Dor & Dominio



Eram 19 horas e Claudia aguardava seu noivo ansiosamente, pensando nas propostas que ele lhe fizera, em seus pensamentos soamvam como sinos as palavras.
"Claudia meu amor, sei que gosta de dominar garotas e eu também, vamos criar uma escrava para nos servir eternamente, amanhã passo te buscar e vamos atrás de alguém que nos sirva?"
Assim.qie seu namorado chegou, ela entrou no carro e já saíram.
Ele tinha tudo arrumado, a casa da chácara, p porão com tudo pronto, cama, correntes, chicotes máquinas sexuais diversas, gaiola, coleiras...
Tudo pensado para adestrar um futuro escravo(a), então faltava a escolha.
Andaram por um tempo pela cidade, a escolha seria e deveria ser discreta sem que levantasse suspeita, um convite, uma bebida, podeira ser alguém em uma roda de amigos ou em uma balada , depois de rodarem por um tempo encontraram uma festa realizadas por alguns jovens, regado a bebida, drogas e sexo, um lual como puderam notar. Andaram por volta observando, analisado, conferido passo a passo e deferente e olharam a vítima, uma garota que se aproximou não para falar com eles, mas para fumar um cigarro nada convencional, Claudia foi rapida e se aproximou e começou uma conversa despretensiosa, descobrindo que o nome da sua vítima era Silvia e que estava com mais três amigas só pela festa, desço riu também que as amigas estavam se envolvendo com alguns meninos e poderiam estar até transando mas Silvia estava só pela curtição. Cláudia foi além convidou a sua vítima para tomar uma bebida já levando ela para próximo do carro, enquanto isso seu noivo ficará mais distante observando com atenção a movimentação e olhando as duas se aproximando mais e mais. A noite estava altamente festiva, sexo, drogas, música alta, pessoas dançando freneticamente e Claudia e Silvia bebendo nestas alturas como velhas migas, até que chegou a hora de dsr o bote ou seja de pegar a sua vítima.
O plano era simples, conquistar a confiança da vítima, embriagar ela e coloca lá no carro, se ela tentasse algo não conseguiria pois na bebida já estaria como elas falam batizada e seria fácil conter. Quando Silvia sentiu se atordoada Claudia acenou para seu noivo e ele se aproximou e disfarçadamente ajudou a colocar Silvia dentro do carro já quase sem ação. Para não levantarem suspeitas deitaram ela no banco de trás cobriram ela com uma coberta e ficaram por ali mais um tempo antes de saírem, assim as suspeitas seriam menores. Após um tempo ambos bebendo e se inturmando afim de terem seus álibis, se despediram e saíram com sua vítima em direção do cati eiro.
Claudia uma morena clara de 1.75 cabelos negros e longos, pernas torneadas pelos treinos em academia, seios siliconafos, lábios carnudos extremamente sensual ao ponto de despertar desejos em qualquer pessoa. Seu noivo 1.80 de altura, corpo de academia, cabelos militar, olhos negros e semblante amigável, tipo de cara que todos gostam de conversar. Chegando no destino levaram sua vítima para seu derradeiro local, onde seria iniciado as aulas de adestrações. Após um tempo desacordada Silvia foi aos poucos retomando a consciência e descobrindo que não estava em sua casa ou em algum lugar que ela conhecese. O pânico tomou conta de seu corpo em meio a lágrimas elase viu com uma coleira de ferro e acorrentada em uma parede, já despida e marcada com os dizeres ESCRAVA pintado em seus seios, ela se levantou e pode olhar todo o espaço, iluminado com uma luz fraca amarelada que em algu s cantos criavam uma penumbra dando ar fantasmagórico ao local, portas e janelas fechadas e não se podia ouvir nada através delas, um silêncio seprucal o que fez com que seu medo aumentasse. Mas o silêncio logo foi quebrado por passos como que descendo uma escada então ao som de passos compassados a porta se abriu e por ela atravessou Claudia vestida em uma roupa de couro negro, botas de cano longo na cor terracota, em uma das mãos um chicote e na outra uma varinha que Silvia descobriria dava choques.
Ela se aproximou de Silvia e a olhou fundo nos olhos de espanto da garota que não entendia nada, Silvia com seus 1,69, loirinha, seios médios, rosados e pontudos tentava se proteger e se esconder tapando os seios e sua bucetina raspadinha, Cláudia permaneceu a sua frente impassiva e com um tom de voz autoritária porém sem gritar ordenou que Silvia se ajoelha-se é beijasse suas botas, Silvia errou ao argumentar porque ela estava ali, e quando fez isso Claudia encostou a varinha nela mesmo ela se encolhendo e lhe deu um choque, Silvia gritou por socorro e foi golpeada pelo chicote, uma vez, duas vezes, três vezes, Silvia caiu ao chão chorando ao tempo que Claudia pisou só breve sua mão e novamente ordenou que beijasse suas botas, Silvia cauda chorando e implorando não entendia a dimensão de sua nova vida, mais uma vez foi chicotada e teve seu corpo eletrocutado pela varinha, ela se viu desesperada e parecendo que estava entendendo a situaca6se pós a beijar as botas para não mais ser punida. Cláudia olhando para ela e vendo que estava tremendo, chorando, fragilizada, aproveitou se é fez com que ela ficasse de quatro e segurou a corrente de forma que ela a olhasse. Claudia deu três batidas na porta e seu noivo entrou usando uma roupa de couro preta e trazendo alguns vibradores se pondo atrás de Silvia que tentou se levantar mas foi impedida pela chicotada e pela ordem de Cláudia que a mandou ficar de quatro, seu noivo preparou a buceta dela com creme e introduziu o vibrador e ligou fazendo Silvia se desesperar e entrar em um choro constante em meio a pedido de por favor, de súplica para que a deixassem, mas ali, ali já era tarde, Silvia tinha sido escolhida para ser domada e estava experimentando o fim de uma vida como ela a conhecia. Em meio aos choques e a vibração do aparelho entronizado em sua buceta ela começou a sentir um misto de dor e prazer. Claudia se agachou segurou o rosto de Silvia na altura do queixo fazendo com que ela ficasse com a boca entreaberta e lhe deu uma gusparada logo em seguida tapou sua boca para que ela engolisse, após ela engolir deu lhe tapas no rosto chamando a de puta, depravado, vazia, lixo e novamente guspiu em seu rosto Silvia tremia de medo, com misto de tesao já aflorando em seu corpo, senso tocada em sua buceta pelo vibrador que o noivo de Claudia aumentará a velocidade tirando um gemido de Silvia. O Noivo de Claudia se pos a enfiar um consolo menor em seu ânus ainda virgem o que lhe arrancou mais um grito de dor e quando ela pensou em pedir para que tirasse Cláudia fez com que ela enfiasse o rosto em sua buceta que a está altura estava molhada, Silvia se viu com uma buceta em seu rosto e com as ordens para chupa lá, e mais choque, choque, choque sem dar espasso para que Silvia gritasse pois sua boca estava abafada pela buceta de Claudia que inundava o meio de seus lábios com seu gozo. O noivo de Claudia usava os consolos esperando as ordens de sua noiva para castigala com mais velocidades. Após Claudia gozar alucinadamente na boca de Silvia que sentia seu corpo se quebrando, sentindo que estava para explodir em um gozo ao qual ela não entendia e que nunca havia sentido na vida, ouviu a voz de sua Algoz dizendo, "Eu sua dona agirá vou deixar você gozar e de agora em diante nós vamos tratar de você como nosso brinquedo, nossa putinha, nossa vadia, dito isso Claudia foi apertando os bicos dos seios de Silvia, mais e mais ao ponto de Silvia sentir seu corpo lhe traindo, sentou que começou a escorrer em mio suas pernas seu gozo veio violentamente fazendo ela cair de lado e se estremecer toda, ouvindo a corrente balançar fazendo ela se recordar de que estava presa como uma cadeia em um canil, aos poucos seu corpo foi ficando mais quieto então ela se tiver algo cair sobre ela, não era água morna, era uma chu a dourada e quando ela pensou em se proteger o noivo de Claudia levantou o rosto de Silva e direção a buceta de Claudia para que ela fosse marcada com a chuva que vinha de sua futura dona.
Silvia tentou em vão lutar mas teve uma parte daquele líquido dourado em um sua boca e foi obrigada a beber e depois instruída a agradecer sempre por cada gesto, cada ordem que viria daquele dia em diante, Silvia foi colocada em uma grade nua e as ordens foram para que ela a evitasse a nova ida de várias. Silvia em um choque de realidade caiu em si e novamente em prantos suplicou e novamente tomou choque m, beliscões e tapas. Assim se iniciaria a vida de uma nova cadeia e sua dona.

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Ficha do conto

Foto Perfil morenobi-umuarama
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Nome do conto:
Dor & Dominio

Codigo do conto:
273405

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
28/09/2026

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