Buenas, estou há algum tempo afastado dos contos, trabalho anda me sugando muito tempo. Muitas coisas aconteceram desde o meu último relato. Os que interessam aqui, vou relatar na medida que eu puder.
Essa história está fresca na memória, então vamos a ela.
Primeiro vou me reapresentar – Sou do RS, sou o Dan, já passei dos 40, aliás, estou beirando aos 50 anos. 1,80mt e 90kg. Loiro, olhos verdes, barbudo, ficando grisalho, mais pelos na barba do que na cabeça... Não sou careca, mas em mais alguns anos farei parte desse grupo seleto. Hehehe. Não imagine um coroa bonitão, cheio de músculos, não sou. Sou normal se é que isso existe. Me visto bem, sempre perfumado, barba e cabelo bem aparados. Um homem que gosta de um bom papo, de rir, de boa companhia. Também não sou o melhor amante do mundo, mas tenho alguma experiência com isso.
Essa história começou Há 3 meses, quando precisei contratar duas pessoas para trabalharem comigo no setor, um cara da minha idade, com uma ampla experiência em compras e uma guria, Betina, 30 anos, loira, olhos verdes, por volta de 1,70m, magra com seios grandes e uma bundinha pequena, mas belíssima e bem redondinha. Betina é discreta, elegante, educada, postura firme, usa óculos. Não é uma mulher que chame muito a atenção, que faça qualquer um virar a cabeça na rua.
No escritório, trabalhamos em 6 pessoas (3 mulheres e 3 homens), 3 na engenharia e 3 no suprimentos, sendo eu o gestor do setor e Maíra a engenheira gestora da engenharia. Os demais setores da empresa ficam em nossa matriz, em outra cidade do RS.
Nossa rotina é corrida, atendendo as obras, formulando estratégias, tendo como responsabilidade garantir que todos os materiais, serviços e insumos estejam disponíveis no momento certo, com a qualidade necessária e pelo menor custo possível.
Nesse ritmo frenético, é normal eu ficar até tarde no escritório, muitas vezes passando das 22 horas.
Os dias têm sido intensos e exaustivos no setor. Com novas obras e o cronograma das que estão em andamento, bem apertado. A pressão é constante para reduzir custos sem perder a qualidade, o silêncio só costumava reinar no escritório após as 18 horas, quando a maior parte da equipe ia embora.
Nas últimas semanas, no entanto, Betina passou a se voluntariar, em alguns dias, para revisar os contratos mais complexos que exigem atenção redobrada. Seu marido a busca no escritório, sempre aguardando no carro, em frente ao prédio. Diversas vezes eu disse a ela que o chamasse para ficar aqui no escritório, mas ela nunca o chamou, diz que ele prefere assim. Bom, focada nos relatórios por trás de seus óculos de armação fina, ela começou a partilhar daquela rotina tardia.
Em uma dessas noites, por volta das 19h30, o escritório estava quase vazio, somente eu e Betina ainda trabalhando. Escritório iluminado apenas pelas luzes das duas mesas e pelo brilho dos monitores. O ritmo frenético do dia deu lugar a uma atmosfera calma e intimista.
— Precisa de ajuda? — Betina me perguntou, se aproximando da mesa com duas canecas de café.
A postura sempre firme e elegante de Betina estava mais relaxada ali, sem o olhar vigilante do restante da equipe. A conversa, que antes se limitava a prazos de entrega e cotações de aço, começou a fluir para assuntos pessoais: os planos dela para o futuro profissional, as dinâmicas da vida de casada e a mudança estado (ela é natural de SP).
A proximidade física no ambiente silencioso fez surgir algo visivelmente mais íntimo.
A atmosfera silenciosa do escritório parecia amplificar cada pequeno som: o zumbido suave do ar-condicionado, o tilintar das colheres de café e a proximidade que, aos poucos, deixava de ser apenas profissional.
Ao me entregar a caneca, os dedos de Betina tocaram os meus suave e demoradamente. Em vez de se afastar com a postura formal de costume, ela sustentou o olhar por trás dos óculos, revelando uma quebra sutil na sua habitual seriedade.
— Você trabalha demais — disse ela em um tom de voz mais baixo, quase um sussurro, quebrando a barreira que existia entre gestor e funcionária.
— Alguém precisa garantir que as obras não parem — respondi, arrastei a cadeira ligeiramente para o lado, saindo de trás da mesa. — Mas hoje, a noite está rendendo mais por causa da tua ajuda.
Betina não hesitou. Ela se aproximou da mesa, se apoiando levemente na borda de madeira, a poucos centímetros de mim. O perfume discreto e elegante que ela usava se tornou mais perceptível. Ela tirou os óculos lentamente, colocando-os sobre os papéis na mesa.
— Acho que posso ajudar um pouco mais — ela disse, com um sorriso contido e o olhar fixo no meu.
A tensão acumulada de semanas de prazos estressantes e reuniões finalmente encontrou vazão. Me levantei e encurtei a distância entre nós. O primeiro passo foi um toque suave em sua cintura, seguido por tocar de lábios que que rapidamente virou um beijo ganhando intensidade, carregado de urgência, selando o início de um envolvimento secreto no escritório vazio, muito depois do horário comercial.
— Isso é um erro estratégico clássico — disse ela, com uma ironia leve na voz, embora o sorriso contido no canto dos lábios entregasse outra coisa. — Um gestor deveria saber calcular os riscos de um envolvimento na própria equipe.
— O custo-benefício me parece extremamente vantajoso essa noite — respondi, mantendo-a grudada a mim.
Voltei a beijá-la, um beijo que demorou minutos. Nosso beijo consumia todo o ar do ambiente, fazendo o coração disparar e o pulso acelerar. Quando o fôlego finalmente faltou, nossos lábios não se distanciaram; se colaram em pressões curtas e quentes, as testas unidas e a respiração de ambos vinha rápida, pesada, ecoando suavemente na sala deserta.
Olhares fixos, minhas mãos procuraram e encontraram a fileira de botões da blusa que ela vestia. Com movimentos calmos e deliberados, desfiz o primeiro botão, deslizando o tecido leve ligeiramente para o lado. A cada botão que se abria, a pele alva e a silhueta dela iam se revelando sob a luz suave do ambiente.
Quando liberei todos os botões, afastei por completo as laterais da blusa, deixando exposta uma delicada e impecável lingerie branca. Comecei a beijar sobre a lingerie, meus dedos buscando os bicos dos seios dela, então ela terminou de tirar a blusa e o sutiã, deixando os seios totalmente a mostra e ao meu alcance. Beijei, acariciei, chupei, lambi. Ela gemia baixinho e acariciava meus cabelos, passava as mãos nas minhas costas e voltava aos meus cabelos.
A coloquei sentada sobre a mesa, subi sua saia e me encaixei entre suas pernas, voltei a beijá-la, agora minha mão acariciando sua bocetinha sobre a calcinha, que já estava encharcada, melada. A tirei daquela mesa e a levei até um balcão que tenho no escritório onde não nada sobre. Ela se jogou para trás ali, apoiando-se nos cotovelos, sua saia na cintura, pernas abertas, pude olhar melhor a calcinha. Ela tem uma bocetinha inchada, gordinha, deliciosa. Me ajoelhei e comecei a beijar sobre a calcinha, por vezes mordia suas coxas. Puxei a calcinha um pouco de lado e passei a lamber aquela bocetinha gordinha e rosada, linda, parecendo um delicioso hamburger... chupei, lambi, enfiava a língua até onde conseguia, enfiava 1, 2, 3 dedos. Ela gemia agarrada e me puxando pela cabeça, não me deixava tirar a boca dali e pedia para não parar, mas parei, precisava de folego. Aproveitei e tirei sua calcinha. Com folego renovado voltei a carga, voltei a lamber e agora levantei bem suas pernas, deixando a mostra seu cuzinho rosadinho que piscava querendo beijos e língua. Agora eu lambia, babando-a toda, descia até o cuzinho, enfiava a língua onde dava, sentia seu gosto. Meus dedos a penetravam nos dois orifícios. Em certo momento, com minha língua enterrada em sua boceta, meu rosto todo melado, ela passou a ter espasmos, gozando, seu líquido derramando na minha boca. Ela agora tentava me empurrar, mas eu queria mais. Eu estava absorto naquela situação. Passaria horas só lambendo aquela mulher, seu gosto é excelente. Ela conseguiu me empurrar. Quando olhei seu rosto, ela estava rindo, sorrindo, ofegante, satisfeita. Se levantou e nos beijamos novamente.
Ela acariciando meu pequeno amigo sobre a calça... pois sim, eu não havia tirado nenhuma peça de roupa ainda. Então Betina se agachou, abriu o zíper da minha calça, desafivelou o cinto e puxou tudo para baixo, calça, cueca, deixando minhas vestes na altura dos joelhos. O pequeno rapaz saltou ereto, brilhando e pulsando. Ela me encarou passando o dedo na cabecinha, retirando a baba e sorvendo o líquido do dedo, me olhando com uma expressão bem safada no rosto, então ela abocanhou meu pequeno companheiro, chupava como um sorvete, beijava, lambia, engolia ele todo. Aquilo era bom demais, ela entende bem desse assunto. Acariciei e depois agarrei seus cabelos a fazendo engolir tudo, ela adorou. Me chamava de safado. Enquanto me chupava ela mexia nas minhas bolas, me deixando louco... eu só conseguia balbuciar poucas palavras “Que delícia! Chupa puta.” Não avisei, apenas gozei e gozei muito... meu pau latejando, jorrando jatos em sua boca e ela sugou tudo, não deixou uma gota sequer ir ao chão e ainda me mostrou, abrindo a boca, me olhando com cara de satisfeita. Ela engoliu tudo, levantou e nos beijamos...
Só nesse momento lembrei que o marido dela esperava no carro e a questionei:
— O corninho está fazendo o papel dele... esperar — disse ela com um sorriso maroto estampado em seu rosto angelical.
— Como assim? — Perguntei.
— Sim, ele conhece bem a mulher que tem... eu contei a ele sobre você e o quanto eu tinha vontade de transar contigo. Ele ama ser corno e me incentiva. Mas eu escolho quem eu quero e já disse a ele que quero você.
— Estou sem palavras! — Eu disse
— Depois te conto tudo. Agora me beija mais. Estou louca de tesão ainda.
E nos beijamos, novamente o beijo foi demorado. Desci minha mão direto em seu hamburguerzinho e fiquei brincando ali. Ela rebolava a boceta nos meus dedos, tirei a camisa, os sapatos, as calças e a cueca e chutei de lado. Meu amiguinho já havia acordado novamente. Nossos corpos agora estavam grudados. Ela pega no meu pau, encaixa em sua boceta e fica massageando-o, se esfregando nele. Ela se senta novamente no balcão e pede para eu enfiar nela. Com aquela boceta toda molhada, babada e suculenta, meu pau entra e desliza facilmente. Meu pequeno amiguinho é normal, nada extraordinário, 17cm. Movimentos de vai e vêm, alternando entre movimentos lento socadas forte, nos beijando, suor escorrendo, gemidos. Após alguns minutos assim a posicionei de costas para mim, apoiada no armário... Assim eu tinha a visão daquela bundinha branca, redondinha e absurdamente deliciosa... pele lisinha. Me abaixei e voltei a lamber a boceta dela. Ela rebolava, gemendo, me chamando de safado. Abri bem a bundinha dela e lambi o cuzinho, babei bastante ali. Estava doido para socar naquele rabinho.
Ela percebeu isso e disse:
— Isso, deixa esse cuzinho bem babadinho e come ele bem gostoso. Quero sentir você gozar dentro dele.
Com esse consentimento babei mais um pouco, enfiei um dedo, depois dois, brinquei um pouco ali. Me levantei, encaixei na bocetinha dela e voltei penetrar ela, agora esfregando e enfiando o dedão na bundinha dela. Eu já estava doido para comer aquele rabinho então me descolei dela, dei mais uma babada naquele cuzinho que piscava como que pedindo para ser penetrado. Encaixei a cabeça na entrada do rabinho dela e meu pau foi sendo engolido por aquela bundinha deliciosa. Ela rebolava devagar facilitando a entrada e com todo ele todo dentro, Betina começou a jogar a bunda para trás. A agarrei pela cintura e comecei a socar gostoso naquele cuzinho. Ahhhh, como soquei naquele rabinho... Eu gemia e a chamava de minha puta, cadela casada, ela gemia e me xingava, dizia que ia ser minha puta sempre que eu a quisesse. Eu avisei que iria gozar e ela pediu para não tirar, ela queria sentir os jatos e a porra quentinha no cuzinho. Assim gozei gostoso, exausto, minha respiração forte, mas só tirei de dentro quando inevitavelmente o rapazinho se rendeu, caindo mole, adormecido.
Betina e eu nos beijamos novamente, suas mãos envoltas em meu pescoço, dizendo que adorou tudo e eu dizendo que também havia adorado. Nos vestimos, nos arrumando o melhor possível. Ela pegou suas coisas, me deu um beijo de despedida e se foi.
Em casa, após o banho, deitado na cama e lembrando do que havia acontecido... chega uma mensagem no whats, de Betina que dizia:
Betina - Oi... produzimos bastante durante as horas extras hoje.
Eu - Oiii... boa noite.
Sim, foi muito produtivo.
Betina - Juliano pediu pra te convidar pra jantar aqui em casa amanhã?
Eu - O Juliano?!?!
Betina - Sim, o meu marido. Ele disse pra te chamar pra jantar.
Amanhã vem pra cá depois do trabalho, de carona com a gente.
Deixa teu carro em casa.
Pode até dormir aqui se quiser!?!?!
Eu - Tá bom... kkkk
Amanhã conversamos e combinamos então.
Betina - Tá, bjs, boa noite.
Eu - Até amanhã, bjs.
Bom, depois conto como foi o jantar.