A porta do quarto estava encostada, apenas o suficiente para que a luz do corredor revelasse a silhueta do meu corpo se contorcendo nos lençóis. Eu sabia que ele estava acordado. Eu sentia o olhar do meu cunhado atravessando a fresta. Aos 19 anos, eu já não tinha mais vergonha de desejar o proibido; eu queria sentir aquela pica deliciosa dentro de mim. Comecei a me tocar, deslizando os dedos pela buceta já encharcada, soltando gemidos altos, quase gritos, para que ele soubesse que eu estava no cio.
— Posso te ajudar, safada? — A voz dele surgiu rouca, carregada de desejo.
Eu não respondi com palavras. Apenas me levantei e caminhei até ele. No instante em que entrei no quarto dele, fomos tragados por um beijo faminto, daqueles que tiram o fôlego e fazem a alma vibrar. Nossas línguas dançavam com urgência enquanto nossas mãos exploravam cada curva.
— Eu quero você... agora! — sussurrei no ouvido dele, sentindo o cheiro de homem que me embriagava.
Ele me jogou na cama de solteiro e, sem perder tempo, mergulhou o rosto entre as minhas pernas. Que delícia de língua! Ele começou a lamber minha bucetinha com uma lentidão torturante, focando no meu clitóris, dando pequenas sugadas que me faziam arquear as costas e gritar.
— Você é tão molhadinha... — ele murmurou, deslizando a língua por todo o caminho até o meu cuzinho, dando lambidas provocantes que me deixaram em êxtase.
Quando ele finalmente enfiou os dedos na minha bucetinha latejante, eu quase vim abaixo. O sexo começou frenético. Primeiro, eu fui passivamente comida, sentindo cada centímetro daquele pau gostoso preencher o vazio do meu desejo. Era uma carne deliciosa, quente e dura. Depois, tomei as rédeas: lancei-o no chão e cavalguei com toda a minha força, sentindo a pica profunda em mim.
— Diz pra mim... qual pica é mais gostosa? A minha ou a do seu namorado? — ele perguntava, enquanto me apertava as coxas.
— A sua... ah, a sua é deliciosa! — eu gritava, pedindo as maiores baixarias, querendo ser tratada como a putinha que eu era naquele momento.
O ápice veio quando decidimos explorar o proibido. Eu queria dar meu cuzinho pela primeira vez.
— Por favor, seja cuidadoso... eu sou virgem por aqui — pedi, com a voz trêmula de excitação.
Ele foi um cavalheiro da luxúria. Com calma e carinho, ele encaixou o membro no meu rabo. Foi um "vai e vem" sutil, profundo, que transformou a dor inicial em um prazer absurdo. Eu gritava de prazer enquanto sentia meu cu ser comido e minha buceta ser acariciada simultaneamente. Terminamos com um 69 intenso, onde eu me lambuzei toda, sugando cada gota do seu prazer.
Duas horas depois, eu dormia, mas o desejo não tinha acabado. Quando meu namorado chegou e se deitou, minha bucetinha acordou faminta. Eu queria os dois. Na mesma noite. No mesmo lugar.
Arranquei a cueca dele com pressa.
— Posso te dar um presente, amor? — perguntei, enquanto começava a lamber a cabeça do seu pau com movimentos leves.
Sugi o mastro todo, sentindo a firmeza do membro dele em minha boca carnuda. Quando ele estava insuportavelmente duro, sentemente devagar, deixando apenas a cabeça entrar. Rebolei own corpo, sentindo a pressão.
— Gemesse... — pedi. — Gemesse alto para que o seu irmão ouça!
Ele gemeu, e eu senti um prazer imenso saber que o irmão estava ao lado, possivelmente ouvindo tudo. Tirei o pau dele e fiz um boquete demorado, delicioso, até que ele gozou na minha cara. Mas eu ainda não estava satisfeita.
— Agora, me coma... me coma inteira! — pedi, ficando de quatro.
Ele me comeu com força, cada estocada fazendo meu corpo chicotear para frente e para trás. O som da carne batendo na carne ecoava pelo quarto, um ritmo visceral que denunciava nossa luxúria. Eu sentia que estava sendo aberta ao meio, e era exatamente isso que eu queria.
Enquanto meu namorado me possuía, eu conseguia sentir a presença do irmão ao lado. A tensão elétrica no ar era quase palpável; eu sabia que ele estava assistindo, que seu pau estava tão duro quanto o do irmão, latejando de desejo ao ver a "putinha" da família ser devastada.
— Olha para ele, amor... olha para o seu irmão enquanto você me fode! — eu gritei, virando o rosto para trás, buscando o olhar cúmplice e faminto do outro.
O pedido foi o gatilho. O irmão não aguentou mais a distância. Ele se aproximou por trás, deslizando as mãos pelos meus seios enquanto meu namorado continuava a me martelar por trás. Senti a cabeça do pau dele roçando na minha entrada, provocando, brincando com a beira da minha bucetinha que já estava encharcada pelo gozo anterior e pela fricção atual.
— Eu não aguento mais ver... eu quero entrar também — o irmão sussurrou, a voz rouca de quem estava no limite.
O que aconteceu a seguir foi um caos de prazer coordenado. Meu namorado, incentivado pelo clima de pecado, não parou. Ele continuou a me comer, mas mudou a posição, me puxando para que eu ficasse deitada de costas, com as pernas abertas e elevadas. Foi então que o irmão se posicionou.
Enquanto um me preenchia por trás, o outro mergulhou no meu rosto, me dando um beijo voraz enquanto sua mão guiava seu membro para a minha boca. Eu estava own, cercada por eles, sentindo o peso e o calor de dois homens que me desejavam sem reservas.
— Quem é que manda aqui, safada? — o namorado perguntou, dando uma estocada profunda que me fez arquear as costas e soltar um gemido agudo.
— Vocês... os dois! — eu respondi, quase sem fôlego, enquanto alternava entre sugar o pau do irmão e receber as pancadas do namorado.
A cena tornou-se um banquete de pele, suor e fluidos. Eu era o centro daquela luxúria, a ponte que unia a carne dos dois. Senti-me pequena e, ao mesmo tempo, a dona da situação, vendo-os competindo para ver quem me dava mais prazer.
O ápice foi devastador. O ritmo acelerou, os gemidos tornaramse gritos. Senti o primeiro gozar dentro de mim, uma onda de calor que me fez tremer inteira. Segundos depois, o outro também atingiu o limite, despejando seu prazer em mim e sobre mim, enquanto eu chegava ao orgasmo mais intenso da minha vida, sentindo-me completamente preenchida, usada e adorada por aquele duelo de picas gostosas.



