Silvana sempre foi uma menina com corpo precoce, e a safadeza também era precoce. Nova já tinha seios bonitos, bunda redondinha. E era provocativa...sem vergonha mesmo... Havia me mudado há pouco tempo pra cidade e aumentamos os laços. Filha da minha irmã, vira e mexe estavam em casa. Passavam finais de semana e eu era torturado por aquele corpo jovem e carregado de desejo. Silvana tinha se tornado uma bela moça. Ela gostava se se mostrar, se insinuar... Não foi fácil resistir à essa tentação. Tava separado da minha mulher fazia 4 anos, e sempre fui louco por sexo, no auge dos meus 42 anos. Silvana parecia disposta a tudo pra que eu perdesse a cabeça. Numa das vezes em que passram o final de semana em casa, acordei no meio da madrugada e fui até a cozinha pegar água, de repente me viro e tenho a visão dela só de babydool. De algodão, amarelo, molinho...mostrando os bicos duros de seus seios. Fiquei extasiado com aquela visão. Sem palavras e sem conseguir tirar os olhos daquilo tudo. Ela com voz baixinha e com tom de sacana me diz: -Tio, me deu sede também, to com meu corpo pegando fogo... Fiquei louco, mas dei um jeito de me esquivar e fui pro meu quarto. Lá bati uma punheta lembrando daquela visão. Pela manhã, na hora do café, ela me olhava com olhar de fome... Eu, tarado por natureza, tinha que me esforçar pra disfarçar o tesão. Foram embora, ela esperou minha irmão e meu cunhado saírem e voltou pra se se despedir. Meu deu um abraço forte roçou seu corpo no meu e disse: -Daqui 4 meses é meu aniversário, completo meus 18 anos e quero um presente especial. Respondi com voz trêmula: -O que você vai querer? Ela responde olhando na direção do meu pau: -Não imagina o que quero? Adivinha? Eu sabia, mas tinha medo e respeito. Fui no seu anivesário, foi uma festa bonita, ela apresentou um rapaz como namorado, fiquei aliviado. Agora ela poderia se satisfazer e me dar paz. Foi o que eu pensei. Dei seu presente, havia comprado um perfume que ela gostava. Agradeceu com um abraço e me disse no ouvido: -Sabe que não era isso que eu queria né? Tremi de novo. No fim da festa me despedi de todos, chegando no carro ela veio se despedir novamente. Falou que iriam, em família, pra um hotel fazenda no feriado prolongado próximo. Disse que queria que eu fosse também. Disse que iria pensar e ela responde: -Por favor, vai, você vai gostar tio, te garanto. Pensei: -Ela tá com planos de sacanagem. Fique com aquilo na cabeça. Agora não seria mais problema, ela já era adulta, mas era minha sobrinha. Gostosa e safadinha. Minha irmã também me convidou. Depois de muito pensar resolvi aceitar o convite. Fomos numa van. Papo descontraído na viagem, chegamos ao hotel fazenda, lindo, estilo colonial, natureza exuberante, cachoeiras e minha sobrinha. Fiquei num quarto ao lado do quarto deles. Chegamos quinta feira e sairíamos na terça. A noite barzinho do hotel, troca de olhares com Silvana, antes de dormir, punheta em homenagem à ela. Sexta foi normal, passamos a tarde na cachoeira, Silvana num delicioso biquíni florido, uma bunda maravilhosamente perfeita, seus seios médios e bico durinho. Rosto lindo e ar de safadinha. Eu, na luta pra disfarçar meu tesão. Sabia que naquelas alturas eu comeria ela. A noite voltamos pro hotel, mais barzinho, ela já mais tempo perto de mim, eu com mais tesão... Beleza, todo mundo pros quartos, sábado tinha, na programação, trilhas nas matas. Encontrei com eles no café do hotel. Minha irmão disse que meu cunhado havia passado mal e que iriam ficar no hotel mesmo. Lamentei por eles. Nisso Silvana já emenda: -Tio você vai comigo nas trilhas? Será? Respondi tentando disfarçar minha felicidade Minha irmã me convenceu a acompanhar Silvana, disse ficar mais segura. Mal sabia ela que estava colocando tudo aquilo à meu dispor. Os olhos de Silvana brilharam quando disse que iria. Fomos pro quarto, troquei de roupa, botei umas camisinhas no bolso, e fui pro saguão do hotel esperar por ela. Ela vindo na minha direção com um semblante tão feliz, aquele corpo lindo, tesudo, coberto por um vestido fininho em tons de rosas com flores amarelas e brancas. Chegou, me deu um beijo no rosto e disse: -Vamos pro mato? Ai quem ficou feliz fui eu, e rimos muito. Fomos um um guia até certo ponto, depois ele disse que poderíamos explorar o local, claro que Silvana quis explorar. Pego minha e disse: -Vamos tio. Fui...aaaa eu fui. Andamos por um tempo, saímos da trilha normal e nos enfiamos numa pequena mata que tinha por ali. Silvana me disse: -Ouvi falar de um lugar bem gostoso. Que era eu pra discordar? Andamos até chegar numa, que parecia ser um engenho de cana abandonado. Silvana foi entrando e me puxando pela mão. Quando estávamos lá dentro, onde não tinha visão da parte de fora, ela vira pra mim e diz: -Agora quero meu presente. Respondi, já louco de tesão, sem disfarçar o voluma por baixo da bermuda. -Quer mesmo? E seu namorado? Ela me abraçou apertou seu corpo no meu pau e disse: -Era só pra te provocar, era um amigo. Agora quero tudo que tenho direito!. Já dei um beijo naquela boquinha e ela esfregando a mão no meu pau, que já tava melado demais de tanto tesão. Ela dizia: -Há quanto tempo eu quero isso tio. Eu não diza mais nada, meu corpo me comandava, meu tesão me guiava. Esqueci quem ela era. Só queria aquilo tudo que estava à minha frente. Silvana abriu o ziper da minha bermuda e tirou meu pinto pra fora, olhou pra ele na mão dela e perguntou: -É todo meu? Respondi que sim, cada milímetro. Tenho 17cm Ela sorriu, agachou e começou a me chupar. Fazia tempo que não tinha um boca no meu pinto, agora, aquela boquinha? Que delicia!!! Ela chupava, lambia, cuspia na cabeça do meu pau, mordia ele de lado. Tive que me segurar pra não gozar na boca dela. Depois de um tempo, ela levantou, se afastou um pouco de mim e levantou o vestido, mostrando uma calcinha branca transparente já molhadinha e estava sem sutiã. -Quer? Ela me disse com voz de safada. -Tudo, respondi já puxando ela pra perto. Mais beijos de lingua e eu desci até sua calcinha...tava meladinha, cheirando à tesão, puxei ela pra baixo pra ver melhor aquela bucetinha. Rosadinha, toda depilada, lábios perfeitos...olhei um pouco e já comecei a beijar, cada beijo um gemido. Passei a ponta da lingua, debaixo até em cima, e fiquei fazendo esse movimento, subia e descia, até começar a enfiar a lingua, senti ela gozar na minha boca. Parecia que tava mijando, se tivesse também seria delicia. -Não aguentei, disse ela tremendo. Debruçou em cima de uma pedra que tinha ali, de costas pra mim, aquela bunda linda, batia um raio de sol bem naquele local, iluminava a bunda dela, tornando aquela visão ainda mais especial. -Agora quero meu presente. Ela falou rebolando aquela delicia. Encostei meu pau na sua bunda, esfreguei um pouco e coloquei a cabeça. Ela gemeu e pediu pra ir devagar. Comecei o entra e sai, ela dizia: -Isso, mata minha vontade tio... Caralho, aquilo me deixou louco. Não aguentei e gozei, enchendo sua buceta de porra quente. Ela pedia: -Isso tio, me dá leitinho, era isso queria... Nem lembrei da camisinha, nem me preocupei em gravidez, nada, só queria meter nela e gozar. Terminei de gozar, coração batendo a mil, respiração que parecia ter corrido uma São Silvestre. Pedi desculpas por ter gozado rápido, ela me beijou e disse: -Vamos ter muitas vezes mais tio, não tem problema. Ficamos mais tempo abraçados e pelados. Ela começou a chupar meu pau de novo que tava mole, endureceu rapidinho. Ela ficou agachada me chupando e eu olhando pra ela. As vezes ela olhava pra mim com aquele olhar safadinho. Sentei no chão, na minha camiseta e ela sentou em cima de mim, ela cavalgando meu pau e a gente se beijando. Rebolava deliciosamente no meu pinto. Começou a esfregar com força e a gemer com mais intensidade. Meu tesão foi à loucura. Comecei a gemer também, nisso ela fala: -Vou gozar! -Eu também! Respondi E gozamos juntos, demorado....ela parecia que mijava em mim, de tanto tesão. Eu gozei como há muito tempo não gozava. Ficamos abraçados ali, um dentro do outro por um tempo. Nos beijando e acariciando. Quando demos conta, já estava escurecendo. Nos recompomos e caçamos o caminho de volta. No caminho mais beijos e promessas de outra metidas. Ela falou que tomava remédio pra não engravidar. Que alívio!!! Domingo demos um jeito de ficar no meu quarto, foi uma rapidinha, pra ninguém descobrir. Voltamos pra cidade e começamos a nos falar com frequencia pelo celular, as vezes, a noite ela abria a camera do celular e ficavamos pelados, nos vendo e gozavamos juntos também. Passou mês, ela me disse: -Tio, tenho uma notícia, pra te dar! Com voz séria. Pensei comigo: -Fudeu!!! Ela tá grávida!!! Respondi com medo: -Que aconteceu? -Minha buceta quer você de novo! Responde ela já rindo -Filha da puta! Quase me mata do coração!!! Ela disse: -Pode ficar tranquilo tio, eu tomo remédio, pode me comer à vontade, e nesse dia fomos pra um motel e dormimos lá, metemos muito... Ficamos muitos anos transando sem ninguém saber. Muita gente achava estranho eu não ter mulher, mas a verdade é que eu tinha, e muito gostosa por sinal, só não podia contar pra ninguém!
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.