Primeira experiência sexual



Tudo começa em minha adolescência, onde era um verdadeiro viciado em sexo (porém extremamente virgem no sentido da palavra), consumia pornografia convencional e LGBT também, sempre me idealizei chupando uma bucetinha e metendo sem dó nas vagabundas da minha escola e nessas piranhas de rede social. E ao mesmo tempo sendo um putinho da rapaziada.
Começando a introdução, tinha meus recém 18 anos feitos, alto, pernas peludas, um bigodinho e relativamente “parrudo”, pois vivia me exercitando, andando de bike e tal, jogando vólei e indo no clube de piscinas que tinha aqui na cidade. Estava no auge do pico hormonal, coisa de se masturbar só com poder do pensamento e comecei a pender para o conteúdo homossexual. Ficava me exibindo nos vestiários desse clube que mencionei, a ficar mais sem roupa, agachar, demorar mesmo para me vestir, manjava umas rolas, mas nada demais.
Um belo dia, após uma sessão de vôlei, botei minha sunga e fui nadar. O horário de fechamento desse clube era até as 19h, porém os vestiários e quadras ficavam até as 20h30. Nunca fiquei até fechar, mas esse dia em específico resolvi ficar. Como mencionado, após nadar, fui em um dos vestiários tomar banho e me trocar.
Nesse vestiário que fui, ele funciona assim: é um retângulo com os box de ducha de um lado, banco de madeira no meio e do outro lado os sanitários. Comecei me banhando normalmente, pessoas se trocando ali, uns paus feios, outros ok, bundas pra lá e pra cá. Aquilo começou a me excitar, mas não poderia me aliviar ali, se não era problema pra mim. Esperei esvaziar para poder começar o ato, aproveitei que tinha condicionador e usei um pouco, comecei a punheta ali bem discreto e devagar, queria aproveitar a coisa. Então entra um cara, passa pelo box e põe as coisas dele em frente ao box que eu estava, tira a sua roupa e começa a tomar seu banho (rápido, assim por dizer). Nisso, parei de me masturbar e fui me secar e ainda estava “meio duro” e o cara que também estava se trocando na minha frente fala “com isso aí não deve faltar garota pra meter, né? Haha” e respondo positivamente brincando “ninguém nunca reclamou, cara!”.

Nisso ele solta um “eu não reclamaria não...” com um olhar safadinho e me olhando para meu pau. Eu fiquei sem reação ali, e dei uma risadinha. Ficamos um segundos em silêncio e tivemos o seguinte diálogo:

-Qual a sua praia, mano? O que você curte?
-Aaa… gosto de mulher e tal

-Eu também gosto, mas sou mais chegado num outro negócio… Mas se você não curtir ou não for chegado, sem problemas; Eu me mando.
-Ah relaxa, cara, tá de boa!
-Tá de boa então?
-Tá…

Nisso ele chega mais perto, olha se não vai entrar ninguém e pergunta baixinho:

-Pode? – com a mão já perto do meu pau.
Nisso aceno com a cabeça positivamente e ele pega suavemente, mas firme. Fica sentindo, morde os lábios e vai brincando com ele. Até que determinado momento eu solto um gemido leve de prazer ele: “tá gostando então, né?” e começa a me masturbar pra valer.
Estávamos os dois parados ali no banco, os dois sentados e ele pergunta se ele poderia me chupar.

-Ahh, sei lá. Vai que alguém entra. Arriscado.
-Só fica de olho que eu cuido aqui

Ali ele começa a me chupar devagar, mas com gosto e bem molhado. Ficamos ali, ele mamando e eu de olho até que escuto passos, algumas vozes e nos distanciamos para não dar problema e boto minha roupa. Nisso entrou um funcionário assoviando, foi mijar no mictório e saiu. O cara pergunta se não quer continuar no carro dele, digo que vim caminhando e ele exclama “Perfeito, passa no estacionamento. Parei perto da caixa d’água”. Saio do banheiro pensando mil coisas, no que aconteceu, se eu vou, se passo reto.

Vejo o carinha ali acenando e vou até ele. Ele me fala que curtiu muito e pergunta se eu também e fui bem sincero “curti sim, pena que fomos interrompidos”. Ele então fala “entra aí, se quiser nós vamos para algum local deserto ou um motelzinho!

-Se eu topasse ir no motel, o que faríamos?
-Mano, o que você quiser! Eu tenho tempo e tesão de sobra em você!
-Hoje complica, marcamos outro dia? Mas eu topo ir nesse seu local deserto então! Se for coisa rápida.

Ali eu não tinha incerteza de nada, topei e entrei no carro, demorou uns 10 minutos para chegar no local, 10 minutos com ele me alisando igual um canibal. Chegamos no local, um lugarzinho deserto, com casas construídas, mas zero movimentos. Descemos nossos shorts e instintivamente a minha mão vai automaticamente no pau dele e vice versa. Ficamos uns minutinhos se masturbando mutuamente até que ele fala, “fica de olho” e volta me mamar. Após longos gemidos e muita baba, falei que ia gozar ele aumentou o ritmo, engoliu tudo. Após nos recuperarmos, ele diz que eu sou um cara legal e pergunta se eu topo passar meu whatsapp, digo que sim e ele me deixa perto de casa.

A segunda vez nossa foi na casa dele, se interessarem, posso contar aqui.


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Ficha do conto

Foto Perfil samuel-blanco
samuel-blanco

Nome do conto:
Primeira experiência sexual

Codigo do conto:
273005

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/09/2026

Quant.de Votos:
2

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