Eu era um garoto comum: gostava de videogames e passava horas lendo quadrinhos, quase a única coisa que os garotos da minha idade faziam naquela época. Nas tardes de domingo, brincavamos na rua, já que não existia a violência de hoje. Nos divertíamos a tarde inteira, até ficarmos exaustos. No fim do dia, eu costumava adormecer no sofá e acordava já na minha cama, pois alguém havia me carregado até lá.
Naquela época a televisão aberta ainda era completamente sem censura. Era bizarro imaginar uma familia reunida em frente a tv assistindo a Banheira do Gugu, em pleno domingo à tarde, com gostosas de biquíni fio-dental tentando capturar sabonetes enquanto rapazes de sunga tentavam segurá-las. Quase sempre acabava aparecendo um pedaço dos peitos, e aquilo, para um garoto com os hormônios aflorando, não demorava a me deixar de pau duro. Também existia o Cine Privê, na Rede Bandeirantes, que exibia um conteúdo mais adulto, embora nada tão explícito quanto um pornô. Eu me dedicava a uma verdadeira missão: ligar a televisão sem ser percebido e ficar assistindo àquelas mulheres peladas no escuro, com o volume no zero. Qualquer barulho vindo do andar de cima era motivo para desligar a TV na hora e voltar correndo para o quarto.
Não era raro eu acordar no meio da noite com o barulho dos meus pais transando: a cama rangendo e minha mãe gemendo baixinho. Aquilo me dava um tesão enorme, misturado à sensação do proibido e à vontade de estar ali no meio dos dois, participando daquela putaria. Parecia que eles nem se importavam com o fato de meu quarto ficar a poucos metros do deles. Às vezes eu me levantava, tirava toda a roupa e ficava parado no corredor, pelado e no escuro, perto do quarto deles, escutando cada gemido que vinha dali, enquanto me masturbava. O medo de ser pego, junto com o ranger da cama, causava uma adrenalina que me levava ao delírio. Foi assim até que não aguentei e tomei coragem, numa dessas noites, de me aproximar lentamente do quarto deles, engatinhando de quatro na escuridão sem fazer barulho, já que eles transavam com a porta aberta. O tesão que eu sentia não tinha explicação.
Minha sexualidade despertou bem cedo. Ao mesmo tempo em que eu era um garoto bobo, passava horas na frente do espelho me observando, vendo meu pau duro, minha bunda, meu cu, e às vezes até enfiava alguns dedos e depois cheirava pra ver com era. Foi assim até que chegou a popularização da TV a cabo, que aconteceu de forma bem rápida. Descobri que havia uma interferência (canal 99, lembro até hoje) que permitia ver, numa imagem completamente verde e borrada, alguns relances de cenas de filmes pornôs do canal Sexy Hot. Lembro que foi meu primeiro contato com pornô hardcore: ver um pintão entrando numa buceta, e mesmo com uma imagem horrível e distorcida, aquilo me dava um tesão inexplicável que, depois de adulto, confesso que nunca mais senti igual.
Desde pequeno, era comum ver meus pais nus, ou eu mesmo ficar sem roupa em várias situações, seja quando nos trocávamos no clube, ou quando meu pai dava aquela inspecionada no meu pênis, mandando arregaçar o prepúcio para ir liberando a cabecinha aos poucos, pois até meus 13 anos ela não saía completamente para fora, ou para garantir que estava tudo em ordem (que convenhamos, coisa que todos os pais deveriam fazer). Meu pai era um cara bonitão, tinha um bem grande, grosso e com alguns pelos. Assim como eu, não era circuncidado e tinha uma cabeça roxa/avermelhada meio para fora. Ao mesmo tempo que me envergonhava, também me deixava impressionado, com um pouco de tesão, porque parecia aqueles atores que eu via nos filmes (aqueles do canal 99) ou em revistinhas pornográficas que a gente sempre conseguia com um amigo do primo que conhecia um cara que conseguia de forma quase clandestina. Eu sempre fui hétero, mas, assim como todo garoto que tinha um super-herói musculoso, eu enxergava meu pai como um desses heróis e queria ter um corpo e um pau grandão igual o dele.
Minha mãe, por outro lado, não era nenhuma top model. Tinha um corpo normal para uma mulher de 38 anos: branca, cabelos castanhos, seios fartos, uma buceta com pelos, algumas sardas nas costas e uma bunda saliente. Às vezes eu dormia no quarto deles e, depois que meu pai saía cedinho para trabalhar, eu me deitava no lugar dele, que ainda estava quentinho, e adormecia junto com ela. Como eu dormia sempre de cueca e camiseta folgada, me dava mais tesão imaginar que os dois faziam safadezas naquela mesma cama (provavelmente naquele mesmo lugar que eu ocupava), e ficava me imaginando pelado em cima da minha mãe enquanto meu pai comia ela por baixo, ou no meio dos dois, me esfregando... Isso me levou a criar o hábito de revirar o cesto de roupas em busca de uma calcinha ou sutiã usado. Além de cheirar, também passava as calcinhas no pinto, lambia, cheirava tudo que eu conseguia, imaginando como era transar com uma mulher. Hoje, estou convencido de que o que aconteceu comigo se repetiu em centenas de lares brasileiros e que não sou o único a viver essas experiências. Todo garoto, com a imaginação fervilhando e os hormônios a mil, já deve ter pegado, pelo menos uma vez, uma calcinha da mãe ou da irmã e colocado no nariz, querendo sentir o aroma característico de uma buceta.
De manhã, após meu pai sair para trabalhar, ao me certificava de que estava realmente dormindo, aproximava-me lentamente e ficava passando a mão na bunda e nos peitos dela por baixo do lençol. Sabia que, se ela acordasse, eu estaria em apuros, por isso sempre tomava cuidado para não fazer nenhuma loucura. Lembro também que eu tirava minha cueca e ficava pelado colado dela, de pau duro, batendo uma punheta. Também simulava algumas posições e roçava o pau na bunda dela, A adrenalina era tanta que, mesmo sem gozar, me dava um enorme grau de excitação.
Conforme eu ia tomando coragem e os dias passavam, minhas loucuras só aumentavam. Lembro de um dia, talvez uma tarde de feriado, estávamos assistindo um filme depois do almoço e minha mãe pegou no sono. Depois de passar a mão nela, cheguei bem perto e fui aproximando meu rosto, colado à sua bunda, tentando sentir o cheiro dela. Ao me certificar de que ela dormia profundamente, com uma das mãos fui afastando a calcinha até conseguir ver um pouco do seu cuzinho e uma parte da vagina peluda. Não aguentei e comecei a cheirará-la, dar alguns beijos e passar a ponta da língua de leve, sentindo aquele gosto alcalino e o cheiro de mulherão que exalava daquela bunda.
Embora fôssemos uma família bastante reservada, desde cedo meus pais mantinham um relacionamento muito afetuoso, e eu sempre presenciava trocas de beijos ou meu velho encoxando minha mãe em lugares aleatórios da casa. Isso sempre me dava tesão, e talvez ali tenha começado a sementinha do meu voyeurismo, que se desenvolveu depois que virei adulto. Naquela época eu já tinha em mente o que queria fazer e logo comecei a planejar uma forma maluca de vê-los transando. A ideia, por mais insana que fosse, fazia meu coração disparar de adrenalina, e passei horas pensando em como conseguir aquilo. Numa dessas noites, não demorou muito para que os primeiros ruídos de cama se movendo, seguidos pelo rangido do estrado, ecoassem pelo corredor. Embora o quarto estivesse escuro, era suavemente iluminado pelas luzes amareladas que entravam pela janela, vindas dos postes da rua e da pequena janela do banheiro. Como nossa casa tinha carpete em quase todos os cômodos, eu conseguia caminhar com facilidade e sem fazer barulho. Meu coração já estava acelerado por causa da situação que acontecia a poucos metros de mim, até que decidi espiar pela porta do quarto. Embora não conseguisse ver muita coisa, dava pra ver o vulto do meu pai metendo na vagina da minha mãe, que estava de pernas abertas.Era impossível que me vissem ali, a menos de dois metros, observando tudo. O cheiro de sexo no quarto me deixava completamente imóvel e com o pau quase explodindo de duro. Depois de assistir àquele quase” pornô ao vivo" por alguns minutos, retirei-me rapidamente, apavorado com a possibilidade de ser descoberto, e corri de volta para o meu quarto, terminando a noite batendo várias punhetas. Foi assim por um tempo até que, não sei como, eles começaram a fechar a porta. Nunca soube o real motivo, e eles também nunca disseram nada. Talvez tenham desconfiado, até talvez eu tenha cometido algum erro que estragou meu plano, mas minhas sessões de “pornô ao vivo” tinham acabado.
Não lembro quanto tempo se passou, mas talvez fosse algum desses domingos monótonos de verão. Lembro que estávamos na cama deles assistindo a algum filme que passava na TV, quando uma cena de nudez, muito comum nos filmes de antigamente, tomou conta da tela. Eu vestia apenas uma camiseta e uma cueca rio folgada, e não pude evitar que meu pau endurecido chamasse atenção. Meu pai era um cara muito brincalhão e comentou com a minha mãe, que só comentou dando risada: “ – Eitaa, Léo (nome fictício)”.
Meu pai puxou o elástico da minha cueca e meu pau pulou pra fora todo duro, fazendo os dois caírem na risada. Depois que aquele chato filme terminar, já com o dia virando noite e o quarto escurecendo, lembro de ter ficado deitado na cama apenas com a luz vinha da suíte iluminando o quarto. Meu pai tomava banho para viajar a trabalho, e minha mãe o ajudava a preparar as coisas dele. Lembro que os dois conversavam baixinho, de um jeito que eu não conseguia ouvir nem prestava atenção. Mas, minutos depois, minha mãe apareceu de calcinha e sutiã, tirando os peitões pra fora e dizendo:
“– Olha, Léo. Você gosta?”
Eu fiquei paralisado enquanto ela mexia naqueles peitões, enquanto ouvia meu pai rindo. Lá do banheiro, ele disse: “– Deixa ele pegar!”, mas minha mãe, desconfortável, parecia não querer. Depois de alguma insistência, ela se deitou ao meu lado, e meu pai entrou no quarto dizendo: “– Vai, Leo, aproveita!” Naquela hora, lembro de ter enchido as mãos naqueles peitos e massageado por alguns minutos, meio sem jeito, até que, não sei como, já estava com a boca nos peitos dela, de ladinho, enquanto ela acariciava meu pau duro por cima da cueca. Depois de mais insistência, meu pai convenceu ela a chupar meu pau e pediu para eu me deitar e encostar na cabeceira da cama. Em seguida, minha mãe tirou minha cueca, se aproximou e começou a lamber a cabecinha até que meu pau desaparecesse inteiro dentro da boca dela. Cara, que delícia. Era uma mistura de adrenalina, medo e tesão, meu coração a mil, e meu pai só assistindo minha mãe me chupar.
Minha mãe ainda estava meio relutante, talvez não quisesse estar fazendo aquilo, mas meu pai era bem insistente. Depois de me chupar por alguns minutos, deixando meu pau completamente babado, meu pai pediu que minha mãe deitasse de barriga pra cima e me instruiu a deitar por cima dela, guiando meu pau até a buceta dela, entre as pernas. Ainda com minha mãe de pernas fechadas, fiquei os primeiros minutos com o pau no meio, num movimento delicioso, roçando na buceta peluda dela enquanto ela alisava minha bunda, até ela afastar as pernas levemente até meu pau começar a entrar centralmente na buceta quentinha e melada. Eu era um verdadeiro cabaço, ficamos naquela posição papai e mamãe enquanto eu metia de um jeito meio desengonçado. Às vezes o pinto escapulia pra fora e meu pai ajudava com a mão a encaixá-lo novamente. Foi a sensação mais deliciosa da minha vida. Lembro de ter tido minha primeira gozada de verdade, e não mais aquela porrinha rala que saía quando batia punheta, mas também não era uma gozada que resultasse escorrendo até lambuzar o lençol, o suficiente pra deixar a buceta dela bastante melada. Quando terminei e saí de cima dela, meu pai ainda brincou: “– Mas já, Leo?”, e minha mãe também riu.
As semanas seguintes resultaram em dezenas de punhetas, e não houve mais momentos de sexo, já que dependia de um “– Ok, pode ir lá, amigão” do meu pai e eu não tinha coragem de tentar algo por conta própria. Porém, ainda mantive aquele hábito de entrar pelado no quarto da minha mãe e desfrutar cada pedacinho do corpo dela.
Desde então, aconteceram muitos episódios de putaria em família, mas que com certeza contarei em outras oportunidades.
edpevensie