- Fe, não tô muito confortável em dividir o quarto com a Pa.
- Amor, acabamos de chegar e não tem outro quarto na casa, eu não acho legal a gente propor essa mudança, ainda mais que estamos em uma cama menor. Alguém teria que sair de uma cama de casal pra vir pra cá, ou a gente expulsar a Pa e o Rodrigo do quarto. Muito ruim a gente dividir com eles mesmo?
- Ah, deixa assim mesmo vai.
Percebi que ela queria ter trocado, mas ficamos assim. Era sexta-feira e o casamento seria apenas no dia seguinte. Então fomos para a praia encontrar os noivos e outros amigos, tomamos umas cervejas e ficamos conversando. Até que eu tive uma torção no joelho. Eu tenho problema no joelho e já operei algumas vezes, não foi a primeira vez que isso aconteceu e acabei ficando com certa dificuldade pra andar e fazer qualquer coisa.
Bebemos bastante e voltamos para casa umas 20h e a ideia era tomar um banho e jogar um baralho até a hora de dormir. Eu fui o último a tomar banho do nosso quarto e nessa hora o jogo de baralho já estava rolando, todos jogando e eu fui tomar banho. Assim que saí, estava apenas de toalha sentado na cama e tentando vestir a cueca (pra quem já machucou o joelho e não consegue dobrar, sabe que pode ser meio difícil vestir cueca e meia). Nesse momento, Paula entra no quarto, pois precisava pegar o carregador do celular, e me viu nessa situação.
Ela é uma pessoa muito gentil e, sem nenhuma segunda intenção - pelo menos na minha impressão - ela me ofereceu ajuda. Eu aceitei e então ela veio perto de mim, abaixou na minha frente e me ajudou a passar a cueca pelo pé direito, só que ao invés de parar por aí, ela passou pelo outro pé e subiu um pouco. Eu peguei a cueca, encostando levemente a minha mão na dela, e subi a cueca, só que nessa hora, a toalha abriu um pouco, revelando meu pau que estava dando pequenos sinais de vida. Ela estava abaixada na minha frente, com o rosto praticamente na altura da minha pica e a cerca de 30cm dela. Notei que ela olhou e viu meu pau, e ela ficou vermelha na hora, desviou o olhar mas não se moveu.
- Desculpa, Pa. - E já vesti a cueca, com o pau marcado no tecido.
- Imagina, não tem problema. Eu já vi isso várias vezes - E deu uma risada meio sem graça. Dei risada também e complementei
- Não só viu né, já fez muito mais que isso.
Ela riu e me deu um tapa na coxa. Eu senti que parecia que ela estava querendo algo, e sem pensar em nada e agindo puramente pelo impulso, eu tirei meu pau pra fora, que já estava duro, e disse:
- Quer matar a saudade?
- Você ta louco? Ta todo mundo aqui, podem entrar a qualquer momento.
- Eles tão jogando baralho, ninguem vai aparecer.
Ela abocanhou meu pau, chupando com gosto, pare ia realmente estar matando a saudade.
- Nossa Pa, que boca gostosa. Chupa meu pau, sua putinha. - Lembro que ela adorava ser chamada assim.
- Ah que pau gostoso, nem sabia que eu sentia falta dele assim.
Como ela veio pro quarto só pegar o carregador, estava demorando um pouco mais do que deveria. Então após poucos minutos daquele boquete maravilhoso, ela parou e disse:
- Preciso voltar, o Rodrigo vai estranhar essa demora. - Até o semblante dela mudou nessa hora, parecia que o espírito de puta, safada, havia saído e a casa de garota certinha tinha voltado. Ela passava essa impressão mesmo, de recatada.
- Poxa Pa, queria ao menos gozar. Será que não da?
- Agora não, quem sabe num outro momento.
E assim ela voltou pra sala pra continuar o jogo de baralho e eu me troquei e tambem fui pra la.
Chegando na mesa, foi bem estranho jogar com todos ali após o que tinha acontecido no quarto. Mas o jogo rolou e nos divertimos bastante. Depois fomos pro quarto dormir e nada mais aconteceu na viagem entre nós, não houve oportunidade e acho que foi até melhor ter ficado só naquilo.
-
Muito massa quando acontece algo assim.