O começo de tudo - Voyeur I



Para dar uma quebrada no gelo e darmos início a eventuais brincadeiras no voyeurismo, pensei muito em como poderíamos iniciarmos essa experiência, sem que nos expuséssemos sem necessidade e que também não ficássemos algo no início já meio que sem sal, sem graça alguma. Pensei muito em algo que fosse ao mesmo tempo estimulante e desafiador, que pudéssemos ir escalando as aventuras sem medo e maiores preocupações. E com certeza, algo que também não nos assustasse ao ponto de desistirmos já na primeira tentativa, alguma coisa que pudesse nos frustrar e nos fazer recuar ou desistir.

Sim, eu entendo que o barato do voyeur é justamente o risco de ser pego ou surpreendido em estar se expondo em lugares públicos. Mas entre correr o risco e ser surpreendido, tem uma diferença bem grande.

Pensando muito em algo mais discreto, mas que ainda assim mantenha todo o clima que já descrevi, nada melhor que fazer isso dentro de um carro!! Claro! Fiquei dias pensando nisso, e a solução estava onde nós já tínhamos explorado em transas passadas! Pois sim, como muitos, lá no início da nossa relação, nós loucos pra transar e sem grana alguma pra ir no motel e oportunidades em nossas respectivas casas, procurávamos algum canto pela cidade pra foder. Tivemos até um susto numa oportunidade dessas, mas felizmente nada de mais aconteceu.

Mas minha resposta estava aí, começar fazendo algo dentro do carro!! Mas como as coisas não estão muito confiáveis ultimamente no quesito segurança, estacionar o carro em qualquer canto da cidade, mesmo sendo área rural, não é algo muito inteligente. Hoje tem malandro dando sopa em qualquer parte.

E pensando muito nisso tudo, a resposta foi: Fazer algo em movimento!!! Claro! Logicamente que transar, penetração da minha parte, não teria como!! Mas ela fazer um boquete, se despir com segurança, trocarmos alguns carinhos, ela poder brincar com seus ‘amigos’ enquanto damos uma volta, é muito viável de se pensar!! Além de seguro, confortável e ajudaria a nos libertar de mais algumas amarras.

E foi com isso que comecei a estudar a possibilidade. Pensei em fazer isso num dia claro, mas já na primeira ‘brincadeira’, ir tão confiante assim ao ponto de fazermos de dia, talvez seja forçar muito a barra e acabar travando o psicológico da minha esposa. Tinha o fato de estarmos no inverno, mas nada que um ar condicionado não resolvesse. E pensando no horário e no clima, a noite seria o ideal. Rio Grande do Sul no inverno, tem noites que é de ‘encarangar cusco’, como se diz por aqui. Seria unir o útil ao agradável!! As 21:00 de uma noite de inverno, com temperaturas abaixo de 10ºC?? Dificilmente se encontra uma alma na rua, a não ser que esteja em uma cidade turística, que não é o nosso caso.

Primeiros passos confirmados para mim, seria numa noite de inverno. O que eu tinha em mente? Peitos de fora, uma ‘brincadinha’ com algum dildo dela e se rolasse, receber um pequeno boquete já me deixaria feliz! Agora só faltava comunicar essa vontade pra ela.

E não deu outra! Prontamente ela brecou meus planos!! Apesar de conversar sobre a possibilidade, do que eu tinha em mente, ela logo colocava barreiras pra não fazermos. E o Frio? E se alguém ver? E as crianças? Mas eu tinha resposta pra tudo! Foram semanas estudando e arquitetando tudo! E mais uma vez no cansaço, consegui a convencer.

Noite programada! Crianças na sogra, final de semana, sábado, e uma noite bem fria. Apenas algumas almas se arriscavam sair pela rua. E minha esposa?? Por cima ela usava um vestido de alcinhas, onde seus grandes peitos tinham a facilidade de ‘pularem’ para fora quando bem entendessem. Por cima do vestido, um aquecido casaco mais grosso. Já por baixo do vestido... aaahhh... por baixo do vestido... apenas o calor da sua buceta deliciosa!! Soltinha, livre para respirar e expor toda sua beleza. Livre para me fazer salivar enquanto se deliciaria com seu amigo dildo de sempre. E como minha esposa se sentia com tudo isso? Nervosa como de costume!! Toda vez que tentamos algo diferente, ela fica nervosa. Mas antes de sairmos, ela bebeu duas taças de vinho e logo ficou no clima. Aliás, parecia até bem confiante e entusiasmada.

Mas foi só entrarmos no carro e dar a partida, ela começou com seus pensamentos negativos e comentários nervosos. Logo fui ligando o ar condicionado e conversando com ela pra deixar tudo mais tranquilo. Saí com o carro lentamente em direção a uma estrada que liga ao interior, estrada somente de asfalto. Fui mostrando pra ela, que pelas ruas que passávamos, nem cachorro se via mais, e nesse meio tempo, a temperatura dentro do carro estava ficando mais agradável. Mas antes de seguir aquela estrada, fui em direção ao centro da cidade. Ela nervosa logo reclamou:

- Vc disse que andaríamos onde não tem ninguém!!

Dei uma risadinha e logo tratei de acalmar. Andamos algumas ruas e não se via ninguém nas calçadas, ruas vazias, apenas motoboy passavam voando para fazer suas entregas. Andamos mais algumas quadras e mostrei que estava tudo certo. Ela relaxando, fiz o pedido se sentar no banco confortavelmente e que levantasse seu vestido, para fazer carinhos em sua buceta. Ela ainda desconfortável, abriu suas pernas e me mostrou sua buceta depilada. Se jogou no banco e mesmo muito tímida a tocou e fez alguns carinhos. Peguei novamente a direção da estrada do interior e seguimos com a brincadeira.

Mais alguns metros, paramos em uma sinaleira. Aproveitei para estender meu braço e participar da brincadeira. Sua buceta já parecia estar molhadinha, mesmo com minha esposa nitidamente nervosa.

- Calma meu amor... os vidros tem insufilme... não dá pra ver nada a noite!

Nisso enfiei meu dedo dentro dela. Ela nervosa, dava pequenas risadinhas e ficava olhando em volta, procurando por alguém que pudesse nos ver. Mas nenhum carro parou atrás de nós no sinal ou no sentido contrário. Sinal abriu, e saímos lentamente em direção a estrada. Nisso eu peço pra ela abrir o casaco para eu poder fazer carinhos nos seus seios. Com o casaco aberto, enfiei minha mãe na sua blusinha e logo botei um dos peitos pra fora. Ela riu nervosamente, mas não reclamou. Dei breves apertadas e os elogiei como sempre. Ela sorrindo e me olhando, me mandou um beijo no ar e exclamou que era loucura o que estávamos fazendo. Aproveitei o comentário e sugeri que era hora dela chupar o seu dildo, deixar ele bem molhado pra brincar com ele na buceta. E assim foi, ela o lambia e chupava sem tirar os olhos de mim. Sentiu segurança na situação, pois não tinha absolutamente ninguém na rua. Chupava o dildo timidamente, meio sem graça, mas ainda assim era sensual o bastante para me deixar de pau duro. Mas nisso, olhando para frente, avistamos um carro vindo em nossa direção. Ela prontamente fechou o casaco e parou com a mamada. Nervosismo voltou pro seu rosto! Mas foi só o carro passar e logo voltou tudo como estava. Ela fazia carinhos na buceta enquanto chupava o dildo. Dava risadinhas de nervosismo, mas não fazia menção em parar.

Nem chegamos na tal estrada e minha esposa já estava mais no clima que nem em meus melhores sonhos a imaginaria! Antes mesmo de chegarmos na estrada, ela já estava com suas pernas abertas passando lentamente a cabeça do dildo na buceta, o lambuzando para logo o chupar novamente, sentir seu próprio sabor. Repetiu isso umas quatro ou cinco vezes, até que ela num breve suspiro, enfiou ele lentamente na buceta, gulosa como sempre, carinhosamente apelidada de ‘bucetão’, o foi engolindo com muito tesão e a fome de sempre.
             - Assim que vc quer meu amor? – Perguntou sorrindo com a clássica cara de putinha safada de sempre.

Sorri e disse que sim, era isso mesmo. Por alguns bons metros, ela foi se divertindo enquanto eu fazia carinhos nos seus seios, mas lógico, sempre também de olho na estrada. Velocidade de tartaruga, coisa de 40km/h. Meu foco era outro.

A estrada não tinha mais do que 8km de distância, então o jogo era rápido. Deixei-a brincar mais alguns instantes e em seguida baixei minha calça de abrigo e botei meu pau pra fora. Mais de 25 anos juntos e nunca tinha recebido um boquete no carro em movimento. Era a noite! Pedi que viesse me chupar, e prontamente ela obedeceu. Deixei o banco correr um pouco para trás e ela veio já caindo de boca. Gulosa como sua buceta, abocanhou até onde deu. Sua boca quente me deixou mais excitado ainda. Ao enterrar sua cabeça no meu colo e de joelhos no seu banco, aquele rabão maravilhoso ficou de cú pra lua! Sem perder tempo, levantei ainda mais seu vestido e enfiei dois dedos na sua buceta. Assim que ela sentiu, gemeu positivamente enquanto me chupava. Andamos assim por uns 2 ou 3 minutos apenas. Sua buceta fervia em meus dedos, sua boca cozinhava me pau. Me chupava com vontade! Mamava forte na cabeça do meu pau. Fazia movimentos de chupada até onde conseguia alcançar. Mas logo ela voltou a se sentar novamente no banco, sorrindo sinalizava que estava gostando, sem dizer uma só palavra.

- Quer ir pro banco de trás? – perguntei pra ela.

- Vc pode ficar mais a vontade lá atrás!

Ela entendeu o recado! Ao fazermos o retorno na rótula que liga a estrada a outra cidade, ela pulou para o bandc de trás rapidamente. Se escorou no banco e foi logo abrindo suas pernas e brincando com o dildo. Enfiava seus dedos em sua buceta e em seguida os enfiava na minha boca, para poder sentir seu sabor.

Ao arrancar novamente o carro, pedi que ficasse de quatro no banco para eu poder ver ela brincar. E assim foi! Primeiro ela ficou de lado para eu poder a ver no espelho do retrovisor interno. Levantou seu vestido expondo sua bunda linda e gostosa. Eu podia ver o dildo entrar nela deliciosamente.

- Queria que fosse vc aqui comigo! – disse ela enquanto eu a observava.

- Fica de quatro pra mim?!! Aponta esse rabão gostoso aqui pra frente... quero ver ele entrando em vc! Fica olhando para trás do carro enquanto vejo vc mais de perto!

Ela apoiou seu rosto na parte superior do banco traseiro, mirou aquela bunda gostosa para mim e ficou de quatro, como eu havia pedido a ela. Sua bunda estava a poucos centímetros do meu rosto. Com uma das mãos, passando entre suas pernas, enfiava o dildo e gemia gostoso. Nessa não resisti, e com uma de minhas mãos tomei o dildo dela e eu comecei a enfiar nela lentamente, até o talo. Ela gemia e ria ao mesmo tempo. Minha vontade era parar o carro e ir comer ela com vontade, mas ainda não era hora. Safadinha, rebolava enquanto eu tirava e colocava o dildo nela novamente. Mais alguns instantes, parei o carro e pedi que voltasse pra frente, estávamos quase chegando em casa.

Voltou com o seu rosto vermelho, sorriso largo! Guardou novamente seus seios e fechou o casaco. Mas o dildo, sortudo como sempre, continuava a brincar na sua buceta. Ela só parou de brincar quando desliguei o carro já estacionado na garagem de casa, ela me deu um beijo delicioso e molhado enquanto agarrava meu pau pedindo para entrarmos para continuar na nossa cama.

Assim foi nossa primeira experiência como voyers!


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casalinteriorrs

Nome do conto:
O começo de tudo - Voyeur I

Codigo do conto:
272900

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
22/09/2026

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