Dito isto, voltamos a parte onde minha esposa confessou que estava decidida a sair com alguém, e naquela noite transamos gostosos, cheios de tesão.
Não havia perguntado quem era, mas claro que era evidente que ela já havia conversado com alguém, e apenas algumas semanas depois eu descobri: um vizinho de condomínio que morava em outro prédio, conhecido de falar oi, conversar um pouco, mas longe de um frequentar a casa do outro. Descobri após interceptar uma conversa quentíssima entre os dois, e claro que depois fui pedir explicação à esposa, afinal, estavamos falando de um homem casado. Confesso que naquele primeiro momento não gostei do que tinha visto, e depois de uma conversa profunda, pedi que tomasse cuidado, e que ficasse somente na esfera das conversas comuns.
Porém, não demorou muitos dias, e em nova interceptação, lá estavam eles falando sacanagem um ao outro, nas trocas de mensagens. Dessa vez, eu me de desentendido, e com jeitinho, depois de uma transa, em que de propósito fantasiei ela com outro, ela mesma confessou, depois de uma deixa minha, que ela continuava a conversar com o vizinho de modo sacana.
Aquela altura, eu já estava convencido que algo ia rolar, mais cedo ou mais tarde, então disse à elaÇ
- Sai com ele então, você não tem curiosidade de experimentar outra rola, mas me deixa informado, quando, e depois me contar detalhadamente como foi. Nisso ela arregalou os olhos, por que eu a incentivei, e porque eu queria saber como foi. Então eu disse, senão for assim, não vá.
Mas ela toou!
Eu voltava do trabalho quando cruzei com o carro deles, cheguei em casa, e o nervosismo e a ansiedade estavam a mil, as horas pareciam não passar, e dezenas de pensamentos passavam pela minha cabeça naquele momento, se ela ia ter coragem, se ela ia gostar, se ela ia se apegar, enfim, tinha que fazer alguma coisa. Então, fui ao mercado, comprei um vinho, e voltei para esperar ela chegar.
Três horas depois, por volta das 21hs ela chega, estava bonita e cheirosa, irresistível! Vestia uma camisa de manga longa branca com botões, e uma saia preta que terminava um pouco acima do joelho. Vestia-se como para um evento social. Até hoje não sei qual lingerie ela usou naquele dia.
Então a perguntei:
- E aí, foi?
Ela deu um riso, e balançou a cabeça com afirmação.
Aí eu perguntei se foi bom, se ela gostou. Ela respondeu:
- Aham! E sorriu novamente, completando:
-Foi bom.
Então, eu disse à ela que havia comprado um vinho, e que queria saber de tudo.
Ela disse:
- Como assim, de tudo?
Eu disse:
- De tudo, dos detalhes, nós combinamos.
Então ela disse:
- Tudo bem, mas deixa eu tomar um banho agora.
E mais, chegou no meu ouvido perguntando:
- Lavou tá novo?
Eu disse que sim, e lá foi ela para o seu banho.
……
Estávamos sentados a mesa, iniciando nosso vinho e nosso tira gosto, e eu pedi pra ela começar a contar. Ela hesitou, perguntou se eu queria saber mesmo.
Falei pra ela que sim, que estava com muito tesão de saber que eu tenho uma esposa desejada, e que deixa outro homem de quatro por ela.
Então ela concordou!
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Leitores, a partir de agora, numa tentativa de ficar mais dinâmica a leitura, contarei o que aconteceu como seu eu estivesse assistindo, um voyer. Para isso, convido à todos a se colocarem naquele quarto, como se estivessem assistindo o que vou relatar agora.
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Quando chegaram no quarto, começaram a conversar, sim, e conversaram uns 10 minutos, ambos tentavam quebrar o gelo. A esposa tomou iniciativa, e pegando nas duas mãos dele, aproximou seu corpo ao dele e inclinou sua cabeça para cima esperando uma iniciativa de beijo. Finalmente seu vizinho, se deixou atrair pelos lindos lábios carnudos dela e correspondeu à inciativa. E lá estavam os dois, se beijando, ainda que timidamente.
Ficaram alguns segundos se testando e claro, foi questão de menos de um minuto, para o beijo ficar mais intenso.
A mão direita da esposa, foi descendo esguia e repousou, ainda que por cima da calça, sobre a rola do seu vizinho, recebendo esfregão e apertos alternadamente.
Ele, por sua vez, se encorajou, e abraçou-a, esfregando levemente as mãos em suas costas.
Ela, percebendo que havia deixado o pau dele duro, se virou de costas, inclinou-se um pouquinho para frente, e começou a esfregar seu bumbum, sobre a pica do vizinho, que ela continuava sentindo dura por baixo da calça.
Ele ficou louco de tesão, e ela ainda de costas, abraçou-a, com sua mão direita indo sobre o púbis dela, e sua mão esquerda ao seio esquerdo dela, trazendo-a junto de si. E nessa posição, o vizinho começa a beijar o pescoço dela, um lugar que a deixa excitada, e rendida ao mesmo tempo.
Ficaram nessa esfregação por uns 5 minutos, ele alisando a bucetinha dela por cima da saia, e ela esfregando seu bumbum na rola dele.
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Ela estava curiosa, e cheia de tesão, nunca havia estado com outro homem na intimidade, e nunca tinha sequer visto outro pênis ao vivo, somente em filmes. Somente o marido lhe era referência.
Então, para acabar com essa esfregação, ainda de costas, suas mãos encontram o botão da calça do vizinho, e o zíper da mesma começa a ser baixado, e sem nenhum pudor, a esposa tira a rola do vizinho para fora da calça, se vira de frente pra ele, olha nos seus olhos com um olhar faminto e começa a masturbá-lo, sentindo pela primeira vez outra pica em sua mão.
Voltaram a se beijar, e agora com mais intensidade, de língua, de desejo.
Ela começou a descer, abrindo os botões da camisa que ele usava, e beijando seu corpo, até abocanhar a rola dele, após o último botão, e deslizar seus lábios sobre ela, apertando-os sobre o tamanho dela e sugando-a.
Ela ficou alguns minutos apenas, masturbando-o com a boca. A esposa percebeu que se continuasse mais um pouquinho, ele iria gozar, ela já estava sentindo alguns indícios.
Então, aproveitando isso, ela pegou das mãos dele uma camisinha, que ele acabara de abrir, e encapou aquele pênis.
A esposa se levantou, deu um leve empurrão no vizinho fazendo-o sentar-se à cama, e ao se virar de costas pra ele, foi lentamente levantando a saia enquanto rebolava, até chegar na calcinha, para então, ir descendo ela lentamente, enquanto se abria uma linda buceta, já brilhando de molhada. Ele permaneceu imóvel, parecia não entender o que estava acontecendo, talvez não tivesse vivido uma situação assim também. A calcinha, entregou à ele.
Ela ainda de costas chega mais perto, e passando a mão por baixo de suas próprias pernas, alcança a pica do vizinho e a direciona à entrada da sua buceta, onde finalmente acolhe outro homem dentro dela. Ela sentou, ficou alguns segundos sentindo aquela sensação, e lentamente começou a mexer o seu quadril e sentir aquela rola nova dentro dela.
Claro que não ficaram somente nisso, mas o resto da noite, se resume em transa, e transa, ele a comeu de papai e mamãe, denfrente um para o outro, deitados com as pernas entrelaçadas, e finalizaram na posição preferida dela, de quatro.
Acredito que este relato foi suficiente até para nos excitarmos.
Como devem imaginar, naquela mesma noite transamos muito gostoso, falando safadezas ao p? do ouvido, e para a minha surpresa, minha esposa estava tão sedenta, que além dela, conseguiu me fazer gozar duas vezes, foi realmente uma noite inesquecível.
No próximo conto, relatarei uma experiência que tivemos com um single.
celerum