Oi, esse é meu primeiro conto e diz respeito a uma das minhas melhores transas. A ninfa aqui é absolutamente louca por sexo e, enquanto escrevo, aproveito para treinar um pouco de pompoarismo e me preparar para me masturbar. Eu sou policial, com seios durinhos, em pé, de trinta e alguns anos, magrinha e, dizem, com uma bunda e bucetão gostosos. Também adoro dar o cú, coisa que os homens amam, principalmente pq o meu é bem apertadinho. Enfim, quem me vê não sabe a putinha que sou na cama, mas alguns têm esse prazer. Foi o caso do meu chefe. Já estávamos ficando há algum tempo e, numa noite, durante uma patrulha, ele tomou um destino diferente daquele que deveríamos ir. Fiquei confusa, perguntei a ele onde iríamos e ele me disse que gostaria de me levar a um lugar. Era um estacionamento, mal iluminado, isolado, mas em uma parte alta da cidade, de onde poderíamos ver as luzes da cidade abaixo. Era lindo! Sem perder tempo meu chefinho colocou a mão na minha perna, ainda coberta pela minha roupa, e disse que sempre teve vontade de transar naquele lugar. Apesar de ser geniosa, adoro ser submissa na hora do sexo e não esperei uma segunda ordem: tirei toda a minha roupa, empurramos o banco dele para trás, puxei o pau dele para fora da calça e comecei a chupar. Aqui registro um detalhe muito importante, homens: eu amo, amo chupar uma piroca! Posso passar muitos minutos me concentrando em mamar, massagear e punhetar o macho que vai me comer. E, como sou dedicada, ainda aprendi algumas técnicas com a mão e boca que fazem os homens arrepiar e se tremer durante a transa. (Quem sabe não gravo um vídeo qualquer dia desses para colocar no meu canal?). Enfim, deixei esse homem implorar dizendo que não aguentava mais e que acabaria gorando se eu continuasse daquele jeito. Nesse momento, sentei no pau dele, colocando meu seios entre sua boca, fazendo ele sugar cada peito enquanto eu quicava e rebolava beeeeem devagar, primeiro para um lado, depois para o outro. Mas não adianta. Quem já comeu uma puta sabe que gostamos mesmo é de socada forte. Então eu acelerava, quicava cada vez mais rápido naquele pau grande e grosso, enquanto meu chefinho agradecia por ter uma funcionária tão gostosa e dedicada. Ele beijava meu pescoço, meus seios, elogiava meu perfume (e eu invisto nisso, hein) e gemia loucamente enquanto eu continuava quicando e balançando a viatura. Incansável, o pau daquele homem simplesmente não descia e, quando eu começava a cansar, ele metia com vigor e rapidez, me fazendo gozar naquela pica generosa. E sabem o que também são generosos? Meus orgasmos. Múltiplos! É uma vantagem muito grande gostar tanto de transar e gozar muitas vezes. Nesse dia não foi diferente: a tensão, o tesão, o medo de ser flagrados, a submissão ao meu chefe, o cheiro de sexo impregnado na viatura resultaram em uma chuva de porra que sujou tudo. Deu um trabalhinho limpar aquilo, confesso, mas uma puta que gosta do que faz e se entrega de verdade, como eu, não perde a chance de viver essas oportunidades. Afinal, só se vive uma vez.
Com tesão, Ninfa Pitanga.