Uma delas foi justamente a que me fez entender a liberdade e o prazer de ser vista. Ele tirava fotos minhas, filmava, enfim deixava claro que me olhar era excitante tanto para ele, quanto para mim, e fazer isso em lugares “proibidos”, mais ainda.
Éramos casados há pouco tempo na época, eu gostava do sexo mas, sempre tinha meus “nãos”. Num final de semana, nos programamos para ir até uma lagoa, meio escondida, bem reclusa, sem badalação e sem muito movimento.
O dia amanheceu lindo, com sol, perfeito para bronzear e para um banho na lagoa. Coloquei só um biquíni branco não muito pequeno, mas que deixaria uma marquinha bonita, uma mini-saia azul florida, e uma blusinha leve. O caminho todo com tempo firme. Tomamos a estrada para a lagoa, e o tempo ficou estranho, e de fato, uma espessa nuvem de chuva e frio pousada só em cima da lagoa. Obviamente, ficamos chateados de não podermos aproveitar o dia como queríamos, mas fomos comer algo, e depois resolvemos ir olhar as dunas, na esperança de o tempo abrir, já que a chuva havia parado.
Estacionamos em um ponto mais vazio, ficamos conversando algum tempo e começamos a nos beijar, as coisas foram esquentando, e comecei a tirar a roupa, primeiro a blusa e a saia, logo eu estava sem a parte de cima do biquíni fazendo um boquete só de calcinha dentro do carro, o filme do vidro não escondia quase nada. Mas não parou por aí, já que estávamos sozinhos naquele lugar, abrimos a porta do para deitar e ficar em posição de 69, meu marido desatou o nó da minha calcinha e me deixou nua, enquanto ele me chupava.
A todo momento cuidávamos , atentos a qualquer sinal de movimento, eu aproveitei para declarar que queria que ele me comesse, e fui pra cima dele sentar no seu pau. Eu cavalgava nele, na medida do possível, no carro apertado, ele chupava meus seios e apertava minha bunda, achamos que íamos gozar ali mesmo, quando ouvimos som de motores, olhamos para fora, um grupo com quadriciclos de areia vindo na direção das dunas, aparentemente é a diversão na praia em tempo de temperaturas mais baixas.
Saí de cima dele, que colocou a bermuda enquanto eu tive um pouco mais dificuldade, vesti minha blusa primeiro, que cobria o suficiente para não me denunciar de longe, depois a saia; e tendo a certeza que não estávamos no ângulo de visão, vesti a calcinha.
Ficamos ali , mais uns minutos, rindo do que tinha acabado de acontecer, e como o risco de sermos vistos nos deixou com mais tesão:
- Teu pau tava muito duro, o perigo tava mexendo contigo né? - eu disse isso passando a mão e sentindo que continuava muito duro.
- Mas não era só eu, tua buceta tava pingando de tesão. Tu também tava gostando. - ele respondeu enfiando os dedos na minha buceta.
Decidimos pegar o trânsito de volta pra casa, já que não parecia que teríamos a oportunidade de fuder ali de novo, e que o tempo não melhoraria . No caminho , depois de quase 1 hora de viagem, pra puxar o assunto de novo , eu disse:
- Já pensou, se eles tivessem me visto pelada?
- Qual problema? Iam ver um pouco mais do que tu ia mostrar de biquíni.
- Mas é muito diferente. Eu não iria para praia de nudismo, não é normal estar pelada no meio de um monte de homens.
- Mas garanto que tu ia fazer a felicidade deles, assim, bem gostosinha.
- Tu acha que eu ia querer dar pra eles?
- Não foi o que eu disse, falei que eles gostariam do que iam ver. Só essa tua bunda já vale uma punheta bem socada, vendo teus peitos e a buceta então, felicidade extrema.
- Mas tu não ia te importar?
- Não sei bem o que pensar , mas tô com tesão de imaginar a cena.
Passei a mão no pau dele e realmente ele estava excitado.
- Tu tá duro mesmo.
- To - ele falou isso abrindo o velcro da bermuda.
Segurei o caralho e comecei a masturbar devagar, em poucos minutos, ele me pediu que o chupasse, eu obedeci. Isso tudo com ele dirigindo. Até que ele disse :
- Empina a bundinha.
- O que?
- Empina a bundinha, bota na janela. Tu não ia mostrar na praia?
- Mas não assim né !
- Tá bom, foi só uma idéia.
Assumo que foi uma idéia que mexeu comigo, um misto de pensamentos correram minha mente, por um lado, não queria me expôr, por outro, me excitou saber que me olhariam, achei errado , parecia imoral, mas ao mesmo tempo era divertido. Por fim , me ajeitei no banco e coloquei a bunda na janela do carro, que como eu disse, o filme não escondia quase nada, isso enquanto eu continuava o boquete.
Não demorou nada para que a mão livre dele puxasse a minha saia e me deixar com a bunda realmente exposta, e assim que isso aconteceu , ouvi a primeira buzinada, logo outra e mais outra, gritavam para nós, “ que delícia hein!” , “que bunda gostosa”, “tesão” , “baita raba” , cada carro que passava, era um par de olhos me devorando e aquilo me enlouquecia. Chupar o meu marido já havia se tornado secundário.
Em um dado momento, meu marido disse que um caminhão alinhou conosco e estava na mesma velocidade, o motorista estava com vidro baixo e não tirava o olho de mim. Ele claramente estava se masturbando enquanto me olhava , e meu marido avisando tudo que estava acontecendo: “acho que ele tá batendo punheta”, “tá fazendo que tá te lambendo”, “cuspiu na mão e baixou no pau”...
Senti a mão dele na minha bunda, puxando a minha calcinha pra ficar mais enfiada, - “ele fez cara de que gostou” .
Minha mão foi sozinha entre minhas pernas, esfregando sobre o tecido já encharcado.
- O que tu tá fazendo?
- Passando a mão na buceta”
- Ah safada, tu tá gostando!”
- Se eu disser que não, eu tô mentindo
- Tira a calcinha de lado e mostra a buceta pra ele, deixa ele ver o que ele quer
Hesitei, não estava preparada para aquilo, mas meu tesão já era mais forte , enfiei um dedo sem tirar a calcinha mesmo.
- Tu mostrou? Ele tá bem louco - as palavras me deixaram louca também.
Acabei cedendo, puxei a calcinha de lado me mostrando para o caminhoneiro, abri os lábios e fiquei brincando comigo mesma.
- Tá gostando de se mostrar? Bem putinha?
O jeito que ele falou, mexeu alguma coisa em mim, acendeu algo que eu não conhecia ainda, era Deny, meu lado mais vadia.
- Tô adorando.
- Porque não vai ali no banco de trás, e abre bem as pernas pra ele?
- Mas ele vai ver meu rosto.
- Bota uma toalha na frente.
Não pensei duas vezes e pulei pro banco de trás. Peguei uma toalha e tapei o rosto, fiquei só com parte dos olhos para ver o motorista. Era um homem entre 55 e 65 anos, meio corpulento, com uma barba densa, escura e pele amorenada do sol.
Saber quem estava me olhando , me deixou ainda mais excitada. Tirei minha calcinha totalmente, e fiquei ali, inteira, nua, à disposição do olhar de um estranho, que agora baixava um pouco a velocidade para acompanhar diretamente na janela onde eu estava. A reação do caminhoneiro foi pura satisfação, e surpresa e deu pra ver que seu braço direito agora se movimentava com mais força, enquanto me olhava fixamente.
Minha vagina molhada e escorregadia, aceitava meus dedos sem esforço nenhum, abria bem ela , umedecia os dedos e passava no clitóris, observando o homem que se excitava comigo.
O caminhoneiro fez um sinal com as mãos, e eu comentei com meu marido, que me olhava pelo espelho e batia punheta também:
- Ele tá pedindo pra eu levantar a blusa, quer ver meus peitos.
- Mostra! O que é mostrar os peitos agora que ele tá vendo a buceta.
Deslizei a mão pela barriga e puxei a blusa, estava sem o biquíni por baixo e meus seios ficaram à mostra, com os bicos duros e brilhantes de tesão. Apertei com uma mão enquanto a outra ainda estava entre as minhas pernas. O caminhoneiro parecia babar, ele acelerou um pouco para conseguir ver meu marido , apontou para uma saída a frente , depois para si mesmo, e finalmente fez o sinal universal de sexo:
- Ele quer encostar, quer te comer. Tu quer? - perguntou meu marido.
- Não! Tá louco?
- Tem certeza? Tu que decide.
Pensei um pouco em tudo que aquilo tinha virado, em tudo que já tinha mostrado, em como eu me sentia, nua, desejada, poderosa. Mas também sabia onde meu limite devia estar.
- Tenho, já passei muito do meu limite aqui, não vou dar pra um cara que não conheço.
Meu marido fez sinal, respondendo que não íamos, o motorista, fez outros sinais:
- Não quer chupar ele? Ele perguntou se pode ver a gente fuder.
Aquilo foi tentador. Mais do que eu queria admitir. Mas não estava pronta pra isso:
Não , se ele quiser pode continuar me olhando, isso eu quero. Mas não vou ir pra lugar nenhum.
Ele transmitiu minha decisão e em poucos segundos o caminhão estava emparelhado com a minha janela novamente, me exibi mais um pouco da viagem, e o motorista parecia procurar alguma coisa na cabine, logo um sorriso largo é sincero, tomou-lhe o rosto, e ele me mostrou um pote de plástico com porra. Aquele homem gozou me olhando e eu achei muito excitante quando ele virou o pote deixou o esperma pingar na estrada.
Ele me mandou beijos, fez sinal de coraçãozinho, eu retribui, o caminhão acelerou e se distanciou.
Nós já estávamos perto de casa, chegamos, fomos para o quarto, fudemos, agora sim, até gozar.
Vez por outra conversamos sobre aquele dia e como foi excitante, nunca mais vimos aquele caminhoneiro, mas eu, descobri em mim algo novo e que me deixa muito excitada toda vez que ela fala no fundo do meu subconsciente.