A esposa chegou à clínica de massagens com o corpo tenso, os ombros carregados de semanas de trabalho e de uma frustração que o marido, sempre cansado, não conseguia mais aliviar. O lugar era discreto, com luz baixa, cheiro de óleos quentes e o som suave de uma fonte. Ela se deitou de bruços na maca, coberta só por uma toalha fina, e fechou os olhos. A porta se abriu. Entraram passos leves. A voz que a cumprimentou era grave, aveludada, com um sotaque suave. — Boa tarde. Eu sou a Lara. Vou cuidar de você hoje. Lara era alta, ombros largos sob a camisa branca apertada, cabelos longos e escuros presos num coque. Quando a toalha foi afastada e as mãos quentes tocaram a pele da esposa, o contato foi imediatamente diferente. Dedos longos, firmes, que pressionavam os músculos com precisão e, ao mesmo tempo, demoravam demais em certos pontos. O óleo esquentava sob as palmas. As mãos desceram pelas costas, contornaram a cintura, subiram de novo, e a cada passagem o polegar deslizava mais perto da curva das nádegas. A esposa suspirou, o corpo derretendo. Lara se inclinava sobre ela; o tecido da calça raspava de leve na parte de trás das coxas. Havia algo duro ali, grande, que se movia sutilmente a cada movimento. — Você está muito travada aqui embaixo — murmurou Lara, a voz mais baixa agora. As mãos desceram de vez, abrindo as pernas com cuidado, massageando a parte interna das coxas. Os dedos subiam, subiam, até roçarem o tecido fino da calcinha. — Posso trabalhar mais fundo? A esposa só conseguiu um “sim” rouco. A calcinha foi puxada para o lado. Dois dedos longos deslizaram entre os lábios já molhados, abrindo-a com delicadeza e depois pressionando o clitóris em círculos lentos. A esposa arqueou as costas, o gemido escapando. Lara tirou a própria calça. O som do tecido caindo foi o único aviso. Quando a massa quente e pesada da rola bateu contra a nádega da esposa, ela engasgou. Era grosso, quente, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Lara se posicionou entre as pernas abertas, o corpo longo cobrindo o dela, e sussurrou no ouvido: — Vou te abrir devagar… mas você vai sentir cada centímetro. A cabeça entrou primeiro, esticando. A esposa cravou os dedos na maca, o gemido virando um grito abafado. Lara avançava centímetro por centímetro, sem pressa, deixando a esposa sentir o volume invadindo, preenchendo, empurrando fundo até as bolas baterem na pele. Quando finalmente enfiou tudo, a esposa estava tremendo, a buceta pulsando ao redor da rola enorme. Lara começou a foder. Primeiro lento, quase carinhoso, o óleo fazendo o vai-e-vem molhado e barulhento. Depois mais fundo, mais forte, as mãos segurando a cintura da esposa para empurrar até o fundo a cada estocada. A rola batia no ponto certo, grosso, insistente. A esposa gemia alto, a face virada de lado, a saliva escorrendo no lençol. — Mais… porra, mais fundo — pediu, a voz quebrada. Lara obedeceu. Segurou os quadris com força e meteu com vontade, o pau grosso abrindo, esticando, fodendo sem piedade. O som molhado ecoava na sala. A esposa sentia o orgasmo subindo como uma onda quente, o ventre contraindo, a buceta apertando a rola com força. Quando gozou, gozou pesado: o corpo inteiro tremeu, um gemido longo e gutural, a buceta esguichando ao redor do pau que continuava entrando e saindo, prolongando o prazer até ela quase chorar. Lara não parou. Continuou fudendo através do orgasmo, mais rápido agora, as bolas batendo, a rola latejando. A esposa, ainda tremendo, sentiu o segundo orgasmo chegando quase em cima do primeiro. Gozou de novo, mais forte, o corpo se contorcendo, a voz falhando em gemidos desesperados enquanto Lara enfim enterrou fundo e gozou dentro dela, jatos quentes enchendo, pulsando, escorrendo pelas coxas. Quando Lara finalmente saiu, a rola ainda semi-dura e brilhante, a esposa ficou deitada, pernas abertas, a buceta latejando e cheia, o corpo leve e completamente derretido. Lara se inclinou e beijou a nuca dela, a voz baixa e satisfeita: — Mesma hora semana que vem? A esposa, ainda sem fôlego, só conseguiu sorrir e murmurar um “sim” rouco.
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