Boquete inabalável na balada



Nos últimos dias, muito se está falando sobre certa balada, onde certo banqueiro safado promoveu uma orgia envolvendo novinhas e um bando de velhos ricos (e provavelmente brochas) da direita. Pois bem, apesar de ser bastante desagradável imaginar tal cena, a conotação sexual dada a este emblemático recinto da boemia paulistana (recuso-me a dizer o nome, pois parece que os donos já têm clientes bem ricos, não precisam de propaganda gratuita) me fez resgatar memórias (estas, sim, agradáveis para se pensar) de coisas que já vivi nos rolês da vida.

Falemos, então, de um episódio em especial, quando, em determinada sexta-feira, há alguns anos atrás, saí de gandaia pra tomar umas e ver o que a noite podia me oferecer. Caminhando por um bairro adjacente ao centro paulistano, as trevas noturnas me levaram ao lugar das(os) trevosas(os).

Na calçada, onde se forma a fila pra entrar, pego uma long neck e, enquanto bebo, observo passar por mim rostos maquiados,mulheres com decotes generosos, calças de couro (ou imitação) coladas na bunda, espartilhos etc. De minha parte, companheiras(os), estou me lixando pra elaboração do meu visual, não preciso estar como todo mundo pra me sentir bem. Nesta noite, em especial, acho que tava com camiseta e calça jeans. Nada demais pra quem já foi lá de tênis, bermuda e regata.

Pois bem, as portas (do inferno?) se abriram. Desce mais cerveja! E um aguardente pra acompanhar! Em cima, há um salão temático e, embaixo, descendo as escadas, o porão, que se conecta, por corredores, com uma parte externa, o fumódromo.

Após fazer o reconhecimento geral do lugar (sempre ando em todos os ambientes antes de escolher onde vou, estrategicamente, ficar), adentro a pista do porão, a mais quente (em todos os sentidos). Nela, a visão sobre os decotes e corpos dançando se torna mais psicodélica. A luz pisca e apaga rapidamente, proporcionando uma “cegueira” momentânea e intermitente. Além disso, a escuridão do porão fica mais intensa em alguns pontos do ambiente. E é pra estes cantos que eu gosto de ir e ficar observando aqueles corpos se contorcendo ao som de pós-punk e rock eletrônico, essas coisas que os “dark” curtem. De cerveja em cerveja, entro no clima e também me contorço conforme a dança peculiar desse povo.

No momento da dança (ou mesmo parado), é normal que esbarrem na gente, dado o volume de pessoas no local. Mas, algumas vezes, sabemos muito bem que esses “esbarrões” podem ser intencionais. Foi o que aconteceu ao me deparar com uma mulher, com seus trinta anos e alguma coisa, que logo me tirou pra dançar. Ela não tinha o padrão de beleza convencional, sua cabeça era raspada (algo unusual e ousado), mas, como várias por ali, estava trajando um espartilho, que salientava os seios não muito grandes. Era magra e de olhos claros.

A dança seguia e não demorou para nos beijarmos e começarmos a nos agarrar, com mãos mais ousadas, conforme o movimento corporal seguia. Eu a pressionei contra uma parede e roçava nela, que correspondia esfregando sua boceta no meu pau já excitado.

Em determinado momento, fomos para fora, pois ela fumava. Lá, pudemos nos observar melhor e, dentre uma tragada e outra, conversávamos e nos beijávamos. Antes de voltarmos pra pista do porão, ela falou que tava com tesão em mim e que queria muito me chupar. Bom, eu só respondi que adoraria, obviamente, mas, até aí, eram apenas palavras jogadas por dois bêbados com tesão.

Voltamos pra pista: mais esfregação na parede. Eu a beijava e a encoxava, com minhas mãos percorrendo o seu corpo que, apesar de magro, tinha bunda e par de coxas bem gostosos. Ela se contorcia e dava uns gemidos ao meu ouvido. De repente, ela me puxou e trocamos de lado. Agora, era ela quem me prensava contra a parede. E, novamente, falou ao meu ouvido: - Meu, eu quero muito te chupar! Desta vez, ela foi mais enfática e, sem perder tempo, agachou-se na minha frente e abriu meu cinto. Depois, abriu minha calça e comecei a sentir sua língua em meu pau. Eu não acreditava! O que era força de expressão virou realidade!

Senhoras(es), nunca me senti um grande exibicionista, tendo, inclusive, certa timidez e discrição. Mas, esse “choque” se transformou em excitação: havia gente por todos os nossos lados e eu estava recebendo um boquete ali mesmo. Vejam bem, o lugar é escuro, e isso faz parte do seu charme. Porém, garanto que ninguém fica cego lá dentro, não! Depois de um tempo, os olhos se habituam com o tipo de iluminação e qualquer observador mais atento pode reparar no que rola ao redor.

Depois dela fechar minha calça, fomos pro fumódromo novamente, conversamos mais um pouco, nos beijamos e ela fumou outro tanto, antes de retornarmos à pista por mais uma vez. Quando voltamos ao porão, eu estava bastante excitado e queria, de alguma forma, retribuí-la pelo heróico gesto da outra vez. Então, novamente a enquadrando na parede, corpo contra corpo, minha mão desceu para a sua calcinha. Enchi a mão por dentro e descobri que não era somente a sua cabeça que era raspada. Daí, enfiei os dedos e senti o calor daquela boceta lisinha e molhada. Fui enfiando os dedos, em movimentos de vai e vem, como se meu pau estivesse entrando ali. Ela se revirava ia e até dava alguns gemidos mais altos, mas, o barulho da balada abafava o som pros demais, fazendo com que seus gritos de prazer ficassem quase exclusivos pra mim.

Depois de mais essa rodada de pista, voltamos ao fumódromo, ela deu algumas outras tragadas e nós nos demos os últimos beijos. O que tivemos acabou ficando por ali mesmo.

De lá pra cá, estive várias vezes no mesmo lugar e fiquei com mais outras mulheres. Mas, essa ficada não tem como esquecer, não é? Quem sabe, um dia, role de novo! Nunca se sabe…

A seguir, uma foto que busca capturar o clima do lugar onde a pegação rolou.

Beijos às leitoras! Um salve aos camaradas!

Foto 1 do Conto erotico: Boquete inabalável na balada


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271040 - Cheiro de sexo na academia - Categoria: Exibicionismo - Votos: 4

Ficha do conto

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fernao

Nome do conto:
Boquete inabalável na balada

Codigo do conto:
272750

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
20/09/2026

Quant.de Votos:
1

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