"Sente aqui, Carlos... deixa eu ver se esse volume todo na calça é real ou se você está apenas tentando me impressionar."
Essas foram as palavras da Lúcia que mudaram tudo. Eu nunca esquecerei aquele dia. Eu, um português de 25 anos, 1,85m de altura e um corpo que eu sabia ser atraente, mas que diante daquela mulher parecia subitamente pequeno perante a tensão sexual que nos consumia. A Lúcia era um pecado em forma de mulher: 24 anos, morena, com aquela cinturinha fina que dava vontade de apertar até ela gemer, e uns seios fartos que quase saltavam do uniforme.
Estávamos no balcão, recebendo mercadorias de perfumaria. O cheiro de fragrâncias caras pairava no ar, mas o único cheiro que me importava era o dela. De repente, a mão dela, pequena e atrevida, deslizou pela minha barriga. Senti um choque elétrico percorrer minha espinha enquanto ela descia, centímetro a centímetro, em direção à minha virilha.
— Que isso, Lúcia... alguém pode ver — sussurrei, embora meu corpo estivesse implorando por mais.
Ela não deu a mínima. Com um sorriso malicioso, ela agarrou meu pau por cima da calça. Me senti pulsar instantaneamente. Ela apertou, medindo o tamanho com os dedos, e começou a me punhetar ali mesmo, escondida pelo balcão. Eu estava lurdo, latejando de tesão, sentindo a pressão da mão dela enquanto o medo de sermos pegos só servia para atiçar ainda mais o desejo.
Depois daquele dia, nós viramos loucos um pelo outro. Cada toque no corredor era um prelúdio para a explosão.
Certo dia, eu estava contando o estoque, imerso nos números, quando a vi descer as escadas. Ela não disse nada; apenas me pegou pelo braço e me arrastou para o banheiro do estoque. Era um lugar enorme, isolado do resto do mundo. Assim que a porta fechou, ela se jogou em cima de mim.
Nós nos beijamos com uma fome animal. Eu a peguei pela cintura, sentindo a pele quente, e comecei a beijar seu pescoço, deixando marcas, chupando sua pele até que ela soltasse aquele gemido rouco que me deixa louco. Com as mãos trêmulas, levantei a camisa dela e meus olhos encontraram aqueles dois seios lindíssimos. Comecei a lamber, circulando os mamilos com a língua até que eles ficassem rígidos como pedras.
— Carlos... por favor... me chupa toda... — ela implorava, contorcendo-se.
Eu a coloquei contra a parede e desci. Meus beijos foram descendo pelo abdômen até chegar naquela bucetinha virgem, apertadinha e jorrando desejo. Comecei a lamber devagar, sentindo o gosto doce e salgado, subindo e descendo, até focar no seu clitóris. Usei a língua com vigor, fazendo movimentos circulares, sugando aquele grãozinho de prazer. A Lúcia começou a gritar baixo, as pernas tremendo, até que ela teve o primeiro orgasmo, desabando nos meus braços.
— Ai, gostoso... como você chupa bem! — ela exclamou, recuperando o fôlego.
Ela não quis retribuir apenas com palavras. Ajoelhou-se diante de mim, abriu minha calça e envolveu minha rola com a boca. Ela chupava com uma voracidade impressionante, como se fosse um pirulito delicioso, sugando cada nervo, fazendo vácuo, movendo a cabeça para cima e para baixo. Eu quase gozei ali mesmo, mas segurei a onda, sentindo a língua dela brincar com a glande. Quando não aguentei mais, gozei fundo na boca dela, e ela, deliciosa, engoliu cada gota, sem desperdiçar nada.
Mas o desejo ainda estava lá, latente. Peguei a Lúcia, coloquei-a de quatro sobre a bancada do banheiro. Como ela era virgem, fui cuidadoso. introduzi a cabeça do meu pau lentamente, sentindo a resistência apertada e quente daquela entrada que nunca havia sido explorada. Ela soltou um suspiro longo, quase um choro de prazer, enquanto eu me acomodava, sentindo cada centímetro de pele deslizar contra a minha.
— Carlos... você está me rasgando... é tão grande... — ela sussurrou, com a voz embargada, mas empurrando o quadril para trás, pedindo mais.
Eu não tinha pressa. Queria que ela sentisse cada batida do meu coração refletida na pressão do meu membro. Empurrei devagar, sentindo a compressão absurda daquela virgindade, até que senti um pequeno "estalo" e ela soltou um gemido agudo, apertando as mãos na borda da bancada. Estávamos finalmente um só.
Fiquei parado por alguns segundos, deixando que o corpo dela se acostumasse à invasão. A Lúcia estava trêmula, a respiração ofegante, o corpo vibrando sob o meu toque. Comecei com estocadas curtas, superficiais, apenas para sentir o vácuo que ela fazia ao redor de mim. A cada movimento, o som da carne batendo ecoava no banheiro silencioso, misturando-se aos gemidos que ela não conseguia mais conter.
— Isso... assim... não para, por favor! — ela implorava, a voz agora carregada de luxúria.
Aumentei a intensidade. Meus movimentos tornaram-se viscerais, violentos na medida certa. Eu a agarrava pelos quadris, puxando-a para que eu entrasse ainda mais fundo, atingindo o fundo do seu útero com cada estocada. A Lúcia arqueava as costas, os seios balançando, enquanto ela gritava meu nome, perdendo a noção de onde estava. O mundo havia sumido; só existia aquele ritmo frenético, o suor escorrendo por nossas costas e o cheiro forte de sexo impregnando o ar.
Senti que ela estava chegando ao limite. O aperto da vagina dela tornou-se quase insuportável, as paredes contraindo-se em espasmos violentos. Eu acelerei, transformando a foda em uma corrida desesperada contra o orgasmo.
— Vou gozar! Eu vou! — ela gritou, a voz quebrando.
No momento em que ela atingiu o ápice, sentindo o orgasmo tremor seu corpo inteiro, eu soltei todo o meu peso. Dei a última estocada, enterrando-me o mais fundo possível, e senti meu gozar explodir dentro dela, onda após onda, inundando-a completamente.
Ficamos ali, colados, arquejantes, sentindo o coração bater no mesmo ritmo. O silêncio retornou ao estoque, mas nós sabíamos que nada voltaria a ser como antes. A Lúcia se virou, com os olhos ainda nublados de prazer, e sorriu maliciosamente.
— Acho que vamos precisar de um lugar mais... privado... da próxima vez.
Depois de gozarmos na frente, o tesão não baixou; ele mudou de forma. Ficamos ali, pele com pele, recuperando o fôlego, mas meus olhos não saíam daquela bunda perfeita da Lúcia. Eu queria mais. Queria explorar cada centímetro dela, senti que era o momento de propor algo novo.
Aproximei meu rosto do ouvido dela, sentindo o perfume misturado ao suor, e sussurrei com a voz rouca:
— Lúcia... eu quero sentir o seu cuzinho. Deixa eu entrar aí?
Ela deu um sobressalto, os olhos arregalados. Ficou em silêncio por um segundo, a respiração ficando curta.
— Agora? Mas... eu nunca fiz isso, Carlos. Tenho medo de doer.
Eu a abracei por trás, apertando aquela cinturinha, e comecei a beijar seu ombro, passando confiança.
— Confia em mim, linda. Eu vou fazer tudo vagarosamente. Vou penetrar você com todo o cuidado do mundo, bem devagarinho, até você sentir o prazer.
Ela hesitou, mas o desejo que emanava de nós dois era mais forte que o medo. Ela soltou um suspiro longo e consentiu:
— Tá bom... mas seja gentil.
Não perdi tempo. Peguei meu pênis, que já estava pulsando novamente, todo molhado pelas nossas gozadas anteriores, e o posicionei exatamente na entrada daquele orifício apertado e misterioso.
— Agora, Lúcia... foca o seu cuzinho para trás. Empina para mim.
Sem discordar, ela se posicionou, empinando a bundinha na minha direção, entregando-se completamente ao meu desejo. No momento em que a cabeça do meu pau tocou a entrada e começou a entrar naquele aperto absurdo, ela soltou um grito:
— Ai! Tá doendo! — Ela tentou recuar, o instinto de proteção falando mais alto.
Mas eu não tirei. Segurei a cintura dela com firmeza, mantendo-a no lugar.
— Calma, meu amor... respira. Deixa ele acostumar com o seu cuzinho. Só relaxa que logo a dor passa e vira tesão.
Fiquei ali, parado, sentindo a musculatura dela relaxar aos poucos ao redor do meu membro. Quando senti que ela estava se adaptando, comecei a forçar um vai e vem lento. A Lúcia começou a gritar "ai ai ai", mas o tom dos gritos mudou. Não era mais apenas dor; era uma excitação visceral.
Apertei o passo, sentindo a pressão deliciosa daquele canal estreito. Com um empurrão decidido, consegui colocar os 22 cm de rola todinho dentro daquele cuzinho. Naquele momento, a dor sumiu completamente, dando lugar a um tesão avassalador. Lúcia começou a gemer alto, sentindo a plenitude do meu tamanho preenchendo-a. Ela gozou umas duas vezes, espasmos de prazer percorrendo seu corpo enquanto eu a possuía com força.
Até que eu cheguei ao meu ápice. Gozei own multitude, sentindo cada gota de sêmen preencher aquele lugar proibido. Foi a sensação mais intensa de todas.
Olhando para trás, vejo que aquele momento de entrega e descoberta foi o início de tudo. A mulher a quem tive o prazer de tirar a virgindade e explorar cada desejo hoje é minha esposa, minha companheira e a mãe dos nossos dois meninos. O fogo daquela época ainda queima, e a nossa intimidade continua sendo o nosso lugar favorito de refúgio.




