Depois de umas duas semanas da primeira experiência que tive com meu primo, ele apareceu em casa em um sábado e me convidou para dar umas voltas de bike. Concordei e depois de termos andado um tempo, fomos até a casa dele para descansar. Lá chegando, não tinha ninguém. Entramos e ele me serviu água e a gente ficou conversando um pouco. O fato de estarmos só nós dois fez pintar um clima novamente, meio que deixando a gente sem graça. De repente, ele veio até mim e pegou no meu pau que já estava duro. Assustei de início e deixei. Ele começou a falar que o outro dia tinha sido muito bom e que queria repetir. Eu, meio sem graça, querendo, mas também resistindo porque achava que não era certo.
Ele começou a bater uma punheta pra mim e com a outra mão pegou minha mão e colocou no pau dele. Não resisti e comecei a dar aquela pegada gostosa no pau dele. Ele vendo que estava menos resistente, foi me levando até a sala, onde nos sentamos no sofá um do lado do outro.
Abaixou seu shorts e o meu também. Ficamos lado a lado, batendo punheta um para o outro. Os paus babavam muito e estavam duraços...
O tesão tomava conta do ar.
Sem mais, ele se abaixou e começou a chupar meu pau...fui aos céus...que delícia...
Para mim, era tudo muito novo. Tinha pouca experiência, enquanto ele, mais malandro e mais velho, já dominava a arte da sedução, me deixando entregue a ele...
Chupou por um tempo e pediu para eu chupá-lo também, direcionando minha cabeça para o seu pau. Comecei a chupar devagar, engolindo um pouco, lambendo a cabeça e, vez ou outra, ainda raspava com o dente seu pau, momento em que ele pedia para eu tomar cuidado, me direcionando da maneira certa. Conforme chupava sua pica, mais eu gostava de sentir o pau dele pulsando na minha boca. Já falei que ele era pauzudo e tinha uma cabeçona bem grande e gostosa, que não parava de babar...eu ia me deliciando naquele pauzão, com ele, vez ou outra, enterrando minha boca no seu pau, quase me fazendo engasgar.
Chupava gostoso quando ele começou a dedar meu cuzinho. A princípio resisti, mas com jeitinho ele foi me conquistando e conforme ele tocava meu cuzinho, foi despertando em mim um outro tipo de prazer, até então desconhecido. Ele molhava seu dedo e, aos poucos, ia metendo no meu cuzinho, fazendo movimentos que estavam me deixando doido de tesão. Com isso fui relaxando, até um momento que não sentia dor, só prazer. Foi quando ele pediu para deixar ele me comer...
Neguei porque lembrei da dor que tinha sentido no outro dia. Mas, ele safado que é, começou a dedar mais meu cuzinho e até a me beijar, me deixando mais fogoso e com desejo de experimentar. Ele só na promessa de que colocaria só a cabecinha...
Acabei concordando. Ele me deitou no sofá de frango assado, cuspiu na cabeça do pau e, aos poucos, foi me penetrando. Quanto entrou a cabeça toda, a dor já era imensa, ele parou e falou pra eu relaxar, que ia devagar. Começou a morder meu peito e pescoço e eu fui ficando relaxado até que ele colocou mais um pouco. Doeu de novo, segurei o corpo dele até que dor foi passando de novo. Mais uma estocada, parada, dor amenizada, ele recomeçou a bombar, tirava quase que o pau todo e enfiava de novo, até metade. Com os movimentos foi ficando gostoso, já não estava mais tão preocupado em sentir dor, mas estava gostando da sensação de ter um pau metendo em mim. Era um prazer novo e muito gostoso. Meu pau continuava duro e babando muito...
O prazer foi cada vez mais tomando conta do meu corpo, comecei a gemer gostoso e, ele esperto, percebendo que estava entregue, meteu todo o pauzão em mim, até as bolas. Urrei de dor, ele deu uma parada, esperou me acostumar e, daqui a pouco, já estava bombando novamente. Que delícia. A dor foi embora e eu estava extasiado, só sentindo o prazer de cada bombada.
Ele sabia meter gostoso e como sabia! Ele não parava. Foi me comendo, enquanto eu delirava de prazer, gemendo na vara dele.
Nem sei quanto tempo ficamos nessa, mas daqui a pouco ele anuncia que ia gozar e inunda meu cuzinho de porra. Eu também gozei gostoso, momentos depois, pois ia me punhetando, enquanto levava vara.
Deitou sobre mim, com aquela mistura de gozos. Descansamos um pouco e fomos tomar um banho.
No banho, começo a expelir o gozo dele de dentro de mim. Não sabia que era sim, pois, à época, era cabação. Saiu muita porra de dentro de mim, achei até estranho, mas com o tempo percebi que além de pauzudo, ele tinha um reservatório de porra farto, pois sempre gozava muito.
Saímos do banho, nos arrumamos e firmamos o pacto daquilo ficar só entre nós.
Ficou. Transamos mais vezes, mesmo eu achando que era errado, não conseguia resistir aos seus convites. Ele tinha um poder de sedução incomparável.