Na semana seguinte a esposa voltou. O corpo já tremia de antecipação antes mesmo de entrar na sala. Lara a esperava com o mesmo sorriso calmo, a camisa branca aberta no peito, os cabelos soltos desta vez. A toalha foi puxada sem pressa. As mãos quentes e firmes desceram pelas costas, apertaram a cintura, abriram as nádegas com dedos oleados e começaram a massagear o centro do prazer dela com lentidão deliberada. — Hoje vamos mais fundo — murmurou Lara, a voz baixa e rouca no ouvido da esposa. — Você pediu anal. Vai levar tudo. Dois dedos longos, cobertos de óleo quente, pressionaram o cu apertado. A esposa arqueou as costas, o gemido escapando enquanto os dedos entravam, um, depois dois, abrindo, girando, preparando. Lara demorou, massageando por dentro, esticando, até a entrada ceder e ficar molinha e brilhante. Só então a rola enorme apareceu de novo: grossa, veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo. Lara passou óleo nela também, esfregando devagar, deixando a esposa ver o tamanho que ia entrar. — Respira fundo pra mim… A cabeça pressionou. O cu se abriu com dificuldade, o arraiamento do volume fazendo a esposa morder o lençol. Lara avançava centímetro por centímetro, sem pressa, mas sem parar. O gemido da esposa virou um grito abafado quando a metade entrou. O pau era grosso demais, preenchia demais, esticava o anel até doer de um jeito delicioso. Quando finalmente as bolas bateram na pele, Lara ficou parado, deixando a esposa sentir cada polegada dentro dela. — Tá tudo dentro… caralho, que cu apertado. Começou a foder. Primeiro lento, quase carinhoso, o óleo fazendo o vai-e-vem molhado e barulhento. Depois mais fundo, mais forte. As mãos grandes seguravam os quadris da esposa, puxando-a de encontro a cada estocada. A rola entrava até o fundo, o volume abrindo, esfregando, dominando. A esposa gemia alto, o rosto virado de lado, saliva escorrendo, o clitóris latejando sem nem ser tocado. Lara aumentou o ritmo. Estocadas longas e pesadas, o pau saindo quase todo e entrando de uma vez, o cu fazendo barulho molhado a cada impacto. A esposa sentia o orgasmo subindo pelo ventre, diferente, mais profundo, mais intenso. Quando gozou, gozou com o cu contraído com força em volta da rola, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo e desesperado escapando da garganta. Lara não parou. Continuou fudendo através do orgasmo, mais rápido agora, as bolas batendo, o pau latejando. A esposa ainda estava tremendo quando o segundo orgasmo veio em cima do primeiro. Gozou de novo, mais forte, o corpo se contorcendo, a voz falhando enquanto Lara enterrou fundo e gozou dentro do cu dela. Jatos quentes, grossos, enchendo, pulsando, escorrendo pelas coxas quando o pau finalmente saiu, ainda semi-duro e brilhante. Lara se inclinava sobre ela, beijando a nuca suada, a voz baixa e satisfeita: — Próxima semana a gente faz os dois. Buceta e cu. Você aguenta? A esposa, ainda ofegante, o cu latejando e cheio, só conseguiu um sorriso fraco e um “sim” rouco.
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