebi novamente aquela proximidade exagerada. Olhei para ele, meio desconfiado. Foi então que ele fez uma provocação mais direta, ele passou atrás de mim e encostou a rola dura no meu braço.

— Mano, você está me estranhando?

Ele apenas sorriu, sem demonstrar constrangimento.

Eu tentei mudar de assunto.

— Vamos pegar o café e ir lá na frente ver como está a rua. Quero saber se a água já está baixando para eu poder ir embora.

Ele respondeu tranquilamente:

— Calma. Sem pressa.

Pegamos o café e fomos para a frente da obra. Estava escuro, e ele caminhava devagar, dizendo que precisava tomar cuidado para não pisar em alguma coisa.

Eu ainda estava preocupado em ir embora e nem percebi direito o que estava acontecendo até ele parar e me olhar daquele jeito novamente.

— Você me deixou meio sem jeito — comentou, rindo.

Fiquei alguns segundos sem saber o que responder.

— Mano, eu realmente só estava procurando um lugar para esperar a chuva passar.

Ele riu.

— Eu sei.

Tentei manter a situação sob controle, tomando meu café e olhando para a rua. Apesar do constrangimento, havia uma tensão estranha entre nós. Eu não sabia exatamente o que aquele homem estava querendo, e talvez ele também tivesse percebido que eu estava curioso, mesmo tentando disfarçar.

Ele se aproximou novamente.

— Você está muito quieto.

— Estou pensando em como vou sair daqui sem nadar.

Ele deu risada.

A chuva continuava caindo forte, a água subia cada vez mais e, naquele momento, eu já tinha percebido que aquela espera seria bem diferente do que eu havia imaginado quando entrei naquela obra.

Ele então se sentou numa poltrona velha e, enquanto puxava assunto comigo, continuou fazendo algumas provocações ficava alisando a rola por cima da calça. O ambiente não era muito claro, pois a claridade vinha somente das luzes da rua.

Eu me preparava para me sentar na moto quando percebi que ele havia feito outra provocação, ele tirou a pica para fora da calça, não pude deixar de notar que era bem grande. Fiquei um pouco embaraçado com a situação e tentei disfarçar, olhando para fora.

— Hoje é teu dia de sorte. Está gostando do que vê? — perguntou ele.

Fiquei em silêncio.

O cara devia ter uns 50 anos, era moreno, acima do peso, tinha bigode, barba por fazer e barriga saliente. Algumas características dele chamavam bastante minha atenção, principalmente porque eu ainda estava tentando entender aquela situação.

Olhei para fora. A chuva continuava intensa e a rua estava alagada. Sair naquele momento era inviável e, principalmente, não era seguro.

Ele continuava me provocando e fazendo questão de chamar minha atenção. A poltrona ficava em um local coberto, de frente para a rua, embora não houvesse movimento de pessoas. Acredito que aquele espaço fosse uma espécie de garagem.

Ele então puxou a poltrona para uma área mais reservada e falou:

— Vamos ficar aqui, porque lá fora é aberto e bate muito vento. Vou arranjar um banco para você.

Toda aquela situação começava a criar uma mistura de curiosidade e constrangimento. Eu ainda não sabia exatamente até onde aquela conversa iria, mas já tinha percebido que o interesse dele por mim era evidente.

Ele voltou pouco depois.

— Consegui um banquinho. Agora podemos ficar aqui esperando a chuva passar, sem pressa.

Ele se sentou novamente e continuou conversando comigo. Eu permaneci ali, tentando entender aquela situação e, ao mesmo tempo, percebendo que minha própria curiosidade começava a falar mais alto.

Em determinado momento, ele fez outra provocação, novamente tirou a pica para fora, durona e quando fui sentar, ainda estava de pé ele apertou a minha bunda e falou de maneira bastante direta:

— Você me deixou assim. Agora vai precisar me acalmar.

Fiquei em silêncio e então me sentei no banquinho, que ele havia colocado bem ao lado da poltrona.

Foi quando resolvi ser sincero.

— Nunca tive qualquer experiência homo, mas, se eu falar para você que toda essa situação não me deixa curioso, estaria mentindo. O que você imagina?

Ele contou que, quando era mais jovem, já havia tido algumas experiências e explicou que aquela situação também estava mexendo com ele. A chuva forte, o fato de estar sozinho durante a noite e a proximidade entre nós contribuíam para deixar tudo ainda mais intenso.

A conversa continuou e, pouco a pouco, a situação passou de uma simples conversa entre dois desconhecidos para algo completamente diferente.

Ele então fez um pedido mais direto, segura na minha pica, sente só como esta dura e latejando, fica batendo uma punheta para mim, sem pressa.

Eu ainda estava tentando entender o que estava acontecendo, mas a curiosidade e a tensão daquele momento já tinham tomado conta de mim.

Ficamos assim por algum tempo, conversando e trocando provocações. Ele parecia saber exatamente como aumentar a tensão, enquanto eu tentava decidir até onde queria levar aquela situação.

Depois disso, ele fez outro pedido, que gostaria de ver e tocar minha bunda, com tesão a mil, não pensei duas vezes.

Quando levantei e abaixei as calças, o homem pirou, deu um pulo, começou a apertar, lamber minha bunda e o que dava mais tesão era o bigode e a barba por fazer roçando na minha bunda, quando ele meteu a lingua no meu cu, nossa fiquei louco, senti muito tesão, que nunca imagnei.

Ele permaneceu lambendo, babando todo meu rabo e falou se podia pedir mais um favor, dessa vez, porém, eu já estava muito mais à vontade e aceitei.

Pediu para eu mamar a pica dele, me ajoelhei na frente dele, sentado de pernas abertas e mamei aquela pica enorme e o saco demoradamente.

Embora ele quisesse me penetrar, eu naquele momento não curti muito, então continuei mamando, ele disse que gostaria de gozar no meu bumbum, eu deixei e adorei sentir a porra farta e quentinha.

A situação continuou e a tensão entre nós aumentou ainda mais. O que tinha começado com uma chuva inesperada, uma moto e um abrigo improvisado tinha tomado um rumo que eu jamais imaginaria quando entrei naquela obra.

No fim, embora eu ainda tivesse pensado algumas vezes em ir embora, naquele momento já não tinha mais tanta pressa.

A chuva continuava forte lá fora, a rua permanecia alagada e eu percebi que aquela noite seria uma daquelas histórias que provavelmente eu nunca esqueceria.

Peço desculpas pelo texto longo, mas quis retratar da maneira mais natural possível como aquela experiência inesperada aconteceu.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Chuva na Obra

Codigo do conto:
272697

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
20/09/2026

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