Pergunta ao seu pai o que eu fiz com ele! - Mario negao usando pai e filho


Esse conto aconteceu quando eu tinha uns 15 anos e estava começando a entender as coisas sexuais. Nessa época eu já batia muita punheta com meus amigos aqui no interior de SP, e tava sempre fazendo putaria com os mlk da rua, mas era tudo muito escondido e não entendia as maldades das coisas ainda.

Eu sempre fui uma criança pequena, e bem bonita, então os mlk da rua sempre gostava de abusar de mim e eu curtia demais, e fui começar a deixar a pica entrar mesmo só nos 15, mas vamos lá.

Sempre vivi uma vida normal no que tange ao meu pai, ele era pedreiro chefe, e nessa época eu não sabia que era do estilo de pedreiros treparem com tudo, então nunca desconfiei de nada. Meu pai coordenava todos os outros pedreiros e ajudantes, então ele mandava no próprio time. Não sei se ele já sabia que eu gostava de homens, mas vez ou outra eu tinha contato com o pessoal, e tinha um pedreiro que era bem próximo da gente, chamado Mário. Todos eles me respeitavam e ate gostavam de mim, eram homens humildes, sempre brincavam comigo, tudo acima de qualquer suspeita, e sempre que tinha que ter contato com eles era algo tranquilo.

Meu pai tem 1,73, é careca, corpo de pedreiro normal, não sarado mas corpo másculo de trabalho, e sempre foi muito respeitado, ele era branco, e esse Mario era um negao de bigode, estilo puto. Eu sempre soube que esse Mario comia várias mulheres, ele falava disso abertamente, e tinha aquele jeito de putão, que estava sempre falando putaria, de comer buceta, fuder as meninas, etc.

Tudo mudou um dia, quando a gente tava num churrasco e meu pai bebeu, ele raramente bebia, então umas 3 cervejas já era suficiente pra ele ficar altinho. Tudo normal, ele acima de qualquer suspeita, até que eu estava perto desse Mario, porque conhecia ele e sempre ficávamos juntos, ele era tipo um tio e sempre me tratou bem e nunca tentou nada, era tudo bem normal.

Quando meu pai chegou, ele falou rindo igual um puto pra mim: - Pergunta ao seu pai o que eu fiz com ele!
Meu pai olhou pra ele de forma meio séria, meio que falando “cala a boca, porra”, mas já era. Ele mudou de conversa, mas aquilo ficou na minha cabeça. A princípio, eu não tinha maldade suficiente pra entender aquilo, mas o sorriso dele era tão safado, que me despertava algo, e a tensão do momento ficou registrado em mim, mesmo que eu não soubesse ainda ligar as coisas.

Na verdade, algo que esqueci de mencionar: eu sempre tive tesao por esse Mário, e nunca entendi porque. Nunca demonstrei nada, até porque eu era muito novo, e nem sabia como fazer isso, não tinha as manhas dessas coisas, pois bem.

Aquilo ficou na minha cabeça, e uma semana depois por aí, fui num bar da cidade, e quando estávamos saindo o negao falou com meu pai: “Paga ai minhas cervejas”.
Não entendi porque ele havia falado isso, visto que meu pai nem beber cerveja havia bebido, mas meu pai olhou pra ele meio que rindo concordando e pagou as cervejas dele, e aí fomos embora.

Nessa época, ou por ser inocente ou novo, não sabia ligar os pontos, então ficou só esses dois momentos soltos na cabeça de forma marcante, mas não foi preciso, passou algum tempo e tudo foi esclarecido da melhor forma possível.

Meu pai trabalhava sempre numa cidade vizinha, a uns 12km da nossa cidade, porque lá havia muitas obras, e como era perto, ele ia e voltava todo dia, e no carro dele, levava todos os peões.

Alguns dias, porém, ele começou uma obra num lugar aqui da minha cidade, e alguns dias da semana ficava pela região. Em cidade pequena, tudo é perto, e eu fiquei de ir levar café para ele e pros ajudantes que estavam na obra, que ficava a uns 10 minutos da minha casa.

Quando cheguei lá, não havia ninguém, só o carro dele, e como a obra era pequena, geralmente ficava só ele e mais um nessa obra específica: o Mário.
Assim que deixei as coisas na obra, a vizinha, que era dona da obra, me viu, e falou: - Opa menino, seu pai e o Mario foram lá na casa do Mario, buscar uma maquita que tava por lá. Eles saíram tem uns 10 minutos, se quiser ir ver se eles tão por lá. Deixar isso aí vai esfriar.

Dito e feito, fiz o que a senhora falou, e fui pra casa do Mário, que ficava uns 5 minutos mais afastado ainda, meio que interior, pra quem sabe.
Chegando lá, já havia ido algumas vezes na casa dele, havia um portão de metal, subindo, passava pela porta e dava na cozinha. Quando cheguei, o carro estacionado na frente da casa.

Passei pelo portão de metal, subi as escadas e então a porta da cozinha tava encostada. Como ele morava sozinho, imaginei que estariam na cozinha, afinal de contas, não havia motivo para estarem em nenhum outro lugar, então já fui entrando sem chamar, mas pra minha surpresa não havia ninguém na cozinha, mas assim que entrei dentro da casa e passei a ouvir mais o som da casa do que da rua, comecei a ouvir um gemido prolongado.
- aiiiiiiiii, aiiiii negao caralhudooo, fode e nao para!!!!!

Naquele momento, fui num mundo e voltei. Por pouco não deixei as coisas do café caírem no chão, porque não tinha dúvidas nenhuma do que estava acontecendo lá pra dentro.
Minhas pernas tremiam, meu pau faltava pouco explodir, eu me sentia até um pouco tonto de tanto tesão, só queria chegar logo no quarto onde aquilo estava acontecendo e ver a cena, e enquanto isso a voz manhosa continuava.
- aiii caralho, to com o rabo ardendo, mas nao para nao negao, para nao que eu aguento!
A voz, manhosa, claramente era do meu pai, e os gemidos e risos de macho se esbaldando em cu era do Mário!

Menos de 30 segundos depois de entrar na casa, consegui achar o quarto, e fiquei bem de cantinho, pra ninguém me ver, mas quando vi a cena toda, fiquei até mais relaxado, porque os dois estavam tão concentrados naquilo que faziam, que dificilmente perceberiam eu ali na porta.

Meu pai estava empinado de quatro igual uma cadela, e o Mario todo pelado em cima dele, igual um cavalo empurrando a jeba preta cheia de pentelho no meu velho, que ria e se deliciava. O puto montava e empurrava, sacudindo a cama toda enquanto meu velho aguentava e até jogava a bunda pra trás, rebolando, engolindo, feliz igual uma puta sendo arrombada.

O putao preto sabia o que tava fazendo, e pelo visto, não era a primeira vez e nem a segunda. Ele ria, gemia, se deliciava sacaneando o meu pai, que até fechava os olhos recebendo aquele cacete que devia ter fácil uns 20cm, já que não importa o quanto ele tirava e empurrava, eu nunca conseguia ver a cabeça, que tava toda grudada na potranca da cadela do meu pai.

- tu gosta né patrão, se eu parar agora tu até chora pra eu entolar piroca nessa tua buceta ne
- ta doido Mario, para não, para não que eu choro igual mocinha se tu parar.
Nisso o negao tirou tudo e ficou uns 3 segundos fora, e foi o suficiente pro meu pai miar pedindo mais.
- bota dentro negao, me laceia gostoso. Sabe que sou doidinho nessa tua jeba preta.
Eu não conseguia nem reagir a nada, às vezes batia um pouco, às vezes parava, ficava tão maluco vendo aquilo, que meu corpo nem reagia. Se alguém me cutucasse, eu caia, de tão sem reação que tava, mas foi aí que piorou tudo, ou melhorou.
- vou socar ate as bolota, patrão aí tu segura nelas, do jeito que ce gosta.
E assim fez. O fdp atolou tudo no meu pai que gemeu gostoso e fino, soltando o corpo na cama e relaxando enquanto levou as mão por baixo da perna e segurou nas bola preta do negão e ficou apertando elas.
- patrão, fala pra mim como é que é sentir a buceta cheia de jeba de cavalo preto?
- uhhhhgggg meu preto, é bom demais!!! ficou doido pra sentir seu caralhão, só é melhor quando tem outra enchendo minha boca igual puta mesmo, aí eu deliro mais ainda.
Nessa hora o Mario riu muito da cara dele, e então olhou bem pro meu olho, num contato visual certeiro.
- uai patrão, eu queria mostrar o quanto o sr. gosta de caceta, mas ai o senhor até falou coisa demais… olha ali o patraozim doidinho vendo eu cruzar noce.
Nessa hora meu pai olhou assustado pra mim, tentando reagir e pular da cama, mas o cacete tava tão cravado dentro dele, e ele tão fraco de ser estourado pelo Mario, e foi aí que o Mario segurou ele com força, engatando forte nele e rindo, prendendo ele de baixo de si enquanto segurava a pica toda dentro, enfraquecendo ele todinho.
- calma ai, patrão. Pra que fugir? O mlk tá ali vendo oce ser minha vagabunda tem uns 10 minutos! E ta punhetando igual doido, vamos parar o show dele?
Eu olhava pro Mario sentindo um misto de raiva e tesão absurdo. Vendo ele rir, usar e meter no meu pai, lembrando do meu pai pagando cerveja pra ele, lembrando dos gemidos de fêmea que meu pai dava debaixo dele. Ao mesmo tempo, olhava pro meu pai com tristeza, tesão e um misto de inveja, porque as caretas e feições que ele fazia levando aquela madeira eram boas demais.

Certamente o mix de emoções eram confusos, mas o tesão era o ápice delas. Fui entrando no quarto meio tímido enquanto Mario ainda prendia meu pai debaixo dele e parecia contente comigo entrando no quarto, enquanto meu pai tentava argumentar, mas estava tão dominado, que qualquer movimentação do negão deixava ele sem reação. Aos poucos, o cavalão dominando a situação ia mexendo a cintura, laceando de novo em movimentos lentos.
- filho… não é isso, deixa… eu… - bastava o negao voltar a apertar a pica nele, que ele tremia todo. - uhgggg filho… eu não… uhhhhgggg
- pede pra eu parar então, patroa safada. - foi só o negão dizer isso que eu percebi o controle nele no meu pai.
- parar? uhggg vou pedir, perai…. caralho, negao, por favor…
Mario ria da cena enquanto empurrava e soltava, já nem fazendo mais força pra prender meu pai ali, que ainda fingia estar lutando, mas não pedia de jeito nenhum pra parar.
- Bora, patrão! Pede pra parar, ai teu mlk vai ver que não é nada do que ele ta pensando.. - Mario continuava rindo e ja metia normal, só mais devagar que antes. Agora era como se minha presença fosse nada.
- uuuhhgg o filhao, foi mal… uhgggg, mas pedir pra parar… nao consigo não filhao!!! - nessa hora ele se soltou e voltou a empurrar a bunda forte, e ai o Mario riu demais e começou a bater na bunda dele enquanto ele chorava de novo. - aiii negao, uhgggg negao!!!
- o patrozinho, foi mal, a brocada do negao aqui vicia demais… e seu pai eu ja viciei tem uns meses.
Naquela hora que lembrei do meu pai pagando cerveja, e do que ele tinha falado comigo “advinha o que eu fiz com seu pai”. Agora eu estava ali, presenciando o que ele fazia com meu pai.
Meu pai parecia estar drogado, mas só tava alucinando na pica do negão. Ele não ignorava minha presença, mas já tinha desistido de fazer algo, e estava muito fraco pra interagir ou olhar pra mim, então só rebolava e continuava sendo fudido, gemendo e fazendo aquele barulho de fêmea, enquanto o Mario não parava nem um segundo.

Eu finalmente consegui reagir, e então fui chegando mais perto agora que sabia que minha presença não era incomodo pra ninguém. Mario olhava pro rabo que ele devorava e olhava pra mim, me desejando, e eu fui sendo atraído pelo olhar dele, até que encostei na cama e pedi.
- posso beijar?
- me beijar? - o metedor perguntou, enquanto estendia uma mão pra me puxar pra ele e a outra mantinha firme na cintura do meu pai, que rebolava e engolia tudo.
Agora eu conseguia ver melhor. Muito pentelho preto, uma pica de 20cm bem grossa e toda brilhante, entrando e saindo, mas a cabeça ainda era um mistério, porque essa não saia do rabo do meu pai de jeito nenhum.
- vem cá, vem, beija seu paizão preto.

Nessa hora ele não me beijou, mas me comeu pela boca. Mário continuava fudendo forte, enquanto com uma mão me agarrou todo e enfiou a língua toda na minha boca, me comendo com a língua. Eu ainda estava em choque, todo travado, mas fui me soltando nas mãos dele, principalmente depois da linguada.
- fica aqui nos meus braços. Olha a pica preta sumindo na buceta do seu pai. Olha ele ficando maluco de tesao.
- aiiii uhgggg, ta doendo mas nao para não. Para não que tô coçando todo por dentro.
- tenho que me concentrar, patraozim. Papai gosta forte e fundo. - Ele falou rindo e voltando a atenção pro rabo do meu pai, que começava a espumar.
- faz em mim, por favor. - foi a única coisa que consegui falar

O puto parecia que já esperava eu pedindo aquilo.
Nessa hora ele continuou socando, mas foi diminuindo a força. - tá ouvindo, patrão? o patrãozinho quer que faz isso nele. Tu vai deixar? - ele se virou pra mim e foi pegando minha mão e colocando na base do cacete dele, enquanto metia, eu ia sentindo a pica com a mão encostar no rabo do meu pai e desaparecer. Ele já estava me treinando. - To perguntando, porque seu pai é ciumento demais nessa caceta, patrãozinho, precisa ver.

Toda a dinâmica humilhava meu pai, mas ele parecia nem ligar mais. À medida que Mario ia desacelerando a metida, ele ia voltando ao “normal”, e pela primeira vez olhou pra mim.
- filhao, tu nao aguenta isso. é grande demais.
- mas pai, tu aguenta tudo rindo… não deve ser dificil assim
- mas teu pai eu ja treinei, rapaz. - Mario falou rindo de novo. - Mas vou treinar você hoje, bom que teu paizao descansa porque ele ja ta grudado nesse caralho tem quase uma hora.
- tu vai rasgar o mlk todo, caralho. Ao tamanho dele.
- eu sei fazer, porra. Deixa o mlk aprender, já tava doido querendo tem tempo, sei disso. - nessa hora ele tirou a caceta de dentro do meu pai, e o barulho do “ploc” me deixou doido, mas ai o negao me puxou pros braços dele e encaixou a pica no meio das minhas pernas, e ficou sarrando em mim enquanto me beijava - já tava doidinho de tesao em mim né patrãozin,

Nessa hora eu me entreguei quando vi que meu pai estava mais que confortável, mas gostando daquilo. Meu velho ficou de pé, vendo o macho que estava dentro dele afundar a lingua em mim e me apertar todo, e ficou sorrindo, quase que orgulhoso.
- vem cá que primeiro o negao vai te preparar.
Ele então me virou de costas e me empurrou na cama, me colocando bem onde meu pai estava sendo arregaçado por ele. Mario começou a abrir minhas pernas e meter a lingua, e eu comecei a gemer. no começo me controlava, mas logo comecei a me descontrolar e vi que estava tudo bem.
- pode gemer, filhão. Já aprende, tu vai relaxar todinho, se nao quanto mais você se fechar, mais doer vai. Treina e relaxa a bunda gostosa na linguada do negao, que depois vem a grossa!!

Meu pai parecia estar gostando, e Mario continuou metendo a lingua numa sensação que nunca havia sentido antes. Eu gemia bem fino, parecia levemente meu pai, e ja estava empurrando a bunda e deixando ele enfiar a lingua cu a dentro.
- ai tio mario, que coceira boa!! para nao!!
- ta igual o paizao ja, mlk. Acho que tu vai engolir a caceta dele direitinho agora. - Para minha surpresa, quem falou isso foi meu pai, que se encostou na parede, batendo uma enquanto via tudo e tentava se recuperar do esculacho que tomou no rabo.
- tio Mário não, putinho. Me chama de paizao Mário, porque depois de hoje vou ser teu dono. Tu vai sentir coisa que nunca sentiu. - Ele disse continuando a lambeção no meu rabo, enquanto eu me entregava.
- O paizão, ja to sentindo. Que loucura essa linguada!!!
- O mlk leva jeito. É teu filho mesmo… Agora vem cá, cachorra. Tu tem que fazer igual teu paizao, tem que pedir pra eu fuder. Pede pica na buceta, que aí eu faço igual fiz no teu paizao.
- Da pica, paizao, da pica na buceta do teu mlkinho, quero demais.

Nessa hora o cavalo se transformou. Ele deu uma cuspida e meteu dois dedos em mim do nada, que comecei a gritar, mas ele me segurou.
- lembra do que a cadela do teu pai falou… relaxa. Meti logo dois dedos, pq o que vai vir depois, tu vai ter que se dedicar. - Ele começou a mamar meus peitos enquanto me segurava, e eu fui relaxando. - Relaxa todinho, faz força com o cuzinho. Vou entrar em tu.

O puto levantou a verga toda, e me levantou as pernas, foi então que vi pela primeira a cabeça que parecia uma chapeleta, toda brilhando de enfiar pica no rabo do meu pai.
Deixei que Mario fizesse tudo como sabia, até que ele ajeitou e eu me preparei, porque imaginei que fosse doer.
- filhote, abre gostoso, vai doer um pouco, mas tu vai relaxar, vai passar a dor e logo tu ta gritando gostoso igual teu papai, beleza?
- vem negao, vem em mim. Queria faz tempo isso.
- Tá vendo, minha puta. Falei que ele queria… - Ele olhou pro meu pai, falando sobre mim. - Acho que tu ia pra casa com o rabo cheio do meu leite, teu mlk sentia o cheiro e já desejava ser meu. Mas vem cá, neném. Paizão vai te abrir.

Aquilo fazia sentido demais. Eu sempre tive tesão no Mario, e agora parecia que o fato do que eles viviam, era o que oculto, alimentava aquilo dentro de mim.

Assim que ele falou isso, carregou a chapeleta na porta do meu rabo e começou a forçar. Eu estava em êxtase, e às vezes olhava pro meu pai que via tudo inebriado de tesao, e todo com uma feição de que tinha sido devorado - e realmente tinha.
Logo a cabeça entrou e eu gritei com uma ardência que nunca senti na vida. O ardido foi subindo, mas eu não conseguia sair, porque Mario me travou forte, enquanto eu começava a chorar arrependido.
- calma filhote, falei que ia doer, mas relaxa, já já você vai entender porque seu pai nunca pede pra parar.
O jeito de sacana dele me deixava tremendo de tesao, e eu não tinha o que fazer. Olhei pro meu pai pedindo ajuda, mas ele já tinha me entregado pro negao, e se deliciava vendo o pedreiro fazer comigo o que fazia com ele.
Logo parecia que o ardido ia passando. Meu corpo começava a ficar tonto de tanto prazer, e quando levei a mão, senti que 25% do pau já estava dentro de mim.

Meu corpo todo falhava, eu olhava pra eles rindo e se deliciando e ficava maluco de tesao. Comecei a afagar os peitos do Mario enquanto ele ia se afundando em mim, e ele ia sentindo que eu já estava aguentando e permitindo ele vir mais.
- isso ai, cadela. Vou fazer com você igual faço com seu papai na frente dele. Relaxa que esse cuzinho já tá laceado, só deixe o negao te emprenhar agora!! - Ele falava quase babando em mim, me segurando e entrando pouco a pouco, sem desistir nem afastar 1cm de pica.
- cuzinho não, negão… é buceta. Não é? - Consegui falar meio mole de tesao, enquanto ele e meu pai riram, e nesse momento eu comecei a sentir os pentelhos encostarem na minha bunda.
- isso ai bebe, bucetinha. Aprendeu fácil. Já to todinho dentro.

Nessa hora Mario me segurou e estocou a primeira vez, eu fiquei fraco, junto com o tesao, sentia meus sentidos meio que falharem. Minhas mãos caíram na cama, e então eu comecei a gemer fino, manhoso, quase inconsciente.
- agora meu filhote, você vai descobrir porque seu pai gritava, mas não pedia pra parar!!

De alguma forma, Mario sabia que podia usar forte. O negao começou a socar e socar e socar, eu não tinha forças sequer pra segurar nele, parecia um boneco na cama manhoso, levando aquela caceta toda enquanto revirava os olhos procurando algo, mas não achava. Meu pai me olhava batendo uma, sem reação, inebriado de prazer e parecia ainda se recuperar da estourada que Mario tinha dado nele… enquanto isso, Mario me segurava igual macho, e afundava a pica toda em mim, sem parar.

- uhhhgg pai… o negao… uhhggggg… paiiiii. - eu gemia enquanto finalmente consegui mexer as mãos e comecei a abraçar Mario, passando as mãos nas costas dele que estavam pingando suor.
- aguenta, filhote. Aguenta que você é forte… ou quer que ele pare?
- para nao, aiiii uhhhg. Para não, negao!! Me deixa igual meu paizao, me deixa de buceta ardendo!!
- isso ai, ta igual o paizao. Esse dai só solta geralmente pra sentar em outra.

Aquilo me dava tesao demais, eu parecia que ia ficar maluco. Passava a mao no meu corpo, no rosto, no rosto dele, no corpo dele, e Mario sem dó nenhuma, empurrando tudo e saindo, metendo sem parar igual um animal enquanto as vezes olhava pro meu pai.
- te falei que o seu mlk tava de olho em mim. Só não sabia que ia pegar ele junto com você assim.
Meu pai riu e foi se aproximando, encostando na cama enquanto ainda batia uma.
- já sabia que esse mlk ia curtir pica. Tava na cara.
- claro, é teu filho. - Disse Mário enquanto metia forte e então tirou a pica de mim. Num movimento rápido ele me virou, me colocando de quatro e cuspindo no meu rabo que estava todo ardido e dolorido. Ele então enfiou de novo, devagar e carinhoso. - Conta pro mlk o que a gente faz contigo nas obras.
- como assim pai?? - olhei pra ele sem entender, enquanto gemia e tentava não puxar o corpo. Estava de quatro, acostumando de novo com a tora de Mario naquela posição enquanto ele me acariciava nas costas.
- po filhao, as vezes os caras me pegam em 3… geral em mim, metendo e revezando enquanto eu chupo os outros. Os caras só param quando seu paizão tá todo ardendo e cheio de leite.
Aquilo me deixou meio triste, mas o tesao era demais… como assim, meu pai curtia uma coisa daquela… eu ainda sentia certa dor, mas estava tão entregue a situação, que só deixava e processava tudo.
- mas o preferido do teu pai sou eu, filhote. Eu que comecei a treinar ele, depois geral foi percebendo e querendo também, mas na minha vara que teu pai viciou… fica até com ciúme quando como outros.
- aaaiii sacana… negao gostoso. Só não para, por favor. Continua em mim, por favor!!
- Tá vendo, filhote. Por que ficar triste? é bom demais. você também não consegue parar mais… E eu bem sei que você já gosta de ficar chupando a pica dos seus amiguinhos ai na rua.

Nessa hora Mario me juntou por tras e me abraçou, me pegando quase no colo e beijando meu pescoço todo enquanto a pentelhada beijava minha bunda.
- outro dia teu papai me chamou ate de amor enquanto eu comia ele… falou assim: vai amor, mete!!
Aquilo era demais, saber que meu pai era puta de varios machos e que chamava um deles de amor… meu tesao estava no auge, e eu achei que ia gozar, principalmente com Mario enroscado em mim e metendo forte, mas então comecei a mijar, e gemia muito gostoso.
- aiii caralhooo, to me mijando. Para, to me mijando, negao!

Eu achei que ele iria parar, ou achar ruim, mas então Mario nem ligou, e continuou empurrando tudo forte, enquanto meu pai riu.
- relaxa, mlk. Quando uma pica dessa vai fundo, é normal se mijar mesmo.
- teu pai se mija sempre lá nas obras quando a gente reveza a buceta dele. - O puto falou no meu ouvido, enquanto eu me entregava mijando e rebolando, já sentindo nenhuma dor. - É normal pra puta se mijar na pica grossa de macho… bem vindo, meu filhote puta!

Assim que o mijo foi terminando, Mario começou a segurar em mim mais forte. Ele então colocou uma mão minha em meu pau, e mandou eu começar a bater.
- mas agora tu vai sentir leite fervente direto no teu rabo, e vai gozar comigo. Bate, cadela, bate nesse pauzinho que vou te iseminar na frente do teu pai!
- uhhhgggg caralhoooo ta doendo, ta machucando!! - Ele começou a me meter muito forte, e eu sentia a pica me arder todo por dentro, e ele não parava.
- agora só paro quando jorrar, filhote. aguenta.
- paiiii, pede pra ele parar. Tá doendo!!
Meu pai não ligou, e continuou batendo uma. - relaxa filhote, quando você sentir a onda de leite no fundo, voce vai sentir que valeu a pena!

Dito e feito, do nada o negao socou todo e começou a bufar igual um touro. Ele me segurava forte, chegando a machucar, enquanto mexia de leve a cintura, mexendo a pica dentro de mim, e logo comecei a gemer de um jeito novo, enquanto gozava sem nem mexer no pau.

Sentia as jatadas entrando em mim e comecei a chorar, pedindo pra ele me soltar. - aaiii, caralhooo, me solta, caralho, tem leite entrando em mim!! Me solta!
Ele me apertou mais e começou a bater uma pra mim, eu logo comecei a gozar mais ainda, e a me entregar de novo.
- teu leite… teu leite negão… ta dentro de mim… que delicia.
- isso, minha putinha gostosa. Você precisa aprender o que seu pai já sabe: é o negao que manda aqui.
- aiii caralho, caralho tô todo doendo, mas é bom demais!!!

Mário continuava de pau duro, igual uma tora dentro de mim, fui ficando mole e ele me beijando e me segurando, até que ele começou a olhar pro meu pai e então foi me soltando na cama, inebriado de tesao e todo mole. Não conseguia reagir, estava todo gozado, esfolado, suado, e assim que ele tirou a pica de mim, meu rabo começou a arder como nunca e a soltar a sua porra na cama.
Ousei passar a mão e fiquei levemente assustado no buraco que tinha entre minhas pernas. Como eu tinha aguentado aquilo?

Tive forças somente para me virar, e ficar olhando pro teto, mas logo as coisas voltaram ao meu entorno.
Mario se arredou um pouco pro canto contrário da cama e puxou meu pai pela mão, beijando ele igual se fosse uma puta, e já foi logo colocando ele de frango.
- vem meu amor, agora vou finalizar sua buceta depois de finalizar a do nosso filhote.

Meu pai não disse nada, não falou nada, nem acenou, só se deixou ser conduzido e ficou la de frango aberto, bem experiente. Ele estava focado em Mario, e logo o cacete grande do negao ja estava afundando em meu pai de novo.
- uuhhggg negaooo ja tava com saudade. Mete e mete forte, até eu gozar pela xota!!

Meu pai parecia outra pessoa, completamente esfomeado, e aquilo me assustava um pouco, mas como poderia julgá-lo depois do que fiz?
- tu só deixou meter em outro porque era seu mlk, ne cadela, se não, nem dividia. Então toma, toma e grita que teu preto ama te fazer mulher.
Mario empurrava e socava no mesmo ritmo que antes de eu chegar, era como se agora eles me ignorassem de novo, e o negao tinha a mesma força de antes.
Não demorou para que meu pai começasse a gozar, gritando igual uma fêmea.
uuuhggggg, caralhoooo, negao safadooooo, to gozando!! meteeee, meteeee na tua puta
- isso amor!! isso, goza pro teu macho, goza na frente do teu filhote cheio de leite meu!!

Os dois se beijaram assim que meu pai se gozou todo, e então o quarto inteiro cheirava a gozo de macho.
Eu ainda não conseguia me mexer, e foi então que meu pai fez um carinho em meu cabelo.
- aguentou bem, mlk. É isso ai!
Mario foi se levantando rindo, enquanto se afastava um pouco, encostando na cama e ficando de pé, olhando pra nós dois na cama dele com orgulho, como se olhasse pras duas femeas que ele tinha comido.

- falei patrão… esse mlk manja minha rola a muito tempo. Cedo ou tarde ele ia levar forte…
- Ele tá sempre se mamando com a molecada da rua também que eu sei… foi bom que começasse logo com a gente porque ai ja sabe como é bom. Inclusive, vai la, filhote. Lambe a piroca do teu preto, tu não lambeu nela hoje.

A naturalidade dos dois me assustava um pouco, mas depois de tudo que tinha acontecido ali, porque fingir que as coisas não eram normal.

Tive forças pra ir movimentando de quatro pela cama, então me refugiei nas pernas dele, segurando e me apoiando enquanto fui lambendo o pau todo meia bomba, com cheiro de porra e sexo, mas que daquele tamanho já era maior que todos que ja tinha provado.

Fiquei um tempo assim, enquanto ele gemia forte, relaxando da metida e feliz com o trato que estava recebendo.

- ai… vamos meter sempre? ou vão me deixar de fora?
Os dois riram, se olhando enquanto Mário começou a se secar numa toalha. O puto pingava suor, e seu pau ainda estava meia bomba… era realmente assustador.
- patrão, vamos ter que levar ele pra obra. Bom que ele ajuda o senhor quando tiver puxado…
- vamos sim, o mlk vai curtir demais quando ta os 4 lá de fora.
Aquilo ali me deixou curioso demais, mas logo fomos nos ajeitando e nos limpando, enquanto aproveitamos o café que havia trago.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico mlksafadospputo

Nome do conto:
Pergunta ao seu pai o que eu fiz com ele! - Mario negao usando pai e filho

Codigo do conto:
272856

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
21/09/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0