— Você está comendo o que eu mais gosto: strogonoff.
— Vai querer um pouco?
— Eu aceito sim.
Eu e ela já estávamos comendo juntos a comida, mas eu pensei em fazer diferente e passar a minha mão entre as pernas dela. ela não percebia, mas eu já estava acariciando bem perto de sua vagina, mas com um descuido meio óbvio de que ela ia perceber. ela viu e me xingou.
— Tá maluco, seu arrombado? somos irmãos.
— Desculpa, não resisti. você é uma gostosa.
— Doente, sai daqui, sai.
— Você vai negar que é gostosa?
— Olha, ser chamada de gostosa pelo próprio irmão é errado.
— Deixa só eu lamber um pouco sua xotinha.
— Não, e se nossos pais chegam aí?
— Eles sempre ficam fora por semanas para curtir. ninguém vai saber.
— Tá bom, só lamber.
Eu tirava a calcinha dela devagar enquanto ela ficava sem olhar para mim. eu tirei e comecei a lamber e chupar aquela buceta molhada e rosinha. já não me aguentava de tanto tesão, e eu chutava tudo, mas não me aguentei mais e tirei meu pau para fora e o coloquei na buceta dela.
— Não, seu filho da puta! ahh, merda!
— Não aguentei. você é uma vadia gostosa e ainda loira. tem coisa melhor?
Eu ia para frente e para trás como um touro, e meu pau ia todo para dentro da vagina dela. aquela xota apertava meu pau como se algo estivesse o esmagando. eu continuava a meter, e ela gemia: ahh, ahh, ahh. eu estava ofegando muito alto e não parava. ela pedia para continuar ali. ela já estava completamente dominada e não queria saber se éramos irmãos ou não. era só o sexo gostoso em que ela pensava. aquilo era tão bom, e ela me apertava tanto, que gozei dentro.
— Eu gozei dentro. me desculpa.
— Que se foda que você gozou dentro da minha buceta. quero seu pau preenchendo ela todos os dias, a minha buceta, até termos filhos.
A partir dali, eu continuei fodendo ela todos os dias. a minha irmã gostosa gemia meu nome todos os dias sem parar, e eu gozava naquela buceta melada. até em público eu mexia naquela bucetinha, e no fim os dias foram de orgasmo intenso.
Fim

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