Disciplina Militar III



Patrícia não sabia quando estava acordada ou dormindo.
Quando dormindo, era um sono agitado cheio de pequenos sonhos, com uma voz onipresente que se fazia ouvir. Essa voz dizia verdades que incontestáveis, mas que ela esquecia logo após ter ouvido. Ou assim ela pensava.
Quando acordada se alimentava ou era alimentada e voltava a dormir. Voltava a se agitar, voltava a sonhar e a voz que lhe revelavam verdades que ela não conseguia refutar.
Por fim, caiu um sono suave e ao abrir os olhos esperava encontrar a cama molhada de suor e totalmente desfeita, mas encontrou tudo na mais perfeita ordem.
Rita o seu lado como se nada houvesse acontecido avisou que o capitão desejava que ela tomasse o chá calmamente e depois se apresentasse ao serviço.
A princípio, ela se apressou em obedecer do capitão, mas como ele dizia para fazer as coisas calmamente então se vestiu (após verificar que não precisava de um banho), tomou chá refrescante e se dirigiu ao escritório do capitão
Apenas quando chegou lá notou que estava sem sutiã. Antes que pudesse retornar ao alojamento, o capitão a mandou entrar.
- É hora esclarecermos certas coisas tenente. – disse ele. – Essa é uma divisão super secreta da qual a senhorita agora faz parte. A senhorita foi classificada como um elemento de alto risco devido ao fato de ter seduzido o almirante Magalhães que até então era totalmente refratário qualquer tipo de sedução. O alto comando pensou que se, a senhora faz isso com ele, poderia fazer com qualquer um. Então resolveu transformá-la em um instrumento a nosso benefício. Eu possuo certas habilidades e conhecimentos que tornam isso possível, por isso, foi transferida para cá. Mas o alto comando cometeu um pequeno erro ao me fornecer carta branca.
A moça apenas olhava para seu superior, demonstrando surpresa e, talvez, um pouco de medo. Disse apenas:
- Eu sou um “instrumento não oficial”?
- Exatamente! – respondeu o capitão, mostrando a tenente uma cópia do e-mail do almirante Magalhães. – A partir de agora a senhora senhorita é minha propriedade eu posso fazer com a senhorita o que eu bem quiser. Embora a senhorita nesse momento não saiba, sempre fará tudo o que eu lhe ordenar.
Ela ficou assustada com essas palavras, porque algo num fundo de sua mente dizia ser verdade, mas ela não podia acreditar.
- Abra a blusa, ajoelhe-se, coloque a mão por baixo dos seus peitos e os exiba pra mim!
Ela mal pôde acreditar quando, antes que pudesse perceber o que fazia, estava de joelhos suas mãos abrindo a blusa e, em seguida, levantando seus seios e os exibindo para a capitão, como se fossem frutas sendo oferecidas!
- O que aconteceu comigo? – perguntou ela
- Simples, minha querida! Nos últimos quatro dias você foi submetida há um processo que a tornou minha escrava permanente e absoluta. Você fará o que eu disser para fazer, pensará o que eu disser para pensar, sentirá o que eu disser para sentir, agirá como eu disser para agir. Em suma, você será exatamente o que eu quiser que você seja: tímida, extrovertida, pudica, devassa. Um dia você pode ser uma moça recatada e no outro uma vagabunda! Basta eu querer!
Sua mente ficou em uma zona indefinida entre o pânico e o prazer. Parte assustada parte excitada.
- Não adianta negar! – o capitão continuou – No fundo você sabe que é uma submissa e que o fato de estar totalmente sob o controle de alguém a deixa excitada!
Ela começou a se lembrar. Reconheceu a voz do capitão como aquela voz dos seus sonhos ou pesadelos que ordenava, que dizia como as coisas deveriam ser e ela havia aceitado tudo. Ela entendia, por mais que intelectualmente não aceitasse, o que havia acontecido.
Era verdade. Ela era uma submissa e, realmente, se tornara uma propriedade do capitão.
- Muito bem, minha cara. Você se lembra o que você se tornou? Se lembra qual o objetivo da sua vida a partir de agora?
A voz dele voltou a ressoar em sua mente, fazendo com que lembranças surgissem com uma força tal que varressem quaisquer outros pensamentos e crenças de sua mente. Ela sabia!
- Sim, eu sei. – respondeu timidamente.
O capitão se levantou da cadeira, se colocou em frente a tenente e, colocando a mão sob o queixo da moça e, lentamente, quase carinhosamente, levantou o rosto dela até que seus olhares se encontrassem.
- Então me diga, da forma correta, o que você é, que eu sou e para que você serve!
Palavras das quais ela não se lembrava surgiram em sua mente, e ela sabia que deveria recitá-las. E o fez, com toda convicção de sua alma.
- Eu sou sua escrava. Meu corpo, minha mente, minha alma são suas propriedades. O senhor é meu dono, meu mestre, meu amo e senhor de minha vontade. Eu existo para obedecê-lo, satisfazê-lo, servi-lo e lhe dar prazer! O objetivo da minha vida é agradá-lo e satisfaze-lo. Sou um objeto para seu prazer!
A cada palavra proferida, um frêmito de prazer percorria o corpo da tenente de modo que, ao final da declaração ela estava à beira de um poderoso orgasmo.
Ele solta o rosto e, automaticamente, ela volta a abaixar sua cabeça, em respeito a seu dono.
- Muito bom, escrava! – disse ele, enfatizando a última palavra e observando o pequeno tremor no corpo da moça. – Você aceitou sua nova situação?
- Sim, meu Amo! Aceito de corpo e alma minha condição! – responde a moça com novos pequenos tremores no corpo. Paradoxalmente, ao se aceitar como escrava, sua mente se sente liberta e realizada, como se lhe fosse dado algo que lhe faltava para se sentir completa. Ou como se encontrasse seu lugar no mundo.
Logo em seguida, o capitão percebe uma expressão de dúvida surgir no rosto da tenente.
- Fale! – ordena o capitão.
- Não sei como me dirigir ao senhor para mais agradá-lo. Meu amo? Meu dono? Meu senhor? Meu mestre? Por favor, peço que meu amo me oriente!
Ele sorri ante a submissão de moça. De fato, o processo havia sido um sucesso completo. Nunca antes atingira esse nível.
- Em primeiro lugar, a menos que eu diga o contrário, você pode se expressar livremente. Mantenha sua iniciativa. Mas, respondendo sua pergunta, você deve me tratar por “amo” ou “mestre”, e você se referirá a si mesma como “essa escrava”. Claro que, na presença de pessoas fora da nossa equipe ou das assistentes da base, você me tratará como qualquer oficial, e poderá se referir a si mesma pelo pronome “eu”. Entendeu tudo?
- Sim, meu amo. Essa escrava entende! – respondeu a moça, na mais doce das vozes.
Seguro de seu domínio sobre a tenente, o capitão calmamente olhou a moça a seus pés, se permitindo apreciar cada detalhe do corpo dela.
Era um sonho erótico encarnado, um corpo que poderia fazer inveja a Aphrodite, a Freya ou a Isthar, e estava ajoelhada a sua frente, oferecendo seus fartos, porém firmes seios como suculentos melões, para sua apreciação. Realmente, o presente do almirante compensava tudo que havia passado, todas as merecidas recompensas não recebidas antes. Compensava, não. Superava.
A moça continuava quase na mesma posição, esperando saber os desejos de seu dono para realiza-los. A pequena diferença é que agora suas mãos não só sustentavam seios, como os empinavam e abaixavam levemente, provocando seu dono.
E a provocação surtiu efeito. Assim que o capitão relaxou, uma protuberância se formou em sua calça, bem na frente do rosto da tenente.
Esta, percebendo o desejo do seu dono, olhou para o volume da calça ostensivamente, depois levantou apenas o olhar, enquanto mordia o lábio inferior, o que fez com que o volume se acentuasse.
- Chupe!
Ela começou a chupar sem pressa, acariciando as bolas dele com os dedos e lambendo a cabeça da rola, lambendo bem molhadinho, engolindo a cabeça e depois engoliu até a metade da pica e ficou sugando, deixando a cabeça do pau tocar no céu da boca, , então levou as mãos para o peito e ficou acariciando os mamilos duros e cheios de tesão.
O capitão gemeu de prazer.
Em nenhum dos puteiros que visitou pelo mundo, nunca tinha visto alguém se entregar tanto, num boquete, a dar prazer ao homem. Ficava clara a preocupação do Almirante. Só com um boquete desses, essa mulher arrancaria muita coisa da maioria dos homens que conhecia.
E agora ela era sua... totalmente sua!
Gemeu novamente, tanto pelo prazer que estava sentindo, como pela previsão dos prazeres futuros.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Disciplina Militar III

Codigo do conto:
272741

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
20/09/2026

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