Diário de um punheteiro compulsivo



Diário de um punheteiro compulsivo

Introdução

Paulo estava se masturbando há mais de sete horas. Seu caralho latejava de tesão enquanto assistia vários homens gozando em um vídeo. Quando não pôde mais segurar, sentiu a porra vindo e subindo pelo seu pau. A porra, quente e grossa, jorrou pelo buraco da cabeça do pau, enquanto ele continuava masturbando, freneticamente, pra cima e pra baixo, o seu caralho duro e veiudo. A porra sujou o teclado, o mouse, o monitor e algumas gotas caíram no chão, se juntando a dezenas outras esporradas secas dos últimos dias.

Esse é mais um dia típico de um punheteiro compulsivo. Paulo nem se lembra quando começou a trocar as punhetinhas rápidas pra aliviar o tesão por longas sessões masturbatórias. Hoje ele se considera um masturbador crônico compulsivo. Sempre que está sozinho pode ter certeza que está se masturbando.

Capítulo 1

Paulo tinha acabado de fazer dezoito anos quando se formou no ensino médio. Ele morava com os pais, que trabalhavam fora o dia inteiro. Sem irmãos ou parentes dividindo a casa, ele ficava sozinho a maior parte do tempo e já estava acostumado com isso. Na verdade, ele torcia pra que sempre ficasse sozinho o máximo de tempo possível só pra conseguir bater punheta.

No primeiro dia de férias, depois da formatura, Paulo não via a hora de os pais saírem pro trabalho. Ele queria curtir o tempo livre sozinho em casa, pelado, e fazendo o que mais gostava na vida: bater punheta o dia inteiro. Mas ele não sabia ainda, naquela época, como extrair o máximo de prazer do seu pênis. Ele ainda estava naquela de bater punheta até gozar, e para Paulo, naquela época, isso não demorava pra acontecer. Ele batia umas 5 punhetas por dia, enquanto os pais estavam fora. Mas ele gozava muito rápido. Juntando as 5 punhetas, o tempo total não dava mais que 1 hora.

Entre uma punheta e outra ele comia, dormia, jogava video-game. Até que um dia ele teve a ideia de desenhar pornografia. Ele não tinha acesso a internet na época, e os pais eram muito religiosos, não permitiam nada que tivesse teor pornografico em casa. Ele também não tinha nenhum amigo que pudesse “contrabandear” um filme ou revista pornõ. Na verdade, Paulo nem cogitava a ideia de fazer isso.

Sempre muito tímido, não gostava de falar de sua intimidade com ninguém. Era muito estudioso, educado, bom filho, ninguém suspeitava que quando estava sozinho em casa, se revelava um depravado com muito tesão no piru.
Mas, nesse dia, chegando em casa, viu na rua uma lixeira derrubada. Havia muitos papéis rasgados junto ao lixo. Curioso, ele se aproximou e viu em meio aos papéis uma revista pornô antiga rasgada. Ele não teve a coragem de pegar a revista, mas pegou um pedaço dela e guardou no bolso - o coração a mil!

Ele chegou em casa, cumprimentou os pais, e tentou agir normalmente. Ainda faltavam 2 horas para os pais saírem para trabalhar. Ele conseguiu disfarçar bem a agitação que sentia, o formigamento entre as pernas do pênis querendo uma ereção. Ele almoçou com os pais, ajudou a lavar a louça e disse que ia para o quarto estudar. Ele apertou o bolso da calça, com medo do pedaço da revista cair e seus pais o pegarem.

Foram duas longas horas que pareceram eternas. Paulo não aguentava mais, sentia um tesão descomunal, contido, e esperava desesperadamente ficar sozinho em casa.

Chegando a hora dos pais saírem para trabalhar, Paulo ficou observando da janela, com a mão dentro da calça, tocando o seu pênis, os pais entrarem no ônibus e partirem. Na mesma hora em que o ônibus desapareceu de vista, Paulo correu pela casa trancando todas as portas e janelas, como sempre fazia. Depois, foi para o quarto e se trancou lá também. Ele sabia que teria 12 horas inteiras só pra ele.

Paulo tirou do bolso o pedaço da revista pornô e olhou com atenção. A foto mostrava dois homens pauzudos fodendo uma mulher loira. Paulo nunca tinha visto nada assim antes. Uma dupla penetração. Como uma mulher poderia aguentar dois pênis duros e enormes dentro dela? Paulo deitou na cama de barriga para baixo, segurou o pedaço da revista com as duas mãos e começou a esfregar seu pênis na cama.

Ele fazia movimentos circulares, retos, pra cima e pra baixo, da esquerda pra direita, e o pênis dele duro, tão duro como se nunca tivesse sido masturbado antes. Paulo sentia a baba do pênis na cueca, seus pentelhos estavam ficando molhados. O pênis quente sendo esfregado contra a colchão. Os olhos fixos naquele pedacinho de papel pornográfico.

Paulo não sabia o que era mais gostoso, ver a mulher nua ou os dois homens que a fodiam com força. A foto estava amassada e rasgada em uma das pontas. Não dava pra ver o rosto dos homens ou da mulher. Paulo precisava de mais, queria mais. Ele imaginava aqueles caralhos duros entrando e saindo da buceta e do cú daquela mulher. A buceta úmida e quente, e os dois caralhos tão duros e melados… entrando e saindo… entrando e saindo…

De repente, se perceber, Paulo começou a dizer pra si mesmo em voz baixa “eu preciso de mais pornô, eu preciso de mais pornô”. Então, ele teve uma ideia. Voltar ao latão de lixo onde encontrou a revista e vasculhar o lixo pra ver se encontra a revista inteira ou partes dela.

Ele rapidamente se levantou, e viu que não havia como ir na rua com aquela calça. Estava toda melada. Ele tirou a calça e a cueca e colocando um short saiu de casa. Seu coração disparava mais rápido a cada passo. Imagina, poder voltar pra casa com uma revista pornô? Ver muito sexo explícito e não mais precisa imaginar. Agora ele poderia ver diretamente um pênis de um homem maduro fodendo uma buceta de uma mulher gostosa.
Paulo chegou ao local da lixeira, mas infelizmente, o lixo já havia sido recolhido. Ele ficou com muita raiva e voltou pra casa frustrado. Mas, ele ainda poderia se masturbar vendo aquele pedacinho de dupla penetração. Então, ele voltou correndo pra casa pensando em como conseguir mais pornografia.

Chegando em casa ele trancou a porta e voltou pro quarto. A calça e a cueca que ele tirou antes ainda estavam no chão, meladas. Ele tirou o short e o jogou em cima da calça. Ele teria que lavar essa roupa pra disfarçar, para que a mãe ou o pai não percebessem nada. Mas ele não estava preocupado com isso agora, ele queria o sexo, o pênis ereto, a punheta.

Ele tirou toda a roupa e deitou na cama, ele colocou um pano embaixo do pênis, caso gozasse, sujaria o pano em vez do colchão. Fazendo os mesmos movimentos de antes começou a se masturbar de novo, olhando aqueles caralhos foderem. Foi aí que ele percebeu, que quando olhava para a bunda, o saco e o pênis dos dois homens, ele sentia mais tesão do que quando olhava para a buceta e os peitos da mulher. Então ele focou exclusivamente nos homens, e começou a imaginar os dois esfregando os caralhos juntos. Isso fez Paulo tremer ainda mais de tesão e então, alguns minutos depois, ele gozou.

Paulo levantou da cama, o pênis ainda pingando porra, a barriga e o saco completamente melados de uma porra branca e espessa. O pano não foi suficiente pra aguentar a quantidade de porra que Paulo gozou. Ele teve que limpar o colchão com a cueca.

Sempre que Paulo gozava, vinha aquela sensação de culpa. Ele se sentia patético lembrando de como se contorcia de tesão. Mas, mesmo assim, ele sabia que se entregaria a punheta mais uma, duas, três ou cinco vezes, naquele dia e em todos os outros dias.

Ainda em êxtase, ele guardou o pedaço da revista em um lugar seguro e foi lavar as roupas. Ele colocou as roupas na máquina e voltou pra pegar o pano sujo de porra. Segurando aquele pano na mão, sentiu vontade de guardá-lo. Ele queria experimentar a sensação de gozar de novo por cima do pano. Era difícil sentir culpa e tesão ao mesmo tempo. Paulo não entendia sua natureza, não entendia porque sentia tanta vontade de gozar o tempo todo e, às vezes, lutava contra essa vontade. Ele sentia que era o único no mundo que fazia isso, o único a ter pensamentos pervertidos, o único a querer passar 24 horas de pau duro trancado no quarto se masturbando.

Capítulo 2

Algumas semanas se passaram e Paulo continuou gozando muito no pano que vinha guardando desde que encontrara o pedaço da revista. O pano ja estava amarelado de tanta porra. Suas punhetas ainda duravam pouco, ele conseguia punhetar no máximo cinco minutos e já gozada, mas ele fazia isso umas cinco vezes por dia, sempre olhando aquele pedacinho de papel pornografico. Até que um dia, seus pais, que eram enfermeiros, trocaram o horário do plantão para a noite. Eles começavam a trabalhar às 19h00 e só paravam às 07h00. Com essa mudança, Paulo teria a noite e a madrugada inteira pra masturbar. E ele nem imaginava o tesão que ia ser.

Na segunda noite que Paulo ficou sozinho em casa, ele gozou tão rápido na primeira punheta que demorou mais tempo pra começar a segunda. Ele jantou, jogou um pouco de video game e depois quis assistir algum filme na televisão, coisa que ele raramente fazia.

Mas, ele não sabia que a programação da madrugada era diferente em certos canais. Naquela época, algumas emissoras passavam filmes normais como drama, comédia, suspense. Mas um canal específico passava filmes eróticos às 2 da manhã. Quando ele descobriu isso, trocando de um canal pro outro, ele ficou louco de tesão.

A cena em que estava passando, o homem beijava ferozmente a mulher contra uma parede. Ela estava completamente nua e o homem estava com a calça abaixada até os joelhos e com a camisa levantada. Não se via nada além disso. Paulo esperava, pelado e com o piruzão duro na mão, uma cena em que desse pra ver a genitália dos dois. Ele queria ver piru, saco, cú, bunda, tudo o que um bom pornô poderia mostrar, tudo o que ele vinha imaginando apenas olhando aquele pedacinho da revista. Mas tudo o que ele conseguiu ver em uma hora e meia de filme foram peitos, beijos e comerciais de remédios.

Paulo não desanimou. Toda noite em que estava sozinho em casa, ele ligava a TV no horário certo e passava duas horas assistindo o filme erótico, esperando ver uma boa putaria. Mas nada mudava. Os filmes não mostravam sexo explícito. Porém, criavam muita expectativa em Paulo, que começou a manter o pau duro por mais tempo. Ele batia punheta, mas esperava pra gozar só quando visse uma cena bem quente. Como ela nunca vinha, ele acabava gozando no final do filme, porque ele também não estava mais aguentando de tesão e expectativa.

Ele gostou tanto da sensação de ficar com pau duro por muito tempo, que passou a diminuir a quantidade de punhetas aumentando o tempo delas. Enquanto ele antes batia umas 5 punhetas por dia, com duração de dez minutos a meia hora cada, ele passou a punhetar por quase duas horas.

Com o tempo, ele começou a controlar melhor a gozada. E já sabia que o pre-gozo não precisa vir junto com o orgasmo. Ele poderia deixar o piru escorrer porra o quanto quisesse que ele não precisava “terminar” a punheta forçando o orgasmo.

Capítulo 3

Quando Paulo começou a trabalhar, o tempo pra se masturbar diminuiu muito. Além de ter que ir para o trabalho, ficar sozinho em casa estava sendo cada vez mais raro. Ele tinha que fazer alguma coisa. Ou saía de casa e ia morar sozinho ou dava um jeito de melhorar a horas que tinha pra masturbar. Ele não podia sair de casa ainda, não ganhava bem o suficiente pra se manter sozinho. Então, ele resolveu investir nas suas punhetas. Comprou um computador e instalou internet em casa. Para os pais, religiosos como eram, ele deu a desculpa que seria para estudar mais, pra conseguir um emprego melhor. O que não foi mentira. Quando seus pais estavam em casa, Paulo dedicava-se aos estudos, mas quando ele estava sozinho em casa, ele passava a noite inteira acordado procurando pornografia na internet.

O primeiro pornô que ele procurou foi parecido com o que meses vinha imaginando: a dupla penetração. E não se decepcionou. Era melhor que na revista. Os homens eram realmente pauzudos, com sacos enormes que ficavam balançando enquanto enfiaram o piru duro na mulher gostosa. Paulo achava lindo ver o piru entrando e saindo. Ele admirava cada centímetro do pau do ator pornô.

Com o tempo, ele começou a comparar tamanhos de pau, de saco, de bunda, anotava em uma planilha os pornos que mais gostava, o nome dos atores. E então, ele percebeu uma coisa… ele não fazia isso com as mulheres. Toda a sua atenção, todo o seu tesão era vendo homens. Homens e mais homens. Homens pelados, de pau duro ou mole, pau grande ou pequeno. Homens.

Quanto mais ele se permitia se entregar para a pornografia, mais ele se sentia um estranho. As caretas que fazia enquanto gozava, o pau amolecendo depois de gozar, sujo de porra, o pornô ainda passando na tela do monitor. Tudo isso, para Paulo, era estranho e patético. Ninguém seria igual a ele. Quem queria uma vida assim? Quem estaria fazendo a mesma coisa que ele durante as madrugadas? Ele pensava que nenhum homem perderia noites de sono pra se masturbar como ele estava fazendo, perdendo o controle, passando muitas horas masturbando. Ele acreditava que os homens tinham coisas melhores pra fazer. Então, Paulo tentou parar.

Ele quis dar um tempo na pornografia, nas punhetas. Diminuiu as punhetas e até começou a sair mais vezes com os amigos. Dormia cedo quando os pais iam pro trabalho e no dia seguinte se sentia mais disposto. Mas uma coisa não tinha mudado… ele ainda sentia esse desejo extremo por pornografia e punheta.

Depois de um tempo se segurando, aconteceu algo que ele não esperava. Ele estava trabalhando e pediu licença ao seu chefe para ir ao banheiro. Quando Paulo entrou em um dos boxes, ele levantou a tampa do vaso sanitário e viu que tinha uma coisa branca, pegajosa, escorrendo para dentro do vaso. O que Paulo fez foi mais forte do que ele. Ele encostou um dedo na gosma branca e passou entre os dedos pra sentir a textura. Eele reconheceu na hora - era PORRA! Algum homem tinha gozado ali, naquele vaso! E não tinha repado que a porra ainda estava escorrendo da beirada para dentro do vaso.

Paulo pegou um pedaço de papel higiênico para limpar os dedos mas parou um instante… olhou para os dedos melados de porra (de alguém) e enfiou a mão dentro da cueca, lambuzando o próprio pênis. Ele não resistiu. Abaixou a calça e sentou no vaso, começando uma punheta frenética, desesperada, barulhenta. Ele se certificou de que estava sozinho no banheiro e deixou o barulho do “fap..fap..” cada vez mais alto. Seu pau melado, o saco batendo, o tesão a mil.Paulo meteu a mão na porra que ainda escorria no vaso e a usou pra lubrificar ainda mais seu piruzão melado. Não demorou muito até que, porra se misturou com porra. Paulo gozava, melando o fundo do vaso com uma porra tão grossa que ele mesmo se surpreendeu.

Ele demorou um pouco pra se recompor, se limpou e depois voltou ao trabalho decidido que nunca mais faria isso de novo. Nunca mais se entregaria desse jeito. Era insano! Doentio! Ele mal sabia que isso aconteceria de novo, e de novo, e muitas vezes mais.

Ele percebeu, que aquele box específico era o preferido de alguém pra gozar. Ele não sabia quem era, mas Paulo sempre encontrava porra naquele vaso. E também encontrava pentelhos. Paulo imaginava que enquanto esse homem se masturbava, alguns pentelhos caíam no chão e dentro do vaso, com a velocidade punheta.

Ele começou a usar esse box com cada vez mais frequência, esperando todo os dias por encontrar pentelho e porra. Os pentelhos, ele guardava no bolso da calça e guardava em seu esconderijo secreto em casa junto com o pano de gozar, mas parou de lubrificar o pênis com a porra de outro homem. Ele achava que aquela ocasião foi única e desesperada.

Alguns dias depois, encontrando sempre porra no vaso. Paulo tinha um novo hobbie: descobrir quem era o cara que tava batendo punheta no banheiro (além dele, é claro). A primeira estratégia foi observar os homens que trabalhavam ali, eram muitos, quase impossível descobrir quem era. Mas ele estava determinado. Todo homem que ia em direção ao banheiro, Paulo ia depois e checava o vaso sanitário. Nada. Nenhuma gota de porra. Ele também não podia sair o tempo todo da sua posição de trabalho. Isso atrapalhava um pouco. Pra descobrir quem era o punheteiro, Paulo tinha que ir ao banheiro logo após o punheteiro gozar no vaso e antes que alguém pudesse entrar ali pra limpar ou dar a descarga.

Isso consumiu a mente de Paulo por semanas. Ele estava tão focado em descobrir esse punheteiro, que se esqueceu completamente do propósito de diminuir suas punhetas. Ele imaginava cada homem que trabalhava com ele se masturbando e gozando naquele box. Ele não descobriu quem era, mas tinha certeza que já tocou na porra de um deles. Uma porra quente que tinha acabado de sair de um saco, um saco que está dentro de uma cueca de qualquer um desses machos.

Um dia entrou um homem no banheiro que Paulo nunca havia desconfiado dele. Ele era alto, loiro, olhos claros, magro mas com corpo definido atléfico, e com uma alinça de casado enorme no dedo. Esse cara era chefe de setor havia uns meses. E chegou na empresa depois de Paulo. Paulo conversou poucas vezes com ele, mas o cara era simpático e muito bonito. Paulo nunca suspeitou dele. Um cara hétero, casado, bonito, alto, nunca seria um punheteiro. Ele tem mulher, deve foder com frequência, não precisa de punheta. Mas, Paulo decidiu segui-lo até o banheiro nesse dia.

Paulo entrou atrás do homem. Paulo foi para um dos mictórios vazios. Todos os 3 boxes estavam ocupados. Paulo tinha que esperar para ver em qual deles o homem tinha entrado. Ele fingiu que estava mijando, tentando disfarçar sua ereção. E então o homem saiu… do box da punheta! Paulo cumprimentou o homem com uma levantada de sobrancelha e um sorriso amigável. Assim que ele saiu, Paulo entrou no box em que ele estava. Não deu outra! Havia porra no vazo. Dessa vez era pouca, devia ter umas 5 gotas apenas, e alguns pentelhos loiro escuro caídos no chão. Então era ele! Paulo, que nunca havia desconfiado do loiro casado, agora estava batendo punheta segurando o pentelho dele na boca. Paulo mastigava o pentelho e passeava com ele na boca, levando o pentelho pra lá e pra cá com a língua.

Paulo sentiu tanto tesão na cabeça do próprio pau, que concentrou sua punheta nela. Esfregou e esfregou até sair a última gota de porra e um pouco mais.

Quando acabou, saiu do box até um pouco tonto e teve dificuldade pra tirar o cheiro de piru da mão. Depois ele voltou ao trabalho decidido em fazer isso mais vezes. Aquela culpa, a sensação de sentir patético, estava finalmente o deixando. Ele começava a aceitar que masturbar era algo que ele queria fazer o tempo todo.

Com o passar do tempo, Paulo tentou acompanhar o punheteiro casado até o banheiro e flagra-lo numa punheta, observando o reflexo no chão do box. Mas ele nunca conseguiu isso. Mas só o fato de ficar imaginando aquele homem brutalmente alto e encorpado batendo punheta, balançando o saco pentelhudo até gozar, fez Paulo gozar várias vezes no banheiro da empresa.

Capítulo 4

Quando Paulo fez 22 anos, decidiu que era hora de sair da casa dos pais. Ele já estava ganhando um salário que era possível alugar uma quitinete e pagar as contas. Mesmo com um pouco de resistência dos pais, Paulo conseguiu finalmente ir morar sozinho.

A quitinete era bem pequena, tinha uma sala grande, uma cozinha americana e um banheiro. Paulo ajeitou a cama em um canto da sala e a escrivaninha com o computador no outro canto. Colocou cortinas escuras e providenciou também um tapete.

No dia da mudança, Paulo pediu uma folga no trabalho. O caminhão chegou por volta de 8 horas da manhã e a mudança acabou lá para as 10h30. Ele já tinha instalado internet antes de mudar, porque sabia exatamente o que iria fazer assim que a mudança acabasse: se masturbar, bater punheta, se acabar na bronha, esfolar o caralho! E foi exatamente isso que ele fez.

Assim que os homens da mudança terminaram de colocar as coisas na quitinete e saíram, Paulo imediatamente trancou a porta, instalou as cortinas e deixou tudo no escuro. Ligou o computador e acessou todos os sites pornográficos que ele conhecia e se masturbou o dia inteiro. Ele perdeu a noção da hora, quando percebeu já eram quase 7 horas da noite. Finalmente ele podia fazer o que ele mais queria, se masturbar por quanto tempo quisesse, sem se preocupar com a chegada de alguém em casa.

Ele se masturbou o fim de semana inteiro, até se esqueceu de tomar banho. Ele nunca havia aparado os pentelhos - eles eram pretos e volumosos, e agora estavam melados e grudentos de tanta porra. Seu pau, de 19 cm, estava muito inchado de tanta bronha.

Quando Paulo deu a última gozada antes de dar um descanso, na madrugada de domingo pra segunda, ele se olhou no espelho e sentiu orgulho de quem era. Ele estava pelado, cansado, com piru inchado e com corpo coberto de porra.

No trabalho, ele tentava se concentrar. Trabalhava até direito, cumpria sua função. Mas quando ia chegando o fim de seu turno, seu coração disparava, ele ficava ansioso pra poder ir correndo pra casa. E chegando em casa, não fazia outra coisa além de assistir pornografia e se masturbar.

Ele ainda achava que era o único pervertido em masturbação e pornografia. Ele nunca conheceu ninguém ou ouviu falar de alguém que se masturbasse tanto quanto ele. Ele sabia que haviam chats online e que punheteiros abriam as cameras pra gozar. Mas nenhum deles compartilhava o mesmo desejo que ele.

Até que um dia, em uma das várias abas de pornografia abertas no navegador, Paulo leu o seguinte termo em um video com qualidade muito baixa “edging and gooning”. Ele ficou curioso e abriu o vídeo. PUTA QUE PARIU! Foi o vídeo mais insano e gostoso que ele tinha visto de um homem se masturbando. Não era uma punhetinha qualquer, era um homem, fazendo as mesmas coisas que ele fazia há anos.

No vídeo, o homem estava em um quarto escuro, sentado de frente para o computador, assistindo pornografia enquanto se masturbava lentamente. Ele parecia parar a masturbação toda vez que ia gozar e de tanto fazer isso, seu rosto se contorcia numa expressão de puro prazer. Paulo nunca tinha visto nada igual. Então, ele buscou mais vídeos com esses termos “edging and gooning”. Ele achou alguns, não eram iguais ao primeiro (que ele fez questão de baixar e salvar no computador) mas eram bons também.

Paulo tentou praticar o edging. Leu em um blog como fazer isso. E ele foi ficando bom. Leu também sobre negação do gozo. A primeira vez que ele tentou, começou a se masturbar na sexta-feira à noite e só gozou no domingo à tarde. Ele amou a sensação. Ele percebeu que seu pau ficava mais sensível, mais gostoso. E quanto mais ele negava o gozo, quanto mais edging ele fazia, mais gostosa ficava a masturbação.

Com o tempo, ele não queria mais gozar. Ele só queria masturbar. Ele começou a sentir mais tesão no ato de se masturbar do que no orgasmo. Começou a ver o orgasmo como desnecessário, gostoso, mas desnecessário. Ele queria mesmo era ver pornografia, masturbar o piru e ficar constantemente naquela sensação de “to quase gozando”. É essa sensação de “to quase gozando” que ele queria prolongar ainda mais.

Começou a anotar todas as suas punhetas em uma planilha, dia, hora que começou e hora que parou e o dia que gozou. Ele começou a ver que estava aumentando muito o tempo de punheta. Ele se masturbava em média seis horas por dia durante a semana e quase 18 horas seguidas no fim de semana. Mas ele não estava satisfeito.

Pediu que antecipassem suas férias no trabalho e seu chefe concordou. Trinta dias inteiros de férias. Trinta dias pra ficar trancado em casa sentado na frente do computador se masturbando.

Capítulo 5

No último dia de trabalho antes das férias, Paulo chegou em casa com um tesão descomunal. Ele estava tão setendo por mastrurbação e pornografia que todos os seus pensamentos eram sexualizados. Ele via pênis ereto em todas as formas fálicas que via na rua, imagina e sentia tesão em cada homem que passava por ele, manjava a rôla dos caras marcando na calça, e tinha sorte de ver que um homem estava sem cueca, que o pênis balançava mais que o normal por dentro da calça, Paulo tremia de tesão.

Ele tentava esconder a ereção do seu pênis com a mochila, e aproveitava pra esfregá-la contra o pinto enquanto andava. Faltando menos de 1km pra chegar em casa, ele começou a correr. Não aguentava mais esperar, ele tinha que chegar em casa mais rápido possível, ele queria tirar toda a roupa e se afundar na punheta.

Ele correu. O pau duro dentro da cueca, não se preocupou se alguém veria aquele caralho enorme balançando e melando a calça.

Finalmente chegou em casa, quase quebrou a chave na fechadura de tanto desespero para abri-la. Entrou e trancou a porta. Jogou a mochila pra um canto qualquer e vou em direção ao computador enquanto tirava a camisa e as calças com velocidade. Ligou o computador e foi se masturbando até a cozinha. Pegou alguma coisa pra comer e beber e depois se sentou na sua cadeira de masturbar, abriu os sites pornográficos e masturbou como nunca tinha se masturbado. Ele sabia que teria 30 dias inteiros pra se masturbar sem interrupções, sem compromissos pra atrapalhar, não precisava sair de casa pra nada. Ele tinha tudo o que precisava ali: comida, água, internet e pornografia.

O desespero de masturbar foi tão grande que ele gozou rápido. A primeira punheta não demorou meia hora. Também, ele já vinha alisando o pênis desde que saíra do trabalho e passou o dia inteiro pensando em putaria, só no banheiro do trabalho ele já tinha gozado 3 vezes.

Mas gozar foi bom, deu um tempo pra Paulo se abastecer de comida de verdade. Enquanto comia ele foi assistir uma série, coisa que ele não fazia há bastante tempo. A série era a “American Horror Stories -Asylun”, falava de pessoas internadas num manicômio, com uma pegada sobrenatural. Mas, o que Paulo não esperava, era que um dos personagens era um masturbador compulsivo. “QUE PORRA É ESSA?”, ele pensou. O personagem não parava de se masturbar, ele nem dormia direito e ficava o tempo inteiro com a mão dentro da cueca masturbando o seu pênis.

Paulo parou a série, terminou de comer e pesquisou o termo “masturbação compulsiva”. Ele descobriu que a masturbação compulsiva é o ato incontrolável de se masturbar. Descobriu também que havia blogs e foruns sobre o tema, e que alguns homens se declaravam masturbadores crônicos compulsivos, outros se declaravam viciados em masturbação. As combinações eram muitas. Mas Paulo logo reconheceu que estava viciado em masturbação, e que era um masturbador crônico e compulsivo. Vício porque ele não conseguia ficar sem se masturbar, e quando não estava se masturbando sentia abstinência, ansiedade, ficava de mau humor; crônico porque sempre fez isso desde que se lembra, não era algo que ele conseguia controlar e compulsivo porque quanto mais ele fazia, mais ele queria fazer.

Então, ele se auto declarou um masturbador crônico compulsivo viciado em masturbação e pornografia. Quando ele disse isso em voz alta pela primeira vez, foi como se uma luz iluminasse todo seu corpo retirando todo resquício de culpa que um dia ele sentia por se masturbar. Ele estava totalmente entre ao pênis, à masturbação e à pornografia.

Ele começou a masturbar de novo, pela 4 vez naquele dia. Mas dessa vez ele repetia a frase “eu sou um masturbador crônico compulsivo viciado em masturbação e pornografia”.

De oito horas da noite até cinco horas da manhã do dia seguinte, ele se masturbou mais 3 vezes, e gozou as 3 vezes. Na útlima gozada, saíram apenas 4 gotinhas miseráveis de porra transparente. O resto da porra, das gozadas anteriores, estavam no seu corpo, no chão, no teclado, no mouse e na parede embaixo da escrivaninha. Finalmente o cansaço bateu forte e ele se entregou ao sono.

Capítulo 6

É possível que um homem que se masturbou escondido a vida inteira tendo a possibilidade de se entregar totalmente ao prazer do pênis volte atrás? Pare de se masturbar? Foi o que Paulo pensou ao acordar.

Era quase meio dia quando ele acordou. Se levantou e preparou um café forte e sentou no chão encostado na cama. Enquanto ele bebia, olhava ao redor e imagens da noite anterior piscavam em sua memória. Cenas em que ele gemia, gozava, procurava mais pornografia, mijava de pau duro, voltava pro computador e continuava masturbando.

Ele observou seu proprio corpo sujo de porra seca. Seu pentelhos estavam grudentos, seu penis inchado e vermelho. O chão, a escrivaninha, o computador… tudo estava com marcas de porra. Em 9 horas de muita putaria e pênis ereto, ele masturbou, gozou, masturbou de novo, gozou de novo… fez tudo o que sempre queria fazer quando morava com seus pais. Se lembrou daquele pedacinho de revista pornô que encontrou no lixo e se sentiu grato por hoje poder acessar tanta putaria grátis na internet.

Então, não. Não dava pra voltar atrás. Ele tinha que continuar se masturbando. Ele precisava disso. Era quem ele era! Não tinha como fugir. E assim começou o seu primeiro dia de férias.

Ele aproveitou que ainda estava cansado e decidiu ir ao mercado. Ele tinha que ter certeza de que tinha tudo dentro de casa durante os 30 dias de férias, pois não tinha nenhuma intenção de sair de casa. O plano era simples: masturbar o máximo de tempo que conseguisse.
A ida até o mercado foi tranquila. Ele até se distraiu da punheta um pouco enquanto procurava um salgadinho no corredor de biscoitos. Mas foi só chegar na fila do caixa que o penis voltou a dominar sua mente. À sua frente estava um homem segurando uma cartela de ovos na mão. Ele era musculoso e tinha uma bunda enorme. Sua roupa estava suada. Paulo começou a imaginar aquele homem pelado, olhando fixamente para sua bunda definida.

O cara se virou para pegar alguma coisa em uma prateleira e então Paulo viu, o pacote enorme que ele tinha dentro da calça de moletom. O pênis do cara marcava tanto o moletom que dava pra ver os contornos da glande perfeitamente. Paulo calculou que o penis do cara devia medir uns 11 centímetros e imaginou que duro deveria ter uns vinte centímetros.

Paulo sentiu seu penis formigar dentro da cueca. A fila não andava. Ele tentou esconder o volume que crescia entre as pernas com o pacote de salgadinho. Os cinco minutos que Paulo ficou na fila foram insuportáveis. Chegou no caixa com o pênis muito duro. A mente fritando de vontade de pornografia.

Finalmente conseguiu sair do mercado e foi pra casa o mais rápido que podia sem derrubar as compras. Chegou em casa e teve dificuldade pra abrir a porta, ele estava tremendo de tesão, ansioso pra tirar logo toda roupa e se masturbar logo imaginando a bunda e o pênis daquele homem na fila do mercado.

Assim que conseguiu abrir a porta, entrou e jogou as compras no chão de qualquer jeito. Trancou a porta e tirou a roupa muito rápido. Ali mesmo onde ele estava começou a masturbar forte o seu pênis, imaginando a bunda branca e enorme daquele macho gostoso. Na sua imaginação, o homem agosta estava bem na sua frente, de quatro no chão empinando sua bunda mostrando seu cú. O saco e o pênis grande e ereto balançando no meio das pernas. Paulo imaginou seu pênis esfregando na bunda do cara. E quando mais imaginava essa esfregação gostosa, mais forte masturbava seu pênis. Dois minutos depois Ele gozou desesperadamente e sem parar de masturbar. Ele queria tirar o máximo de porra e prolongar o orgasmo o máximo que conseguisse. Quando não aguentou mais ele caiu de joelhos no chão, sentindo o prazer passar por todo seu corpo.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico chornicbator23

Nome do conto:
Diário de um punheteiro compulsivo

Codigo do conto:
273192

Categoria:
Masturbação

Data da Publicação:
25/09/2026

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