Na quinta semana a esposa nem chegou a deitar na maca. Assim que a porta se fechou, Lara a puxou pela cintura, beijou sua boca com fome e empurrou seus ombros para baixo. A rola grossa e já dura saltou livre, a cabeça brilhando de pré-gozo, as veias saltadas, o cheiro quente e masculino misturado ao perfume dela. — Chupa — ordenou Lara, a voz baixa e rouca. — Quero ver essa boquinha engolindo tudo. A esposa se ajoelhou. A língua saiu primeiro, lambendo a cabeça larga, saboreando o gosto salgado. Depois abriu a boca o máximo que conseguiu e engoliu. O pau era grosso demais; a mandíbula doía, mas ela forçou, descendo até a garganta, lágrimas escorrendo nos cantos dos olhos. Lara segurou seus cabelos e começou a foder a boca com estocadas profundas e controladas. O som era molhado, obsceno, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando no chão. Lara gemiu baixo, o quadril avançando. A esposa engasgava, mas não parava. Chupava com vontade, a língua girando, a mão apertando as bolas pesadas enquanto a outra esfregava o próprio clitóris por baixo da saia. O ritmo acelerou. Lara puxava a cabeça dela para frente e para trás, usando a boca como quisesse, o pau sumindo quase inteiro a cada estocada. — Abre a boca… olha pra mim… A esposa obedeceu, a língua de fora, a boca aberta e cheia de saliva. Lara tirou o pau, bateu a cabeça grossa contra a língua algumas vezes e gozou. O primeiro jato grosso acertou a língua e escorreu para dentro. O segundo bateu na bochecha. O terceiro no nariz e na testa. Lara continuou gozando, a mão masturbando a rola enquanto jatos quentes e pesados cobriam o rosto da esposa: boca, queixo, sobrancelhas, cabelo. A esposa engolia o que conseguia, a língua lambendo os lábios, o rosto inteiro brilhando de porra. Lara ainda latejava quando passou a cabeça da rola pela boca aberta de novo, limpando o resto nela. A esposa chupou os últimos fios, engolindo tudo, o rosto sujo e satisfeito. Lara se inclinava, limpando um fio de gozo do queixo dela com o polegar e empurrando de volta na boca. — Semana que vem você chupa de novo… e eu te fodo enquanto você engole. Você aguenta? A esposa, ainda de joelhos, o rosto coberto e o gosto forte na língua, só conseguiu um sorriso sujo e um “sim” rouco.
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