O filho e seus dois amigos, mal chegam guardam as malas e seguem para a festa numa chácara, com piscina na casa dos amigos de infância de Carlos, o primogênito. Nesta sexta de feriado, ela realizou as tarefas domésticas e aproveitou para assistir filmes e seriados nos stream da família.
Por volta das 20hs, Clara de banho tomado, pijama, estava assistindo TV no quarto, quando ouve barulhos. Ela sai do quarto e segue à sala, vê os amigos carregando o filho ao banheiro. Carlos estava bêbado, muito bêbado, os amigos menos. Ela seguiu os garotos e entrou no banheiro, com muita calma e discrição. Os amigos, que já tinham percebido sua beleza e sensualidade, agora tiveram certeza dessas impressões.
“Tá tudo bem com ele?” disse Clara.
“Oi tia..., tudo sim... O Carlos bebeu um pouco... só isso.” Disse um dos meninos, ainda deslumbrado com a visão da mãe de Carlos com um short de pijama curto e soltinho, mostrando as belas pernas, lisinhas e grossas, emendando duas nádegas pouco cobertas e arrebitadas, seguindo uma camisetinha soltinha, clara, com o desenho de uma flor ao centro. O volume do peitão se destacava na blusinha e os biquinhos ficavam marcados, não usava soutien. Uma visão inesperada, para os garotos, mas com certeza excitante.
“Tudo bem, acontece. Ele está vomitando?” perguntou, preocupada.
“Não.” disse um dos amigos.
“Bom, vou dar um banho nele, depois o colocamos para dormir. Nesse estado ela não vai aproveitar festa nenhuma, nem vocês. Mas vou precisar que coloquem ele no box e me ajudem com algumas coisas.” Eles o levaram ao box. Ela ligou o chuveirinho e deu um banho ultrarrápido, mais para poder deitá-lo na cama, do que limpá-lo.
Após deixarem Carlos na cama, Clara perguntou:
“Estão com fome? Posso preparar algo para vocês.” Nesse momento percebeu que os amigos do filho estavam evidentemente olhando sua camiseta. Percebeu que havia molhado, e a camiseta ficou um pouco translúcida. Pensou: “Mesmo na faculdade ainda são adolescentes”. Mas preferiu ficar assim por mais um tempo... Gostava de se exibir discretamente, e fazia tempo que não apreciava essa sensação, além disso, se excitava com a cara dos homens quando achavam que estavam vendo algo que não podiam.
Clara foi a cozinha e preparou um lanche para os garotos. Conversando com eles, percebeu que estavam meio perdidos principalmente que não queriam ir para a festa sem o Carlos, já que ele que conhecia bem o pessoal, preferiam voltar no dia seguinte quando Carlos tivesse recuperado.
“Vocês que sabem o que é melhor para vocês. Caso fiquem, só posso colaborar com filmes, séries e pipoca, e sei que a minha companhia não é tão divertida quanto a do meu filho ou uma festa com pessoas da idade de vocês.” Disse Clara.
“Que é isso, tia. A senhora é gente boa, a gente que vai incomodar a senhora.” Disse Beto.
“Não é incomodo nenhum, uma mulher como eu ter a companhia de vocês dois jovens bonitos e simpáticos.” Os garotos se entre olharam, rápidos e toparam.
NO SOFÁ
Beto foi tomar banho. Rick, sentou-se no sofá e começou a procurar alguma coisa para assistir e Clara vou trocar de roupa que essa estava molhada e gelada. Quando foi trocar de roupa, pensou em provocar os garotos, mas sentia que não podia ser indiscreta e muito menos ser evidente que estava provocando-os. Achou melhor trocar só a camisetinha, colocando uma mais decotada e mais larguinha, assim marcaria seus peitos - visto que eles ficavam fascinado por eles - e ao mesmo tempo, desnudar parte dos seios e ombros.
Quando voltou Rick tinha ido tomar banho e Beto estava pesquisando algo nas plataformas de Stream. A mãe do amigo se senta no sofá ao lado de Beto e começam a conversar.
“Putz, não sei o que escolher, o que você sugere.” Disse Beto.
“Seria legal algo divertido, uma comédia, por exemplo.” Disse Clara.
Olhando e debatendo as opções, a dupla nem percebeu o tempo passar, quando chegou Rick, para tentar ajudar. Ele se sentou na outra ponta do sofá, ao lado de Clara.
“Uns amigos falaram que esse seriado é legal, a temática e sobre um casal que resolve incluir mais um no casamento formando um trisal.” Disse Rick.
“Já ouvi falar também.” Disse Beto.
“Então finalmente decidimos”. Disse Clara.
Começaram a assistir o seriado. Num determinado momento Clara disse:
“Sempre que é relacionamento a três, sempre são duas mulheres, acho isso muito chato.”
“Ah... mas você gostaria de ver os dois homens se pegando.” Disse Rick.
“Não gostaria de ver nem dois homens se pegando, nem duas mulheres, preferia ver dois caras dando um trato numa mulher... a questão é que um homem não dá conta de duas mulheres, mas uma mulher da conta de mais de um homem.” E sorriu divertida com essas palavras, enquanto imaginava algumas situações.
Os amigos ficaram estupefato, sem reação, também não colecionavam experiências profundas na arte do sexo, muito menos queriam discutir com a mãe muito gostosa do amigo, mas seu orgulho machista foi um pouco ferido.
Clara se levanta, diz que vai fazer uma pipoca e pegar um cobertor que ela está ficando com frio. Os garotos se olham e, não aguentando mais, começam a comentar.
“Cara, como a mãe do Carlos é gostosa, que peitão que ela tem, queria chupar inteiro, engolir tudo.” Disse Beto.
“Nossa, e os biquinhos, até agora eles estavam todos durinhos. Enquanto assistíamos o seriado ela passou a mão na minha perna, meu pau ficou duro na hora.”
“Na minha perna ela também passou. Mas pirei quando vi o decote mostrar a auréola do peito dela. Fiquei com mais vontade de agarrar aqueles peitos e foder com minha rola entre eles.”
Nesse momento, ela segue até a mesa de centro, se curva sobre a mesa de centro, mostrando para Rick, seu peitão, com quase todas as características perceptíveis àqueles olhos universitários. Seu bundão arrebitado se mostra para o Beto, que arregala os olhos e percebendo suas ondulações e se curvar à frente quase beijando o monumento exposto. Ambos, mesmo inconsciente, pegam em seu pau duro e massageiam ele. Clara observa isso e muito excitada, sorri grata consigo mesma, senta-se ao lado dos garotos e toca as ereções deles sobre os shorts. Dona da situação, Clara observa-os congelados, não oferecendo resistência, muito menos desinteresse, apenas desacreditando que a mulher mais gostosa e sensual que já viram, mãe do amigo, está demonstrando interesse e conduzindo a uma situação de extremo prazer. Ela enfia as mãos por baixo dos calções dos garotos e continua a massagem.
“Olha para os lados e com uma voz baixa e segura, no ouvido de Beto a sua esquerda, pede para abaixar um pouco o calção, vira o rosto e fala no ouvido de Rick, ambos baixam e tiram o estorvo do shorts, de modo a atrapalhar o mínimo possível a punheta. Abrem as pernas para facilitar a massagem e tocam o corpo dela.
“Calma garotos, vocês terão tempo para isso, agora quero ajudar a aliviar essa tensão que estão.” Disse sorrindo e se deliciando com a massagem, o prazer explicito na cara, no corpo e virilidade dos jovens. Durante esse ato, ela percebia as contrações nos corpos deles, sentia o pulsar das duas rolas, ouvia seus gemidos contidos e percebeu os primeiros sinais do gozo de Rick, naquela situação era melhor beber a porra dele, do que melecar a sala. Por tanto, virou para Beto, e disse baixinho, firme e sensual: “logo volto para você”. Aproveitou as duas mãos, uma massageou as bolas e a outra continuou o vai e vem a boca veio como uma coroa na cabeça vermelha do garoto, que estremeceu com o toque, a suavidade e a firmeza dos lábios carnudos que envolviam a glande. Quando o jovem sentiu a sucção contínua chegou a clímax, esporrou, ejaculou, gozou de forma intensa e vibrante. Engoliu tudo. Depois deu umas lambidas naquela rola como para dizer, está tudo limpo. Voltou sua atenção para Beto, que ao ver a cena, estava excitadíssimo e aguardando sua vez.
Clara olha nos olhos de Beto, enquanto pega no pau dele. Ele se aconchega no sofá e sente a cada toque da mão dela ele se arrepia todo, primeiro, toca nas bolas com as duas mãos, uma das mãos logo subiu para o pau, começando fazer o sobe e desce, mas agora ela aperta um pouco mais a rola, com a boca ela lambe o saco e depois a cabeçona, para em seguida agasalhar a cabeça e sugar o pau. Beto demora um pouco mais para gozar que seu amigo, o que permite um maior capricho e dedicação de Clara naquela rola. Até ele não conseguir se segurar e esporrar saindo, expelindo a tensão até aquele momento acumulada do exibicionismo da mãe de Carlos.
Depois de engolir e limpar o pau de Beto, ela os olha, observa com certa satisfação, mas ela ainda não está satisfeita e quer mais, deseja esses jovens viris. Mas já que foram tão longe, ela vai querer tudo, tudo que puder. Eles a olham, meio que ainda não acreditando, satisfeito e pensando o que vão fazer agora. Ela levanta devagar e fala: “Vamos para o meu quarto, lá ficamos mais tranquilos...” Mesmo porque já dei conta de vocês. Será que vocês dois homens dão com conta de mim?”